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Webinar: Reforma Tributária e Governança Corporativa: O que muda na gestão de riscos fiscais?

BSSP Consulting1:21:42

Transcription

Muito bom dia. Que alegria, Ricardo Prado, em estarmos juntos mais uma vez e falando assim de um tema tão relevante. Eh, seja muito bem-vinda, BSSP Consulte, cada um de vocês que está nos seguindo.

E o tema de hoje é muito estigante, porque nós vamos falar eh de governança corporativa, como é que você pode mitigar os riscos ou e ou melhor, como é que você pode melhorar o seu gerenciamento de riscos em um cenário de reforma. E ninguém melhor do que Ricardo Prado eh para tratar deste tema. Porque quando a gente fala em governança, eu tô falando de transparência, de conformidade e em sustentabilidade para as organizações. E a governança tributária nada mais é do que as práticas que são essenciais para que tanto as informações financeiras quanto fiscais fluam. E num cenário de reforma tributária, a implementação de políticas que promovam ética e responsabilidade fica cada vez mais necessário.

Então, seja muito bem-vindo, Ricardo Prado. Ele que é um expert em reforma tributária, mas também em eh governança corporativa com esse foco na gestão dos riscos contábeis. eh o e fiscais, o Ricardo Prado, ele tem trabalhado dioturnamente com objetivo de assegurar a qualidade das informações tributárias das organizações. E na BSSP Consulting, ele é um dos nossos eh consultores sniores em matéria de governança tributária. Ricardo, por gentileza, dê o seu bom dia, se apresente aqui para os nossos seguidores da BSSP Consulting.

Bacana, bacana. Bom dia a todos e a todas. Sejam muito bem-vindos nessa live da BSSP Consulting. Inicialmente agradeço a própria BSSP Consulting Leda Amaral pelo convite de estar aqui nessa live tratando desse tema eh de extrema importância e relevância, reforma tributária, gestão corporativa, né, eh e gestão de riscos fiscais, né? Eh, por quê? porque é o que vai estar na pauta de todo e qualquer empresário e de toda e qualquer empresa, porque ninguém escapa dessa reforma tributária, uma vez que vai ser uma reforma tributária sobre o consumo. Tudo que as pessoas consomem terá esses impactos tributários. Então, será um prazer estar com vocês aqui eh tratando desse tema, né, de governança corporativa e gestão dos riscos fiscais.

E por falar em gestão de riscos fiscais, eu sei que você fez uma pequena apresentação, mas eh sempre que a gente conversa, você fala do manicômio tributário, da complexidade do nosso sistema tributário, porque afinal o Brasil ele tem um dos sistemas mais complexos do mundo e a reforma tributária em relação aos tributos indiretos vem exatamente para simplificar, porque hoje nós temos temos uma dificuldade de cumprimento das obrigações acessórias. Isso aumenta o risco de erros. As mudanças frequentes que nós tínhamos na legislação dos indiretos com essa constante atualização de leis tributárias exigia que as empresas demandassem muito tempo. E nesse cenário de reforma tributária, Ricardo, o que que muda em termos de governança? Quais são esses principais desafios que a gente vai ter que conviver a partir de agora?

Bacana. Bacana. Muito bom tema, né, de início aqui de pergunta, porque eh na atualidade que a gente vive, nada se faz sem sistemas, né? Tanto as empresas quanto eh as pessoas físicas, elas precisam de sistemas para controlar, para registrar, para apurar. tudo o que é necessário fazer de apuração. Então, quando a gente fala de uma mudança tão grande como essa da reforma tributária sobre consumo, a gente tem que pensar e lembrar que é necessário fazer alterações sistêmicas. Eu sempre vejo, professora Lieda, e a todos que nos ouvem aqui, né, como é complexo dentro das organizações fazer uma implantação de um novo sistema, por exemplo. Por muitas e muitas vezes, as pessoas sempre menosprezaram cadastros e um dos segredos eh de toda a boa implementação do sistema é cadastros. Imaginem vocês, né, uma empresa grande, tem empresas que t milhares de fornecedores e milhares de clientes, né? E deixar um sistema desatualizado significa dizer que terá problemas de governança, né? Tanto governança interna quanto riscos fiscais eminentes.

Então, a gente vai passar por um período de transição. Isso que é importante a gente verificar. com essa reforma tributária, porque teremos 7 anos, né, eh, de um período de transição. E tem muita gente que ainda não começou, né? Ainda dá tempo, mas é essencial começar agora em 2025. Vou até dar uma colher de chá, tá bom? Faz o seguinte, para quem ainda não começou nada pensando em governança e alterações, já faz um planejamento agora. para começar no início do segundo semestre de 2025, começar vendo o quê? Os impactos nos preços, porque vai mudar ou vai alterar a precificação de todos os produtos, mercadorias e serviços. Aproveita para fazer um saneamento cadastral dos produtos, das NCMs, da descrição dos itens, dos materiais e dos clientes e fornecedores. Sabe por quê? Junto com a reforma tributária, a Receita Federal vai iniciar a partir de junho de 2026 o CNPJ alfa numérico. Então, imagina vocês a quantidade de mudanças de documentos fiscais, porque a gente vai ter ora clientes e fornecedores com CNPJ apenas numérico, como ele é hoje. que hora a gente vai ter o CNPJ alfaérico e se não fizer boas alterações sistêmicas, isso não vai resultar em um bom eh final, né? Então, faça as coisas antecipadamente. Planeja as coisas antecipadamente.

E quando você tá falando, você tocou num tema assim crucial, porque eu não consigo imaginar uma gestão fiscal sem o saneamento dos cadastros, porque isso garante a precisão das informações. Você vai evitar erros. Quando eu tenho dados atualizados, corretos, é muito mais fácil eu cumprir as obrigações tributárias. Então, se a gente pensasse em termos de benefício desse saneamento, eu poderia elencar alguns, como, por exemplo, você vai evitar erro na emissão de notas fiscais, no cálculo dos antigos e novos tributos, porque a gente vai ter esse período de convivência. Eh, essas esse acesso às informações mais precisas e atualizadas ajuda inclusive a análise de cenários. O Ricardo falou aqui de precificação. Como é que eu vou precificar tendo por base eh um cadastro que não seja totalmente confiável? Porque eu elimino retrabalho, tudo bem? Eu simplifico processos, mas o principal é garantir a conformidade com a legislação, porque quando você tá saneando o cadastro, você identifica os dados, você faz a validação, você checa as informações com fontes oficiais, eh padroniza, monitora base de dados. Então, gente, o momento é agora. Quem não começou está atrasado e eu diria que não precisa nem esperar julho. Junho está entrando e você já tem que entrar com cadastros saneados e as suas práticas de precificação sendo repensadas.

E Ricardo, falando ainda nesse ponto importante de governança, o que que muda final na gestão dos riscos fiscais a partir da reforma tributária?

