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Programa 5a7 - Com Cláudio Spritzer e Guilherme Baumhardt

tudo +BRASIL2:09:55

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เฮ [música] [música] เฮ [música] [música] [música] [música] >> [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] >> เ >> [música] [música] [música] >> Em [música] instantes, vem aí o programa 5 a 7, um programa de variedades para deixar seus finais de tarde mais felizes. >> [música] [música] [música] [música] >> Olá, muito boa tarde. 5 horas em ponto. Estamos iniciando o nosso 5 a 7 nesse final de tarde, quinta-feira. [roncando] Hoje é dia 16 de julho de 2026 e nós vamos juntos aí pelas próximas 2 horas com bate-papo mais leve, mais descontraído. Cláudio Espírit tá me olhando com tá louco para falar de futebol. [risadas] Tá louco. >> Não, quero saber se nós vamos pra piscina quando sair daqui. Por que piscina? Ah, por causa do calor. >> [ __ ] cara. Vamos se respeitar, né? Tu acha que esse calor não? Vamos se respeitar, >> cara. O ter meu termômetro do carro, ele não é muito preciso, tá? >> Mas olha aqui, ó. Nesse momento nós temos 28º. >> Vamos respeitar. >> Carro, o carro tava dando 30. >> Não tem cabimento, né, cara? Nós estamos em julho. 16 de julho. Tu falou >> 16 de julho. Ontem fez nove. >> É. E >> a mínima ontem portó fez nove. Foi 8 30. Aí outro começa a espirrar porque o clima muda, né? >> É. [roncando] >> Aí Spritzar, tudo bem, meu amigo? >> Tudo excelente. >> Tudo belezinha? Um narrador. >> Belezinha. [risadas] >> Ohó. Tudo bem? >> Tudo belezinha. >> Ohó. Tudo b >> disz que joga uma bola. Diz que joga bem. Joga joga bem. >> Já jogou com ele? >> Não. Mas a turma da Bandeirantes joga e ele joga bem. >> Fal >> não. Ele ele [roncando] se cuida. Tem >> sim. Tem um um Ah, às vezes tem person, mas tem. Ele se cuida, né, na na na ginástica assim, vem mais do que eu e talvez tu. [risadas] >> Com certeza. Com certeza. E e esses caras do futebol assim, será que ele gostaria de ter sido um jogador? >> Não, eu tive um colega de faculdade e a gente depois acabou perdendo contato e ele fez jornalismo esportivo durante muitos anos, [roncando] muitos anos. e trabalhou aqui em Rio, São Paulo, e ele dizia o seguinte: "Cara, sabe o que que é?" Mas não são todos, mas a maioria. A tristeza é que o repórter de que cobre o futebol, na verdade, é um boleiro frustrado. >> Uma boa parte deles, os caras falam que nem boleiro, usam o tênis que boleiro usa, as gírias de boleiro, sabe? E eles, eles, na verdade, queriam ter sido jogadores. >> É como um crítico musical musical, talvez, né? Que talvez talvez talvez >> talvez cara que não, né? É. >> E aí ele diz que nas redações era muito comum assim, tu chegava, cara, que que é isso? Mas era um protótipo assim, o cara escolhia um jogador e copiava, entendeu? Sim. >> Mas enfim, >> sabe que eu tava uma vez eh >> eu lembrei agora, falei da bandeira antes, lembrei de uma história engraçada. >> Manda história engraçada é nós. >> Eu obviamente não vou revelar o nome do cara, tá? >> Nós vamos tentar deduzir >> nem a primeira letra. Não, não, não, não, não. Tu vai, tu vai ouvir a história, tu vai ver que não dá para >> O cara era casado, tá? E aí ele tinha uma número dois. >> Sim, >> certo, >> sim. [roncando] >> Não, certo, não, errado. Não, enfim, tu entendeu, tá? >> Treino é treino, jogo é jogo. Lavand >> treino é treino, jogo é jogo. Tinha um treino ali. >> Entenderam? Tá. O cara tinha uma número dois. >> Sim. >> E aí, só que a mulher se apaixonou por ele. >> Eita. Aí é aí é problema. Aí é problema. >> Aí teve um, só que ela tinha, pelo visto, posses