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Olá pessoal, eu quero colocar aqui algumas explicações aqui são complementares a um capítulo novo do livro que eu tô preparando. O livro se chama Inteligência e Verdade e o capítulo se chama A Ideia Pura de Ciência. Eu quero acrescentar algumas coisinhas que são muito oportunas porque a todo momento surge na mídia e no meio universitário o apelo à autoridade da ciência.
Não fala assim, pessoas que são representantes da ciência, representantes da autoridade da ciência, aqueles que a criticam são tidos como irracionais, e racionalistas como porta-vozes do ponto de vista religioso, da festa, ser tudo isso é uma besteira. Dá um monte de chavões e já basta para demonstrar o estado de total precariedade da inteligência nacional no momento.
Em primeiro lugar, é preciso lembrar o seguinte: que as pessoas que ou praticam alguma agência ou que estudaram o assunto numa faculdade de filosofia, eu quero saber a respeito, no máximo só os preceitos do método, o método científico, o melhor ainda da técnica da pesquisa científica. E eles podem operar esses instrumentos da técnica da pesquisa, enterro do Brasil, sem ter a menor consciência do fundamento cognitivo dessas coisas. E é assim como, por exemplo, você pode, eu motorista de um caminhão, ele pode saber dirigir o caminhão, mas não quer dizer que ele conheça a física do motor a explosão. É mais ou menos a mesma coisa.
Então, eu nunca vi, nunca vi no meio universitário brasileiro quem tivesse consciência desse problema, né? Você, você está praticando a técnica de pesquisa, gente, mas qual é o fundamento do método científico? Método científico é científico? Qual é a diferença entre o conhecimento científico e qualquer outro conhecimento? Mas então, por entender o que você sabe, a seguinte: se aquilo que os cientistas praticam e aquilo que eles dizem em nome da ciência, então quando se alega a opinião dominante no meio científico, diz o consenso científico e tal, eu, pessoa que usa essa expressão, mas nem mesmo percebe que o que ela está alegando como autoridade da ciência é apenas uma questão de número de votos. O consenso é sim, mas a maioria que acha isso, eu acho aquilo, isso tem fundamento científico? Claro que não.
Ouvi Aristóteles dizer que o começo de uma investigação é o repertório das opiniões dos sábios. O começo e não o fim. Hoje, o repertório das opiniões dos sábios, supondo-se que ser não sabe, é oferecido como se fosse a conclusão de um debate. Meu Deus do céu, chegamos a este ponto. Quer dizer, é o reino da estupidez. E se você me mostra o conceito científico, muito bem, é um bom início para uma investigação, porque se você tem um conceito, então significa que esta opinião consensual não é irrazoável, ela é apenas razoável. Então é um bom começo para você tentar chegar a uma certeza maior. Exatamente Aristóteles que é sempre assim. Primeira coisa, você faz o repertório das opiniões, não das opiniões quaisquer opiniões, e por quaisquer opiniões, então opinião da plateia. E isso é o fundamento do discurso retórico. Que que é o discurso retórico? É aquele que você toma como prime a opinião dominante da plateia, do que a plateia já acredita, você não questiona, se torna aquilo como se fosse a certeza para com base desfazer, provar alguma outra coisa que você quer provar. Eu, isso é retorno.
