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Dito isso, apresentações feitas, eu vou iniciar a nossa aula aqui. E eu sempre gosto de ter slides porque acho que fica mais fácil para vocês irem acompanhando, anotando e fica um pouco mais didático, tá bom, pessoal? Então, bom, vou tentar ser o mais breve possível aqui para não ocupar tanto vocês.
O encontro de hoje não tem como. A gente não tem uma metodologia mesmo de bases do que a gente vai aprender ao longo desse processo, porque senão vai ficar muito jogado e desorganizado. Então, ten um pouco desse preciosismo e eu sei que vai valer a pena porque tem valido a pena para os meus outros mentorados.
A gente vai falar hoje sobre destravamento, autoconhecimento e qual tipo de comunicador vocês vão se identificar. Eh, esses temas são importantes porque muitas vezes a gente não assume quais são as nossas travas. É um processo muito de autoconhecimento, porque a nossa comunicação fora do digital não necessariamente é a mesma. Então tudo isso é novo, né? Ou até mesmo é uma forma de lapidar ainda mais o que vocês já sabem.
O meu conselho ao longo desse processo todo da mentoria é que a gente realmente se dedique, se debruce em todo em tudo que eu vou dividir com vocês, que é anota, testa bastante, seja um bom mentorado. Eu gosto de dizer isso porque um bom mentorado é aquele que tá acompanhando, que tá testando, que não tá com aqueles receios que a gente tem ao longo do processo, porque tem alguém que tá segurando a mão de vocês e apoiando a cada passo, tá?
Eh, eu quero muito que vocês aproveitem ao máximo essa troca, como eu falei agora a pouco, e nenhuma dúvida é boba, por mais que a gente às vezes fique, ah, eh, o conteúdo, a gente entra nesses graus comparativos, né? A gente pensa, poxa, um deu resultado, o outro não, mas para mim nenhuma pergunta é boba. Se você quiser perguntar para mim qual que é o tamanho de um uma de um post, eh o que cor que coloca, coisas assim que parecem muito simples, mas o que eu percebi das redes sociais, o que eu vejo, né, de conhecimento que eu adquiri, é que são nos detalhes que a gente consegue colocar quem nós somos para fora. Então nenhuma pergunta é boba. Eu tô aqui para servir vocês, a Bárbara também. E vão anotando as dúvidas ao longo desse processo, que no final eu sempre deixo um pouquinho para vocês tirarem dúvidas que os próximos encontros eles são específicos para dúvidas, para falar sobre o processo, o que vocês fizeram e o que foi tirado do papel, tá bom?
Então, recadinho dado, a gente começa aqui sobre as travas, né, como eu havia dito. Então, reconheça quais são as suas verdadeiras travas, porque muitas vezes a gente acha que a nossa maior trava é não saber editar um vídeo, eh, não saber encontrar um tema que vai alcançar muitas pessoas, mas na verdade existem outras partes, né? A gente fala das habilidades comportamentais, mercado de trabalho fala da soft skills, mas nada mais são do que aqueles pontos que a gente precisa trabalhar internamente e que refletem no universo digital.
Então, quando eu penso, eh, nossa, eu vou começar a me expor ou eu vou começar a me posicionar um pouco mais forte ou eu vou entrar em um âmbito que eu não entendo tanto, vem, por exemplo, a síndrome do impostor. Poxa, será que eu sou, eu não vou, né, me expor de certa forma? Será que eu não vou errar, né? Muitos têm o medo de errar e fiquem tranquilos porque todo mundo vai errar. Eu vou errar pro resto da minha vida na criação de conteúdo, vai passar alguma coisa ou outra. E isso faz parte do ser humano e paciência quem te eh massacrar porque você errou e bola paraa frente. A gente vai ter muito esse grau de maturidade do digital que muitas vezes não é o mesmo que a gente tem na nossa vida.
Então eh fica de conselho para vocês esse quem tá entrando nesse novo universo mesmo, a parte da vergonha, né? Querendo ou não, alguns podem ter uma vergonha, um receio. Ah, será que isso eh será o suficiente? Será que isso está bom o suficiente? Isso aí também faz parte do processo. E um dos pontos principais ao longo desse processo que eu vejo de dificuldade é o receio de emitir a sua própria visão de mundo. E na mentoria em si, eu vou falar várias vezes isso, mas é, eu não tô aqui para ficar falando para vocês, olha, eu preciso que para você cresça o seu, para que o seu perfil cresça, você fale sobre política, que você se posicione sobre determinado assunto muito polêmico. Não, o ponto não é esse, nem tem essa necessidade, mas você não pode ser uma pessoa morna, né? A gente também vai falar mais disso na frente, só que não seja uma pessoa quarta-feira. É importante, a internet, ela está carente de pessoas que coloquem a sua visão de mundo para fora, que se posicionem. Eu nem tô dizendo de ser polêmico ou não, mas dentro da área de vocês, vocês sabem onde o calo aperta do seu cliente, do seu aluno, do seu paciente. E muitas vezes ele chega um pouco mais machucado porque acha que a sua área é assim mesmo. E quando você vem quebrando isso, se posicionando, é onde as pessoas vão lembrar de vocês. Então fica de recomendação também esse ponto.
E os principais aqui que eu vejo é, a gente fica olhando o perfil de concorrente, a gente tem aquela sogra, aquela tia, aquele irmão que muitas vezes julgam, faz alguma piadinha ali e a gente se incomoda. Muitos têm medo que, ah, lá na frente pode acontecer um cancelamento, os cancelamentos são terríveis, né? Mas fiquem tranquilos que para isso acontecer tem que ser muito grande. E quando você já é gigante nesse universo, é porque você já teve bastante resultado. Então vocês vão ver que muitas vezes a gente fica: "Nossa, mas fando foi tão cancelado assim e tá de boa, é porque teve resultado." E eu acredito que a nossa vida seja assim também. E eu acho que o que vai eh o medo que vai surgir muito grande é o medo de flopar. Poxa, apostei, pensei que ia super bem, um tema tão bacana, poucas pessoas curtiram e comentaram. Isso também faz parte do processo, fiquem tranquilos, porque a gente só flopa porque a gente tá em movimento, né, e o movimento gera transformação. Então eu acho que eh fica como até um um ponto aí para vocês refletirem depois desse encontro sobre o que que tá realmente me travando, né? Quais são os pontos que muitas vezes eu deixei passar que para eu entrar nesse universo edital e destravar de uma vez por todas.