grana, >> tá? >> E então, e o que que ela fez? Eu só não lembro exatamente a região da cidade, tá? Mas digamos assim, uma região que tem assim dois, três, quatro outdoors assim, mas assim vistos, [suspirando] não sei que >> usou os >> usou os outdoores, tipo, aí disse que o cara onde eu tava, não sei se ele tava voltando para casa, trabalho e tal, aí ele olha aquilo e recente colocado, ele deu a sorte, entre aspas, de ter visto aquilo e assim antes que >> fulano de tal, tu é o amor da minha vida, não sei o quê. Aí ele ligou pro colega de trabalho, cara, me salva. Aí eles foram comprar uma lata de tinta, sei lá, eu tal jogar no talor para pelo menos borrar aquele troço, entendeu? Então olha que os caras >> Mas qual foi o link que tu fez aí que eu falei? Não, eu eu trabalhei com a figura do Tudo Belezinha na bandeira. >> Ah, tá tá tá tá. >> E aí eu lembrei que a turma jogava bola e quem jogava bola com ele. >> Ah, tá. Aí o link, tá? Tá. >> Esse link eu lembrei da bandeira antes por causa disso. >> Tá certo >> aí. >> Pô, mas aí pelo menos ela ta declarando, né? >> Não, mas aqui era era bastante. >> E ele é bem conhecido. >> Não, tu vai começar a tentar. Eu não vou dizer o nome do cara, velho. [risadas] Não vou não vou dizer. >> No intervalo tu vai me dizer. E teve uma >> No intervalo tu vai me dizer >> pensar no teu caso. >> Tá >> aí. Não, não posso ter uma informação privilegiada para ti, não dá pra audiência, né, cara? A história já é boa por si só, cara. >> Tá bom. Não, não precisa não precisa contar. Melhor não saber. Tem uma outra que o sujeito chegou em casa também na época da Bandeirantes e aí ele tinha esquecido, cara, era o ISQ, o Messenger aberto, um desses troços aí. >> IQ. Sim. >> E aí ele >> deixou aberto o troço, chegou em casa com o troço >> aí ele entra em casa. Aí acho que o computador ficava no quarto. A história é mais ou menos essa. Aí tá [roncando] a mulher assim na frente do computador >> com a janela aberta. Ele olhou aquilo aí e ela calma assim. [risadas][suspirando] Tuas roupas já estão na mala. Olha em cima da cama, vai uma mala aberta arrumado já [roncando] jogado. >> Reza a lenda que ele se ajoelhou do lado dela e disse assim: "Amor, me ajuda, eu tenho problemas". [risadas] >> Reza lenda. >> Que momento que seria esse? Tinha que serurada, né? >> Ela ela perdoou ele. Não sei se na hora ali tal, mas perdoou. >> [roncando] >> Mas enfim, >> mas um cara que faz isso, ele quer ser punido, ele quer ser pego. Eu acho que o cara que [ __ ] >> será não sei. Amanhã nós vamos saber porque amanhã nós vamos fazer um programa muito legal que é >> Tu tá louco que são os psicopatas. >> Tá, mas pera um pouquinho. >> Não tem nada a ver com isso. >> É >> ou pode ter porque o psicopata, na minha opinião, amanhã, nós vamos saber. >> Ele quer ser pego, ele tem ações que ele é que tem, deve ter. Imagino que tenha vários tipos de psicopatas, né? >> Ah, aquela coisa dele cometer um crime e deixar um >> Não, se a gente pegar um serial killer, ele sempre parece que ele ele assina, né? >> Sim, sim. Ele ele faz aí até o momento que chegam nele, né? >> E que e que não que seja uma coisa que esteja na superfície assim que ele queira ser pego, mas dentro dele ele é ele quer ser punido, eu acho, porque ele sozinho não consegue parar. Mas eu acho que tem várias, >> aquelas coisas ele não demonstrar remorços, né? >> Não tem sentimentos, né? Não tem. >> É, eu não sei se o caso do do de um cara meio galinhão assim é entrra >> Não, não, não, não tem. Não sei, não, não tem, não tenho. Mas aproveitei o gancho para falar do nosso convidado da nossa convidada que ela é legal >> psiquiatra