Agora, e no mundo, gente, você conversa o repertório das opiniões das pessoas que estudaram o assunto, já é outra coisa. Então você tem um nível de credibilidade já maior, mas é apenas credibilidade. Quantas pessoas você conhece hoje em dia que tem consciência disso? De que o consenso científico não dá certeza alguma. Boa tarde. Na verdade, não dá certeza nenhuma. Ele é apenas o começo. Você tem um consenso entre o que significa que você tem um bom motivo para estudar o assunto. Se você tem, você tem um problema no meu conselho científico é um problema, então uma solução. Quantas pessoas você conhece que tem consciência disto? É bom. Então, e vamos dor no peito, o que que faz a ciência uma ciência? No quê que as ciências se diferencia de outras modalidades supostamente inferiores de conhecimento? Dito de outro modo, qual é a diferença entre o povo grego chamado de episteme, o que chamavam de doxa, e episteme? Ser a ciência e doxa, a seria a opinião. Mas qual é exatamente a diferença? Veja, qualquer praticante de qualquer ciência acredita que ele está no mundo da episteme. Mas se ele alega a sua opinião, ele alega apenas um consenso, ele está na doxa. Bom, então ele está propondo uma opinião como se fosse uma conclusão científica. Tudo muda fazendo isso. Ou mostra o que são todos desonesto. Ligar isso não é claro. Tem um bando de vigaristas, ver, mas ele, a maioria não é ligar. A maioria não sabe qual é o fundamento da ideia de ciência e usa então este emblema, esse símbolo chamado ciência como emblema da autoridade paterna. Então, que está apelando para o fator puramente retórica ou propagandístico. E isso quando se torna um hábito generalizado, e socorro, que a inteligência das pessoas e assembleia se tornando qualquer debate, vamos ver um beco sem saída, do qual nunca se tem certeza absoluta de nada, e pode continuar falando o tempo todo. Então vale a opinião do delito e feto, como vale a opinião tem larga Aristóteles. E e é nesse ponto que nós chegamos. E no dia que eu vi, né, e sistema analfabeto, nelipe feto, bem batendo com o homem que era da Supremo Tribunal Federal, e acabou, acabou. Por que supõe-se que deu uma das coisas ruins para ser pertenceram aos planos do mal para ninguém que você presidente de, mas para pertencer ao elevado saber jurídico, tranquilo, elevado saber jurídico pode alugar igual para igual com nenhum saber. O único que saber entender livro sete, né? Então o Supremo saber jurídico valeu mesmo que nenhum saber like. Chegamos nesse.
É isso. Agora, eu também me lembrei disso, porque outro dia me apareceu, eu tirei aqui uma foto mostrando o surgimento de tantos livros que eu publiquei. E dizem que o Paulo Roberto de Almeida comentou: "Chega levar em nada, porque não foi, não foi submetido ao julgamento dos pais". O julgamento dos pais é isso que eu tô falando. É um julgamento de uma cambada de pessoas, talvez saiba operar um pouco da técnica da pesquisa científica, talvez, mas não tem a menor ideia do fundamento cognitivo disto. Então é o sorteio do caminhão opinando sobre a física do motor a explosão. Exatamente isto. A minha experiência com o julgamento dos pais, a única que eu tive foi de moda me fazer desistir disso para sempre. E eu nunca submeti a minha opinião nada, o que escreveu o julgamento de classe da classe universitária. Nunca fiz isto. É porque eu conheço a classe universitária. Mais uma vez, por isso, até um aluno meu, uma apostila minha foi submetida à Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência para publicação na revista Ciência Hoje. Ou ser, não é julgamento de qualquer parte, julgamento de alguém que representava a mal a sociedade científica do Brasil, a mais importante e a mais autorizada. E vocês viram que deu? Tá lá no posfácio, apenas e do meu livro sobre agrotóxicos, né? Aquele exame feito por uma comissão de alto nível, e onde se via a total ignorância do assunto. Sei lá, não precisa, não vou repetir aqui, tá certo? Então, se eu já não tinha grande respeito por essa gente aí, o perdido excessivamente. E também é muito fácil, né? Os efeitos baseados na aparência de profissional universitário, ele postar de superior, ele pode férias. Vamos ver se o texto existe a superioridade mesmo. É