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CASO MEL MACHADO: APÓS DEIXAR CARTA ELA DESAPARECE DEPOIS DE IR A CASA DE AMIGO. O QUE ACONTECEU?

MARCONDI MARQUES - CANAL OFICIAL27:22

Transcription

Olá, família. Boa tarde. Boa tarde a todos.

Uma matéria urgente agora que precisamos realizar. O desaparecimento de uma jovem de 19 anos, a Mel. Estamos com a sua mãe aqui agora que vai nos falar sobre o desaparecimento e pedimos encarecidamente que todos ajudem no encontro dessa jovem que cada minuto conta, tá bom?

Eh, Dani, eu sei que a tarde não tá boa, mas começa a conversa dessa forma. Eu gostaria que você me falasse o que aconteceu hoje, por favor, para as pessoas conhecerem a sua filha e a gente poder divulgar para encontrá-la.

Então, a minha filha, ela aparentemente foi a uma festa de Halloween e lá nessa festa ela viu um menino que ela gosta com outra menina e ficou muito triste. Bebeu demais, foi para casa e depois eu recebi uma ligação ontem à noite, por volta de 1 hora da manhã, do menino dizendo que ela deixou um pacote na casa dele e que como ele chegou muito tarde em casa, ele só foi ver o pacote a 1 hora da manhã e dentro estava a chave da casa dela e estava um bilhete pedindo para ele cuidar do gato dela. Daí ele foi lá verificar o que estava acontecendo e lá dentro da casa tinha uma carta de despedida, de suicídio. E depois disso, eles me ligaram, ligaram pro pai dela, a gente foi, começou a ligar para acionar todos os amigos, todas as pessoas. Procuramos ela em todas as praças, em todos os lugares.

E hoje aí, então, eu consegui, como a linha de telefone pertence a mim, né? Eu consegui acessar o telefone, a localização, as senhas e eu descobri que largaram ela aqui na orla de Cachoeirinha por volta das 9 horas, 8, 8:48, 9 horas da noite. E ela mandou, escreveu um Twitter também dizendo que ela estava feliz, que ela encontra a avó dela. A avó dela já faleceu faz alguns meses.

Meu Deus.

Então, tá uma correnteza horrível. Passei a madrugada inteira praticamente por aqui.

Mas você está na orla agora?

Eu estou aqui na orla. Chegou o bombeiro agora aqui para ajudar a minha família aqui e a gente está tentando alugar um barco também. Conversei com o vereador de Canoas, o Douglas, e pedi para ele acionar os bombeiros lá também para começar as buscas por lá também, porque daqui a correnteza leva para lá.

Mas vamos lá, Dani, você não tem certeza se ela fez isso, né? Vamos, vamos, vamos manter a esperança. Vamos manter a esperança.

Moça da farmácia viu a reportagem de outro veículo e disse que por volta desse horário a minha filha comprou dois vidros de Rivotril ontem à noite.

Ontem à noite, por volta desse mesmo horário que ela saiu de casa, que é o horário que eu consegui ver na câmera, né, do condomínio dela.

Uhum. E aí ela veio para cá com esses dois vidros de Rivotril.

Ela, Cachoeirinha, ela fica, ela fica há quanto tempo da capital? É Rio Grande do Sul, né?

Tá. É aqui bem aqui é justamente na ponte de Cachoeirinha que faz a divisa entre Porto Alegre e Cachoeirinha. Então, o próximo, existe a possibilidade, já que ela passou para pegar esses dois vidros de Rivotril, dela não ter ido para Porto Alegre?

Não? Porque a gente localizou o, a gente entrou no celular, pegou localização, tudo, né? A gente conseguiu acessar os dados porque eu fui na operadora e peguei um chip com o mesmo número e aí eu acessei tudo.

Mas você conseguiu acessar até o ponto em que o celular estava ligado, né?

Até o ponto em que o celular estava ligado. Exatamente.

Então, qual foi o horário que o outro celular foi desligado, mais ou menos?