forense. Já veio aqui, mas foi para falar de Elvis Presley. Amanhã a gente vai falar. >> Aleg é é o seguinte, ela é sensacional, né? uma uma mulher sensacional assim em todos os sentidos e ela tem esse lado musical divertido. >> Gente, sabe tudo de Elvis do >> Não só de Elvis, cara. Não só de Elvis. Eu já fiz programa, >> tô indo nos dedos aqui. >> Não, mas tô falando de música. >> Não, não, de música. Eu já participei de outros programas com ela na época da Guaíba. >> Aham. >> E a gente faz de outras de Ela sabe muito de música, muito de outras histórias de música, >> além do Elvis, que foi a última vez que ela esteve conosco aqui. É. Não, e do ponto de vista médico, né, ela é uma psiquiatra tarimbada. >> Timbada. Ela tava num isso, isso já era paraa gente ter marcado, mas ela, aí o pessoal tava num mutirão, aí tinha um mutirão eh de eu não sei exatamente, ela é forense, psiquiatra forense, eu fico imaginando que ela fica dando parecer ou ou ela fica fazendo avaliação dos criminosos e tinha muito criminoso. Então ela ela tava dormindo quase dentro lá do não sei se é no fórum, não sei onde é que é. Não, acho que é no Instituto Psiquiátrico Forense. Do lado do >> psiqui e ela tava de E ela tava disse: "Cláudio, eu tô de colete a prova de bala, cheio de segurança aqui, não posso porque eu vou ficar aqui, não sei." Então eu não conseguia trazer ela porque eles estão num mutirão porque tem muito psicopata na rua, em vários lugares, lá em cima, embaixo, a cá, lá. >> Mas não falamos de política nesse horário, né? Não, só falou de doença, de [risadas] de falou lá em cima, eu já imaginei Brasília. Tu não quis dizer Brasília, não? >> Ah, então foi falha, foi coisa da minha cabeça. >> Coisa da tua cabeça, cara. Eu ia falar uma coisa que tu tinha falado, eu ia puxar para, >> sabe? Esquecimento. É uma coisa de psicopata, né? Esquecer. >> É, eu acho que pensei que era de velho. Só [risadas] que de velho. >> Olha, vou falar um pouquinho sério aqui, ó. 5:9. Estamos no ar para Dom Laurindo. Tradição e excelência em cada safra. Don laurindo.com.br. BR. Os melhores vinhos esfumantes da Serra do Rio Grande do Sul você encontra na Dom Laurindo, banca do Holandês. Paixão por comer e beber bem o melhor empório gourmet da cidade em quatro endereços esperando você. FMP, Fundação Escola Superior do Ministério Público. FMP, a casa de quem faz direito. Aliás, a FMP é a evolução do direito. E, é claro, Universidade Fevale, referências impulsionam >> referências. >> Tá bom. Hoje eu não esqueci de ti. >> Tá bem, >> então tá. Então, tu não é psicopata, >> não. >> Portanto, como é que se chama aquelas se não sei o quê? Portanto, não >> é logo >> logo [risadas] 5:10. Lembrando também que no intervalo a gente vai embalado aí com os biscoitos Schmecken, o verdadeiro sabor caseiro de Vale Real para o Mundo. O telefone tá aí na tela 5199714. 99714. Depois a gente vai lembrar aí porque >> lembrei o que eu quero falar. Lembrou? Então fala agora >> que a gente tava falando de craques, falamos do do nosso narrador lá e eu me lembrei, eu tava só para frisar, a história não foi com ele, tá? Aquela antes. >> Não, não, não. Só foi o gancho para lembrar. >> Gancho para lembrar. >> Que que de repente a gente falou que esses caras poderiam ser queriam ser jogadores e não não conseguiram ser assim como um crítico de música. Poderia querer ser um baterista. Tem o principal crítico hoje, como é o nome dele? F >> o Tadeu. >> Tadeu. >> Jorge Jorge. >> Não, não. Tadeu >> não é Tadeu Malta. Tadeu Malta é o nome. >> Mas é Tadeu. É porque eu lembro, mas é o Tadeu. >> É. >> Ele é baterista, >> sabia? Ele é baterista. Teve