Bom, eu gosto de fazer esse exercício aqui, que é imaginar esse como se fosse uma balança. Sei que pode parecer bobo, mas ajuda bastante. Que é quando eu olho para tudo de negativo que pode acontecer ao longo desse processo, eu penso o seguinte: poxa, o pior que pode acontecer nessas minhas primeiras postagens ou nessa minha retomada é a postagem não performar muito bem. Ah, tudo bem, acontece, faz parte, não tem isso, não é um grande problema da minha vida. Agora, quais são os benefícios quando eu testo bastante, quando alguma postagem me aflopa, mas eu continuo, eu consigo ampliar a minha mensagem, que é tão carente hoje em dia nas redes sociais? Eu vou me posicionar no meu mercado e com isso eu vou ganhar mais notoriedade, eu vou ganhar mais renda. Então pensa sempre nesse lado maisfico da coisa, desse processo, porque muitas vezes as consequências negativas, ah, um post falou, pô, daqui dois dias eu tenho mais um e tá tudo tranquilo, na internet evaporou. Então, é assim que funciona e fica de recomendação.
Um dos pontos principais que eu quero incentivá-los eh na nossa mentoria é o ponto da constância. É a partir dela que a gente vai conseguir errar o mais rápido possível para que assim a gente arrume também o mais rápido possível. Então, é esse movimento que eu quero que vocês gerem eh no processo de vocês.
Então, o ponto de partida aqui é qual tipo de comunicador eu sou. Existe um tipo de comunicação, né? Porque não necessariamente a comunicação que você tem no seu escritório, no seu trabalho, é a mesma que você vai ter no digital. Você vai estar performando, você será outra pessoa. Não é a forma com que você encontrou de se colocar para fora. É importante que a gente pense que nós somos seres múltiplos, né? Eu não sou a mesma com os meus amigos, com o meu marido, aqui com vocês. Então, na internet a gente encara aquela aquele tipo de comunicação que a gente se sente mais à vontade. Eu penso, não, aqui eu estou sendo eh da forma que eu me sinto bem, natural, que eu consiga sustentar por muito tempo e com isso eu consigo chamar mais atenção das pessoas, mas é porque eu estou sendo constante, porque está sendo natural para mim. Então, tem esse ciclo aqui que é tão importante de ser pensado também.
E aí você pensa, né, eu sou eu sou publicitária, sempre trabalhei com essa parte, né, de desenvolvimento de marcas, de pessoas, do meio digital, de campanhas. E aí eu lembro que o pessoal chegava para mim e falava assim: "Olha, vamos definir a persona, vamos definir os arquétipos, vamos fazer o mapa da empatia". E eu percebi, com toda a minha experiência de mercado, que isso não funciona, né? né? Muita gente levanta essa bandeira, fala: "Ai, tem que definir a sua persona." Só que eu percebi que isso nada mais é do que grandes limitantes na nossa própria comunicação, porque você fica muito fechado em algo que não te expande, muito mais te limita. Então, a persona, ela é traçada da seguinte forma: ai meu cliente ideal ou eu sou a Mariana, eu tenho 30 anos, eu sou solteira, moro na zona sul de São Paulo, só que a Mariana se sente muito sozinha nessa jornada do empreendedorismo e eu vou lá conversar com ela ou eu vou encarar essa persona. Acho que é muito limitante isso, né? Hoje, se eu fosse pensar dessa forma, eu só iria falar com pessoas da comunicação, com jornalistas, com publicitários. E eu percebi que isso aí era uma balela. Até trabalhando com as marcas, eu percebi, gente, isso aqui tudo bem, a gente tem um público alvo, a gente tem uma, eu vou falar como é que funciona do meu lado, mas não tão específico assim.
Aí a gente vai para arquétipos. Ah, o meu arquétipo é o do sábio, né? Eu valorizo os bons livros, a literatura clássica, né? A tem essa necessidade da base, né? De ter mais ensinamentos, de colocar tudo isso mais para frente. Legal. Mas eu acho que isso é uma das frentes que eu posso oferecer às pessoas. Eu não posso me limitar a três arquétipos, a quatro arquétipos. Eu sou múltiplo. É múltipla. Eu tenho muitos assuntos que eu posso agregar na vida das pessoas. E aí a gente vai para mapa da empatia que entra aquelas reflexões muito profundas. O que que a fulana vê, né? O que que o meu cliente, o meu seguidor, ele vê, o que que ele sente, o que que tá fazendo falta na vida dele. Isso para mim é uma grande balela, tá? Isso aí uma das crenças que as pessoas têm, mas que vendo ao longo do processo, o o grande jogo do digital é essa amplitude que ele nos dá, né, no trabalho. A gente tem esse marketing boca a boca, a gente faz toda aquela listagem de leades para conseguir, mas no digital a gente consegue ampliar mais e falar com pessoas de uma forma direcionada, claro, mas através de objetivos específicos. E aqui eu friso que as pessoas são múltiplas e você também aproveita essa essa liberdade que a gente tem de criação. Porque quando que uma publicitária que gosta de literatura, que gosta de filosofia, se destacaria por essas outras frentes no mercado de trabalho, mas o digital consegue. Então pensa nessas outras frentes que vocês têm, que vocês gostam para colocar para fora, porque é aí que mora essa famosa autenticidade que as pessoas falam nas redes sociais e essa parte mais original da criação também. Então são essas muitas coisas estão dentro de nós do que fora, tá?