Ah, ela, a última mensagem dela foi às 9:18, se não me engano, da noite no Twitter, dizendo que ela estava feliz porque encontrou a avó.

Então, se de 9:20 pode ter acontecido tanta coisa, não vamos perder esperança, Dani. Não vamos perder esperança. A gente não sabe o que aconteceu ainda.

Não quero perder, né? Mas eu só vou ficar tranquila quando eu ver minha filha.

Dani, a sua filha, ela já tinha problemas psicológicos, alguma coisa assim, algo que indicasse que ela pudesse...

Minha filha sofria de depressão.

Uhum. E esse menino sabia disso? Inclusive, esse menino é usuário de drogas. E ele, sabendo que a minha filha tomava medicação controlada, ele oferecia drogas para ela.

Meu Deus.

E esse menino tem 24 anos.

Meu Deus. E ela foi encontrá-lo na festa e viu esse menino com outra garota.

É, ela já tinha sido internada uma vez por causa dele, já não é a primeira vez. E eu sempre pedi para ele, disse: "Olha, você, por favor, se afasta da minha filha, porque minha filha gosta de você e tu não, você não gosta dela." Ele continuava ficando com ela, porém ele saía, ia para a noite, ficava com outras meninas e dava, às vezes dava o acaso dela ir no mesmo lugar e ver isso. E aí ela sofria muito por conta disso.

Ele não tinha responsabilidade emocional nenhuma com ela. É isso.

Nenhuma. Nenhuma. E ia lá, dormia com ela, ficava na casa dela, a mãe dele tratava ela como se fosse sogra dela. E aí ela tinha uma esperança, né?

E ela era induzida por ele, né? Pelo que você estava dizendo, era dependente emocional dele, né?

Ela era dependente emocional dele e ele, sabendo que ela não podia tomar álcool e nem drogas, ele levava ela justamente para lugares assim. Inclusive, ele levou ela na Marcha da Maconha e tem uma foto dele segurando uma maconha, um cigarro que parecia uma tocha de tão grosso. Eu tenho essa foto horrível.

Meu Deus. Quando você disse que ela saiu do condomínio dela, tem até o vídeo daqui. Posso até botar aqui dela saindo. É esse vídeo aqui, né? Dela saindo de casa 9 horas da noite.

Isso.

Você, ela pega o quê para sair de casa? Ela pega um Uber? Pega o quê?

Ela pegou um 99. A gente já entrou em contato, a gente já tem a placa, a gente já passou para a polícia. Ela pegou um 99 e foi até a casa dele. E da casa dele ela veio para a orla.

Da casa dele até a orla. Qual distância mais ou menos? Para a gente saber.

Depois... ele mora no Parque da Matriz. Ela, ela saiu da casa dele exatamente às 8:48. Ela deve ter chegado aqui por volta de 9 horas.

Meus amigos que são do Rio Grande do Sul agora, principalmente ali dos limites de Porto Alegre, de Cachoeirinha, por favor, vejam o rosto dessa menina. Vamos passar aqui agora. Eh, vamos continuar passando essas fotos aqui. Essa é a foto atual dela. Uma, para mim, uma criança, uma adolescente. 19 anos para mim é uma adolescente. Tem os seus problemas. Quem não tem hoje? Principalmente até lá da depressão, fica vulnerável, muito mais vulnerável do que qualquer outra pessoa em seu estado normal. Eh, vemos ali, Dani, que ela, apesar da depressão, ela ainda tem um sorriso de vida, ela tem um brilho de olhar ainda. Ela não era uma pessoa que estava aí totalmente integra a depressão.

Acho que esse...

Não, ela tinha o apoio de mim, do pai dela, a gente fazia tudo. Era faculdade, academia, a gente sempre tentou dar o máximo para ela conseguir vencer e sair disso, sabe? Mas ela não se amava. É ponto de não se amar é um problema sério, ainda mais acompanhado de uma pessoa assim que não dá valor, ela se sente cada vez mais para baixo.