banda, >> teve banda e tudo. E mas enfim. E esse eu eu tava uma vez na colônia de férias da URs >> Régio Tadeu >> Régadu. Eu tava na colônia de férias da URGs de Tramandaí muito tempo. Eu e um amigo meu, nós dois de moto indo pra Santa, mas nós um pit stop ali. >> É porque que tu era estudante da URGs, é isso? >> Sim, >> sim. >> E a gente ia pra Santa de moto, eu sem carteira, sem nada, porque não tinha passado no coisa, mas tinha combinado com ele. Fizemos um pit stop em Tramandaí. E aí eu tava assistindo um futebol, até essa é a ponte, olha a volta que eu tô dando para dizer que eu tava vendo o Márcio, não me lembro do sobrenome. [roncando] Esse cara foi o melhor jogador que eu vi na minha vida ao vivo jogando bola ali na colônia de férias. E ele virou médico do Grêmio, Márcio >> Bouzoni. >> Esse cara grandão. >> Sim, >> bicho, tu não sabe o que esse cara joga de bola. jogava. >> Sim. Foi isso foi na época do jornalismo ou da medicina que tu >> cara saído da medicina. Eu tava na medicina. >> Tava na medicina ainda? >> Porque esse meu colega era da medicina. >> Então, >> e ele era e ele era um pouco mais adiantado, quase talvez mais ou menos na mesma época que eu. >> É, acho, eu acho que o Márcio Pozone é um pouquinho mais velho que tu. >> É, mas muito pouquinho. Ele tava na mesma época que eu. Ele não tava formado ainda. E ele tava lá e eu vi ele jogando bola. O cara era um monstro jogando bola e ele acabou sendo médico, >> médico do Grêmio. >> Do Grêmio. >> Médico do Grêmio >> e brigador. Brigava, né? Um cara brigava também, né? >> Cara, um cara, um gremista muito apaixonado assim. >> Isso. Sangue quente, né? >> Sangue quente. Eu lembro de vezes em que, sei lá, eu, a arbitragem tava roubando o Grêmio, aconteceu alguma coisa dentro de campo que, sei lá, um lance que era para arrebentar o jogador, cara. Ele ele ficava possesso, cara. Um gremista assim. >> É, sabe o que que ele me lembrou jogando? Ah, >> Sócrates, que era outro médico. >> Outro médico. É verdade. >> Sócrates. Ele era muito parecido porque ele era alto. >> Isso. >> É. Então, >> aquele joguinho da ali, claro, tava com uns, mas tu via que o cara ele ia se aproximar do futebol de alguma maneira. Se aproximou, mas se ele tivesse sido jogador, >> teria sido um bom jogador. É, >> teria, aliás, ele é um cara legal da gente convidar um dia pro 5 a 7. Falei, >> é um cara bacana, porque >> eu fui colega do outro Márcio que foi do Inter. Márcio >> a Bahia, eu não vou lembrar, cara. A Inter é contigo. >> Eu me lembro dos primeiros nomes, mas outro médico na mesma época, né? Meu colega que virou médico. >> Vamos pensar aqui. Márcio médico. >> Os dois acabaram tendo uma clínica juntos, aliás, de esporte. Os dois tiveram a mesma clínica junto de esporte. Márcio Bolzone e Márcio. Hum. >> Tá. >> Não é Márcio Dorneles, né? >> Não, >> tenho certeza. >> É absoluta. >> Não, não. >> Até porque eu fui lá me consultar. Eu fui me consultar. >> Não é o Marches >> não. >> Marcos Marchesque >> não. É Márcio. >> Márcio. >> Ao ao do decorrer no próximo intervalo eu olho aqui. Ele foi meu eu, eu fui na clínica dos dois. [roncando] >> Ah, é? >> Sim, sim, sim. Que modestia parte eu também fui muito. >> Tu jogava a bola? [ __ ] jogava [ __ ] Pelo amor de Deus, cara, que pergunta que tu faz. Fui, eu era o cara que >> pifava, >> pifava os caras. Meu prazer, eu tinha mais prazer em te deixar na frente do gol do que tem a ver com criatividade, >> daquela jogada que ninguém espera. Eu só dizia pr os cara, só te mexe lá na frente >> que eu vou >> que vai chegar em ti. >> É o Roland Gaúcho dizia isso pro >> Messi. >> Não, não era pro Messi