porque ainda não, eu sou um profissional qualificado. Isso daí apenas uma autoridade foi legal, te dado que existe nenhum. Fábio não ter tirado o diploma, filho, não quer dizer que eu não gostei. Gostei três anos lá, o melhor curso de uma fitinha, aquela do painel do se não terminei o parte do rio e digo no dia seguinte ao i***** da teologia da libertação, aplicando o evangelho segundo Unity. Eu não quero saber. Eu já segurei, porque como o hábito, eu dormi. Eu considero Unity leitura para adolescentes. Então a opinião deles sobre o evangelho para mim não quer dizer nada. Essa é minha opinião sobre a criação de chinchila, que eu não sei se sentir o cheiro do esquilo de uma galinha, tá certo? E além disso, não é o Paulo Roberto de Almeida, posando de autoridade científica para mim. Eu quero fazer isso, porque vocês viram meu debate que ele tem ligou Vanessa e o cara ignorante, metido, só tem pose e cargo, tá certo? Então, o sorvete que em pleno ano de 2020, quem não sabe que existe um poder barista já constituída? Então não sabem nada e não lê jornal desde o fim da Segunda Guerra Mundial que você tá tendo nem isso ele sabe. E ainda vem bancar o conhecedor. Um se viu, parece bebê, é tudo pose, evidenciou uma pessoa complexada e precisa dessas coisas. Vamos ver para se mostrar, para olhar no espelho, em a situação esta, ou então verifique. Então consigo ver alguém falando essência, vir aqui na melhor das hipóteses, o indivíduo tem alguma ideia do que que é um método, a pesquisa científica, alguma ideia, sabe até certo. Sabe, suponhamos que sabe praticar em geral, nem isso. Olá, você sabia praticar cimento do Pacman? Não quer dizer que você saiba o fundamento corretivo dela. Se você não sabe o coco com esse mesmo como o fundamento cognitio, você está operando o motor a explosão como o motorista do caminhão, tá pilotando o caminhão. Eu realmente sabe fazer, mas não sabe o que está fazendo. Por no qual é a sua autoridade científica e zero. Bom, então vamos voltar. Investigar. Qual é o fundamento do método científico? No quê que o método científico se torna ciência? Como que ele se torna científica? O que o distingue de outros tipos de conhecimento? Bom, então, e dewitt, o conhecimento científico, o conhecimento demonstrativo, ou seja, não é apenas uma opinião que não pode ser demonstrada. Só tem agora duas maneiras de demonstração, é a primeira é o que se chama evidência. Mas hoje em dia, não se pode nem usar a palavra de densa, por quê? E a influência do idioma inglês no português estragou o sentido da palavra de Deus. Aqui em inglês é Vidas, quer dizer indício ou elemento de prova. Se soma várias evidências, então você tem no final uma cruz daí na pulso. Você acredita deve de ser apenas um leve motivo para você acreditar. Oi, mana língua portuguesa, nas línguas latinas e morreram evidência, quer dizer um conhecimento que é autoevidente. É importante que ele não se aprovado, porque ele se prova a senão. Conclusão, o princípio de identidade, a igual a não ser provar isso aí é certo, ou eu sou eu mesmo, tá certo? Vou essa xícara, ela mesma e não outra xícara. E aí, bom, então essa ideia da evidência é fundamental, tão fundamental que Aristóteles dizia que os primeiros princípios da loja que são alta evidências e eles não precisam de prova, eles são conhecidos por lá, tem intuitivo e melhor. Mas a palavra intuitivo também foi estragada no português moderno, porque intuição na técnica filosófica significa a percepção imediata de uma verdade presente. E aí, e com o pessoal andou lendo Jung, misturando em um Gilberto, sem misturou tudo, então instituição começou a querer dizer uma pressentimento, uma sacação, uma coisa, então vira um negócio místico. Eu estou, temos que começar por corrigir meu vocabulário, que nós que não falar sério, então nós temos que usar as palavras no seu sentido correto e técnico, tá certinho? Não, você o sentido jornalista usual, não é possível uma coisa dessa. Então, vamos definir evidência. Essa é a exibição imediata de uma verdade, não é verdade autoprobante imediata, dias necessitado de qualquer prova. Nesse e intuição é capacidade de perceber uma evidências. I perguntou intuição que distingue do que do raciocínio? E é burra. Você