Eu tive um caso agora na semana passada retrasada de uma moça também que estava com problemas psicológicos, grávida de 9 meses, e ela ficou 10 dias desaparecida. E graças a Deus, reportagem, a mãe já tinha perdido as esperanças, mas com 10 dias ela foi encontrada no abrigo e já próximo de dar à luz. Então ela foi encontrada e a mãe já tinha perdido a esperança também, já achou que ela tinha feito o pior e não foi.

Então eu vejo, desculpe, ela pode ter tomado um susto, mas eu vejo no olhar da sua filha um olhar de vida ainda, não de uma pessoa integra a depressão. Porque muitas pessoas quando você vê com depressão e tem um olhar de não ter mais vida, está na aqui na terra, mas a alma não está. E a sua filha tem olhar de vida, ainda tem um brilho, tem um brilho bom no olhar. Então ela pode ter pegado sim, ter acompanhado com remédio, pode ter tomado e estar dormindo em algum local aí desacordada, ninguém saber. Pode ter acontecido isso. Ela pode ter ido para qualquer local. Enquanto nós não tivermos a confirmação, não vermos, tudo é possível. A gente tem que se agarrar sempre no fiozinho de esperança. E eu sei, eu muitas vezes eu não falo isso para pai e mãe, eu sempre falo o contrário. Eu sempre falo, espere o pior. Mas eu, alguma coisa me fala, me dá essa sensação de que ainda podemos encontrar sua filha com vida. E bem, que Deus escute as nossas palavras aqui.

Eh, você disse que ela, se ela não se amava, mas por que que ela não se amava? Ela fazia faculdade, ela podia estar com esse sentimento que não era dela, era da doença, era da doença, não era dela.

A doença, exatamente. Ela fazia tratamento, ela sempre fez tratamento. A gente, a gente como pai e mãe, a gente tentava dar todo o apoio para ela, mas ela tinha um sonho muito grande, que era o sonho da independência dela e de morar sozinha já. E aí a gente não tinha como dizer não, né? Porque ela já tinha 19 anos.

Já era maior.

Enquanto ela estava morando comigo, debaixo dos meus olhos, conseguia cuidar, mas depois eu não tinha tanto controle, tanto, né? Mas a gente estava toda hora em cima.

Há quanto tempo que ela está morando sozinha?

Pouquíssimo tempo, 4 meses.

Que muito pouco tempo, muito pouco tempo. E quando, antes dela ir nessa festa, você teve, você conversou com ela, como é que ela estava antes de ir na festa?

Eu fui comprar ainda fantasia com ela. A gente tinha ido passear, a gente tinha ido no brechó, ela adorava, a gente tinha ido comer, estava tudo normal.

Quer dizer, até ela ir nessa bendita festa, estava tudo bem.

Estava. E ela veio. Meu Deus.

Família, por favor, peço que todos vocês compartilhem ao máximo agora essa live. Qualquer informação que chegue, pode mandar para a Polícia Civil, para a Brigada do Rio Grande do Sul, para aqui pro canal. Qualquer informação, chegou a informação, vamos fazer chegar à frente. Eu ainda tenho muita esperança, muita esperança de que essa moça, que essa jovem que a Mel ainda esteja conosco aqui nessa terra. Embora possa ter informações, possa dar essa perspectiva de que ela tenha feito algo, não se sabe, não se confirma, não tem imagem nenhuma, ela não foi encontrada até o presente momento. Então ela pode sim, ela pode ter tomado os dois frascos de Rivotril e ter apagado. Pode estar em qualquer local aí apagada. Ela pode ter sido levada para algum hospital, recolhido, alguém não sabe, alguém pode ter levado para casa para cuidar dela. São várias informações. Então, a gente não pode perder a esperança. Isso são vocês que já ajudaram tanto, tanto no encontro de tantas outras pessoas que vão fazer diferença para essa mãe e para essa família. Essa jovem, se ela ainda estiver aqui conosco, pode ser a sua ajuda que faça diferença na vida dela. Pode ser uma ligação. Olha, eu vi essa menina hoje, eu vi ela ontem. E mesmo que ela tenha entrado em qualquer local, até no Rio, nada garante que ela tenha perdido a vida. Até o encontro nada garante. E eu tenho muita esperança que essa jovem, que a Mel, ela retorne aos braços da mãe, porque sinceramente, ver a Dani da forma com que ela está, da forma com que eu liguei para ela, sem conseguir parar de chorar, isso corta o coração de qualquer pessoa. Qualquer pessoa. O que ela quer agora é abraçar a filha dela e ver que a filha dela está bem. É a única coisa que ela quer.

