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Mentoria Vértice - Oratória

Bárbara Torres49:39

Transcription

Beleza? Vamos lá, gente. Hoje a aula é sobre oratória. A gente não poderia deixar de lado esse encontro temático, né, sobre a nossa construção narrativa, argumentativa, porque muitos acabam confundindo oratória com fonodióloga, né? Pensar: "Ah, eu vou eh aprender como falar melhor as palavras de uma forma mais limpa, mas não necessariamente, por mais que esteja dentro desse universo da oratória."

E na no nosso último encontro, eh, a gente falou sobre coteiros, só que eu preciso mostrar para vocês também as bases, né? Mais estruturas de roteiros através dos meus estudos de oratória. Então, pela primeira vez, eu vou dividir os meus estudos com base filosófica para que vocês entendam da onde que vem tudo isso, porque, gente, não dá para ignorar o poder que uma base tem no nosso conhecimento. Então, se a gente ficar toda hora só sedentos pelo conhecimento mais técnico, qual que é o hack, qual que é a dica mais superficial, eu não vou conseguir gerar uma transformação mínima em vocês. Então, eu preciso eh dividir essa minha essas minhas fontes de pesquisa para que vocês entendam toda a metodologia.

Então aqui a gente vai falar sobre alguns algumas temáticas mais profundas, mas que são totalmente aplicáveis. A gente não vai ficar só na teoria, não, tá? Aqui a gente vai falar sobre os estudos da oratória, essas bases que eu mencionei para vocês, mas além disso, não só as bases, mas a adaptação delas para as redes sociais, como que eu consegui visualizar tudo isso e aplicar e que isso seja um sucesso, não só dentro de uma rede social, mas em todos os âmbitos em que nós eh utilizamos da nossa própria oratória.

Também eu vou falar sobre medos, inseguranças, ansiedade dentro da nossa oratória, como que isso eh reverbera na nossa fala? E a gente acaba subestimando isso, fala assim: "Ah, eu tô com medo de falar, mas muitas vezes a gente não consegue tirar, né, não consegue ser um pouco ator, um pouco atriz para não passar isso adiante. E isso pode ser numa apresentação, numa palestra, o que for, acaba reverberando esses sentimentos quando a gente não tem esse conhecimento aqui e, claro, ir aplicando e ir testando ao longo do processo.

A gente vai falar também um pouco sobre comunicação verbal e não verbal, né? Porque muitas vezes a gente se preocupa muito com o assunto em si e a gente tá lá e bem paradões, bem frígidos assim, não conseguindo esboçar aquilo, orquestrar a nossa fala, que é tão importante. Só que eu também não poderia deixar de lado alguns exercícios aí de fono, de dicção, de entonação, por mais que não seja a minha área, eh foram exercícios que me ajudaram e me ajudam até hoje. E por isso que muitas vezes isso eh eu sou muito notada por conta da minha oratória, isso me ajudou também nesses exercícios.

E por fim, a gente vai falar sobre alguns truques psicológicos para conseguir reter a atenção das pessoas em todos os âmbitos. Então isso aqui é além das redes sociais. Eu quero frisar isso porque eh a gente utiliza da nossa oratória para hã falar com as pessoas à nossa volta, os nossos amigos, os nossos parceiros, defender uma ideia, defender uma tese, uma apresentação dentro do trabalho, o que seja. Esse conhecimento aqui é pra vida de vocês que eu separei com muito, muito carinho.

Primeiro, o que é a oratória? A oratória nada mais é do que a gente ter essa capacidade de organizar o nosso pensamento e expressá-lo de uma forma que seja clara, firme e humana, de modo que o outro compreenda, sinta e se mova. Então, muitas vezes a gente pensa assim: "Nossa, eu não consigo organizar eh a minha fala, o jeito que eu coloco isso para fora, porque dentro da minha cabeça tá muito organizado, tá muito claro, mas quando coloca para fora, fica desorganizado e o outro não compreende." Então, a comunicação ela é para ser entendida, ela é para ser organizada e ordenada. Então, nada mais é oratório essa transformação de uma ideia em impacto. A gente não pode esquecer disso. Então, eh, às vezes a gente fica pensando muito em repassar aquilo para fora, mas não pensa no impacto que a gente tá gerando no outro. Então, oratório é basicamente isso e muita gente acaba confundindo. Então, achei importante trazer essa definição um pouco mais filosófica também.

E o porquê desse âmbito mais filosófico, né? Antigamente, né, as bases dos estudos era um pouco diferente do que a gente tem hoje em dia. Então, antes se estudava música, se estudava oratória, se estudava astrologia e a gente foi perdendo essas competências por não entender um valor, o que que aquilo tinha de retorno financeiro pra gente. Só que a gente se deparou com mais um gap aí no mercado, com mais um espaço, que hoje a gente vê quais foram as consequências disso, eh, tanto no mercado de trabalho quanto nas relações, porque a gente vê o tempo todo no mercado falando assim: "Ah, você precisa ter soft skills, habilidades comportamentais". Então, muitas vezes hoje, para vocês entenderem, as minhas contratações, elas acontecem muito mais por um por eu reconhecer uma pessoa que tem o desejo de fazer acontecer, de resolver problemas, que esteja atento do que uma pessoa que tem um currículo maravilhoso e que é uma pessoa difícil de lidar no dia a dia. Então, a oratória ela tem muito disso junto com a nossa maturidade emocional. Então, eu quero trazer para vocês isso porque muitas vezes a gente eh foi dissipando esse conhecimento que é tão rico, mas que hoje a gente sente falta e tá um embrolho, né? Não não se resolve mais essa questão. Por isso que eh no no mercado tradicional as pessoas falam: "Ah, a equipe tem muito problema de comunicação, os relacionamentos acabam por falta de comunicação".

Então, a oratória pros filósofos era uma uma um exercício que deveria estar como instrumento necessário, fundamental para eles. Então, um discurso, né, dentro da política, dentro das relações. E Platão, ele foi o primeiro a advertir que a palavra não é um instrumento neutro. Vou simplificar o máximo aqui para não se aprofundar muito nesse estudo. Só que ele disse a seguinte frase: Mais ou menos assim que as traduções vão se mudando, né? Aquele que deseja ser orador deve primeiro saber de que natureza é a alma. Sei que fica abstrato, mas calma que eu vou trazer mais para vou aterriçar um pouco mais de conhecimento.

A gente nessa ânsia de ganhar dinheiro o tempo todo, né, de converter o tempo todo, e eu não estou dizendo que dinheiro não é importante, mas a gente acaba tendo um processo um pouco mais moroso por estar olhando só para isso e não impactando outro. Então, a gente sempre tá tocando no medo, na esperança, na busca de sentido, no desejo de pertencimento e de ser visto. No fim das contas, a nossa comunicação na rede social, que é a o intuito dessa mentoria, são exatamente esses pontos. Então, a gente sempre tá tocando nesses sentimentos, nesses desejos. Então, a palavra, por isso, tem uma responsabilidade moral.