E aqui eu digo que a internet ela está carente de pessoas, né? Vocês sabem disso e acho que vocês acompanham esse tipo de de carência que existe nas redes, que é a gente vê tanta coisa mediana, medíocre, fazendo tanto sucesso. O que eu percebo é que pessoas que são medianas no mercado de trabalho, elas não conseguem alcançar tanto o teto assim de sentar em outras cadeiras, em outros líderes, outros CEOs, mas nas redes sociais eles conseguem. E eu fico pensando, eu que tenho um bom trabalho, que atendo com excelência, que tenho tanto conhecimento assim, vou deixar de lado essa oportunidade? Não. Então, nunca se esqueça que as pessoas são múltiplas, únicas, para você valorizar mais a sua personalidade. Eh, não tenha medo de ir contra o que a maioria está dizendo, porque é aí que nasce sua própria personalidade, é aí que as pessoas vão lembrar de você. Coloque todas suas crenças para fora, todos os seus valores de uma forma que seja confortável para você, mas que faça com que as pessoas lembrem de você, de vocês, tá bom?
Então, eu gosto muito dessa parte porque se vocês forem perceber o meu conteúdo em si, é muito sobre posicionamento. Eu trabalho muito as minhas crenças, os meus valores, porque eu percebi que o meu público, eu quero atrair um público que tem esse pensamento parecido com o meu, que muitas vezes ele pode não concordar com o que eu disse, mas ele entendeu o meu ponto central ali e respeitou. Então, vocês conseguem perceber o quão múltiplo isso é? Não tô falando que é uma mulher, um homem de tal idade, de tal posicionamento político, não. São pessoas pensantes, com senso crítico. Então, esse posicionamento que eu trabalho tanto faz com que as pessoas se aproximem de mim, porque existe essa carência. Então fica de indicação para vocês também isso.
E aí quando a gente entra nessa parte do tipo de comunicador, eu gosto muito, eu cheguei, né, nesses estudos filosóficos, eu cheguei nessa história aí de Hipócrates. Pedro, que é médico pode, né, ter esse conhecimento também, porque Hipócrates ele foi um médico grego e ele é considerado pai da medicina. E eu gosto muito dessas explicações que ele teve sobre personalidade, porque ele não se baseou a medicina apenas numa parte na parte fisiológica, né? Ele trouxe muita a questão dos fluídos corporais. Ele foi fazendo observações porque ele fez essa separação entre o que era o lúdico, o que era aquele fantasioso que as pessoas encaravam a medicina e de fato começou a olhar o ser humano de uma forma mais complexa, real, das suas personalidades, seus fluídos, tudo isso que a gente tem até hoje, né, até hoje eh falado sobre ele nas faculdades de medicina. E eu gosto muito porque ele eh os quatro temperamentos é de uma forma mais ampla. E eu sei que muitos de vocês já escutaram sobre os temperamentos, mas eu quero frisar aqui que é importante vocês se aprofundarem nisso, porque isso dá mais liberdade criativa, né? Eu vou trazer de uma forma adaptada paraa comunicação, para vocês se identificarem com qual tipo de comunicação, comunicador vocês possam podem ter. E outro ponto é que vocês podem se identificar com mais de um temperamento. Eu me identifico com dois, mas tem sempre ali um principal que predomina a nossa forma de se colocar para fora. Então essa é uma, vocês recebem esse material também se vocês quiserem ler um pouquinho mais porque é bem bem interessante.
E aqui cada cada temperamento ele ele tem um um elemento da natureza que o representa. Então o sanguíneo que é representado pelo ar, ele é aquele comunicador mais carismático, mais expansivo. Então, no dia a dia é fora desse universo digital. É importante que você pense como você é mais extrovertido, mais entusiasmado, você tem muitas ideias, tem aquela fala mais enérgica, sorri bastante, improvisa bem ali quando o calo aperta um pouco ou quando aparece algum problema. Pode ser que você seja um sanguíneo. E nas redes sociais, como essa personalidade, faz stories em qualquer lugar, não tem aquele problema de, ai, não, tô com vergonha de gravar aqui, não tem esse costume, transforma, consegue transformar a rotina ali em algo mais divertido, algo mais enérgico, usa bastante expressões sociais, bastante emoji, interação. E é esse tipo de perfil se conecta muito fácil com a audiência, né? Como a gente tá pensando nesse universo de dopamina das redes sociais, quando é uma pessoa mais enérgica, fica muito mais fácil da gente se aproximar dessa pessoa, de gostar que seja. Então, é um tipo de pessoa que não tem medo de falar, não tem medo de aparecer e esse é o ponto forte, porque ele consegue conquistar e engajar muito rápido o seu público. Só que tem uns pontos de atenção. E eu quero frisar isso aqui, porque muitas vezes quando vocês forem se soltando mais nesse universo digital, vocês vão ver: "Poxa, eu eu tô errando em alguma coisa na minha comunicação, mas eu não tô sabendo o quê". pode ser esse excesso do seu temperamento, da sua personalidade. Então, do sanguíneo é que como ele é muito expansivo, é muito enérgico, ele precisa organizar melhor as suas ideias. Muitas vezes pode ficar meio embaralhado, pode não ter tanta profundidade, porque vai colocando para fora tantas informações que as pessoas não conseguem absorver. A gente tem que olhar mesmo pro vento, né? Quando ele é uma brisa, ele nos faz muito bem. Só que quando é uma ventania acaba bagunçando tudo que tá à sua volta. Então fica de de analogia para vocês. E aqui eu coloco sempre um exemplo de sala adaptada que é, gente, vocês não sabem o que acabou de acontecer comigo. Eu tinha que vir aqui contar agora. Vocês já devem imaginar algum criador de conteúdo que é desse jeito. E confesso que eu não acompanho tantos porque eu vou falar já já qual é o meu temperamento. Então, eh, pode ser que vocês se identifiquem e gostem de acompanhar algum criador assim.