Veja que hoje, né, a a professora Veda até já comentou e eu gosto de falar muito realmente do manicóio tributário, né? Eh, veja que para especialistas como eu, por exemplo, né, e muitos outros especialistas, eu já tô quase 30 anos, né, sou jovem há mais tempo, quase 30 anos, eh trabalhando em grandes multinacionais, em grandes empresas na gestão tributária como um todo. Então, a gente tem um pouquinho de experiência, né? Eh, é um manicomio tributário quando a gente fala de ICMS, ICMST, né? Eh, e quando a gente fala de entes governamentais num primeiro momento, veja que atualmente em termos de governança, todo e qualquer contribuinte ele deve eh ele está sujeito, na qualidade de contribuinte, ele está sujeito a prestar esclarecimentos e está sujeito a fiscalizações de três entes de governo diferente: federal, estadual e municipal, né? Só que eh estadual são apenas 27, né? Eh, então imagina as empresas que têm relacionamento, que vende eh para diversos estados, né? Tem aí a figura da substituição tributária, do dif, né? Isso tudo que traz o manicômio tributário muito grande. Quanto mais complexo, quanto mais difícil, exige um nível de governança muito maior, controles internos, realização de auditorias periódicas, né? Eh, tanto uma auditoria externa como uma auditoria interna. é muito melhor identificar erros eh antes do fisco, porque quando a gente identifica antes do fisco, a gente tem a oportunidade de arrumar a casa. Agora imagine quando o fisco identifica erros, estaremos sujeitos aí a multas e penalidades e aí dói no bolso. Então é muito melhor ter uma prática de governança eh para que faça as coisas corretas do que deixar o físico pegar.

Mas veja só, se a complexidade já existe hoje, imagine iniciando 2026 que a gente vai continuar com os cinco principais tributos sobre consumo, IPI e CMS, convivendo com o novo e o velho ISS e o novo e o velho sistema convivendo ao mesmo tempo. Numa única nota fiscal a gente vai ter seis, sete tributos numa única nota fiscal. Imaginem a complexidade, ela vai aumentar a complexidade durante o período de transição para chegar em 203 e aí sim dar uma facilitada. Então é necessário aumentar ainda mais o nível de governança corporativo dentro das organizações.

Ricardo, alguém passou aqui uma mensagem no WhatsApp dizendo assim: "Mas o que que é essa?" deu um exemplo de saneamento de cadastro. Eu digo o seguinte: "Olha, empresa e fornecedor muda de endereço, muda de telefone, eh, sua base de clientes e fornecedores, como como é que está essa base de dados?" Aí eu queria que vocês colocassem aí na no chat aí no YouTube, no LinkedIn, sua empresa já realizou o saneamento de cadastro tributário? Coloca aí, sim ou não? Sua empresa já realizou? Porque observe, essa atividade de saneamento de cadastro, acreditem, ela elimina muitos riscos fiscais. Porque como é que a gente faz um saneamento de cadastro? Eu vou dar o exemplo de como a gente na consulta em trabalha. Primeiro a gente acessa setores produtivos da empresa, localiza os materiais que estão no cadastro de entradas, analisa cada material. com questionário específico. Depois a nossa equipe tributária, ela recebe os laudos com as análises feitas por essa equipe que fez a coleta dos dados, que a gente chama de engenheiro de dados, e com breve relato sobre utilização de cada material naquele processo produtivo, eh como é que funciona a sua operação. Com base na sua operação, a gente analisa a legislação, a doutrina, a jurisprudência e faz o saneamento cadastral. Então, traz muito benefício, gente, porque quando a gente tá falando nesse saneamento, eu tô falando de ter engenharia de dados e equipe tributária trabalhando juntos. Então, eu tenho material para reposição de máquinas, eu tenho materiais que foram adquiridos para consumo, tenho materiais para revenda, quem são os fornecedores? Qual o porte desses fornecedores? Qual a o regime tributário desses fornecedores? Lieda, mas para que que você quer saber regime tributário desses fornecedores? Porque com a reforma tributária isso pode impactar no meu custo para a formação de preços. Eu comprei de uma empresa do simples ou eu comprei de uma empresa do lucro real ou presumido. Então, todo trabalho ele tem que ser feito pensando que antes eu determinava preços dos produtos com os tributos por dentro, mas a lógica mudou. Hoje a tributação, a partir da reforma tributária, é por fora, a composição do preço muda, a negociação com os meus fornecedores muda e consequentemente a forma que eu precifito, precifito também vai mudar. Antes eu tinha tributação na origem, agora no destino, isso muda na logística de operações. E vocês acham que isso não envolve tributária?

Ricardo, eu queria que você fizesse o compartilhamento de tela daquela sua, daqueles slides que você montou, que eu acho que ficou muito legal, sabe? Ficou muito bacana.

Vamos compartilhar sim. A gente vai. Oerson Vieira já disse que a empresa dele tá fazendo revisão nos cadastros e produtos. Perfeito. E o momento é agora. Quem não começou ainda fazer, tem que fazer para ontem. Perfeito. É isso mesmo, porque tá atrasado. Quem não fez está atrasado. Ó, nós temos aqui, pessoal, alguns slides. Eh, poderemos depois compartilhar, não tem problema, tá bom? E falando aí sobre essa questão de governança corporativa e riscos fiscais e o que muda nessa gestão de riscos fiscais, né? Eh, não deixe de seguir. Eh, professora Vieda também, assim como eu, é jovem há mais tempo, assim como eu, já tem tantos anos de experiência quanto nós, né? Então, Lieda Amaral lá no Instagram e Ricardo Prado, né? Vocês me acham como rprado.sp. No final aqui do dos slides tem de novo o nome aqui para vocês nos acharem e nos seguirem, né?

Então essa reforma tributária, eu sempre costumo dizer, professora Vieda e todo mundo aí, que nós eh não temos uma reforma tributária completa, é uma reforma tributária sobre o consumo. Por que que isso é importante, né? Porque no Brasil a gente tem cinco atos e fatos eh do cotidiano das pessoas físicas e pessoas jurídicas que incidem tributação, né? Eh, e apenas um dos cinco atos e fatos é que a gente vai ter a mudança tributária. Então, veja só comigo rapidamente. A gente tem tributo sobre o patrimônio. Eu, você, qualquer empresa que tenha patrimônio está sujeito a ter alguns tributos como IPTU, IPVA, ITCMD, ITBI, né, ITR. são alguns tributos que incidem sobre questões patrimoniais. Eh, essa reforma tributária, uma ou outra mudancinha que vai ter eh nos tributos patrimoniais, mais em relação ao IPVA, porque os deputados e senadores pensaram assim, ó, vamos fazer uma justiça fiscal. Por que que o IPVA tem que incidir apenas sobre carros, motos e caminhões? sobre helicóptero, não incide, sobre embarcações, não incide. Sobre aviões, aeronaves, não tem incidência do IPVA. Então, trouxeram alguns artigos ali para que seja possível eh tributar também o IPVA eh sobre esses itens, né, aeronaves, embarcações, eh lanchas, né? Eh, então, pouca pouquinhas mudanças pontuais. O ITCMD alíquota vai ser tudo de 8%, vai mudar, mas em tese a reforma tributária não está mudando os tributos sobre o patrimônio. Nós temos a tributação sobre a renda. Essa reforma tributária também não está mudando. A tributação sobre a renda. Temos a tributação sobre operações financeiras, que também não vai mudar nada. e temos a tributação sobre operações de folha de pagamento, né? As empresas quando contratam seus funcionários, tem ali toda uma tributação além do da retenção do imposto de renda, tem uma tributação previdenciária, né? E nada se muda com a reforma tributária nesses atos e fatos do cotidiano eh das pessoas físicas e jurídicas. A única questão então que está sendo mudada e que é muito impactante é o consumo, né? E aí o consumo a gente tem os cinco principais tributos IPI, ICMS, PISCOFINS e ISS, que está no preço de tudo que é produto, mercadoria e serviço. E como a gente já disse aqui, vai alterar e vai mudar, né?