Muitas vezes, né, eh, existem outras metodologias no mercado, no meu mercado, que utiliza dos gatilhos da manipulação, só que a minha metodologia é diferente e acredito que vocês estejam aqui também por isso, que ele também fala sobre essa responsabilidade moral, Platão, né, que a gente não tem que ficar falando bonito para impressionar ou para manipular, não. A gente precisa ter um discurso que engrandece alguém, que tem uma uma intenção ali que sustente o outro. E isso é muito poderoso, né, na nossa comunicação. Então, é por isso que acho que Platão, se estivesse vivo nos tempos atuais, ele falaria que a nossa comunicação tem uma falha muito grande, né? Porque muitos estão falando, mas poucos estão dizendo, né? Muitos querem ser ouvidos, querem ser vistos, mas a gente não tá se perguntando porquê disso, né?

Então, o o que que qual que é a dinâmica atual do mercado? A gente vê grandes players com muitos seguidores, mas com pouca conversão. A gente se impressiona com os números dos outros, né? Fala: "Nossa, fulano tem milhões de seguidores, né? Deve tá milionário, deve tá, porque, enfim, a gente sabe o os inúmeros gatilhos e movimentos que existem no mercado. Só que existe muito um outro lado, lado B das redes sociais, que não é mostrado, né? Que a gente fica tão eh fissurado por essa vaidade que a gente se esquece que por trás da vaidade ela pode estar de mãos dadas com a mentira, né? Então, muita gente hoje tem muitos seguidores, pouca conversão, faz muito barulho e tem pouco resultado. Então tem que sempre ficar naquela ânsia, aquela saturação de vendas o tempo todo, porque se perdeu, né? Não tá conseguindo realmente gerar uma transformação.

Então, um dos principais pontos, né, o ponto de partida da minha mentoria foi trazer esses bons profissionais na offline que precisam encher essa internet com uma verdade, com uma responsabilidade moral, como disse Platão. Então, é isso que acredito e que funciona, né? Eh, não só eu, mas outros grandes players, eles mostram que esse que essa responsabilidade, que esse olhar da transformação é muito importante. E isso não quer dizer que você vai vender menos, não. A gente tá aqui também para ganhar dinheiro, mas a gente tá aqui também para gerar esse impacto. E pode podem ficar tranquilos que a consequência disso é a conversão, mas quando a verdade tá na frente de tudo, ela acaba sustentando esse outro lado que a gente também tá correndo atrás, não é?

E eu quero aproveitar eh e falar sobre essa obra aqui, né? A gente não é uma aula sobre história da arte, mas eu também quero que esse que esse momento seja prazeroso pra gente de conhecimento, porque, enfim, a gente acaba não tendo mais esse contato com a arte antiga, com os estudos antigos. Eu vou explicar de uma forma muito breve e o por eu trouxe essa obra para vocês, que é a morte de Sócrates. Ao centro, eu quero que vocês observem e quando a gente olha uma arte assim, a gente pensa: "Poxa, bacana, né, bonito". Mas quando a gente começa a ver as explicações por trás das obras de arte, né, das mais antigas, a gente vê que eh o belo ele tinha harmonia, ele tinha cálculos, ele tinha um porque ele contava uma história muito, muito profunda. Então se perdeu isso. Eu vejo, né, nas artes às vezes eu não sou a maior fã de arte abstrata, arte que é só um risco numa numa tela, porque para mim a arte ela precisa de técnica, ela precisa de estudo tanto quanto qualquer outra área que a gente tem aqui nessa mentoria, né?

Então quando a gente olha para esses cálculos aqui desse dessa obra, o cálice ele tá bem no centro e ele é separado por um quadrante e cada quadrante conta uma história. Enfim, eu não vou me aprofundar nisso, mas muito mais na mensagem que ele traz. Sócrates, para quem não sabe, ele foi condenado à morte por conta da propagação das suas ideias e e a sociedade não olhava isso com bons olhos, né? Esse cara tá falando coisas que incomodam, ele fala muito da verdade. E essa verdade muitas vezes acaba com a manipulação e aumenta o bom senso de uma sociedade inteira. E isso é perigoso, né? Perigoso até nos tempos atuais. E a gente consegue ver que todos dessa obra estão sofrendo muito e o único que não está é Sócrates, porque ele, a mensagem que ele traz aqui é que ele está dando a sua última lição, né, a sua. E e uma curiosidade, Sócrates não teve nada registrado a não ser pelo seu discípulo Platão, né, o seu companheiro ali que é esse aqui que tá à frente. E ele sempre falava pras pessoas, ele sempre passava sua mensagem de uma forma falada, né, através da oratória. Então ele é a pessoa que tá mais calma, né, nesse nessa cena. Porque ele tá falando, não temas a morte, porque se você sabe que está falando a verdade, que você está à procura da razão, você não precisa temer a isso. E ele tinha duas opções. Ou ele fugia ou ele desmentiria tudo que ele falou, só que não era uma mentira. Então ele falou assim: "Eu prefiro então a morte porque as minhas ideias serão eternas".

O que que eu quero trazer, né, sobre essa explicação é que a gente às vezes se preocupa muito com o medo de se posicionar e isso tá longe de política ou qualquer outro assunto que seja extremamente sensível, que tem um monte de lunático aí, mas de trazer a nossa visão sobre a nossa profissão, a nossa visão sobre aquilo que a gente acredita dentro de determinado assunto. E quando a gente vê essa cena que é tão inspiradora, a gente, claro, a gente não não quero que ninguém morra por conta das suas ideias, pelo amor de Deus, mas eu quero que vocês eh tenham, né, cada vez mais coragem, mais força de mostrar sua a visão de vocês, porque se vocês acreditam que aquilo é a verdade, e muitas vezes a gente deixa de aprender por falar que não sabe, né? Então, eh, eu não vou me posicionar porque pode ter outra pessoa com mais conhecimento. Se ela trouxe mais conhecimento, ótimo eu aprendi. Então, Sócrates tinha muito disso também. Eh, tem até uma uma análise socrática que ele fala, ele sempre pergunta, por mais que ele saiba a resposta, ele pergunta porque ele pensa: "Poxa, essa pessoa pode saber mais do que eu". Então, assim, vou perguntar para ver até onde vai. Isso incomodava muito as pessoas.

E só um disclaimer aqui também sobre essa obra, quem tá aqui na frente é Platão, como eu mencionei da sobre a oratória. Só que Platão, quando Sócrates morre morre tinha 20, 23 anos, mais ou menos. E aqui ele é esboçado como um idoso, né? E eles falavam que o mais alto grau de sabedoria, de sapiência, de maturidade e de conhecimento, é quando o homem chega na sua, na sua velice, né, no seu quase morte ali, né? Então a vida era mais ou menos essa dos gregos. Quanto mais velho você for ficando, mais conhecimento você adquire, mais maduro você se torna. Então aqui ele coloca como se fosse uma luz que é eh Platão triste com a morte dele, não quer ver o que tá acontecendo, mas ele deixa aqui caído o seu último escrito, essa sua última eh lição que Sócrates deixa para todo mundo. Enfim, aqui são 13 pessoas, 12 discípulos, Sócrates como Jesus tem, opa, tem toda uma explicação muito interessante que aqui onde tá mais escuro é o passado e aqui é o é o presente. Enfim, é magnífica essa obra também. É uma das que eu mais admiro assim, sem dúvidas.