Agora o colérico representado pelo fogo. Então ele é um comunicador, ele é mais objetivo, mas tem uma influência muito grande. Normalmente os coléricos, eles têm com eles essa parte da liderança, eles são líderes. Eu lembro que eu já tive acho que duas chefes que eram coléricas assim ao extremo porque é um líder nato, ele é focado, ele fala com muita segurança, ele sempre tá ali focado nos resultados, na ação. Então se você já se identifica aí no seu trabalho dessa forma, pode ser que você seja um colérico. e nas redes sociais é uma pessoa mais objetiva, que vai direto ao ponto, tem uma mensagem muito clara, eh consegue fazer chamadas muito fortes, né? Aquele impacto já no começo do gancho que é tão importante no nosso roteiro. Então, eh, sempre tá muito pautado, gosta de dados, de estratégias, de promessas, de entregas rápidas. E aí a gente já entra no ponto forte, que é ele tem essa essa coisa de inspirar muita ação e conversão, aquele imparável assim, tá sempre olhando pro resultado, pro resultado, pro próximo passo, só que tem que tomar cuidado para não parecer ser uma pessoa dura demais, uma pessoa muito impaciente, uma pessoa mais rígida assim, sabe? O que eu percebia dessas minhas chefes é que elas é assim, meu mundo, minhas regras, eu sei, eu já pesquisei e o que você tá falando aí, eu não quero nem saber. Então, tem que tomar cuidado com isso também. E aqui é um exemplo de uma fala de rede social de um colérico. Seria algo assim: se você quer resultado de verdade, segue esse passo a passo agora. Em menos de 10 minutos você vai ver diferença, sabe? Essa coisa enérgica de você vai ter resultado agora em 10 minutos, muito pautado assim. Então é como se fosse a fogueira mesmo, né? Se a fogueira ali ela tá contigo, ela aquece, senão ela acaba acabando com tudo, né? Destruindo tudo como o colérico passa por cima de qualquer coisa. Eu tenho um pouquinho do colérico, mas é, eu acho que seria uns 20% ali da minha personalidade.
Agora o fleumático, talvez meu marido seja filleumático, eu acho, ou meu pai, acho que meu pai é mais, que é aquele comunicador que é mais calmo, mais acolhedor, é aquele cara da galera que tá sempre de boa, tá sempre tranquilo, eh nunca quer entrar em embate, é muito paciente, equilibrado, ele gosta de ouvir bastante, é aquele amigo para todas as horas, sabe? aquele, ah, fulano, fulano é muito gente boa, tá sempre muito tranquilo, vamos chamar ele sim, porque é sempre muito bom tá com ele. Então, esse é o ponto forte, né, do fleumático. Ele gera essa confiança, ele é muito fiel, porque ele tá sempre na dele ali. Só que muitas vezes por ser tão discreto assim, ele passa desapercebido, ele tem um pouco de receio de se posicionar, ele tem aquele pé atrás e você fala: "Não, não quero, aí já não é comigo, né? Eu não quero problema com ninguém, eu quero que todo mundo goste de mim". Esse é um problema, porque o que eu digo é: se você tenta agradar todo mundo, você mesmo assim vai desagradar. Então, a gente tem que focar também um pouco no desagrado, no que a gente não quer próximo a nós. Então, uma frase adaptada de um fleumático seria algo como: "Eh, sei que o dia a dia pode ser corrido, mas hoje eu quero compartilhar três práticas muito simples que podem deixar sua rotina mais leve e organizada. Tem criador de conteúdo assim também, né, que gosta de ser um pouco mais leve no seu trato e pode ser que você também seja um filmático.
Agora eu, né, uma melancólica nata, que é aquele comunicador mais profundo, mais analítico, gosta de ser muito detalhista, é tem essa sensibilidade maior no olhar, é muito observador, não se comunica tanto assim, né, quando fala, quer ir até no fundo da explicação para entender quais são todas as nuances de alguma coisa. Então, nas redes sociais, o melancólico, ele produz esses conteúdos bem pensados, roteirizados, aquele aquele vídeo que tá visualmente impecável, com uma qualidade muito boa. Ele gosta de explicar os conceitos com muita profundidade, sempre trazendo contexto, as referências. E o ponto forte do melancólico é que de fato ele consegue entregar valor e profundidade. É aquilo, eu acho que é um dos pontos que carece as redes. Só que tem que evitar demorar demais para postar, ficar esperando a perfeição. Ah, eu preciso da câmera, eu preciso de um designer, eu preciso eh tá com um roteiro muito bem estruturado para que assim eu poste. E mais do que isso, o melancólico precisa prestar atenção sobre o tempo de vídeo, o quanto que ele tá ali se debruçando, porque infelizmente hoje nas redes sociais tá cada vez mais rápido, né, os vídeos. Por isso que eu tô indo pro YouTube, porque no YouTube eu consigo falar, consigo me aprofundar e o povo gosta. Mas nas redes, aquele vídeo de 1 minuto, 1 minuto e meio quase que me mata, mas é o que funciona, é o que faz crescer bastante a sua base. Então, um exemplo de fala adaptada pro melancólico é essa. Hoje eu quero te mostrar um passo a passo, como eu construí essa estratégia e porque cada detalhe faz toda a diferença pro resultado final. Hoje nas redes, quando você eh fala que algo é mais moroso, mais detalhado, mais aprofundado, esquece, matou o Lídia ali, matou o seguidor, porque ele não quer saber disso, não. Ele quer aquele aquele dinamismo. Então, a gente vai se adaptando conforme o que a gente quer e os nossos objetivos, né? Já vai anotando aí qual temperamento você se identificou.