O nosso propósito aqui na BSSP Consulting e com essa live aqui é justamente trazer essa visão de que sim, a gente está passando, pessoal, por profundas mudanças no nosso sistema fiscal brasileiro. Nas últimas três décadas, eu diria, né? É a principal mudança que a gente vai ter na área tributária. E essa mudança é tão grande que ela não pode ser feita de uma hora para outra. É por isso que haverá um período de transição de 7 anos, né, para que os impactos dessa reforma tributária não seja eh tão grande e de uma hora para outra. Nesse momento é extremamente importante, então, as organizações e os profissionais buscarem as melhores práticas de governança, né? Eh, por isso que aí pensando nisso a BSSP Consulting e a Lieda eh me convidou também ali participando da da BSP Consuling. Como nós somos especialistas sobre o tema, trouxemos aqui essa esses breves slides, né, eh, para tratar dessa questão de gestão corporativa e gestão dos riscos fiscais, né? não só a gestão corporativa, mas a verdade a governança corporativa, né, que é muito maior do que a gestão e sim a gestão de riscos fiscais.

Importante dizer, né, que com essa reforma tributária começou com um texto lá em 2019 que era a PEC 45, proposta de emenda constitucional 45. Então, teve-se tempo de discussões, os deputados e senadores puderam desde 2019 eh se debruçar sobre o tema, fazer discussões, fazer audiências públicas. Foram feitas várias audiências públicas para discutir esses cinco tributos com a criação dos três novos tributos, que a gente já vai falar um pouquinho, né? Então, é importante a gente saber que a reforma tributária, ela já existe, já temos a principal legislação que está dentro da Constituição Federal, que é a emenda constitucional 132 de 2023, né, desde dezembro de 2023 já está no nosso ordenamento jurídico brasileiro, a reforma tributária, os novos tributos que foram foram criados com essa reforma tributária, eles são o IBS, que é o imposto sobre bens e serviços. A gente tem a CBS, contribuição sobre bens e serviços, o imposto seletivo. que está previsto, pessoal, ser criado uma nova contribuição para que se alguns estados perderem a arrecadação, vai poder utilizar esse fundo estadual para que seja possível eh repor, né, eventuais perdas de arrecadação. Essa contribuição ainda vai ser regulamentada, tá bom? Mas já na reforma tributária existe a base dessa eh da dessa cobrança que pode vir a ser efetuada. Então, não são apenas três tributos, tem uma nova contribuição estados aí que ainda vai existir, como a gente disse, né?

É um período de transição um pouco longo, de 7 anos. Então, inicia em janeiro de 2026, que já está aí, já está chegando essa transição e termina em dezembro de 2032. A questão é que a cada ano a gente vai tendo diversas mudanças. Imagine o nível de governança disso tudo, não é? Adaptações de sistemas, adequações de preços, aguarda de informações e documentos fiscais. todo ano mudando, né, o ICMS a partir de 2029 até 2032, a cada ano ele vai reduzindo em 10%, não é? Até quando chegar em dezembro de 203, dezembro de 2032, o ICMS será extinto, vai deixar de existir e no lugar do ICMS vai entrar o IBS na sua totalidade, né? substituindo tanto o ICMS quanto o ISS. Imagina essas mudanças. E já em 2027, o governo federal tem a intenção de acabar com o PSIC fins e aí já entrar na na sua totalidade a contribuição sobre bens e serviços, a CBS que vai substituir eh o OPIS e COFINS. Então, muitas mudanças. a gente falou de legislação, né? Será um período de uma atividade legislativa muito grande paraa adequação de todas essas mudanças. Imagine em 2026, por exemplo, que a gente vai continuar com todos os tributos que existem atualmente, sendo calculados por dentro e já inicia o IBSCBS sendo calculado por fora. Olha a complexidade, né, que a gente vai ter sobre as mesmas operações. Ainda que em 2026 a alíquota de BSCBS vai ser bem baixa, né? apenas de 1%, somando o IBS, CBS, mas a gente vai ter 0,1% de IBS e 0,9% de CBS. Então, alguns tributos continuando sendo por dentro e esses novos tributos sendo por fora, né? E parte dos tributos sendo pagos na origem, que são os tributos atuais. E aí o IBS já passando a ser recolhido para o destino. Então a complexidade ela começa a aumentar cada vez mais. É uma transição, é uma mudança de sistema de tributação sobre o consumo, né? E a ideia é que se tenha uma alíquota padrão geral para todos os produtos, mercadorias e serviços para de certa forma acabar com aquele manicômio tributário de ter que ficar cuidando item a item, nm a nm para encontrar qual a alíquota correspondente, né? Eh, então, mudanças grandes para que um dos objetivos da reforma tributária é facilitar, é desburocratizar ou trazer uma maior clareza sobre a reforma tributária. Quando os tributos eles são calculados por fora, eh, a carga tributária fica mais clara, fica mais evidente. Eu sei dizer qual que é o valor da do produto da mercadoria mais o serviço, né, ou mais o tributo sobre consumo. Não o serviço, né, mas sim o tributo sobre o consumo. Fica igual os países europeus, fica igual os Estados Unidos, né, que a gente vê lá o preço mais o tributo. No Brasil não é assim. O Brasil a gente não, quem é consumidor final, eh, tudo é tão caro, né? E a gente não sabe exatamente do preço que a gente está comprando, o quanto é o produto, a mercadoria ou o serviço e o quanto são os tributos ali no preço. Em média, pessoal, em média, 50% de tudo que a gente compra, 50% do preço são os tributos indiretos em média. Só que a gente tem produtos com maior tributação e com menor tributação. Então, a gente tem uma carga tributária muito alta, né? Eh, e aí com a reforma tributária a gente precisa eh verificar, sendo por fora, vai ficar mais claro essa carga tributária. É esse um dos grandes objetivos da reforma tributária.