Dito isso, já passou a nossa aula de de história da arte, quero mostrar para vocês uma estrutura que eu desenvolvi através dos livros que eu li de oratória eh relacionado aos escritos, à escrituras que tem registrado de Sócrates eh de Platão, né? Então, quero trazer esses pontos, né, que a gente viu o roteiro passado, as estruturas passadas, mas tem essa aqui que é o seguinte: como que Platão faria uma estrutura de roteiro? Eu imagino que seja mais ou menos isso aqui. Primeiro, uma pergunta abrindo o roteiro, né, abrindo o seu vídeo, o que realmente significa ser autêntico? Porque isso é uma coisa interessante também de antigamente, que eles estudavam muito o significado das palavras porque elas eram usadas sem saber o real significado delas. Então, colocar, por exemplo, isso, o que realmente significa autenticidade? Depois a gente vem com o convite à reflexão. Mas antes de você me responder o que realmente significa autenticidade, vamos olhar para como sentimos isso. O que que é se sentir autêntico? Ah, se sentir original, o que chega primeiro, o que tem todas as informações dentro de qualquer outra pessoa. Legal. São alguns caminhos que você me trouxe. Existe essa provocação de Platão, né, que incomoda muito outro. Depois a gente vem para a exposição de um possível erro comum. E aí eu apresento, né, um pensamento mais comum de massa. Muitos acreditam que ser autêntico significa ser original, mas na verdade ninguém é original. Todo mundo tem as suas referências, todo mundo tem o que carrega de toda uma vida. E a gente vai pegando um pouco daqui, um pouco dali, ou seja, essa originalidade não tem nada que é realmente novo do zero, né? Então já vem uma provocação aí depois a gente apresenta, né, faz uma apresentação da verdade, a gente traz mais clareza, trazendo como se fosse uma solução daquilo. Olha, eu cheguei nessa resposta, nesse caminho ou nesses caminhos, por exemplo. Mas se olharmos com calma, percebemos que ser autêntico, então, nada mais é quando conseguimos observar toda uma vida, juntar elas e trazer algo mais criativo, algo que tem a ver com a nossa personalidade. Ótimo. E para finalizar, eu utilizo muito essa estrutura, tá, para vocês quando eu não necessariamente ah, o que significa algo, mas abrir com uma pergunta é muito muito interessante porque é bem provocativo. E para finalizar, eu retorno à pergunta inicial. Então, quando falamos de autenticidade, falamos sobre as nossas referências de vida, falamos sobre toda uma trajetória, não é mesmo? Enfim, é um tipo de roteiro que funciona muito bem quando você quer ser um pouco mais provocativo, quando você quer tirar as pessoas um pouco do senso comum. E aqui eu tenho um agente que eu peguei todas essas obras que eu estudei sobre oratória e coloquei, né, como eh coloquei de Sócrates nessas escrituras que a gente tem disponível hoje, tá? Então depois eu vou disponibilizar para vocês. Aí vocês clicam e conversam com ele um pouquinho. Só tomar um copo d'água. Hum.

Agora a gente vai para Cícero. Cícero, só para vocês terem uma noção, eh, a Constituição Americana até hoje bebeu muito da fonte de Cícero. Então, a gente pensa que essa questão de oratório é algo novo, mas não é nem um pouco, né? Até hoje, né? Parece que as pessoas não querem que a gente descubra, mas a fonte ela é muito antiga e ela tá disponível pra gente. Então, existe a sua obra, né, de oratório que fica aí de recomendação. Caso é muito denso, tá, esse tipo de leitura. Acho que se você não tem esse interesse, não tem necessidade. Mas eu trouxe aqui os principais ensinamentos de Cícero sobre a oratória, que eu acho que são super aplicáveis para as redes sociais e que eu apliquei e que vejo que dá certo.

Primeiro é um orador ele não deve dominar apenas um assunto. E se vocês perceberem, eu falo muito isso para vocês, que a gente acaba se fechando muito naquele assuntinho e a gente fica reféns, né? Chega num teto de conhecimento ali, a gente, putz, que mais eu vou falar sobre esse assunto? Já já falei sobre tudo, só que todo mundo aqui é múltiplo e os nossos seguidores também já falei isso, mas quero frisar de novo, a gente deve falar sobre outros assuntos, as pessoas gostam, geram mais interesse. Eh, outro ensinamento fantástico, a emoção é tão importante quanto a lógica. Então, é muito necessário tocar o outro, é muito necessário que seja algo envolvente, algo impactante, porque se a gente for analisar os discursos que marcaram a humanidade, elas falavam de um problema, né? Elas falavam de uma dor comum, mas elas não ficavam listando as soluções. Ela pegava mesmo na dor do outro, ó, eu sei que você tá sentindo isso, eu sei que você passa por isso, eu sei que você quer resolver determinado problema e eu estou aqui para te ajudar nesse processo. Então, eh, é aquilo que eu que eu falei em alguns encontros que a gente acaba indo para lado mais técnico, mais informativo e não toca. Se a gente não toca, não gera conexão e não cria uma comunidade. Então, são esses pequenos passos que a gente ignora, querendo aquela ânsia de técnica o tempo todo de, ah, qual que é o passo a passo? Qual que é o hack? Então, eh, essa base é importante.

Terceiro ensinamento fantástico, é a oratória vem da repetição e do treino constante. A gente não vai conseguir falar naturalmente com TP, lendo um texto se a gente não tá habituado, se a gente não tá acostumado com isso. Então, eu quero trazer também esse pensamento que é quanto tempo você demorou para se formar na faculdade, quanto tempo você demorou para aprender a dirigir? Então, por que você se sente tão frustrado quando você está aprendendo a se comunicar, quando você está aprendendo a oratória? é um um instrumento muito poderoso e que a gente acaba subestimando, né, o quanto que a gente precisa se dedicar a ele para ter eh para ter o nosso sucesso dentro da nossa área.

Então aqui, quais são os destaques que eu quero trazer de Cícero? Os discursos mais impactantes não são os mais técnicos, né, longe disso. Não é porque você fala bem em outros âmbitos da sua vida, em outros círculos sociais, que necessariamente é uma consequência de que você vai falar bem para uma câmera. Existe essa essa diferença, porque não é natural a gente falar com uma câmara. é difícil a gente se portar, a gente muitas vezes tá se vendo, se estranha. Então, eh, é um processo mesmo, fiquem tranquilos, porque faz parte. Outro, né, que eu gosto muito, é um dos principais, é seu assunto abre portas para outros inúmeros assuntos. Não é para você ficar falando de um dia de Lego, do outro dia de psicologia, não. Mas você pode falar sobre o quanto que o Lego ele é como se fosse os nossos pensamentos que a gente fica somatizando dentro da nossa mente, por exemplo. Então essa criatividade de pegar algo que você gosta, os seus hobbies e trazer para dentro do seu universo, é fantástico e é o que faz você ser autêntico, não é mesmo que a gente acabou de falar? E para finalizar aqui de Cícero é: "Não subestime o poder do treino. A comunicação ela precisa ser treinada e não necessariamente precisa ser treinada para um post, né? Você pode treinar com você mesmo, se gravando, se analisando e melhorando. Tudo isso faz parte eh desse aprendizado, tá?