ele. Ah, não, Messi faz isso também. Mas não é que teve um jogador que >> jogou com o Ronaldinho Gaúcho e esse jogador disse o seguinte: >> "Ah, mas do Grêmio?" Eh, não, lá na Europa. Eh, ele disse que o Ronaldinho quando chegou para jogar no clube, ele só disse assim: "Eh, ó, eh, quando eu pegar a bola, corre, >> isso >> que eu vou botar lá no teu pé". >> É isso. >> Então, >> é isso. Eu não precisava nem olhar, cara. Alguma eu poderia ter sido jogadora também, [risadas] de verdade. Se não acreditar. >> Festival da mentira de Nova Brecia. >> Bora lá. [risadas] Que bárbaridade. >> Terminou, né? O festival, o César, nosso amigo aqui, o Zurba ganhou, né? Zurba ganhou, ganhou, ganhou. >> Ai, tá mentiroso. >> Tá mentira de Nova Brécia. Não, deixa eu ver aqui, ó. Eh, se ainda tem, não tem, >> ainda existe. >> Para aí, para aí, para aí. >> O Zub contou uma história sobre o Chuchu. Eu me lembro disso. >> É, eu acho que não tem mais não, cara. >> Não tem, infelizmente, né? É uma ideia bacana. É, faltou daqui a pouco, talvez tenha terminado ali na época da pandemia. >> Temos que trazer um pescador aí falando nisso, né? >> Olha aqui, ó. Deixa eu ver se eu acho aqui a pescador é legal também. >> É legal, né? Acho que a gente nunca trouxe um pescador aí. É, >> é. Não, não abre aqui a porcaria do site, cara. Que que chatce, mas tudo bem. OK. Ó, tem uma última matéria aqui. Centenas de pessoas visitam o festival 2017. Então assim, se não foi o último, foi um dos últimos. Foi um dos últimos. E mas enfim, >> mas falando de futebol, começou tudo isso que a gente tava falando e a Copa tá terminando, né? Termina sábado agora, domingo. >> Sábado, >> sábado é ATS, >> terceiro e quarto, que é >> pede a graça, né? >> É o jogo mais >> vai ser Inglaterra >> mole, né? Inglaterra, terceira, >> Inglaterra e França. >> Ah, não, pera, perlat. >> É, os dois já estão de >> Mas cara, ninguém ninguém ninguém comemora issoão. >> Não, não. >> Então, >> já vai de farol baixo, né? >> É. E o >> Mas quem é que vai ganhar? Tu tu assume que vai ser Argentina? Não, >> não assumo. Não quero. >> Então eu digo agora hoje tu o pessoal deve ter te visto, sabe? Hoje deã é >> não é que me deu um uma uma certa. Eu entendo as pessoas gostarem da garra argentina, porque eu também gostei, aquela coisa de nunca desistir e tal, mas gente, isso aí é é a página número dois do livro, tá? O livro tem 200, 300 páginas. Me irrita o resto das coisas, cara. Os argentinos nos tiram para otários todos os dias, dentro e fora de campo. Eh, ao mesmo tempo, levaram na mão grande copas do mundo. >> Não fala em mão. >> Pois é. 78, eh, como é que é? Pagaram lá pro Peru tomar seis gols. Jogadores do Peru contaram essa história. Não, a gente vendeu o resultado pra Argentina. Argentina até vou buscar aqui. O Brasil tinha feito o placar, tava na final e tudo mais. Só tinha um jeito do Brasil não >> perder de seis. >> Argentina tinha que vencer com seis gols de diferença do Peru. >> Peru de três. Os argentinos compraram os peruanos. >> É, >> compraram jogadores do Peru e não foi nenhum nem dois. Tem seis ou sete jogadores que contaram. Não teve mala. >> Mas tu sabe >> Peru não ia fazer mais nada na >> Vamos supor que isso seja verdade. Tudo bem. >> Tá. >> Tu sabe que quem fez isso foram os cartolas, não foram os jogadores, porque eles teriam que fazer seis. Os jogadores não não são os jogadores que fazem isso, >> cara. >> Mas não são os jogadores que fazem sa quem tava vendo jogo. >> Mas que eu tô falando conceito amplo de país, de nação, valores. >> É claro. Tá, tá certo. Por isso que tu não tá errado na tua posição. Segue, segue falando o