usa o raciocínio, a lógica para você chegar a conhecer algo que não está evidente. É isso que decorrer, cuja veracidade depende da admissão de uma verdade anterior. Então é isso que Deus elas sócios primeiros princípios da lógica são autoevidentes, mas a lógica se compõe do encadeamento de várias afirmações que uma depende da anterior, que depende anterior, que dependente até chegar no primeiro princípio. E isso é assim, e nunca ninguém não negou que fosse assim. Pode haver alguma discussão, há mais ou menos. Eu até acredito, dentro da minha infinita vai dar de eu acredito ter acrescentado algo a teoria dos primeiros princípios quando eu propus o seguinte: uma verdade alto eles, uma afirmação autoevidente é uma afirmação que não pode ter uma contraditória unívoca contraditório, temos sentido. Só por exemplo, seu demo igual a esse é uma afirmação alta ideia. Agora, seus ai diferente de ar, eu posso tá querendo dizer não uma coisa mais duas coisas, é porque você tem e a um e a dois, só querendo aqui a um é diferente a ou que a dois é diferente ar. Bom, então, por exemplo, eu uso a frase: eu estou aqui. O chute usar seu contraditório: eu não estou aqui. O que que eu quero dizer exatamente com isto? Que eu estou no outro lugar? É o que, o que eu estou Fernando de esse lugar não é esse lugar, é outro. Se você tem duas contraditórias e não uma, ah, e assim poder você pode testar. Pega todas as frases alta evidente que você puder, entendi, e da outra editor unívoca. Eu usei as inclusive para fazer a discussão da famosa prova de Santo Anselmo e a Deus é um ser absolutamente necessário. Então ele existe, porque se ele não existisse, esse de contingente, se ele pudesse não existir, ele tivesse a possibilidade não existe, seria contingente. Então, se você o definiu como necessário, eu tenho que aceitar naturalmente que existe. Nas e eu fiz uma discussão disso com base na objeção que canta apresentou uma, mas isso não vem ao caso no momento. Jamais objeção, o argumento interessante, objeção também interessante. E eu discutir isso inclusive com um aluno, eu quis na época, nós temos um Fórum na minha no meu Website, eu quero escrever uma opção longuíssimas, muito interessante. Bom, bom, então rosa existência de evidência, portanto, de conhecimento intuitivo é uma primeira condição de qualquer ciência, porque se não existe nenhuma evidência de um conhecimento intuitivo, toda a verdade depende do anterior que depende do manter o que depende uma deixa de hora que o infinito, então não estiver nunca fica sabendo nada. Então, temos que aceitar o princípio da história de que os princípios da lógica são ao previdência. Basta esse princípio para fazer uma ciência? Não, porque porque nem todos os nossos conhecimentos são autoprobante. Existem verdades que não são alto problema. É o mesmo, por exemplo, é porque você aponta ligamos a causa de uma doença de bom. É a causa não está alto evidente na doença. O mesmo sintoma pode ter causa diferente. Para você tem que investigar. É isso. Então, aí você troquei de uma prova e aprova depende do que? Da lógica e que a lógica encadeamento de afirmações, nos uma de cada uma depende do interior. Isso que ser um silogismo, sim, é de junto e logismo, eu duas afirmações, tão a convergência de duas afirmações traz uma terceira. Como é que isso funciona? O curso funciona da seguinte maneira: você percebe que duas afirmações são no fundo a mesmo a cirurgia no carro, tudo Amém mortal, só quer dizer homem, logo Sócrates e mortal. Quando você diz que todo homem é mortal, você já está dizendo que Sócrates é mortal. Só para esclarecer sua foto, você quer sentar aqui, Sócrates é homem, a porta só aquele amor tão. Então, a prova depende o funcionamento do mecanismo largo de provas depende de você ser capaz de perceber a identidade de duas proposições, a identidade do duas afirmações. Esse é o nexo, né? Você criou o nexo entre uma premissa, uma primeira afirmação EA sua conclusão. Esse resto é dado que através da identidade ele duas proposições ou afirmações. Como é que você percebe esse nexo? O wi-fi, né? Que já outro Evidente, você o percebe imediatamente por intuição, ou então você precisa de um terceiro, uma outra afirmação que depende de