Como que seria a estrutura da oratória pública, né, de Cícero? Primeiro, uma declaração sólida da ideia central. Traduzindo, lembra que eu falei que eu não tenho medo de entregar o ouro logo no na primeira frase do meu roteiro? Aqui é mais ou menos isso. Já traz um impacto muito forte. Depois o que eu gosto muito é quando eu vou falar sobre um assunto mais complexo ou sobre algo de repente mais técnico por si, a gente precisa colocar em passos, né, aquela coisa bem didática, bem professor, primeiro isso, depois aquilo e por fim isso. Então existe esse passo a passo, é fantástico pro outro. Depois o terceiro, uma explicação forte, curta e concreta. Eu gosto de colocar aqui, por exemplo, histórias, né? Porque a história fica tudo mais palpável pra pessoa entender, como eu falei no último encontro, o poder das histórias. trazer algumas eh alguns exemplos, algumas algumas comparações, algumas narrativas próprias, tudo isso deixa mais forte, né? E claro, sempre utilizando o poder da síntese ali. Já no quarto, a gente pode fazer uma virada emocional, né? Eu até coloquei aqui como exemplo, é o que dói não é não saber falar, é não ser compreendido. Então, muitas vezes a gente tá tentando explicar algo pro outro que na nossa cabeça tá fazendo maior sentido, mas o outro não entende por nada. E o problema é com você, sabia? a não ser que a pessoa tenha algo específico, mas a comunicação ela precisa ser ordenada, ela precisa ser organizada. Então é um ponto importante. E no final da conclusão, uma frase memorável. Eu utilizo muito disso também e funciona porque eu consigo ver eh quem chegou até o fim e eles acabam comentando essa frase. Normalmente não é uma frase tão memorável. Eu dou quase que um um soco ali. Eu tô quase que eu tô bem neutro ali no meu roteiro, tal. E no fim eu vou e coloco uma frase forte e a pessoa pega e fala: "Nossa, gostei muito, achei muito, né? Acaba sendo memorável mesmo pro outro". A gente tem um mosquito aqui que tá me irritando.

Agora a gente vai para Santo Agostinho. Não sei se tem muitos católicos aí. Eu não sou católica, mas eu amo Santo Agostinho, amo Santo Tomás de Quino. E ele fala da, tem a obra dele, né, doutrina cristiana. Não, não falo, não sei se isso é italiano, se isso é latim, mas existe essa obra e que eu consegui trazer dela alguns alguns ensinamentos muito poderosos da comunicação de Santo Agostinho, que ele fala muito sobre falar simples, falar com verdade e que a fala que não coincide com a vida que a gente tem, mais cedo ou mais tarde ela se revela. Então, se a gente ficar avisando muito se mostrar, ostentar e na realidade não é isso que tá acontecendo, mais cedo ou mais tarde isso se revela. Na rede social, não sei, mas você vai cair de frente com a sua verdade e você vai você vai ter que lidar com isso. Então, por isso que eu quero frisar sempre que eh na dúvida siga com a sua verdade, não se expondo nem nada disso, mas se você encara um personagem eh vai ser difícil sustentar isso a longo prazo, vai ser difícil você ter consistência ali da sua oratória.

Então, eu gosto muito de trazer esses seis pontos do que eu consegui absorver dessa obra de Santo Agostinho, que é recupere o que foi esquecido dentro da área de cada um. Eu tenho certeza que existem coisas lá do passado que funcionavam muito e que foi se perdendo por falta de ética, por falta de bons profissionais, por eh caminhos torpes, né, que a profissão foi foi tendo ao longo do processo. Então, ir recuperando isso é também conseguir eh alcançar um público muito bem qualificado para você, né? Porque essas pessoas elas são mais quietinhas ali, mas elas têm essa essa necessidade de encontrar essa o que foi esquecido um dia, né?

Outro ponto é, se o que você fala for verdade, permaneça nela. Então, muitas vezes eu já duvidei de algumas questões que eu já falei nas redes sociais porque eu fui muito questionada. E aí você até pensa assim: "Nossa, pera aí, será que eu não comi bola? Será que eu deixei passar alguma informação?" Mas no fundo, sempre que eu vou conversar, por exemplo, com o meu marido, ele fala assim: "Não, isso que você tá falando faz muito sentido. A verdade é essa. Esse é o bem comum. A filosofia estuda muito isso, né, também a busca pela razão. E essa razão acontece pela busca pelo bem comum. Então, se você olha para alguma situação e pensa que isso vai fazer bem a todos, então siga essa verdade.

A mentira não se sustenta e quando a gente tenta falar difícil, a gente tá falando com o nosso ego, né? Santo Agostino fala muito sobre isso, sobre o falar simples para que o outro entenda. Se você realmente quer que a sua mensagem chegue no público certo, então você não tem que deixar de lado o seu ego. Você tem que fazer com que o outro entenda e hoje nas redes sociais o mais rápido possível. Então, falar simples é se conectar com o outro e que dinheiro é bom, mas é uma consequência desse seu impacto. Então, eh, até mesmo para quem não for católico ou religioso, eu indico muitas obras de Santo Agostinho.

Quero trazer uma estrutura básica de como seria essa comunicação de Santo Agostinho e que eu também aplico e dá muito certo. Primeiro, a verdade simples e direta, por exemplo, todos nós queremos ordem na vida. Todo mundo quer se organizar. A gente até tava batendo esse papo no grupo sobre as esposas que são organizadas. Isso é muito importante porque uma vida ordenada, e aqui que a gente entra naquele naquele bem comum, naquela verdade que eu mencionei, não tem como a gente relativizar a ordem. A ordem ela faz bem pro ser humano. Claro, os extremos fazem mal, né? Aquela pessoa que tem toque, mas a ordem faz bem. Essa é uma verdade. Eu acredito nela e eu sei que ela faz bem para todo mundo.

Depois, imagem barra uma experiência sensível da vida real. Mas acordamos cansados, com a mente pesada, distraídos. E muitas vezes a gente vai atravessando o dia, a gente vai numa desordem. Mas por que que isso acontece, né? Por que que a gente tá sempre acordando cansado, sempre com a mente pesada, sempre distraídos? E aqui a gente já vem com a nomeação da ferida. Então, no fundo, nós temos medo de encarar nós mesmos. A gente tem medo de encarar que o nosso problema eh é muito mais fácil reclamar, né? É muito mais fácil falar assim: "Ah, é porque eu sou uma pessoa mais noturna, sabe? Só que aí eu tenho que acordar cedo para trabalhar". Será? Será que você não tem que se adequar ao ritmo que a sociedade eh anda para você conseguir alcançar, para você não ter essa desordem na sua vida? Será que não tá na hora de encarar o seu medo de de realmente falar: "Olha, eu tenho um problema que eu fico à noite no celular, eu gosto de ficar, não consigo deixar o celular longe e durmo muito tarde." Ótimo, todo mundo aqui já teve esse problema. E aqui a gente traz essa proposta de caminho na sequência. Então, a vida começa a se organizar quando paramos para assumir que temos algum problema, que a gente tá eh muito inclinados pros prazeres, pros vícios, que seja. E no fim a gente faz um chamado leve para ação, né? Que hoje tente apenas uma coisa, um silêncio de 2 minutos ou eh deixar o celular um pouco distante uma hora antes. Enfim, tudo isso também traz uma certa provocação, mas com uma simplicidade e com uma dor comum das pessoas. Utilizo muito, muito isso também quando eu quero eh não pesar mais tanto o clima, porque acho que vocês me acompanham aí, às vezes eu peso muito na semana, então é bom dar uma equilibrada.