que tu ia falar. Tá. >> Aí vem 86 la mano de Dios. Aí os caras endeusam um gol que hoje qualquer um um VAR minimamente responsável não validaria. Copa de 90, Brasil e Argentina. >> Mas quem é que fez o gol de mão? >> Maradona. >> E ele não era a mão esquerda do Ele era naquela época mesmo, >> cara. Não, mas não precisava. >> Ele fez um golaço. Aquele que sai do meio de campo, tá? >> Por isso, ele fez muito, né, cara? >> Tudo bem. Mas aquele gol foi o gol definidor da vitória. >> Mas e e eu continuo separando mesmo do que tu tá falando e entendendo e concordando, >> eu ainda separo os jogadores dos cartolas, dessa coisa toda. >> Tu viu o jogo ontem? >> Claro que eu vi. >> Tu viu o que eles fizeram no no no desde o início do jogo? >> Vi. >> Catimba, bateram, termina o jogo e foi. >> É do jogo. Porque eu vou te falar o seguinte, é do jogo. Eu gosto. Tu vai querer saber? Eu gosto. Não, não gosto. >> É o antijogo. >> Eu não gosto. >> Eu não gosto. Mas nós estamos vivendo uma uma época que tem várias, inclusive que ele acaba muito com o antijogo, mas por algum motivo que pode ter essa isso que tu tá falando. Por algum motivo agora mas é que eu tenho uma coisa que tá acima disso para mim. >> Fala o que tu ia falar. A arbitragem da Copa do Mundo é medrosa, é covarde, porque nenhum árbitro tem coragem, tem corrones de dar um amarelo que pode virar um vermelho pro senhor Lionel Messi. O Messi tem faltas ao longo da Copa que ele merecia no mínimo o amarelo. Isto leva um amarelo e repete depois uma outra falta ou num outro lance comete uma falta dura, bota a mão na bola, sei lá, o quê, tu tem que levar o segundo amarelo, tu vai ser expulso. Os os os juízes não dão o primeiro porque tem medo de ter que dar o segundo, um lance mais cabroso. Cara, >> é verdade. >> Isso. É verdade. Claro, o cara é o espetáculo, né? >> Ele pode fazer o que que >> Mas eu também, por outro lado, concordando um pouco contigo, mas dizendo o seguinte, eu tenho certeza que ninguém lembra de de alguma falta dessas aí que tu tá falando que o Messi fez. >> Eu lembro de várias. >> Eu sei que tu lembra. >> Eu nem eu nem assisto. Assisti algumas coisas. Sei. Eu não tenho dúvida que tu lembra. [risadas] Não, e aí sabe, >> mas eu tenho, eu te digo assim, eu assisti, eu não consigo lembrar, desculpa, calma, eu não, eu concordo contigo em várias coisas que você tá falando, mas eu não consigo lembrar de uma Eu lembro de muita falta que ele leva, eu lembro de muita falta que o Neymar tomava marcam e não foi. >> O Pelé, o Pelé batia para [ __ ] Tu sabe, né, que o Pelé, o Pelé batia, batia. Esses caras apanham demais, cara. >> O jogo contra foi contra o Egito ou contra a Suíça, um deles, >> tá? O um jogador simulou uma falta, acho que foi contra ele. >> Sim, eu lembro eu lembro. >> Aí o juizão foi lá, foi no VAR, aí tinha dado amarelo pro jogador da Argentina, tirou o amarelo, meteu amarelo no jogador da >> Ele já tinha amarelo, >> ele já tinha o amarelo, foi expulso, tá? E aí a Argentina vira, ficou mais fácil, tá? O Egito perdeu o meio de campo ali. E aí o que que acontece? O tem tem faltas na Copa do Mundo. Se você compilar é que a gente não pode botar na tela porque tem direito imagem, tá? Mas o tem faltas na Copa que foram apitadas sobre o Messi que ele simulou. O cara não encosta no Messi, ele cai o juizão pep vai. Concordo contigo que pode ter isso e isso acaba sendo até o mecanismo de de defesa de alguém que apanha muito. Todo craque, todo craque apanha muito. Apanha. Mas não dá para negar a qualidade desse cara. Com 39 anos. O time eu vejo o time procurando ele, cara. E eu vejo ele se isolando às vezes. Ontem