outro, que depende de outro, que daí você tem um recurso finito infância, não prova nada. Bom, então, primeira condição e do conhecimento científico, a evidência e portanto a intuição. Segunda condição, possibilidade da prova, ou seja, lógica através do nexo entre o mapa e uma ação e outras afirmações. Terceira condição, a evidência do nexo. O nexo tem que ser alto Evidente, ele não pode ser um nexo lógico. Oi, meu bem querer. E essas são as condições fundamentais de todos estudar exercício. Não seria possível nenhum conhecimento entre tudo estaria no reino da opinião e da arbitrariedade. Bom, então, e isso é que basta para fundamentar o conhecimento científico? De jeito nenhum. É porque para ver uma ciência, não gosta que exista em evidência em geral, intuição gerais que alguém tem a evidência, tem a intuição, e é preciso que duas pessoas olhando o mesmo objeto que até mesmo evidência. Bom, então, esta quarta condição do conhecimento, gente, puxa, repetibilidade do arco intuitivo. E esta, talvez, seja a maior dificuldade do método científico. Um é preciso você assegurar que duas pessoas que estão olhando o mesmo objeto estão vendo a mesma coisa. Às vezes, com na distância de do outro lado do mundo, louco diferença de séculos, o de milênios. Se não houvesse a possibilidade, é você mesmo repetir o ato intuitivo, nem você sozinho conseguiria provar uma coisa para você mesmo. Bom, então, é necessário que haja essa Poxa repetibilidade do ato intuitivo. É básico para existência de texto. Se eu vi alguém falar disso, eu vi ocupar o lugar de Almeida explicar para vocês, eu falar: "Você me provam a existência de ciências?" Tem a repetibilidade do aperitivo. Ah, tá entendeu? Esse é repetibilidade do atitude tive é necessário inclusive quando você está usando instrumentos de observação que supostamente são mais exatos do que o olho humano, o ouvido humano, porque porque alguém vai ter que olhar na tela e ver o resultado e comprovar que ele está vendo a mesma coisa que o outro observador também já percebeu. Que quando você faz o exame aqui, seu exame de sangue, né? É e tem que assegurar que você o que está tá vendo no papel, mesma coisa que eu chorei tá vendo ali. E você sabe que existem diferenças. Isso aí, eu me lembro que uma vez um sujeito muito gentil e ofereceu para fazer um exame de um chato. E eu fiz um check-up e deu o que eles algum problema cardíaco gravíssimo. E eu saí dali correndo, fui no hospital, o médico examinou e marcar vídeo e já boto outro médico me dizer uma junta médica isolante aqui não tem nada. É um vi uma coisa e outra e outra igual outra diferença. E isto pode acontecer qualquer momento. Nem, e mais ainda, existe um livro o contorno macio dor Potter, o que lembra a seguinte coisa que é bastante óbvia, aliás, e para você operar no instrumento científico é porque alguém se você operar e o ensino e da operação do método científico depende de uma comunicação entre duas pessoas, o instrutor e o aluno. E essa comunicação não é científica, a dependo assim um gesto do sujeito, fez um olhar, direção do olhar, ou entonação, depende um monte de fatores inteiramente subjetivos. Tem que haver um acordo entre duas sobre atividades para que uma ensina a outra a operação da máquina do instrumento científico. Então você percebe que a repetibilidade objetivos não é fácil de obter. Tô entendendo? Se fosse fácil, não haveria divertir, não haverá discussões científicas, pô. Tá, então é preciso assegurar culpo na corporação de de estudiosos. É necessário assegurar que todos estão sendo a mesma intuição do mesmo objeto. E isso não é fácil. E já foi feito e Congresso de Psicologia o seguinte experimento. E você estava lá discutindo Psicologia, de repente, entre o sujeito e data, estava no outro. E aí você pede para o psicólogo só de descrever o que aconteceu. Cada um escreve de um jeito. Bom, então você vê aqui a repetibilidade do arco intuitivo não é fácil de obter, mesmo entre cientistas treinados. E quantas pessoas você já viu ensinar em Essência com a consciência destes problemas? Eu nunca se fala disto. Eu comecei até a minha atenção é atraída por esse problema quando eu ir o Grão dos grandes livros do século 20, que a crise da ciência europeia de