E aqui, qual que é a minha recomendação para vocês? Pode ser um roteiro, pode ser um texto, pode até mesmo ser uma frase, mas o que eu quero aqui é que vocês façam um exercício de se entenderem melhor, né, da sua própria personalidade, que você se vê ali falando, você fala: "Hum, eu gostei dessa forma que ficou, acho que tem tudo a ver comigo". Essa é uma liçãozinha de casa que eu quero passar, que é primeiro se pergunte quais temperamentos eu me identifiquei aqui. Ah, me identifiquei com esses dois. Legal. Então, produz ali o seu o seu texto base e peça pro chat EPT adaptar aos seus temperamentos. Isso aqui você não vai usar para nada, tá? A gente vai depois falar sobre roteiro, chatt, mas para você fazer essa análise, para você ver quais mudanças o chat GPT colocou para cada temperamento que você mais gostou, se identificou e falar assim: "Hum, acho que essa aqui me representa, acho que eu gosto de falar mais dessa forma". Então é mais um processo aí de autoconhecimento para vocês.
E o que eu quero incentivar, alguém me chamou? >> Eh, sou eu. Eu só vou falar que eu vou mandar um quiz para vocês fazerem um teste de temperamento lá no grupo, tá? É um quiz que a gente desenvolveu eh do próprio método da Bárbara mesmo. Então vocês vão só clicando nas respostas ali no final já tem o mapeamento do temperamento de cada um de vocês. Isso vai facilitar bastante. >> Boa, Bá. Tinha esquecido disso. É, a gente desenvolveu junto com a Bá. Bá é uma especialista em temperamento, gente. Ela manda muito bem. O, eu lembro que a última turma fez várias perguntas referente ao temperamento de cada um e ela soube lá. Me ajuda bastante nessa parte. Então, aproveitem isso.
E aí eu quero que vocês eh pensem sobre essa parte aqui, que aproveitar ao máximo a sua base pequena ou a base que você tem para você ir testando esses novos formatos para você avaliar, porque pensa ali você já tem o já tem os seus amigos, as pessoas que gostam de você, um lead bem qualificado, o Pedro aí tem o seu produto. Então, se você pensar: "Ah, eu acho que eu vou mudar um pouquinho o meu conteúdo ou eu vou testar essa minha nova comunicação, esse meu novo temperamento, aproveita, aproveita que você tá nessa fase de teste, se você já cria conteúdo, mantém o que funciona e vá adicionando novos posts com essa com essa adaptação, porque vocês vão ver o quanto que a nossa criatividade vai fluindo e você vai se identificando no seu próprio conteúdo, que é tão importante, né?
E aqui fica de incentivo para você não se limitar. Não é para virar uma bagunça o seu perfil, não é para falar do seu cachorro, do periquito, papagaio, tudo, não. É para falar assim: "Olha, tem três assuntos aqui que eu quero falar. Eu quero falar sobre comunicação, quero falar sobre internet, quero falar sobre filosofia". Será que dá para encaixar? Dá para encaixar? Então, não se limite. Eu sei que muitas vezes a gente aprende algumas coisas nas redes sociais, no marketing digital, que é: "Ah, eu vou me fechar nisso aqui, eu tenho que esse nicho". Não, gente, as pessoas são múltiplas e vocês também. Já falei isso aqui. Então, eh, coloque para fora algum algum gosto que você tem que você goste de falar, que você se dedica, porque esse processo também precisa ser mais leve para você de produção e as pessoas vão gostar. É muito mais uma questão de estratégica estratégia de como colocar aquele conteúdo do que eh você deixar ele de lado, morto, só para uma para um lugar da sua vida, tá bom?
Então, as pessoas querem saber como você pensa. Eh, a as redes sociais é muito sobre isso, das pessoas admirarem tanto vocês e pensar: "Nossa, como que essa pessoa pensa? Como que ela chegou até aí? como que ela tem tanto conhecimento assim que me agrega, que é tão para mim, parece que ela tá falando comigo. Então, vá colocando para fora da de dentro de você do seu conhecimento e não se limite a uma única caixa, tá?
E aqui fica também de vocês vão ver que eu sou melancólica, que eu gosto dos pontos de reflexão, mas é o seguinte, que é tenha clareza sobre quem você quer atrair, conversar, criar conexão e vender. Eu sei que isso pode se tornar, pode parecer um pouco contraditório com aquilo que eu falei da persona, tal, mas vocês vão entender que é o seguinte, por exemplo, como que eu pensei na minha cabeça das pessoas que eu quero atrair? Bom, eu quero atrair mulheres e homens que valorizam os estudos e a independência, independência financeira, independência emocional, que tem essa noção da importância disso na vida delas, que elas estão dispostas a consumir conteúdos mais profundos e, claro que elas também tenham o poder de compra, que tenham essa necessidade. Tá? Eh, como o meu o meu assunto é tirar esses profissionais do offline e colocar no online, se vocês forem reparar, eu mal falo disso no meu perfil, mas eu sei quais são os valores que eles têm, eu sei como é que é o dia a dia deles, eu sei o que incomoda dentro deles e eu coloco para fora. Então, essa análise também é muito importante de vocês eh pensarem de uma forma ampla, mas também sobre o que tá faltando colocar para fora que vocês têm, tá? E claro, conteúdo técnico que não que não vá tirar a credibilidade profissional que vocês têm no digital. A conversa não é essa.
E aqui fica de lição de casa para vocês os seguintes pontos, que é identificar criadores de conteúdo com temperamentos que combinam com você. Obá, depois vamos fazer aquela lista de criadores de conteúdo separando pelos temperamentos. Eu acho que isso deu para ficar um pouco mais nítido para as pessoas entenderem. Eh, boa. Eh, experimentar o algum formato que se alinhe ao seu tom de voz, né? aquele texto base, aquela frase que seja, só para você ir se identificando melhor e reescrevendo esses textos conforme o seu temperamento, como você se identificar e perceber qual deles você se sente mais à vontade.