E aqui, só para um uma retomada de tudo o que a gente conversou até agora, é o seguinte, tem uma comunicação clara como Aristóteles, né? Eh, não foi mencionado Aristóteles, mas é importante que a gente se debruce um pouco nesse estudo. Honesta como Platão, ampla como Cícero, porque como eu falei, a gente fala sobre diversos assuntos. Cícero era um diplomata, falava de filosofia, de história, de política, enfim, muito interessante. E verdadeira, como Santa Agostinha, né? Uma pessoa que fala com calma entre milhões que gritam chama atenção. Então não seja essa pessoa exagerada, exacerbada, porque a verdade não faz curva e não precisa de show, né? Então aqui é uma retomada de tudo que a gente falou.

Agora, eh, vamos falar um pouquinho sobre os medos e inseguranças da nossa fala. O ponto é que, por mais que estejamos na nossa, eh, no mais alto grau da nossa maturidade, que seja que a gente acha, que a gente se ilude, todo mundo tem um medo, né? Né? Todo mundo tem algum receio, alguma insegurança. Ninguém tá 100%. A verdade é essa, não é?

Então, o primeiro é o medo do julgamento, né? Putz, eu flopeia, não fui muito bem, eu errei. Hum. Isso, né? É ruim. A gente quer evitar isso ao máximo, mas vai acontecer, né? Nós somos seres humanos. Só que o medo a gente já tá cansado de saber que é uma ferramenta de de proteção, mas a gente tá sempre tentando se distanciar desse medo. A gente tá, a gente não quer se expor e tem exposição maior do que estar numa rede social. Eh, eh, a gente tá se expondo para milhares de pessoas desconhecidas, não estamos numa classe de aula que a gente conhece os alunos, né? Então isso acaba dando ainda mais medo da gente se expor e por isso a gente eh, acaba se podando demais, tem muitos receios e surgem nomes na nossa cabeça, os concorrentes, os clientes, a gente sempre pensa.

Outro ponto que é assim muito claro que é medo de esquecer o que precisa falar em pouco tempo. Então, putz, eu esqueci de falar aquilo, vou regravar. Ah, eu precisava falar mais aquilo, vou regravar. Tenho duas dicas muito fáceis, muito práticas, que é se você não tem essa esse manejo com telepronometer ainda está treinando isso, utilize bullet points, que é poxa, eu preciso começar falando isso, daqui eu vou para aquilo e aqui eu finalizo. Assim você não se perde, não abre tantas abas. E se você abrir alguma aba ou outra, não tem problema, você corta na edição e tá resolvido. Muito mais para ter uma ordem ali da sua narrativa. E o teleprompter, né, utilize ele depois de muito treinamento. Vou vou dar uma dica aqui depois na parte de dicção, como melhorar essa fala mais natural.

A ansiedade, né? A ansiedade também tá mais do que nos tempos atuais, que é qual que é o ponto que a gente vê muito claro quando é uma pessoa que tá ansiosa e tá insegura na sua oratória. Prestem bem atenção nisso. É aquele tipo de pessoa que acelera muito para falar, que é é aquela sensação que a pessoa tá falando assim: "Ah, gente, dá licença, me escuta bem rapidinho o que eu tenho a dizer, que eu já tô indo embora, vai ser muito rápido". Não, a gente não precisa pedir licença para ser ouvido. A gente tá ali porque a gente tem algo a oferecer que é muito valioso. Então, muitas vezes a gente vê aquela coisa, foi até um moço que eu vi esses dias que ele é o dono da reserva, que ele fala muito rápido, muito rápido. Mas claro, né? E eu acho que é muito mais a personalidade personalidade dele do que ansiedade em si. Mas prestem atenção nisso, falem com calma também, olhem pro ritmo. Precisa ser um ritmo adequado, nem muito devagar, nem muito rápido. Para vocês terem uma noção, isso é uma curiosidade, o eu acelero um pouquinho os meus vídeos porque eu falo muito devagar, então eu acelero ali 1.1, 1.2 para conseguir não, eu tenho esse problema na minha comunicação, né? Eu vou muito monótona, muito, muito calma e até demais.

Outro ponto aqui, às vezes a gente não gosta da nossa própria imagem, a gente gosta, mas sempre tem uma coisa ou outra. Poxa, eu tô com ruga, eu tô desse jeito, eu tô desconfortável. E no fim das contas, todo mundo tem o seu, as suas questões que o outro nem percebe. Então, tem gente que não gosta da própria voz, não gosta da própria imagem, não gosta dos ambientes que tem para se filmar. E normalmente posso estar enviezada esse tipo de comportamento, parte de pessoas que são muito críticas, muito críticas consigo mesmo e com os outros, repara muito no outro, julga muito, tá olhando assim nos mínimos detalhes e aí quando volta o olhar para si começa a enxergar um monte de coisa também. Então, às vezes a gente precisa suavizar um pouco mais esse essa essa nossa percepção da própria imagem e saber que o que é mais importante ali é que a gente consiga passar a nossa a nossa comunicação da melhor forma possível.

Bá, >> eh uma forma de melhorar essa questão do medo da oratória é a gente enxergar a oratória como um ato de serviço para o outro. Então, a partir do momento que você pega e vê que o que você tem para falar a gente aqui na mentoria, graças a Deus, a gente tem pessoas que são sérias, pessoas que falam informações verídicas, a gente tem pessoas que assim é necessário que vocês criem conteúdo porque vocês estão falando coisas extremamente relevantes, né? Não tem nenhum charlatão aqui. Então, é mais do que necessário que vocês criem conteúdo e vocês tentem ao máximo eh vencer timidez, medo para produzir esse conteúdo, porque o que vocês estão fazendo é um ato de serviço para quem está assistindo o conteúdo de vocês. Hoje mesmo a gente colocou lá no grupo aquela questão do eletricista que tava fazendo eh harmonização, ele harmonização no corpo das pessoas aqui no Rio de Janeiro. Então, por que que as pessoas não sabem que isso é errado? Por que que as pessoas não estão investigando quem tá fazendo procedimento médico nelas? É porque não tem acesso, não é? Porque talvez falte muitas pessoas trazendo pra internet informações corretas. Então, a a oratória para quem produz um conteúdo sério, ela é um ato de serviço, um ato de respeito e amor ao próximo antes de ser sobre você. Então, quando também você tira essa cortina, eu estou falando eh eh a timidez, ela é como se fosse uma espécie de egoísmo. Se a gente for para pensar, claro que existem pessoas que tm a patologia, existem pessoas que têm a fobia social, não estou falando nesse nesse caso, mas o que eu estou querendo dizer é uma pessoa que está dentro de todas as suas as suas faculdades mentais, ela não pode se dar ao luxo de ser tímida numa rede social. A a timidez nesse sentido aqui, esse medo aqui é um medo egoísta. O que os outros vão falar sobre mim? Então, eu me tenho em alta conta, eu sou tão bom, eu sou tão fodão, que ninguém pode reparar que eu falo errado, que ninguém pode reparar que, sei lá, o meu cabelo às vezes não tá tão bom. Não, eu tenho eh um dever, eu tenho uma informação, a minha informação é coerente, a minha informação pode ajudar outras pessoas. Então, como um adulto, é meu dever trazer essa informação aqui, porque eu vou ajudar outras pessoas com ela. Se eu me calo, eu estou dando possibilidade de um monte de gente eh charlatão, produzir conteúdo no meu lugar. Então, quando a gente pega e abraça essa responsabilidade, que é criar um conteúdo sério, criar um conteúdo adequado, eu tenho essa informação e eu vou transmiti-la independente do meu medo, eu estou sendo virtuoso no sentido de ser uma pessoa forte, né? Isso faz parte da virtude da coragem, da fortaleza. você ser uma pessoa que, independente do meu medo, o que eu tenho para falar é mais importante que o meu medo. O que eu tenho para falar pode salvar uma pessoa, o que eu tenho para falar pode ajudar uma empresária a gerir melhor o seu negócio. Pode ajudar no eh em todos os âmbitos aqui, pode ajudar uma pessoa a fazer um negócio melhor quando ela vai comprar um imóvel, no caso do Daniel, pode ajudar uma pessoa a ter uma saúde mental eh com mais qualidade, no caso da Carla, pode ajudar uma mulher a se sentir mais confiante quando ela vai administrar a empresa dela, no caso da Anelise. Então, todo mundo que tá aqui pode se dar ao luxo de ter medo de falar. A gente trata esse medo, a gente conversa com as pessoas, mas essa informação, essa timidez aqui, ela faz parte do nosso ego. A gente tenta passar por cima disso porque se trata do outro. Quando a gente tá falando na rede social, por que que um conteúdo viraliza? Porque várias pessoas viram aquele seu conteúdo e desejam transmitir pro outro, passar pro outro. Eu queria que a minha mãe visse isso, eu queria que a minha sogra visso, eu queria que meu marido, eu vou mandando. Então, quando a gente produz o conteúdo, a gente fala bem. a gente fala uma coisa que é correta, o conteúdo vai para mais pessoas porque se trata do outro, não se trata de mim. Então, ao produzir o conteúdo, ao gravar o vídeo, ao trabalhar o seu oratório, pense sempre em quem está assistindo, porque quando você pensar que isso vai fazer bem para outra pessoa, automaticamente você vai anular o seu ego, perder o seu medo de falar e entender que eu estou aqui para servir o outro, para falar eh pro bem da pessoa que vai assistir, porque o meu conteúdo é honesto e porque eu não estou divulgando coisas erradas, porque eu estou aqui para servir, tá? Me estendi, desculpa.