Edmundo Russo. E foi ali que eu peguei a respiração e para fazer esta descreve descrição da ideia de ciência. Essa ideia está por baixo de todos os métodos e procedimentos técnicos usados em ciência. Isso que você dever estar, se você não tem consciência disso, ele não vale nada. Isso não prova nada, porque você não está consciente do fundamento deles. Oi, tá entendendo? Então, uma coisa pode ter certeza: quem usa a palavra ciência como emblema de autoridade é sempre vigarista. Porque a ciência só existe para usar a expressão do curso como um ideal teleológico, pelos quer dizer o fim, a finalidade. Ou seja, a ciência não é uma coisa que existe materialmente na minha mão. Eu conhecimento científico é algo que eu pretendo chegar a ouvir a minha aspiração, o meu desejo, e ao que orienta os meus esforços, e ela não uma coisa realizar de presente. O ideal de ciência deve orientar todos os passos da investigação e toda a discussão e toda sua conclusão. Mais não quer dizer que essa conclusão vai ser uma ciência. Ainda pensam mesmo que dizer ciências só existe como ideal. A este ideal tem uma autoridade moral extraordinária. Ele praticamente orienta, né, todas as discussões ou humanidades, cientistas, filósofos, artistas, tem órgãos, todo mundo, né? Mas se assim se atualmente existentes, qual é a autoridade dela? Resposta: nenhuma. Nunca. Porque autorizado dela depende da sua fidelidade ao ideal de ciência. Mas se veja, e nunca ninguém nos explicou sequer se fundamento ideal de ciência. Como é que a pessoa pode respeitar o negócio que eles não conhecem? Se alguém pegou a um manualzinho de técnica da pesquisa científica que deu por causa lá, pegue isso aqui que você tá sendo científico, enganou todo mundo. Meu Deus do céu. Se você não pode operar a ciência como keima neja apenas uma técnica, sem consciência dos seus fundamentos cognitivos últimos, últimos em primeiros navegadores, é o fundamento da ciência é que torna a ciência ciência, não é o simples hábito e maneira de certas técnicas. Bom, então o que nós precisamos é divulgar no Brasil a consciência da dignidade da ideia teológica da ciência. A exigir que esses que falam em nome da ciência, arrogando-se autoridade dela, e se curvinha ela, em vez de curvar aos seus próprios interesses e desejos. E se você quer ser científico, eu tinha consciências, até permanente consciência do ideal teleológico da Sis. E tem a permanente e consciência de quanto os seus estudos atuais, por mais técnicos que sejam, são deficientes em face dela. E por exemplo, se você está usando métodos estatísticos, o meu Deus do céu, desde o tempo Aristóteles explicaria para você que qualquer argumento estatístico não é um argumento lógico, no argumento analítica, pelos argumentos dialético. Que que é o dialético? É a arte do provável. Os seus famosos quatro discursos, você tem o discurso poético, que trata do possível, por uma coisa que ele poeticamente vaga, basta aquela será possível. E em seguida, você tem o retórico, que eu ver o Cível, que parece verdadeiro a um determinado na plateia. Em seguida, você ter o provável ou razoável. E em seguida, você tem o certo, que é o lógico-analítico. Profissional estudamos aritmética elementar, a gente vai se alimentar a identificar lógica. Então, é o reino do absolutamente certo. O mais um é igual a dois, não tem como discutir. Então, é mas hoje, e nós chegamos ao ponto de que as pessoas acreditam porque existem lógicas paradoxais. Oi, Lígia, lógica paradoxal é só que ela se baseia na mesma lógica, na like sempre. É a lógica para opção é um tipo de discurso, não é uma lógica. Isso é importante. Eu, por exemplo, posso criar todo o raciocino baseado na premissa de que uma = 2. 