E aqui, eh, de idas e vindas que a gente pensa é a forma que você vai se sentir mais à vontade é a forma com que você vai conseguir ser mais disciplinado. Por que que eu quis trazer isso? Porque muitas vezes a gente fica pensando: "Poxa, vou fazer igual o conteúdo da Bárbara, a tela dividida, ou eu vou fazer uma mega produção, uma câmera em cada canto da minha casa e falar cada frase." Mas se isso não for natural para você, a sua disciplina vai morrer aí. Porque eu sei que a grande dificuldade, a maior parte dos criadores de conteúdo é a bacio da disciplina, né? Eu sei que eh para vocês que vão começar vão ver que isso é uma dificuldade mesmo, é algo novo, né? Quando você começa a ter um hábito novo na sua vida, é muito difícil. Ah, eu vou acordar mais cedo, eu vou comer melhor, eu vou fazer exercício. É difícil para caramba destravar e manter. E criar conteúdo não é diferente. Então é importante que seja o mais natural possível para você ao mesmo tempo estratégico, tá?
E aqui um bônus que eu percebi de dúvidas dos meus outros alunos é o seguinte, que é que eles perguntam: "Mas quando que você grava? Qual é o momento? Como é que eu organizo isso na minha rotina?" Primeiro ponto é: observe em qual horário a sua mente tá mais livre de demandas. Porque muitas vezes os profissionais eles ficam pensando assim: "Ah, eu vou antes do trabalho eu vou gravar e aí eu vou editando durante o meu dia, eu posto." Gente, isso aí é o tiro certo para BO, né? Quando você escreve rápido, posta rápido, não confere informação, vai colocando um monte de coisa para fora e de repente você se perdendo personagem. Eu, por exemplo, quando trabalhava fora, e aí eu mantive essa esse hábito até hoje, eh, eu, por exemplo, eu gosto muito de escrever, durante a semana toda eu vou pegando os meus temas, no sábado eu escrevo os meus roteiros e no domingo eu gravo e edito. Então, são momentos em que eu tô com a cabeça mais livre, que eu não preciso correr para gravar, para fazer. E assim, Bárbara, mas você usa a mesma roupa nos seus vídeos? Uso e ninguém percebe. Quem vai perceber é sua tia, avó que não gosta de você, que tá te criticando ou algum hater. Mas também você vai falar assim, gente, mas pelo amor de Deus, né? Olha aqui pro meu conteúdo, porque eu tenho a dizer, do que pra minha roupa. Claro, gente, sempre tá muito bem elegante ali, todos muito bem arrumadas. Quer falar? >> Não, sou eu. Você grava num dia só. >> Ah, então como é que funciona a minha rotina? Eu eu deixo três. >> Já já tô me enchando, já tô arrasada aqui porque você grava num dia só. >> Não se compare. Esse é o pior a pior coisa que você pode fazer. >> Eu tenho prática, tá? É que eu tenho mais prática, mas eu gravo três vídeos. Eu deixo três vídeos prontos. Por quê? Já tira de mim aquela pressão que, meu Deus, na semana eu tenho que gravar. E aí, como eu trabalho bastante com tema quente, sempre surge alguma coisa durante a semana e ali eu já tenho um pouco mais de tempo, sabe, para ir ir gravando só mais dois. Então eu faço assim, mas calma que a gente não se comparem, vocês vão ver que é muito mais fácil do que parece. E e fiquem tranquilos que as pessoas não reparam. Oi, >> deixa eu te perguntar uma coisa. Você edita? >> É teu que editam. A gente já tá na parte das perguntas mesmo. Aí eu quero saber de vocês. Sim, eu edito os meus Rels, eu edito no computador, mas é tranquilo de editar pelo celular, tá? É porque eu edito no computador que eu tenho câmera, tudo, mas sei lá, até 4 meses atrás eu editava no celular, então é super tranquilo, tá? Vocês querem aula de edição, >> por favor? Peruntar uma coisa. >> Sim. >> Como é que você falou que você faz três vídeos, né? Como é que é a sua grade? Assim, você faz vídeos de quanto tempo? você posta nos nos rios, nos feed, nos stories, como é que você distribui isso? Boa. A minha rotina é a seguinte, como é durante todo o toda semana eu vou salvando os temas de uma forma muito tranquila assim >> e aí eu chego no sábado, hã, >> você vai anotando os temas ali, vai surgindo os os insites, >> isso. Eu vou salvando notícia do meu celular, eu vou colocando do trelo ou eu vou colocando nas notas do próprio celular mesmo. E aí no sábado eu pego ou na sexta que seja, eu pego e olho para todos esses temas. E aí eu tento fazer um equilíbrio que é o seguinte. equilíbrio. Olha isso aqui, se eu falar só disso, vai ser muito polêmico e eu não sou da Atena, né? Eu tenho que equilibrar esses temas polêmicos, né? Aí eu vou e pego um um conteúdo um pouco mais técnico, coloco ali mais estratégico, coloco um tema mais informativo que eu sei que meu público vai gostar, que eu vou colocar os meus valores. Aí beleza, equilibrei, né? Dei aquela equilibrada ali do que me pauta, do que me firma. Gravo no sábado e no domingo. Gravo no domingo e já edito no mesmo dia. Eh, e como eu faço tela dividida, >> o que eu deixo editado no domingo é eu faço todos os cortes e no dia que eu vou postar aí eu só coloco as imagens que vão passando por cima, sabe? >> Mas eu, mas eu digo se o seu cronograma assim, você faz os seus vídeos, né, no sábado, no domingo ali, seu cronograma de postagens, por exemplo, são vídeos mais longos de 1 2 minutos, são views, são stories, como é que você monta o seu cronograma assim, tipo, olha, na segunda-feira vou colocar um vídeo, sei lá, falando determinada coisa sobre política, enfim. É um vídeo meu gravado de 2 minutos sobre uma influência, sobre alguma coisa. >> Uhum. Você vai alterando com stories e com res, enfim. >> Boa. Eh, todos os meus res, eu posto res todos os dias, de um a dois por dia, mas não se comparem, eu trabalho com isso, não precisa ser tudo isso, tá? Eh, os meus vídeos, os meus res de 1 minuto a 1 minuto 40, 1 minuto 50. O recomendado é 1 minuto 30, porque aí dá para você colocar uma música ali sem dar