>> Imagina, e é exatamente isso que a Bárbara trouxe, porque eh eu

Quis juntar aqui esses dois pontos, que é sim, a gente tem que falar a nossa verdade, olhar para essa transformação, só que com estratégia, com técnica, né? Porque de nada adianta, a gente não é o o padre Paulo que senta e fala, porque ali é uma um raciocínio incrível, é uma barça de conhecimento, mas é muito mais de pegar esse conhecimento e aplicar. Poxa, como é que é sempre esse meu meu tipo de pensamento no desenvolvimento de uma metodologia? Como é que eu pego um ensinamento já validado que funciona, que eu acredito e adapto para uma rede social? Então, é isso, pega a verdade e eh adapta para os tempos atuais, para comunicação atual.

E outro ponto de tudo isso que eu tô trazendo é que, >> gente, vocês estão merecendo mil palmas hoje essa aula. >> Ah, é, eu fico mega preocupada quando a gente fala sobre sentimentos, todo >> Não, tá linda essa aula, esse esse depoimento da Bá tinha que transformar num reels, enquadrar >> divulgar, né? Tá lindo, tá lindo. >> A a Bárbara tem nossa, muito muito conhecimento. É incrível. >> Eh, e todos esses sentimentos que eu trouxe aqui acabam refletindo na nossa fala e de uma forma inconsciente o outro acaba sentindo, ah, não sei por, eu não gosto daquela pessoa, não confio, tá esquisito, é a oratória sendo aplicada dessa forma e a gente achando que não, né? Então aqui são esses esses sentimentos que agora a gente vai pra comunicação não verbal, né?

Antes de falar, é importante prestar atenção na comunicação não verbal. Então, quando eu trabalhava nas agências, trabalhava muito em comunicação interna, existia isso, né, que a gente passava, né, a primeira impressão é, né, existe esse estudo, né, apenas meio segundo é suficiente para formá-la essa primeira impressão no outro. Se a gente qu são 7 segundos, que seja, pouco importa. O ponto aqui é, a gente precisa prestar atenção na nossa postura, né? Quando a gente tá bem sentado, bem posturado, a comunicação, né, a fala em si, ela também através da respiração. Se a gente tá encolhido, a nossa comunicação fica mais encolhida, né? Fica mais para dentro. Quando a gente abre os os ombros, a comunicação sai com mais força, né? Então a postura é importante, não só pela imagem, mas também pelo pelo lado funcional da nossa fala.

Os gestos, né? Às vezes eu eu tenho que prestar muita atenção nisso, porque por mim eu sentava aqui e ficava só falando, mas o gestos, né, orquestrando e tem gente que tem que disso também, né, que fica o tempo todo fazendo esse o movimento. A comunicação ela precisa ser quase que uma dança, né? Você tá falando e quando você fala uma palavra, a mão mexe, você vai junto, mas de uma forma suave, harmoniosa.

As expressões faciais, então quando você tá falando sobre algo feliz, espce isso, não dá para ficar feliz falando de uma morte, né? não dá para ficar triste falando sobre um depoimento da sua mãe. Então, tudo é muito bem orquestrado, né? Os nossos braços, braço fechado, que seja. Eu quero trazer isso porque eu acabo esquecendo. Então, eh, é algo muito básico, né, se a gente for ver, mas é muito fundamental para tudo orquestrar e ficar mais confortável de assistir o outro e que o outro nos assistitam por mais tempo.

Eu trouxe aqui alguns cards de exercícios. Eu me inspirei no no trabalho do Pedro, que eu sei que ele tem alguma coisa de cards lá da residência, que isso facilita também na hora de estudar. Então eu quero trazer aqui um exercício de entonação, que utilizam muito os artistas no teatro, que a gente pega uma frase básica e muda ela só pela entonação. Então eu peguei aqui, eu não pedi esse chocolate ou eu não pedi esse chocolate. Então vocês conseguem perceber o quanto que muda o o significado de uma frase quando a gente coloca entonação no lugar certo? Prestem atenção nisso. Eu utilizo a entonação para mim na nessa questão da fala mesmo, ela é a que eu mais utilizo na minha comunicação e que deixa até um pouco mais jornalístico, que as pessoas acham que eu sou jornalista, mas sou publicitária, que acaba deixando um pouco mais emocionante, mais cativante, mais hipnótico mesmo assim o que eu tô falando.

E outra que eu faço basicamente todos os dias é fazer uma leitura em voz alta como um dublador. Vocês sabem, né? No meu horário de almoço, eu pego ali meia hora, uma hora de leitura, eu sempre vou narrando uma de um jeito muito exagerado, colocando emoção, mistério, aumentando, diminuindo a voz. Isso é porque muito se fala que, ah, se você ler bastante, você tem uma boa comunicação. Não é uma consequência. Isso aí é um um conhecimento muito básico, muito errado, porque não é, se a gente não exercita algo, acaba não acontecendo. Então, colocar isso para fora te ajuda, inclusive a ler o TP, né, que muitos acabam no início falam: "Nossa, como é que eu vou deixar isso natural?" faz desse jeito que depois vai ficando mais suavizado.