1 e eu posso fazer um discurso inteiro, posso fazer o Tratado inteiro de lógica baseada nesta 1. Ah, mas por que que eu posso fazer isso? Porque eu sei que 1 e 2 a 2 a pulseira a minha lógica para do céu se baseia na mesma lógica analítica do tempo deve todas e ela não é base dela mesma, é porque senão você seria incapaz de identificá-la como para adopção. E você sabe que ela é uma lógica paradoxal é porque você conhece a outra lógica, a lógica fundamental. E deixe, então você conhece aritmética elementar e você sabe que a gente tiver que alimentar 1 a 12 é dois e um mais um é igual a dois. Agora, se você quiser criar uma construção baseado na ideia de que uma = 3 e tirar todas as consequências, você pode fazer isso. Mas por que que você pode? Porque você sabe que 1 e 1/2 a 2 e 1 + 1 = 2. E nós não poderia fazer. Por isso que eu dei a expressão lógica para adopção. Ela é esse é um erro. Existem construções lógicas paradoxais, não lógica paradoxal. Existe o uso paradoxal da loja, claro que existe. Assim como disse, por exemplo, teatro do Absurdo. Deve o teatro do Absurdo é absurdo? Fala, claro que não. Eu não consigo não entenderia nada. Como é que você sabe que está assistindo a peça de teatro do absurdo? Porque é absurdo o conteúdo absurdo, mas o Thiago não é absurdo. Absurdos a seguinte, você compra traz o Thiago, chegar lá, não tem carro nenhum. Se você chegar lá em pentear, você tem um açougue, falar isso é isso, você nenhuma teatro absurdo. O teatro do Absurdo faz uma lógica aprenda mesmo do mesmo modo, a lógica paradoxal é muito lógica. Então, mas tem gente acredita mesmo nisso. Senão aqui não tem consciência dos fundamentos do conhecimento. E eu que nós mais precisamos no momento é uma camada intelectual capaz de discutir as coisas com verdadeira serenidade. Está faltando isso, gente. G1 e não é só porque as pessoas são desonestos. Políticos são desonestos. E e depois que você já parou para pensar o seguinte, e quantos políticos desonestos existem dentro do Parlamento? Enquanto cientistas desonestos estão na classe científica? E o diretor da Leste, que a revista médica limão prestígio no mundo? Além disso, outro dia, metade dos trabalhos científicos medicina são fraude. Metade. E se ele dissesse isso 50 anos atrás, botar ele no hospício, porque não acontecia isso. E eu fui editor da revista médica, e a gente sabia que você, você quer tirar dúvida de alguma coisa, bairro essa onde está todo mundo falando errado ou essa tá certo, né? E agora, o diretor Alerta, esqueci o nome dele, e confessa isso, fala cinquenta por cento do Trabalho são Paulo. E agora esse aqui para dica o Cláudio também, não falo em nome da ciência, falam. Oi. E o povo, o povo cai na conversa, porque o povo também não estudou isso. Isso que eu tô falando, diga ser ensinado, então até ginásio, né? Claro que o aluno sair daí e saber onde você fala em nome da ciência, mas a palavra ciência não tem outro é nenhuma. É o que tem autoridade é o ideal da ciência. E você adquire autoridade na minha grande pergunta que você Sérvia esse ideal em vez de você se servir dele? Tu tá entendendo? Bom, então muita pessoa usando a ciência como emblema de autoridade é como se ela dissesse que não de tampa determinado país não existem crimes, porque o código penal os proíbe. E o código penal é um ideal de conduta, ele não é uma realidade. A ciência é o ideal de conhecimento, não era realidade do conhecimento efetivamente obtido por esta ou por aquela universidade popular. É só aquela época, o conhecimento inteiro de uma época não tem autoridade nenhuma. A autoridade dele depende da fidelidade dele é o ideal de ciência. Eu tô entendendo? Assim como você vê a autoridade moral do sujeito depende de lhe dizer que ele é muito Cristão, é o que ele tá dizendo. A autoridade moral bem deveria diria da sua obediência às regras que estão senão a ostentação do rótulo de Cristão. Eu fui dizer que a questão é uma coisa, que dizer que o nesta mesma coisa que dizer que a gente é tudo furado, enquanto não provar que houve uma obediência a esses ideais e valores superior. Deu para entender? E do quando vi ouvir esses gente usando a palavra ciência como emblema de autoridade, sabe que na quase totalidade dos casos você está dentro de um vigarista. Existe o vigarista consciente, o inconsciente. Infelizmente, os vigaristas em concertos predominam. Eles são em maior número, porque eles não sabem que sou vigarista. Eles acham que aquele é honesto. E esse é o pior de tudo, porque o vigarista consciente, ele sabe o que é o certo e sabe o que é errado, estava tá fazendo errado. O outro não. O outro corri um prima própria ideia de honestidade. E esse não pode acertar nunca. Deu para entender? Então, é por aí. Espero que isso tem ajudado a.