Então vamos fazer isso. Vamos mandar pra frente, vamos compartilhar, vamos chegar, vamos fazer chegar na pessoa certa. Sempre chega na pessoa certa. Aquela que vai ter informação e que vai falar: "Olha, eu vi". Se for uma notícia ruim, que venha rápido. Vai acabar com o sofrimento dessa mãe. Sofrimento não, né? Angústia, porque o sofrimento vai ficar. Mas se não for uma notícia ruim, que venha mais rápido ainda. Que venha mais rápido. Mais rápido.

Eh, Dani, o que mais você consegue lembrar sobre o aparecimento? Qualquer coisa que você falar pode fazer uma diferença muito grande. Qualquer coisa. Tenta lembrar de toda a história de sexta até hoje. O que que vocês fizeram na sexta?

Não, eu não tenho muito o que te falar, assim, ela estava em preparação para isso, para essa festa, sabe? Então, foi isso que aconteceu. Eu não consigo falar muito mais também. Eu não estou me sentindo bem. Tua madrugada inteira aqui.

Dani, eu vou me despedir de você. Vou continuar aqui falando, vou continuar passando as fotos dela e vou te pedir encarecidamente para você falar com os bombeiros, com os policiais, mas ir para casa para descansar um pouquinho, porque você vai precisar. Não adianta você ficar nessa nessa prisão, tenta descansar um pouquinho porque senão você não vai aguentar, tá? E deixa que Deus vai te dar uma resposta o mais rápido possível, seja ela qual for. Mas para você estar preparada para qualquer tipo de resposta, você tem que estar bem. E não adianta você ficar tentando ficar acordada noite, porque você não vai aguentar. Tá bom?

Tá bem.

Obrigada.

Fica com Deus. Qualquer notícia eu te ligo, tá bom?

Tá bom. Obrigada.

Fica com Deus.

Fique com Deus.

Família. É muito difícil. Isso é muito difícil mesmo falar em situações assim, né? Que que se fala para mamãe? Está em busca de uma menina. Para mim, é uma menina que está passando por dificuldades amorosas, sentimentais, psicológicas, que talvez possa ter tomado uma decisão errada, infelizmente, mas que eu não quero acreditar. Eu não quero acreditar mesmo, tá?

Chegou aqui para mim a carta que ela deixou. Chegou aqui para mim a carta que ela deixou. Vou ler para vocês. Pera aí. Botar aqui em. Acho que eu vou botar interno. É, chegou. Botar aqui em tela para vocês. Encontrada aqui, tão bonita, tão bonita ela. Tomara que não tenha feito o pior. Carta daqui. Tentar dar um zoom aqui. É, a carta está aqui. Tentar ler para vocês aqui o que está escrito. Talvez vocês não consigam ver. Abrir aqui. Só um minutinho, gente, que eu vou abrir o que está escrito. Ai, pede todas as informações aqui no WhatsApp. Computador aqui no chat. O que está escrito na carta. Vou ver aqui com vocês.