Outro ponto, vícios de linguagem. Quem fala muito, né, tá? Hum. Não existe, né, nada assim de fono que resolva os vícios de linguagem, mas eles aparecem. E como é que se resolve? Quando a gente entende porque que eles aparecem e quando a gente começa a reparar dos outros. É terrível isso, tá? É um exercício muito desconfortável, porque quando você começa a reparar no vício de linguagem do outro, eu não vou falar o meu aqui porque direto eu me pego, eu falo assim: "Para de falar isso". E vocês vão começar a reparar, mas quando você começa a reparar, você fala assim: "Meu Deus, aumenta o volume do vício de linguagem do outro e o resto que ele tá falando, você fica esperando o próximo, tá? Você fica esperando o próximo, ã, é terrível". Então, esse incômodo dentro de nós acaba eh sendo uma consequência. Esse sim se torna uma consequência que, "Ah, vou prestar mais atenção no meu." E o vício de linguagem, esses sons que a gente vai emitindo na nossa fala para preencher o vazio, nada mais é do que uma insegurança que nós temos de preencher o vazio que nós precisamos pensar. Hoje a gente não pode mais pausar quando tá falando. Isso é muito doido, né? Então a gente precisa pausar para pensar no que eu vou falar. Então o vío de linguagem ele vem muito nesse espaço aqui. Então aí eu fui porque eu tô pensando o que eu preciso falar e pensar é natural, tá?

E aqui a gente já vai pro próximo que é pause, não tem problema nenhum você pausar. Claro, numa conversa você tem um tempo a mais para pausar, numa palestra também, mas na rede social um pouquinho menos. É engraçado isso porque quando a gente pausa a gente consegue destacar a próxima frase. Então todo mundo volta a atenção para você quando você faz uma pausa ali. Então fale uma frase impactante, pause, depois continue. Esses dias eu até fiz uma postagem que eu utilizei disso, que eu falei assim: "Ah, uma menina que teve um bolo de aniversário de arroz, feito de arroz". E quando eu falo isso já é muito impactante. Aí eu pauso e falo: "Dói, né?" E isso já trouxe mais emoção pro que eu preciso falar.

Outro também, no início de um parágrafo, reflita como você pode virar mais expectativa no outro sobre o conteúdo, sendo mais emocional. Então, o nosso texto, nosso roteiro, ele é separado por blocos. No início dele, sempre olhe para ele e analise, poxa, como é que eu deixo aqui um pouco mais instigante, um pouco mais emocional, que gere mais de curiosidade? A gente falou isso no no encontro de roteiros, mas eh fica aí também um reforço para vocês, que é isso que vai fazendo a pessoa ficar no vídeo.

Depois, preste atenção se as suas expressões estão de acordo com o que está sendo dito. Como eu falei, notícia triste, cara triste, notícia feliz, rosto feliz. Nada de apatia, como a mentora de vocês aqui tem esse problema, porque isso traz a pessoa também para perto. E aqui o card final é: "Não se esqueça do poder da síntese, quem fala menos impacta mais". Então, as frases mais impactantes, os versos mais impactantes são curtos, mas a gente quer se explicar demais, quer abrir muito muita aba, sendo que o simples ali funciona muito bem.

Agora a gente vai finalmente pros truques psicológicos para conseguir reter mais atenção. Aquela comunicação que é quase que um iman, né, que a pessoa te retém ali, você não pula um vídeo dela e não só vídeo, tá? Isso aqui, eh, como eu falei, essa aula ela também vai pros para as nossas relações. Eu utilizo, por exemplo, esse chamar a pessoa eh pelo nome. Algumas vezes, quando eu vejo que é uma uma reunião de vendas, quando eu tô apresentando algo para a pessoa, ela tá dispersa. Não existe palavra preferida do outro a não ser que o próprio nome, né? Nós somos egoístas, nós gostamos eh de de que os outros destaquem, né, o nosso próprio nome. Então, por isso sempre utilize ali alguns pontos. Tem gente que até se incomoda, fala assim: "Ai, tá me chamando, né? Eu confesso que eu não gosto muito porque como eu já conheço essa técnica, eu penso assim: "Ah, tá aplicando técnica em cima de mim".

Outro ponto também é que quando a gente quer que o outro preste atenção, a gente normalmente acelera a nossa fala, mas quando o outro tá parando de prestar atenção, comece diminuir um pouco mais, porque o outro volta, né? Ele fala assim: "Não, pera, saiu do ritmo automático aqui, que tá acontecendo".

Agora, eh, eu quero fazer uma provocação para vocês sobre algumas trocas da nossa fala que algumas se tornam muito, eh, um pouco inseguras e outras um pouco mais fortes. Sempre faça essa análise, troque o eu acho, né? Isso é ah, eu acho isso, eu acho aquilo, por o que pude observar, o que pude compreender, o que pude analisar, tudo isso já deixa um pouco mais profissional a fala. ou eu tentei, ah, eu tentei isso, eu tentei aquilo, mas não funcionou por estou me organizando para que isso dê certo. Estou fazendo eh estou traçando os caminhos possíveis para realizar determinada coisa. Claro, isso aqui tá bem robótico, tá? Mas é para vocês analisarem no próprio roteiro, o que que aqui tá muito eh vago, né, que eu soltei muito na mão do outro e vai fazendo essas essas trocas ou ai, será que isso dá certo? Ai, será que a gente pode ir por esse caminho? Por vamos validar essa ideia. Acho que seria importante. Acho que seria bem bem interessante.

E aqui a penúltima é evite intimidade excessiva. É, é importante, é até difícil falar um pouco isso. Acho que a Bá vai saber falar melhor sobre aquele livro 48 Regras, que é o seguinte: quando a gente se torna muito acessível pro outro, né? Aquela coisa que a qualquer momento, gente da gente, já conheço a vida toda, a gente não cria aquele aquele visual que poxa, essa pessoa ela tá num passo que ela vai me guiar. Ela existe um distanciamento que eu eu quero chegar ali, sabe? Essa coisa quase que que de liderança mesmo? É importante criar esse mini distanciamento. Por isso que eu aconselho vocês não mostrem intimidade demais, vulnerabilidade demais, a não ser que seja estratégico e que já tenha curado. Eh, e muitos acabam confundindo isso, né? A gente fala sobre o tom de voz, que é existe eh o tom de voz que é mais próximo do outro e existe o tom de voz que é de intimidade. Não confunda essas duas coisas.