nenhum problema. E é o que o que eu percebo, tá? vídeos que eu faço de 58 segundos de 1 minuto, eles vão melhor, infelizmente tá desse jeito. E aí na segunda-feira eu escrevo os meus roteiros de YouTube. Aí a gente já entra em outras redes sociais e os mesmos reso no Instagram vão pro TikTok também. Então, a gente otimiza aí as redes e aí eu crio conteúdo pro YouTube e tem o podcast novamente. Eu vivo disso, não precisa fazer tudo isso, tá? Três postagens por semana, tá ótimo, já tá muito bom. E aí no dia a dia nos stories eu tenho o meu próprio storytelling. A gente vai falar um pouco mais sobre isso também mais pra frente, mas é é de ter aquele começo e meio, fim do meu dia. Vocês vão perceber, o ser humano, ele gosta da rotina, ah, mas eu vou postar todo dia eh um aquecimento pro meu post, vai, o público adora. Todo dia eu vou postar meu café, vai, o público adora, vai se tornando uma rotina junto com ele ali. Então vá colocando assim esses, qual que é, qual que é a grande jogada, tá, de toda a rede social, de toda a mentoria que eu vou trazer para vocês, é fazer com que as pessoas gastem mais tempo consumindo vocês. Quanto mais a pessoa tiver vocês na lembrança, mais forte será a sua comunidade. E com isso vocês vendem, se posicionam e se destacam. Então, trabalha muito sobre a comunidade e o tempo que ela gasta com você. Então, esse é o ponto. Stories todos os dias. faço bastante. Se você tiver um storytelling ali, claro, básico, já funciona, não precisa ter tanto volume, mas caixinha de perguntas, interação, pergunta direta pro seu seguidor, como se você tivesse falando com ele, tudo isso ajuda a pessoa a sentir mais especial. Ah, tá falando comigo, tô gostando disso. Então, o público, a gente não pode se esquecer disso, né? Isso é um ponto que é importante ser dito, que é rede social é para socializar. As pessoas estão lá para trocar. É um relacionamento. Você não começa um relacionamento já pedindo uma aliança. Você chega se apresentando, você chega falando um pouco de você. falando, ó, convidando a pessoa para ir na sua casa. Olha o meu perfil, que bacana que tá ficando. E é assim que a gente vai interagindo mais com o público, tá? Ai, falei muito. Mais alguma dúvida? >> Quem já vai criar conteúdo? Dúvidas, vão te dar tempo. Vamos, vamos aos pouquinhos. E >> é, os próximos são exclusivamente de dúvidas, né? Então, mas fica tranquilo. Se for uma dúvida, olha, sem o se eu não souber disso, eu não vou gravar. >> Uhum. >> Vocês vão criar conteúdo essa semana. Como é que vai ser próxima semana, né? >> Eu tenho Bárbara. Como é que vai funcionar o nosso dia a dia, Bárbara? Aqui um pouquinho, Bárbaras, do nosso da nossa mentoria. Nós vamos ter um dia específico de de mentoria com horário. Como é que vai funcionar um pouquinho a dinâmica? >> Eh, é porque a Carla, você tinha alguma dúvida antes? >> Não, eu falei que eu tenho que criar conteúdo. >> Ah, boa, boa. Não, mas eu sei que tá muito embrionário ainda para já tirar do papel para alguns. Então, fiquem tranquilos. Como vai funcionar? Toda quinta-feira às 7 horas a gente vai se encontrar por mês. São
Um mês tem quatro semanas, né? Eh, a gente tem um uma oficina, que é isso que aconteceu aqui, que eu dou uma aula específica falando sobre um tema específico. E as demais é muito sobre eh é hotsit, né, de dúvidas, de perguntas de vocês falar: "Olha, postei isso, não deu certo, que pode ser?" e a gente vai fazendo uma análise. Eu sempre gosto de trazer algumas novidades que estão acontecendo nas redes sociais, né?
Olha, que nem agora acabou de sair uma notícia que vão voltar a entregar por mais persistência os resultados nos stories. Eh, saiu essa notícia agora porque antes ia caindo muito, né, as visualizações, agora tá mantendo um pouco mais. Eu senti, porque muitas vezes eles falam: "Ah, eh, tem atualização do Instagram, vai mudar isso" e eu não sinto nada. Mas essa eu confesso que senti, tá? Os views estão sendo mais contínuos nos stories, ou seja, bom criar story com storytelling, né, de começo, meio e fim para a pessoa e passando tempo com você. Mas é mais isso mesmo que vai que vai acontecer.
E durante a semana, todos os dias, vocês podem ir mandando mensagens no grupo: "Olha, postei, que que vocês acham?" eh escrever esse roteiro, que que você acha que dá para melhorar e a gente vai ali fazendo todo o acompanhamento de vocês. Então, o o grupo é uma parte muito bacana, porque a gente troca muito no dia a dia ali as os temas, as experiências, as dificuldades. Então, tem todo esse suporte.
Danelise, >> hã, eu sou muito da execução, só que eu gosto, não sei como que é o grupo, né? Eh, eu gosto de seguir planejamentos para eu conseguir executar. >> Uhum. Me deixar muito à vontade, eu acabo não fazendo. Então eu eu vou eu quero entender assim, se durante a mentoria vai conseguir. Eu entendi que agora nessa primeira aula qual que é ação que eu vou começar a fazer. Eu vou começar a usar o chat GPT e fazer aquilo que você deu o comando ali e eu vou tentar fazer algumas publicações baseado nisso. Então esse vai ser o o a minha semana nesse intuito para eu conseguir ver o que que muda nos meus posts, o que muda nos meus stories, o que muda na minha comunicação e eu vou avaliando isso. >> Isso assim. Isso. >> Porque aí aí a gente vai pegando uma prática e a gente vai tendo um comando, um direcionamento do que fazer durante a semana para ver as diferenças, porque se você, para mim, pelo menos, eu não sei como que é o grupo em geral, mas se não me der um comando para eu executar durante a semana, eu fico muito à vontade e aí eu acabo ficando perdida. >> Não, eu sou assim também, viu, Nelisa? Se falar assim: "Ah, olha, é isso, joguei e se vira". Não, não me vira não. O que que eu tenho que fazer que eu faço? Pode ficar tranquila que eu faço disciplinada.