Agora, uma coisa que me preocupa muito, eu disse que a gente tem 27 unidades da federação e 5.570 570 municípios e muitos deles ao longo dos anos vieram concedendo incentivos fiscais. Por conta disso, em muitos estados e muitos municípios, ocorreu uma atração de investimentos, né? Vários investimentos vieram para essas locais, né, essas regiões, justamente por conta dos incentivos fiscais. Agora imagine vocês, né? O Pysic também tem uma porção de incentivos fiscais sobre o PSIC fins. O Psicofins deixa de existir, aí o ICMS deixa de existir e o ISS também. Todos os benefícios incentivos fiscais que existem sobre esses tributos vão deixar de existir. Então, muitas empresas que atualmente possuem incentivos fiscais não terão mais. Eh, claro que no texto da lei da reforma tributária existe sim uma previsão, né, de redução a zero para, por exemplo, itens da cesta básica, eh vários medicamentos, mas a quantidade de benefícios, incentivos fiscais que existem hoje não existirá eh nesse futuro próximo. E aí complica, não complica? Quando tem incentivo fiscal, a gente está dizendo que aumenta a margem da das empresas. Tem empresas que se tirar o incentivo fiscal fica com margem negativa, ou seja, a empresa vai ter prejuízo. Então, uma preocupação que eu tenho é que com o fim dos incentivos fiscais e a tributação toda no destino, haverá sim estados e municípios que poderão e perderão a arrecadação. Isso pode acontecer porque a tributação estará concentrada nos grandes centros consumidores, onde tem o maior número de empresas e onde tem o maior número de pessoas, não é? E quando a gente fala de maior número de empresas, de pessoas, obviamente a cidade de São Paulo e o estado todo de São Paulo é de longe o estado que concentra o maior número de empresas. Então, sabe o que que já está acontecendo? Já tem alguns centros de distribuição de alguns estados, eh, que tem incentivos fiscais ainda, né? Mas já tem empresas pensando em reposicionar esses centros de distribuição, perdendo os incentivos, não vai mais fazer sentido ter o centro de distribuição. Ou até mesmo algumas indústrias que vão perder os incentivos e vão começar a se mudar. Com base nisso, tem algumas cidades do interior de São Paulo que já estão até mesmo recebendo novas empresas eh já para garantir o espaço geográfico ali daqueles municípios por conta dos incentivos fiscais que vão deixar de existir. Por isso que por mais que o ICMS vai até 2032, não é, e até lá os incentivos continua existindo, mas a cada ano que o ICMS vai sendo reduzido, o incentivo fiscal também vai sendo reduzido. Então é necessário, é necessário verificar agora os impactos que essa reforma tributária vai trazer. E a BSSP Consulting faz esse trabalho junto às empresas de mapear e identificar todos esses impactos, não é? Caso a empresa não se sinta confortável em fazer. Isso é uma grande questão de governança corporativa, saber exatamente o quanto impactará no resultado das empresas todas essas mudanças.

A grande questão é que a gente tem então um cenário atual e a gente vai ter um novo cenário, um novo sistema, né? Hoje a gente já tem uma complexidade normativa muito grande em relação a todos esses cinco tributos sobre o consumo que a gente já disse aqui, né? E tem 27 estados legislando sobre ICMS. ISS, só municípios, não é? O PIS e CofinS e o IPI são federal, né? São federais, tributos federais, mas o governo federal também altera com grande frequência. Então, tudo isso levou a um cenário, né, eh, de guerra fiscal, de fazer planejamentos regionais, né, de ter essa competência tributária descentralizada. Cada município tem as suas inscrições municipais, cada estado tem as suas inscrições estaduais e assim sucessivamente. Esse é o sistema atual, que é o que a gente chama de manicômio tributário. Durante o período de transição, como a gente já disse para vocês, a complexidade vai aumentar ainda mais, por continua, por alguns anos existindo esse sistema tributário sobre o consumo atual e mais o novo chegando o IBS, eh, a CBS e depois até mesmo o imposto seletivo, né? Então vai ter que conviver com dois sistemas de tributação sobre o consumo de forma simultânea.

Nesse momento, quando eu costumo dar aulas sobre reforma tributária, eu vejo alguns alunos escrevendo assim: "Eu vou ter que tomar Rivotrio ou eu vou mudar de área, vou vender coco na praia, que a complexidade é menor." Mas o importante, pessoal, é que quando tem complexidade, a gente tem oportunidades. Então, teremos muitas oportunidades com essa reforma tributária também. Mas para aproveitar as oportunidades é necessário se atualizar, antecipar aos efeitos das mudanças, adotando governança corporativa e a melhor gestão dos riscos fiscais.

Eu já disse para vocês aqui no início dessa live que a partir de junho de 2026 vai passar a ter eh, o CNPJ alfa numérico. Tem sistemas hoje em dia que não estão preparados para essa mudança porque o sistema foi travado para que o CNPJ seja só numérico, né? Parece simples, mas em muitos sistemas isso é uma alteração que não é simples. Permitir que o sistema ele consiga enxergar e analisar um CNPJ numérico para as empresas que já existem. O CNPJ não vai mudar, ele vai continuar sendo numérico. O que vai mudar é que as novas empresas que forem abertas a partir de junho de 2026 passarão a ter o CNPJ números e letras, que é o que a gente chama de alfa numérico, não é? E mais do que isso, a gente costuma brincar muito, né, que a Receita Federal é o leão, né, o fisco. A gente representa ela como um leão. Imaginem agora a gente ter que lidar com dois leões, né? Por que dois leões? Está sendo criado um novo órgão, né, de governo subnacional, que é o comitê gestor do IBS. é esse órgão que vai fazer todo o controle, arrecadação do IBS, distribuição do IBS, né? Então a gente vai ter tanto a fiscalização da Receita Federal quanto a fiscalização do comitê gestor do IBS. É importante acompanhar e estudar porque não está nem regulamentado ainda o comitê gestor do IBS. Tomem nota, tá bom? Existe um projeto de lei parlamentar, PLP número 108 de 2024, que está no Congresso Nacional para ser votado e aprovado, onde vai sair toda a regulamentação desse comitê gestor do IBS. E esse PLP 108 tem que ser votado e aprovado esse ano para já em janeiro de 2026 ele estar ali em funcionamento, ainda que em funcionamento numa fase inicial, né? E depois ele vai se estruturando melhor, mas vai ter esse funcionamento. Só para vocês terem uma ideia, a Receita Federal já está em conjunto com a CERPro desenvolvendo o sistema que vai controlar a CBS, que é o substituto do PISCOFINS. E depois mais para frente, quando o comitê gestor do IBS ser criado, né, ele vai estar lado a lado da Receita Federal, né, com um sistema próprio, específico, mas muito espelhado para poder caminhar juntos. Então, teremos dois leões, né, para administrar dentro dessa governança corporativa e dessa gestão dos riscos fiscais. Então, um período de 7 anos bem desgastante e bem trabalhoso, né? E aí depois, a partir de 203 eh já vai estar tudo unificado ali, né? eh vai deixar de existir o o ICMS, vai deixar de existir o ISS, não vai ter mais o Physical Fins desde 202, que é o que está sendo prometido. E aí teremos apenas a CBS e o IBS, né? Eh, em alguns casos o imposto seletivo também, né? Então, muitas mudanças ali a partir de 2033. Eh, e aí a alíquota cheia, né? Porque uma preocupação que existe ainda hoje em dia, pessoal, é que a gente não tem as alíquotas do IBS e da CBS. Ainda vai ser definida qual que será essa alíquota padrão. Começou-se falando em 26,5%, né, somando IBS, CBS juntos. Já estamos aí por volta de 28, quase 29% que vai ser anunciado um pouquinho mais para frente, né? Para 2026 não necessariamente ainda precisa ter essa alíquota, porque essa alíquota em 2026 vai ser de 1% apenas IBS, CBS juntos, né? Então o governo ainda está esperando e verificando mais para frente essa definição de alíquotas.