Vá, você quer falar? Eh, eh, existe esse distanciamento, ele é importante não para você ser uma pessoa fria com o outro, mas para que você crie uma ponte meio que misteriosa ali entre você e a pessoa para que ela queira chegar até você. Então, lembra que a comunicação é sempre sobre o outro, como eu quero que o outro aja diante da minha comunicação. Então, eu crio essa ponte com uma distância segura para quê? Para que eu não fique vulnerável e para que isso gere na outra pessoa um desejo de se aproximar de mim. É mais ou menos nesse sentido, tá? não é para você ser fri com a pessoa, mas eh quando a gente vê uma pessoa eh que que se comunica muito bem, tipo o príncipe William, vamos pegar bem pesado, vamos pegar bem grande, eh uma pessoa extremamente elegante e é desejável conversar com uma pessoa igual a ele, porque a gente percebe que existe algo interessante naquela pessoa que está ali meio que por trás. Eh, não sei se se alguém aqui já teve a infelicidade de chegar numa loja de shopping de qualquer lugar e você ser atendido por uma vendedora que chega e fica te chamando de oi amor, posso te ajudar com minhas não sei o quê. Ninguém gosta desse tipo de comportamento. Por que que isso eh a gente repulsa quando a pessoa faz isso? Mesmo que a vendedora seja simpática, esteja ali de muito boa vontade querendo fazer o trabalho dela. Por quê? Porque ela não me conhece. ela não tem essa intimidade, essa proximidade comigo. Então, como ela tá me chamando de oi, meu amor, oi, minha flor, eu quero ser chamado pelo meu nome, isso gera, até isso gera uma reprodução. Então, na rede social isso não é diferente, a gente criar um certo mistério, um certo distanciamento. Eh, vou dar um exemplo pessoal. Eu falo o meu perfil, eu falo pouco, mas quando eu falo é mais focado nessa questão do sofrimento humano, usando o meu relato do que aconteceu comigo. Mas eu falo isso em uma em um ambiente público, mas eu sempre falo de uma forma que eu me sinto segura. Eu jamais faria alguma coisa da qual eu me sentisse extremamente desconfortável de falar. Então já tinha que cortar pessoas que ficam me perguntando coisas que eu não quero falar. simplesmente não não desejo criar intimidade com essa pessoa. Então não tem problema você falar de alguma vulnerabilidade sua. Isso até é interessante porque você humaniza o conteúdo, as pessoas se identificam com isso, só que tomando o cuidado para que isso não te deixe exposto. A Laura Nester tem uma frase que eu amo e não sangre em tanque de tubarões. Eu amo isso. Eu levo isso pra minha vida porque é realmente nesse sentido, a a intimidade exagerada, ela vai te deixar vulnerável no sentido que você não vai desejar ter.

Muito bom. Eh, mais alguém levantou a mão? >> Eu. Hum. >> Na psicanálise a gente chama isso de suposto saber. >> Hum. >> A transferência, a questão transferencial do do paciente com o seu analista ou contrransferencial, né? Ela acontece quando o paciente acredita no suposto saber do seu analista, >> entendeu? Então você analista é o detentor do suposto saber sobre aquele que na sua frente senta. E essa relação, ela não pode ser invertida. >> E muitos tentam, né? >> Tentam, tentam. É por isso que a analista não pode eh aceitar presentes, né? Isso tudo tem que ser interpretado. Se se um paciente me leva um presente, eu sento para interpretar isso junto a ele. >> Hum. >> Entendeu? Imagina junto com ele. >> É o o o porque ele quer me presentear. Então, assim, >> não sei, a analista do do colega deve ter uma outra vertente aí também, mas assim, eu enquanto analista, eu não ligo para ninguém. Eu não, isso me é vedado. >> Aham. >> Eu não posso ligar para ninguém, entendeu? A verdade e o discurso é somente daquele que na minha frente senta. >> Ponto. >> Entendeu? se é mentira, se é verdade, se ele tem outras relações. Eu não tô ali para questionar. >> Uhum. >> Eu tô ali para ser espelho dele mesmo. >> Entendeu? Então assim, na na minha prática e o que o Conselho de Ética prega é isso. Eu só posso entrar em contato com alguém que tenha relação com o meu paciente quando a vida dele ou de outra pessoa corre risco. >> Ah, pode aí meio que furar essa. >> É, e isso e isso é do Conselho Federal. de de psicologia, entendeu? Nem nem diante de um juiz eu sou obrigada a expor o que acontece numa sessão terapêutica. >> Nossa, >> a lei me dá esse direito. E eu jamais poderia entrar em contato com uma pessoa que tenha relação com analisando o meu. >> Hum. >> É vedado ao psicólogo. >> Sim. Sim. >> É vedado ao psicólogo. A gente não pode fazer isso e não deve fazer isto porque a relação se torna uma relação de outra ordem. >> Uhum.

É, a gente pode fazer uma pequena adaptação isso para as redes, né? O pensamento que você trouxe, que é >> não confunda as coisas, né? Inclusive Aristóteles fala que existem três tipos de amores, né? O o de amizades, amizade por interesse, amizade por prazer e amizade pelas virtudes. E que o problema não são essas relações, o problema é quando a gente confunde elas, que não coloca no devido lugar. >> É. E a gente precisa continuar ocupando essa ponte >> que a Bá falou, que é o suposto saber. falou muito. O o analista é o detentor do suposto saber sobre mim. >> Uhum. >> É. >> E a e o nosso trabalho também, né? >> Uhum.

Eh, bom, a gente já tá indo pro final aqui e eu quero indicar essa leitura para vocês, quem quiser realmente se debruçar nesse estudo, que é quase que a minha Bíblia, né, de oratória, eh, retórica em si, que, eh, só retomando o último encontro para tudo isso que a gente falou, é o seguinte: antes de tentar convencer o outro, mostre quem você é na capacitação profissional. Depois, não fale com indiferença. Sempre pense como é que eu posso tocar no outro, nos valores, nas crenças, nos desejos, nos medos. que é o patos. Depois, não coloque palavras complicadas, seja claro, a gente viu bastante isso em Santo Agostinho, que é o logos.

E para finalizar, eh, tem o livro A arte de ter razão. Quem tiver intervivo, né? Schopenhauer, ele descreve 38 técnicas usadas em debates para vencer qualquer debate. E eu quero ser suscinta nisso porque isso vai muito de encontro quando vocês tiverem haters, né? Schopenhauer eh previu já como seriam os haters e até a gente consegue perceber como funcionam as discussões, os debates políticos. é cuspido e escarrado essas técnicas de shoppenhauer. Então ele fala o seguinte, as pessoas elas preferem ter razão a encontrar a verdade, né? Então é muito ali o ego falando: "Ó, eu quero ter razão, não importa o que você, né, quer dizer aqui, não é a verdade que a gente tá procurando. É sempre assim, o quanto que eu vou te humilhar aqui e te xingar, te ofender." Então, a comunicação acaba eh sendo essa disputa e não diálogo em si. depois que eu que eu frisei aqui, as pessoas são movidas mais pela impressão do que pela razão. Então, a gente vê muito isso hoje nas redes sociais, pessoas que vendem muito uma imagem e por isso elas conseguem vender. Então, eh, é importante que a gente também utilize isso ao nosso favor, que a gente preste atenção na nossa imagem, mas de uma forma verdadeira. Então, é importante ter clareza, ter ritmo, ter autoridade ali. E por último, eu quero trazer esse destaque que ele fala: "A verdade não depende da aprovação dos homens. A verdade ela só é. Então, fale menos, mas com precisão. Demonstre segurança pelo ritmo e pela calma. Conduz o raciocínio ao invés de ficar tentando empurrá-lo. Conecte, conecte-se apenas com quem está aberto. Isso aqui são pontos importantes. Eu recomendo esse livro, tá? É um baita livro, ele não é tão grande.

Agora, finalmente, finalizamos, extrapolamos um pouquinho o horário. Eu quero saber de vocês, teve alguma dúvida? Que que vocês anotaram de interessante? Povo foi desanimando, foi indo embora. A Cíntia. Ai Cíntia, você tá muda. Não sei por quê. >> Tá mutado. Assisti tudo. >> Muito boa aula. Yeah.