eu vi muito isso, assim, eu eu ficava assim, por que que ele não tá cor? Mas tu acho Então, a gente tá numa discussão aqui do os fins justificam os meios. >> Não, não concordo nunca. Vou concordar com isso. >> Não, então, >> mas eu vou concordar com o seguinte. cara é bom de bola e ah, não dá o amarelo para ele. Não, eu não concordo com isso. Não, eu não concordo com isso. >> Não concordo com isso. Jamais vou concordar com isso. Mas eu acho assim, eu não, eu primeiro que eu acabei de dizer antes de tu me perguntar se eu concordo com seus fins, não concordo, mas antes eu disse, eu não lembro de grandes faltas do Messi. Eu não lembro disso. Tá, mas eu não lembro >> não. do a do o Felipe, não a do jogo agora contra a Inglaterra, o >> eu vejo ele apanhando muito, assim como todos os craques, >> ele ele tem um o lateral esquerdo da Inglaterra tira a bola dele, consegue evitar que ele chute a gol, só que a bola espirra pro lado, porque quem chega primeiro na bola é o lateral esquerdo da Inglaterra, só que os dois vão dividir o lance. O Messi dá um pisão no pé desse cara e pisão na Copa tem vários, né? >> Ah, só pisam agora, cara. Porque é o seguinte, o cara vem com tudo, ele não vem com pé alto, ele vem com pé baixo para dar uma pitada. O lateral esquerdo do que é um cara grande, forte, ele ficou mancando. Aí só quando ele viu que o Messi conseguiu chegar na bola, ele vai correndo atrás do Messi mancando. Ou seja, não era, >> tá >> firula, o juizão deu falta, não deu falta. >> Mas deixa eu te fazer uma pergunta. No jogo de ontem, tá? Tu assistiu todo? >> Assisti. >> Quem é que merecia ganhar >> pelo primeiro tempo Inglaterra? >> Calma, quem é que merecia ganhar? Quem é que merecia ganhar o jogo? Tu viu? Não, primeiro tempo os dois meio que jogaram parelhos, né? >> Mas que aconteceu no segundo tempo? A Inglaterra se recuou de jeito absurdo. Então, mas isso que eu te pergunto, quem Vamos, vamos tentar voltar pro jogo do Egito. >> Não, calma, ainda estamos aqui na Depois eu volto contigo. >> A Inglaterra não está a Inglaterra não estaria jogando com a Argentina se o juizão contra o Egito tivesse dele. >> Mas vou vou retroagir contigo. Vamos ir onde tu quer. Mas em relação a ontem, já só para nosso tirar de ontem, >> tá? >> Quem merecia alemão? Alemão, presta, presta atenção. Tira quem merece, fora isso, quem merecia ganhar o jogo de ontem, se tivesse que ter um >> Muda tua pergunta. Quem tava com vontade de ganhar? Argentina. >> Pronto. Tá. Então, bom, isso, isso, isso tem a ver com o que eu e o Glau falar foi hoje da manhã. >> É que vontade de gar uma coisa, garra é uma coisa, merecer é outra. >> Bom, mas tudo bem. Eu levo muito em consideração a garra, porque isso é que tá dentro do meu discurso que em querer dizer o seguinte: as coisas não são isoladas. Isso que eu quero dizer, a seleção brasileira, aquela passividade da seleção brasileira, não é uma coisa isolada, ela representa muito. A gente pode extrapolar o futebol e e ver que é verdade aquilo ali. Aquele time passivo, sem personalidade, acuado, sabe, pequeno, ele é o povo brasileiro hoje ou os representantes do povo brasileiro hoje, porque é uma passividade. Ao mesmo tempo que tu vê o povo argentino com todos os defeitos que a gente, pô, quem nós sabemos todos os é um não tem perder, não tem. Então eles também podem levar essa ideia do os fins justificam os meios, mas eles querem ganhar, eles querem ganhar e e o time dentro de campo, [ __ ] não, por isso que eu digo assim, vai ser campeão, porque não existe perder para esses caras. Cabe aí o instamento, o instamento, instamento, o instamento. Cuidar disso aí. Não. E