Portanto, né, a gente falar de governança e de riscos fiscais, isso traz uma nova exigência de governança tributária, maiores controles. A gente falou dos saneamentos cadastrais, né, e alguém até perguntou, mas dê um exemplo de saneamento cadastral. A gente tem muitos cadastros na área fiscal e tributária. CST, que é o Código de Situação Tributária, CFOP, que é o Código Fiscal de Operações, NCM, que é o código numérico de cada item, de cada produto. A descrição do produto na nota fiscal ou da mercadoria é extremamente importante. Vou dar um exemplo rápido que eu tive na minha vida, um dos vários exemplos, tá bom? Eu já fui diretor tributário de uma grande empresa de embalagens industriais, por exemplo, e a gente que fazia os copos do McDonald's. Na Copa do Mundo de 2014, foi feito um copo promocional eh da Copa do Mundo, né? E o o a descrição do produto ele era mais ou menos assim, ó. Era um termo inglês que a empresa colocou na descrição do produto. Então imagine o copo de 500 ml, né? A descrição do produto estava assim, ó, CP, né? já abreviado, copo abreviado, CP 500 ml MC de McDonald's e escrito World Cup, né, que é Copa do Mundo inglês. Então, imagina, descrição do produto CP500 ML MC World Cup. E aí, eh, eh, esse caminhão saiu do Paraná, da indústria no Paraná, e estava indo lá pro Nordeste. Quando estava passando dentro de Sergipe, o caminhão foi parado no posto eh de fronteira, posto fiscal de fronteira entre os estados e pararam o caminhão. E quando pediram a nota fiscal, o auditor viu escrito lá na descrição do produto eh CP 500 ml. eh, MC World Cup. Aí ele falou assim: "Isso aqui está errado, é um documento fiscal inidôneo, porque não se pode transitar produtos e mercadorias dentro do Brasil com um idioma que não seja o português, né?" E aí ele parou o caminhão e queria [Música] autuar, né? E aí, ocasionalmente eu estava passando dentro do do meu departamento e eu vi a minha equipe toda desesperada conversando com a fiscalização. Eu falei: "Me deixe falar com o auditor fiscal aí de Sergipe, né?" Eh, e aí o auditor assim falando para mim: "Mas, rapaz, vou te dizer uma coisa, vocês mandam uma nota fiscal com negócio escrito Earth Cup." Ele estava vendo lá Earth Cup, né? Eh, eu nem sei o que que é isso. Não sei o que está escrito aqui. Isso aqui é um documento fiscal inidôneo. E aí eu conhecendo o sistema e conhecendo o cadastro, eu falei assim: "Mas senhor, faz o seguinte, dá uma olhada nos dados adicionais da nota, porque nós tínhamos permitido o cadastramento da descrição do produto abreviado em inglês, mas nos dados adicionais da nota estava escrito copo descartável 500 ml promocional Copa do Mundo." E aí ele teve que liberar porque estava nos dados adicionais da nota. Mas veja a importância de de tomar cuidado pro documento fiscal não ser considerado um documento fiscal inidôneo, não é? E aí vai ter multa, vai ter autuação. Tudo isso entra dentro da matriz de riscos, entra dentro da governança corporativa. Essa esse nível de governança, a régua está subindo, ele precisa ser maior e precisa ser começado a a ser feito isso agora dentro das empresas, né?

Então, como pontos de atenção, a gente traz um compliance tributário mais estratégico. precisa não apenas cuidar dos dados, dos cadastros, dos controles, das precificações, mas da estratégia da empresa, né, eh, para achar a maior rentabilidade, o menor custo, a menor carga tributária dentro da legislação. Quando a gente tem eh dois regimes de tributação ao mesmo tempo, né, a quantidade de operações que vão ter uma complexidade maior de saber como que se trata os velhos tributos e como se trata os novos tributos e a cada ano de transição isso sendo alterado e mudado. É muito complicado, né? Eu sempre digo que essa questão de mudança para paraa reforma tributária não é uma coisa só da área fiscal ou só da área contábil. É super e extremamente importante que tenha uma integração entre todas as áreas, né? Aqui a gente trouxe só algumas que está contábil, fiscal, jurídico e TI, né? tecnologia de informação é extremamente importante nesse processo todo, mas eu acrescentaria aqui a área de compras, suprimentos e também a área comercial. Professora Vieda até disse aqui que a gente vai ter que saber que os fornecedores, qual o sistema de tributação dos fornecedores, eh, seja ele fornecedor do que for, produtos, mercadorias e serviços para poder ter certeza eh do custo, né, se vai poder tomar crédito ou se não vai poder tomar crédito, porque as empresas do Simples Nacional vão ter que fazer uma opção fazer o IBSCBS por dentro ou por fora. E se for por fora, vai poder transferir crédito para as empresas, mas se for por dentro não vai poder transferir crédito. Então temos muitas coisas a serem verificadas, né? É importante também ter toda uma rastreabilidade, porque quando precisar fazer auditorias, checagens, verificações, apresentar documentos, né, eh, para poder tomar o crédito principalmente, e uma apuração híbrida, uma apuração ainda durante transição de hora o tributo é cumulativo, hora ele é não cumulativo, não é? Imaginem a confusão que tudo isso pode resultar. Então, fazer uma boa gestão fiscal, ele passa por fazer todo um mapeamento como se fosse uma fotografia mesmo da empresa com todas as operações que a empresa tem atualmente e já conseguir simular antes mesmo de chegar as mudanças da reforma tributária do que vai resultar essas mudanças, não é? e se preparar para todas essas mudanças normativas e novas obrigações acessórias tributárias que virão por aí. Porque como a gente já disse, né, teremos dois leões para cuidar, o comitê gestor do IBS e a Receita Federal em relação a esses tributos, né? É importante também dentro das empresas e organizações fazer toda uma documentação sobre tudo isso, sobre esse mapeamento das operações, identificação de riscos, oportunidades que também podem ser identificadas. Então criar como uma documentação técnica mesmo, não é? citando a legislação, citando os riscos, citando as oportunidades e as decisões que foram tomadas, né, as posições tributárias que foram adotadas.

Quando a gente entrega, então, né, ou a gente encontra essas oportunidades, quais são as ações práticas que a gente pode fazer? O que a gente recomenda fortemente que a sua empresa faça agora na nesse momento, né, reavaliar o modelo de negócios e a cadeia de valor. Tem negócios, imaginem, né, professora Vieda, quando a gente tem hoje em dia a locação, vou dar um exemplo só aqui, tá bom? Locação hoje em dia nunca teve ISS, né? Mas vai ter IBS. Então, quer queira, quer não queira, nós teremos uma nova tributação sobre a locação. Muda-se toda a nossa cadeia de valor e o e tudo que eu vou poder tomar crédito também, né? O crédito do IBS e da CBS vai ser um crédito amplo, não vai ter mais restrições para tomar crédito. Tudo que for comprado para a empresa e contratado de serviço na empresa vai poder tomar crédito desde que tenha nota fiscal e desde que na nota fiscal esteja destacado o IBSCBS, porque eles virão destacado na nota fiscal. Então é necessário criar algumas matrizes de riscos, né, específicas para transição, porque cada ano vai tendo as mudanças que a gente disse aqui, né, e também, né, e importante ajustar os sistemas para para esses múltiplos CNPJs que vão coexistir e todos os regimes tributários eh das empresas.