Vou dar aqui a cá. Ô, pera aí, gente, que eu vou já vou abrindo aqui, tá? Ficou pequeno aqui também. Ai, adoro quando esta trava tudo. Travou aqui para mim. Tomara que não tenha caído a live. Tem uma área que não tenha caído. Não, não caiu. Vamos ver. Achei. É porque está escrito na carta. Está cheio. Queria começar dizendo que ninguém tem culpa. Eu amo todos vocês e sou eternamente grata por tudo. Queria agradecer um por um, mas tenho medo de esquecer alguém. Mas tenho medo de esquecer alguém agora e dar uma risada. Kkk. Mas obrigado, família, amigos. Eu amo infinitamente vocês. Desculpa não ter conseguido aguentar. Eu não me sinto mais viva, sabe? Sinto que nenhum lugar é meu lar. Mesmo rodeada de pessoas, me sinto sozinha. Estar viva me corrói todo dia e eu não tenho mais forças e nem saúde. Se cuidem. Saibam que isso é melhor para mim. Eu juro que me esforcei mais do que nunca. Orei todos os dias. Eu fiz o meu melhor. Quero que, se possível, doem meus órgãos e me cremem e me joguem num mato numa praia linda. E vivam, sobrevivam, sobrevivam bem sem mim. Amo todos vocês demais. Mel.

Carta bem forte. Carta é bem forte. Tomara que ela só tenha escrito. Tomara que ela tenha pegado esses dois frascos de Rivotril, tenha apagado, esteja em algum local e acorde, seja encontrada, encontrada por qualquer pessoa e que ela retorne o mais rápido possível, porque uma carta dessa é pesada. Bem pesada. Que Deus dê força para a mãe, caso uma notícia ruim venha. Mas eu espero que não. Como foi de ontem para hoje, tem horas, a chance de encontrar ela ainda existe, mas que ela seja encontrada o mais rápido possível.

Depressão, uma doença silenciosa que deixa sequelas e vítimas. Vítimas, porque uma doença que corrói uma família inteira, não somente o doente, mas todo o entorno dele, todas as pessoas que estão em volta. Porque ao ver uma pessoa mal, depressiva, tem mais vontade de viver, não há ninguém que fique bem. Pai, mãe, filho, marido, esposa, irmão. Não há. A doença que hoje é considerada o mal do século, pois deixa e retira tantas pessoas da nossa terra. Tomara que essa jovem não seja mais uma vítima dessa doença. Tomara que tenhamos uma boa notícia daqui a pouco, né, e possamos comemorar o encontro dela. É o que eu peço, tenho fé ainda.

Mais um desaparecimento, mais um caso que pedimos ajuda de todos vocês. Ah, mas eu moro no Amazonas, do outro lado do Rio Grande do Sul. Compartilha, compartilhe e peça para as pessoas que você está compartilhando para compartilharem. Porque se você compartilhar com cinco pessoas, uma dessas cinco vai compartilhar com alguém fora do estado que vai compartilhar com a outra, com a outra, com a outra e vai chegar na pessoa certa. Seis compartilhamentos entre você e mais cinco pessoas, chega a pessoa certa. Chega. Pode chegar um mundo que saque no Brasil ali, no Rio Grande do Sul, perto de Porto Alegre. Quem não ficou triste, compadecido com a dor dessa mãe? Quem não quer que essa moça retorne para casa? Eu quero. Mas essa ajuda depende de todos nós aqui. Se 100 pessoas compartilharem para 200 e 200 compartilharem para 400, em 4 horas teremos um número imenso de pessoas procurando a Mel. Então pegue agora no WhatsApp, compartilhem para todas as pessoas e peçam para essas pessoas compartilharem para todas, sem restrição. Vejam a matéria e mandem para frente porque só assim faremos a diferença na vida dessa menina. Trabalho agora de ação social que necessita ser feito. Trabalho que é nosso, né? Que a Mel ou retorne para casa ou tenha seu descanso. Então é isso que eu peço a todos. Curtam e compartilhem ao máximo para fazer a diferença. Meu muito obrigado a todos. Fiquem com Deus e até daqui a pouco, se permitir e quiser.