Mas eh, como que vai funcionar, né, desses encontros? porque tem essa metodologia, o os travamentos, o tipo de comunicador que a gente falou aqui. Depois a gente vai falar sobre temas e roteiros, depois a gente vai falar de criatividade, depois de organização, planejamento, depois a gente vai falar sobre ads, como fazer sua primeira campanha para fazer essa coleta. Então, assim, tem toda uma metodologia porque a maior parte das mentorias é só no formato hotsit de perguntas e respostas com a expert, mas aqui a gente vai ter toda essa esse passo a passo, tá? Fica tranquilo. Você pode contar com a gente também ali para tirar dúvidas.
Eh, Carol, >> ô Bárbara, me fala uma coisa. Eu sou meio avessa a ter que fazer da minha vida um reality. Na verdade, assim, às vezes eu olho a pessoa, eu falo: "Meu Deus, essa coitada passa o dia inteiro com essa câmera na mão". E eu falo: "A pessoa não tem vida, entendeu? Eu tenhoa crença". E não é uma coisa que que eu me vejo fazendo, entendeu? Do não vou ficar expondo meu filho, eh, meu marido, sei lá. Então, eu fico pensando, será que é para mim ainda assim? Ah, eh, ah, essa rede social tentar essa, essa empreitada. Nossa, demais, demais. Até porque o meu conteúdo é assim, né? Ninguém sabe de nenhum problema que eu tenho, nenhuma intimidade minha, mal eemal sabem que eu sou casada. Então, é muito mais assim, ó, isso aqui faz parte do meu trabalho e é mais um meio que eu tenho do meu trabalho de me comunicar. Então, esse é o meu objetivo. Ah, eu coloco uma coisa ou outra. Ah, saí no sábado, fui para um lugar bacana, postei só, mas nada além disso, sabe? Eu não fico me expondo. Então, pode ter certeza que tem até, não sei se você conhece a Flávia Gaeta, uma grande amiga minha que não posta nada da vida e assim baita advogada, muito influente nas redes sociais. E é porque assim, a gente tem aquela a aquele pensamento que o brasileiro gosta muito do BBB, né? E ele gosta mesmo, só que a gente não é o nosso público. Nosso público vai achar legal: "Ah, o filho de fulano é muito fofo." Eu vi que ela postou meu cachorro, mas assim, não é o foco e nem eu nem aconselho que seja. E eu tô aqui como um exemplo vivo de que é possível, sabe? Não precisa, ah, abre uma caixa de pergunta sobre algo específico, fala sobre alguma temática do seu trabalho, mas nada além disso, não precisa. Claro, uma coisa ou outra ali é legal, né, do nosso para ficar um pouco mais leve, mas sem exposição, por favor. A não ser que você sinta à vontade, não tem problema nenhum. >> Quera >> legal, obrigada. >> Cortou. O que que >> não falei? Legal. Obrigada. >> Ah, boa, boa. Tinha levantado a mão. Opa, desculpa.
Você tem um, eu acho que não sei se é algum curso que eu comprei seu, se foi podcast, você fala sobre vida real e vida íntima. Não é uma coisa assim que você dá uma aula sobre isso. >> Isso é super esclarecedor. >> É, é super esclarecedor, viu, Carol? Vida real e vida íntima. Abre a cabeça para isso. >> Legal. >> Sim. É porque muitas vezes a gente fica com esse receio, né? Nossa, eu antes eu achava isso, né? Nossa, será que eu vou ser a Virgínia? Será que eu vou mostrar tudo da minha vida? Não tô tô longe disso. Ai gente, que bebê fofa. Meu Deus do céu. Mas fiquem tranquilos que para vocês crescerem não precisa de nada disso, porque ah, no fundo as pessoas nem um bom leader qualificado, um bom seguidor, ele não quer saber disso, tá? Pessoas maduras. Então não você é muito bem-vinda.
Pessoal, para fechar mais alguma dúvida, Sebastian? Não perguntou nada. Resolvido. Qual tipo de comunicador vocês são? Qual Qual temperamento? Falaem brevemente com quem que vocês se identificaram ali. >> Sanguíneo, a princípio. >> Sanguíneo. >> Jurava que você era melancólico. >> Então, tambémquei um com os dois, mas >> como eu sou bastante tagarela, eu acho que o sanguíneo casou mais. >> Hum, boa. Isso ajuda. >> Hum. >> Daniel. >> Daniel. Colérico. >> Colérico. Imaginei. Imaginei. Ana Elise, >> o meu melancólico. Total. >> Melancólica. >> Total. >> Carol, >> acho que o meu só é fleumático. Os outros três eu me identifiquei. >> Hum, boa. É, a gente tem um pouquinho, né, Bá? Um pouquinho de cada. A gente acaba tendo ali, mas tem sempre um predominante que a gente precisa colocar mais para fora. E Carla? >> Uhum. Nossa, eu me achei em três. >> Três. O que eu mais me identifiquei foi o fleumático. >> Hum. >> Mas eu tenho um quanto de colérica e eu tenho quanto de melancólica. >> É, depende de qual frente a gente tá na nossa vida, né? Acho que >> no trabalho assim eu acabo sendo um pouco mais colérica, nas redes mais melancólica, no casamento tem que ser um pouco mais pneumático, né? Não tem jeito. >> É >> bom.
Mas é isso, pessoal. Esse foi o nosso primeiro encontro. A gente vai mandar o quiz para vocês. A gente vai mandar também algumas alguns criadores de cada temperamento para ficar um pouco mais claro. E mandem lá os textos que vocês forem adaptando, que vocês gostarem, tá? Pra gente ir seguindo o nosso plano. Espero muito que vocês tenham gostado. Uma boa noite, com descanso, pessoal. >> Obrigado, gente. >> Boa noite. >> Boa noite, pessoal. M.