É comum dentro das grandes empresas e dentro das grandes eh corporações criar comitês, comitês internos de governança tributária. Isso não é apenas para as grandes empresas, pessoal. A gente recomenda fortemente que até mesmo para as pequenas e médias empresas seja criado comitês de governança, né? Ainda que não seja só por pessoal interno, mas muitas vezes tem ali o próprio escritório de contabilidade, o contador, não é? os analistas fiscais que já prestam serviço para a empresa, paga um pouquinho mais, pessoal, faz um esforço, paga um pouquinho mais para o escritório ali de contabilidade, eh, para ele ter algumas horas e participar desse comitê interno de governança tributária dentro da empresa, antevendo cenários, recomendando pros empresários tomadas de decisões, tirando e eliminando os riscos e aproveitando as oportunidades, né? Eh, é importantíssimo treinar as equipes internas e aí de todas aquelas áreas que eu disse, né? A área de suprimentos, que é a mesma coisa de compras, a área contábil, área fiscal, área comercial, né? A área de engenharia para algumas empresas. Então, dar possibilitar esse treinamento interno dentro das empresas para que todos estejam na mesma página, na mesma visão, vai fazer toda a diferença, porque afinal de contas a transição vai ser longa, ela vai ser técnica e vai ter a fiscalização em dobro, que é o que eu digo de os dois leões, né? E então a preparação deve começar agora, porque senão vocês estão eh atrasados.

Eu eu essa apresentação a gente vai poder mudar aqui, mas a gente trouxe só para acrescentar aqui, ó, os 10 principais riscos fiscais atuais. Só para vocês terem uma ideia, né? Então o quando a gente fala de sistemas, né, a gente está dizendo que dentro dos sistemas temos que ter parâmetros fiscais, né? Sistemas esses que a gente chama de ERP, correto? Então eu enxergo e eu já atuei em várias empresas até mesmo como auditor, né, mais no início da da minha carreira, eh, numa das Big Ford auditoria. É muito comum ter erros de parâmetros fiscais nos sistemas. Por isso a questão do saneamento cadastral. O saneamento não é apenas de dados, mas ele é de parâmetros com as regras fiscais que vai existir, né? Se a gente vai ter clientes e fornecedores ha com CNPJ numérico e ha com CNPJ alfa numérico, não é fazer o saneamento cadastral one time, uma vez e acabou. Periodicamente é necessário ter uma política de ajustes de cadastro de clientes e fornecedores. Os erros de classificação fiscal de produtos e mercadorias em algumas empresas resultam em autuações milionárias, não é? Eh, o NCM, classificar ele corretamente, é adotar uma política de governança e de tirar o risco fiscal, né? E se errar no cálculo do tributo, então, ih, já aí é complicado, hein? Fazer o cálculo dos tributos errados e o fisco pegar, obviamente vai ter uma autuação com multa e juros, né? e muitas vezes uma multa de 75% se o fisco entender que que houve uma intenção de fraude, né, e tomar muito cuidado, obviamente, no erro do preenchimento das obrigações tributárias acessórias, né? As notas fiscais, por exemplo, né? Imagine deixar de escriturar algumas notas fiscais. Como as notas fiscais são eletrônicas, as malhas fiscais já conseguem cruzar esses dados e informações e pegar essas questões, né? Muitas empresas quebram e e a rentabilidade ela não é a rentabilidade esperada justamente por errar na precificação. Veja o quanto é importante essa questão de precificar corretamente, entendendo quais são os custos reais da empresa, quais os tributos que incidem, né, sobre essa operação e a margem esperada, né, o que a gente chama aí de mark. qual que é a margem que se espera obter com a venda desses produtos, mercadorias e serviços. Então, é comum, pessoal, a gente encontrar erro de precificação. Muitas empresas pensam assim: "Ah, eu vou precificar igual o meu concorrente". E aí faz a mesma precificação do concorrente ou faz R$ 1 a menos do que o preço do concorrente. Mas você conhece o custo do seu concorrente? Você sabe se ele tem um custo menor ou maior do que o seu? Não conhece. Então, se você precificar de acordo com o concorrente, muitas vezes você pode estar operando com prejuízo e trazer graves consequências para a empresa, né? Por isso que adotar as melhores práticas de compliance, né, que é estar eh regular perante todas as normas.

E perante toda a legislação nessas áreas fiscal, tributária e previdenciária, faz toda a diferença. Imagine então quem não consegue acompanhar as mudanças legislativas que ocorrem todos os dias, não é? E aí não faz as mudanças necessárias, está sujeito a multas e autuações, né?

Então, aqui é o último: falta de controle nas agendas tributárias, onde a gente tem as diversas obrigações tributárias acessórias que, se não forem entregues dentro do prazo, né, ou os tributos não forem pagos no prazo correto, vai estar sujeito a multa e juros, não é?

Durante a transição da reforma tributária, a gente recomenda o seguinte: elimine esses riscos. Quais riscos? Não, se você não fizer uma análise antecipada dos impactos do IBS, da CBS e do imposto seletivo, você está assumindo riscos desnecessários. Então, é necessário sim fazer essa análise antecipada de tudo que vai impactar em cada operação da empresa, nas compras, nas vendas, na produção, na distribuição, na comercialização. É necessário sim acompanhar toda a legislação que virá. Se você não consegue fazer internamente, encontre um parceiro que vai te deixar atualizado em relação às legislações, mas não deixem de acompanhar e de alterar todas as legislações que virão, não é?

Eh, é necessário, por exemplo, como o ICMS, o IPI, o PIS/COFINS vai acabar. É necessário já começar agora a estudar e a implementar ações que acelerem a monetização dos créditos acumulados de ICMS, IPI, PIS/COFINS. Em muitos estados é possível comprar caminhões, comprar empilhadeiras, comprar tratores com saldo credor de ICMS, por exemplo, não é? Os créditos de PIS/COFINS, eles podem ser eh utilizados para compensação de outros tributos ou até mesmo, pessoal, olha as oportunidades aí, né? Eh, encontrar empresas que tenham grandes saldos credores desses tributos e, de outro lado, encontrar empresas que têm grandes saldos devedores e fazer todo um planejamento e um estudo para possibilitar que seja feito uma incorporação de empresas. Veja vocês, né, de uma empresa que de um lado gera muitos débitos e, do outro lado, empresa que tem grandes saldos credores. E aí, uma vez fazendo essa incorporação, claro que precisa conhecer, né? Não se aventure em fazer reorganizações societárias sem ter o devido conhecimento, mas as oportunidades estão postas, né, para que não aconteça de acabar esses tributos e sobrar muitos saldos credores de PIS/COFINS.

Uma das coisas que a gente sempre fala nas aulas é saber e escolher o regime tributário correto, né, o tal do enquadramento tributário. E mais do que isso, a gente vai ter que dizer para, eu digo, a gente é os contadores, principalmente para as empresas do Simples Nacional. O que é mais indicado para ela? Fazer o IBS, CBS por dentro ou por fora do Simples, né? Se for por dentro, não vai transferir crédito para os clientes. Se for por fora, vai transferir os créditos aos clientes. Só que aí imagine, as empresas do Simples Nacional vão ter que calcular o IBS, CBS, igualzinho às empresas do presumido e do real com sistema de débito e crédito. Aumenta a complexidade eh para os escritórios de contabilidade, para os contadores, de calcular e de fechar empresas do Simples Nacional, né?

E o Lucro Presumido, então, que quando o PIS/COFINS deixar de existir e virar CBS, ele vai ser igualzinho ao Lucro Real. Vai deixar de ter eh as alíquotas de 3,65%, mas de outro lado vai poder também tomar crédito, vai entrar para o sistema de de não cumulatividade, né? O Lucro Real vai ser o o sistema menos impactado, mas ainda assim, né, é importante verificar todos os créditos que ela vai poder ter, que é óbvio que a gente vai ter uma maior fiscalização, principalmente eletrônica, né, eh, com, e aí, se tiver erros, com mais possibilidades de autuações, eh, porque alguns estados, alguns municípios vão perder arrecadação e nós teremos também o deslocamento da arrecadação para os estados de destino não sendo recolhido na origem, né?

Eh, e quando a gente fala de erro, a gente sempre costuma dizer que tem os principais tributos que incidem nas operações das empresas lá, que são oito principais: Imposto de Renda da Pessoa Jurídica, Contribuição Social sobre o Lucro Líquido, PIS, COFINS, o IPI. Só que aí virá também o IBS, a CBS e o imposto seletivo, né?

Eh, os parâmetros, a gente já disse que como vai mudar a cada ano durante o período de transição, é necessário lembrar de mudar as regras e os parâmetros a cada ano que for tendo mudança. E também atualizar os sistemas em relação a layouts das obrigações acessórias, das notas fiscais eletrônicas, né? Tomar cuidado para não deixar de pagar os tributos, né? Porque a gente vai ter pagamentos distintos do dos tributos velhos, dos tributos novos, né?

Eh, precificar corretamente, porque até para precificar vai ser difícil com alguns tributos por dentro e outros tributos por fora. Quem não souber precificar vai ter prejuízo e vai ter resultado financeiro, ó, ruim. E quem souber precificar vai garantir a lucratividade, né? E tomar cuidado para quem vai perder os incentivos fiscais, porque se vai perder os incentivos fiscais e não reduzir os custos, vai ter que aumentar preços, recomporem ou até mesmo implementar mudanças dentro da empresa, né?

Eh, além de toda a fiscalização que a gente tem hoje, né, mais a fiscalização do Comitê Gestor do IBS. Com base nisso, professora Leda, a gente pode afirmar que a reforma tributária, a gente entende que ela é necessária, né? Mas, de fato, ela traz grandes desafios operacionais imediatos, como a gente fala que o pessoal tá atrasado, quem ainda não fez nada, né? Vai sim ser um grande desafio ter esse período de transição de 2026 até 2032 e não à toa, né? A gente costuma dizer que será o mais complexo da história tributária recente.

Sabe que eu acho importante também? Porque essa reforma tributária, ela é nova para todo mundo. É nova para os profissionais mais antigos e mais experientes. E é e é nova para os profissionais mais novos, mais recém formados, né? Então, tá todo mundo no mesmo barco, estudando junto ao mesmo tempo e misturado, né? Mas que a gente vai ter uma complexidade grande, vai sair na frente quem estudar bastante e se preparar para toda essa complexidade. Por isso a gente quis fazer essa live para mostrar dessa importância, porque a gente entende que o pilar central, olha isso, hein? O pilar central de todas essas mudanças é a governança corporativa, porque ela é que vai proteger as corporações e as empresas contra autuações, né? Quem se antecipa transforma o risco em oportunidade. Não enxergue o copo meio vazio. Enxergue o copo meio cheio. E nós estamos diante de grandes oportunidades com essa reforma tributária. Falei demais, né, professora Leda? Eu quando falo, eu vou falando sem parar, né?

O microfone e eu aproveito. Eh, você nunca fala demais, sempre fala o essencial e aprendemos muito. Por isso que você é um consultor e profissional assim da e é uma autoridade na área tributária. Aí eu aproveito e trago aqui para vocês que muita gente fica pensando: "Poxa, mas como é que eu posso ajudar a minha empresa? A as minhas organizações, aos meus clientes a saírem ou transitarem por essa reforma de forma a garantir a governança, garantir a conformidade e consequente mitigar os possíveis riscos fiscais." Aí eu decidi apresentar para vocês, eu sempre faço isso, a metodologia que nós na BSSP Consulting utilizamos, porque é uma forma de pensar estrategicamente como ajudar as organizações nesse período de transição da reforma tributária. Então, eu vou aqui compartilhar com vocês. São duas telinhas apenas. Alguns possivelmente já viram em algum outro momento essa apresentação, mas como é que a gente pensa em termos de implantação da reforma tributária do ponto de vista prático e operacional nas empresas? A gente divide em duas grandes fases: uma que a gente chama de diagnóstico e a outra do assessment propriamente dito.

Aqui no diagnóstico, nosso primeiro passo é fazer um workshop de conscientização com as lideranças. Isso é importantíssimo, você saber quais são os possíveis impactos no seu dia a dia operacional, no seu dia a dia de tomada de decisão estratégica. Então, essa conscientização aqui é de todos os envolvidos, do gestor de topo ao supervisor operacional, todos envolvidos, porque muda a forma, inclusive em alguns tipos de organizações de operar. Olha só, se antes eu estava em uma determinada unidade da federação localizada a minha meu parque industrial em função de um incentivo, se esse incentivo acabar, vale a pena continuar ali? Será que o meu custo logístico de operação é é o ideal que seja ali na onde está posicionado? Talvez eu tenha que repensar a logística de quem eu compro, para quem eu vendo, quem é o meu cliente, como é que a minha operação poderá ser impactada por essa nova forma de pensar os tributos indiretos, que são os tributos sobre o consumo. Então, esse workshop de conscientização é para você ter esse arcabouço geral das possibilidades da reforma.

Em seguida, aí a gente começa com a análise dos processos e documentos, porque aqui eu vou estudar os impactos específicos dessa nova forma de tributação. Eu vou pegar as cargas de dados a partir do seu SPED, porque ali eu tenho todas as informações de quem você compra, para quem você vende, como você fez o registro contábil dessas operações para eu começar a fazer as possíveis simulações de impactos. Laboratório de de análise de cenário, a gente chama aqui especificamente o Ricardo Prado, inclusive trabalha junto comigo em muitas dessas operações junto às organizações. Então, a gente faz análise de impacto na tributação, no destino, as demais alterações tributárias, como era, como vai ser, o que que mudou em relação à minha forma de precificar, não só meramente aplicar uma nova alíquota, mas sim estudar o impacto na sua operação. Aí eu vou analisar também, se for o caso, a questão das desonerações, das exportações, a influência na logística de de operações.

Em uma terceira etapa, uma vez que eu já tenho gestores conscientes e dados coletados, eu começo a gerir efetivamente os riscos, porque eu começo aqui com a construção da minha matriz de criticidade para ver quais são os pontos de maior atenção durante esse período de transição, em que vai ser afetado o meu faturamento, vai ter redução ou aumento de preços em função da nova sistemática. A minha área foi mais ou menos beneficiada em relação à reforma tributária. Antes eu era uma empresa de serviço, eu só pagava ISS. Agora eu tenho o ISS e o o IBS, né, que compõe ISS e ICMS. Isso tem impacto. Eh, PIS e COFINS, era cumulativo, agora é cumulativo. Percebem que tem uma série de situações que eu vou ter que analisar aqui? Meus contratos, apuração dos tributos, toda a matriz de criticidade é feita a partir da análise de conformidade, que é a governança dos dados. Aí eu tenho condições de ter um relatório aqui macro dos impactos. Porque muito se fala, Ricardo, dos impactos da reforma, mas de uma forma aleatória. Eu tenho que ter dados concretos e minha empresa pode ser do mesmo segmento econômico da sua e tem impacto totalmente diferente em função da minha logística de operação, em função dos meus contratos, em função do da do meu saneamento de dados cadastrais. Então, esses relatórios eles fundamentam porque eles me dão base para eu ter um plano de assessment para fazer efetivamente uma revisão tributária.

Aí eu posso sim ir para o segundo passo, que aqui eu já estou numa imersão 360º da reforma tributária, que é a fase do assessment. Por quê? Nessa fase eu tô revisando efetivamente os sistemas tributários e financeiros. Por que financeiros? Porque tem impacto no fluxo de caixa. Hoje muitas das empresas usam o tributo como caixa, como fonte de caixa de capital de giro. Eu vendo agora e eu recolho 30 dias depois. Na era do speed payment, meu amigo, eu vou vender agora e vou recolher agora. E aí? E e aquele dinheiro do imposto ficava 30 dias comigo ali para eu fazer o que eu quisesse. E se eu não quisesse fazer nada, ainda tinha no mínimo juros eh de mercado financeiro sobre esse valor. Percebem que isso impacta fluxo de caixa? Então, eu vou adequar os sistemas, eh, verificar quais são os gaps possíveis existentes para fazer os ajustes. Eh, vou revisar a forma com a qual eu opero em termos de procedimentos e tecnologia. Quando eu falo que tecnologia, eu tô falando mais do que software, eu tô falando em método de trabalho de uma forma mais abrangente. Então, eh, a integração entre os sistemas e órgãos fiscais hoje, será que eu tô preparada? Será que o meu sistema ele está aberto a trazer novas adaptações ou será que eu vou ter que construir alguns algoritmos a partir? Então, a análise de requisitos até para eu saber que tipo de sistema ou operacional eu preciso, ela é feita nessa fase de revisão de procedimentos.

Aí eu tenho aqui o gap entre o atual e o pós-reforma. Eu já fiz o diagnóstico lá atrás, conheço a empresa profundamente no 360º. Aqui eu tô descendo no detalhe. O assessment é eu descer no detalhe na revisão de procedimentos. Aí eu vou ter condições, por exemplo, de verificar como é que eu vou fazer o controle dos créditos tributários a partir de então, que investimento tecnológico eu vou precisar fazer, que tipos de capacitações e treinamentos eu vou propor, se necessário, automações, porque eu até então o cálculo do tributo era por dentro, agora por fora. Eu não vou imaginar que o sistema parametrizado da forma que estava vai atender o novo modelo. Antes eu poderia ter regime cumulativo ou não cumulativo. Agora o princípio é da não cumulatividade. Então a forma que eu me relaciono, ela muda. Então eu vou identificar, propor automações e consequentemente eu vou conseguir eh mapear as oportunidades. E a principal oportunidade é a simplificação dos processos, porque se eu simplificar eu consigo a tão sonhada governança. Eu acho que a reforma tributária, Ricardo, trouxe uma coisa muito boa. Só a gente ter uma única base de cálculo, isso já é uma mudança assim fantástica. Então eu vou ter uma oportunidade de revisar a minha estrutura de contratos, de imagem de lucratividade, de precificação e consequentemente analisar o modelo de negócio.

E para fazer tudo isso e vocês poderem debater com a gente, eu trago para vocês um presente. E esse presente, que eu digo que é um presente a longo prazo, é a oportunidade de vocês conviverem conosco. Você que é gestor da área fiscal, que é tributarista, que é contador de uma empresa de médio de grande porte, tem acesso direto a especialistas do setor para debater de forma gratuita. É, é relação ganha-ganha de aprendizado para troca de insights, network. A gente pensou aqui na BSSP Consult que nós temos mais de 200 profissionais tributaristas e contadores envolvidos. Uma curadoria, uma curadoria com gente que é referência na educação e também em consultoria tributária. Então, para você que está assistindo essa live, basta você acessar por QR code a nossa Mastermind em Reforma Tributária. Isso aqui é um grupo onde nós todos participaremos, nós, eh, consultores, profissionais de nível sênior, todos nós, tanto da BSSP Consulta e todos aqueles que estão participando aqui, que queiram participar, porque esse processo de implantação da reforma tributária é um processo ganha-ganha e a gente ganha quando a gente compartilha conhecimento. O poder transformador do conhecimento, é isso que eu tô propondo aqui para vocês, é o presente da BSSP Consulting para quem se dispôs a assistir essa nossa live bate-papo hoje de manhã aqui com o querido Ricardo Prado, que também faz parte do grupo de consultores.

Eh, pessoal, parece que tivemos um probleminha aí, que acho que a vieda caiu, né? Mas a gente já tá no finalzinho, né? E que bacana acabar o final com presente. O finalzinho caiu, mas eu consegui dar o recado para vocês e espero que tenham aproveitado bastante. Teve uma queda de energia aqui e mas eu entrei aqui pelo celular também e agradeço aqui, querido. O no chat já está o link do Mastermind. Quem não conseguiu capturar na direto na tela, eu vou pedir aqui ao suporte para colocar novamente aqui na tela, porque teve gente que não tinha ainda capturado também. Eh, compartilha aqui com a gente, Gabriel, por favor, na nossa tela, se for possível, mas o link de tributária em época de reforma tributária, não há forma melhor de você gerir riscos fiscais do que montar a sua estrutura de governança e mantê-la atualizada. Então, para entrar no grupo da Manchestermã de Reforma Tributária e e ter um bate-papo com os nossos especialistas da BSSP Consulting, eh, trazendo atualizações, insights, vocês vão ter oportunidade de trocar ideias e experiências. Se você é tributarista e está atuando ou entrando nessa seara de reforma tributária, essa é a oportunidade presente que nós estamos dando para vocês de conviver conosco. Então, quem pode entrar? Qualquer profissional de nível sênior, coordenador, gerente, diretor, líder, eh, gente que tem atuação comprovada na área fiscal, contábil tributária, que para que efetivamente seja um espaço de troca de informações e de crescimento individual de cada um de nós. Gratidão pela participação e Ricardo, mais uma vez obrigada. E até a próxima oportunidade de nos encontrarmos, seja presencialmente ou online.

Eu que agradeço. Eh, obrigado aí à audiência de todos, né? E estamos à disposição porque muito temos a discutir, a falar e a implementar. Então, sempre às ordens e