tá falhando. Tu tu vai concordar comigo, né? >> Concordo. >> Tá falhando, né? Falha. >> Mas não, mas seria porque não Mas seria porque não tem por falhar, porque tem varo hoje em dia, tem cara o que tá de o que tem de de gol anulado, que nunca seria que é por causa de uma essa minha berrua que eu tenho aqui no meio do olho, já me dava impedimento se ela tivesse, [risadas] né? >> [limpando a garganta] >> Já, já. Então, o que tem de gol impedido é cara, é um absurdo. Então, o instamento ele teria é com ele isso. O time que tá lá dentro e tem os cartolas que podem estar se acertando aqui, mas nada desse acerto aqui vai funcionar se o time lá dentro não. Tudo bem. Então, mas eu eu é que eu acho que tem que tem que se Isso é uma coisa que tem que se elevar, a vontade, a garra, a sabe, a energia, o o a parceria. A cara, aqueles caras são tão muito juntos, cara. Eles estão fechados ali. Nós vamos ganhar essa [ __ ] nem que seja. E eu não acho bacana. Não faço o diabo para ganhar no mundo aqui real. Eu não diria que existe, mas quando tá no campo que os caras assim, pô, se tiver que bater, vamos bater. Os caras começa o jogo, tem um que empurra lá no no início do >> cara sem bola, >> sem bola. Mas é aquela coisa é lance para amarelo, tá? >> Mas a gente sabe que no futebol, vamos esquecer vários, vamos, vamos lembrar de vários aí, quem jogou a bola sabe disso. No minuto um, o zagueiro já tá com o dedo no iuyu. >> Sim, >> do cara diz assim: "Tu não te bobeia aqui que eu vou com meu". Mas assim ó, o futebol o futebol mudou. >> Não se faz mais isso. O Ronaldo Fenômeno, >> tem brigadiano em volta. Brigadiano. O o Ronal >> todas as câmeras, 20.000 câmeras. >> Ronaldo Fenômeno conta que primeiro jogo que ele foi eh jogar, não sei se foi primeiro ou segundo, mas enfim, Flamengo, Maracanã e tal, ele pelo Cruzeiro, o zagueiro do Flamengo era o Júnior Baiano >> e ele molecão assim, aquela coisa tava explodindo, né, pro futebol, um talento e de fato se confirmou depois. Aí ele conta que o que o deu uma entrevista antes, aquela a imprensa querendo criar um um clima, né? E aí, Ronaldo? Não sei que e tal. Aí Ronaldinho, né? na época era o Ronaldinho, eh, não, vou fazer três gols e tal, não sei o quem é, vou marcar três. Aí tá, entra em campo, ã, tem um lance, a bola longe assim, daqui a pouco ele não sabe como, até hoje o Júnior Baiano vem dar um cotuvelaço na boca dele, >> ele de aparelho. >> E ele de aparelho. Aí ele conta, cara, aquilo me cortou a boca toda por dentro, tá? Me arrebentou, comecei a cuspir sangue e tal. E o baiano chegou para mim e disse: "Quem é que disse que vai fazer três aqui?" No passado, hoje o Júnior Baiano dizem que o Figueiroa não seria tudo que foi hoje porque jogava com os cotovelos. Era um baita zagueiro. Acho que seria um baita zagueiro hoje, mas uma das armas mais usadas por ele, que era o cotovelo alto, não tinha como. Eh, e assim, eu tô falando da questão ética argentina, tá? Tem gente aqui na live que não entendeu. Tô falando da questão ética argentina. Termina o jogo, os caras vão lá na arquibancada e pegam uma faixa. >> Putz, isso foi um isso isso >> eles abrem, seguram, comemoram. Las malvinas, las malvinas são argentinas. >> Não, isso aí foi, >> cara, eu sei que é uma coisa de orgulho ferido e tal, aí, ah, é uma coisa menor e tal, tem uma regra e não é assim, ai, a regra da FIFA e tal, a FIFA é uma entidade podre, mas tu entra numa competição e tem um book lá, um guidebook, ó, isso pode, isso não pode, tá? Se a gente vai passar a mão para isso, então vamos aceitar que daqui a pouco um jogador do Egito ou do Irã que tava na copa eh levante a camiseta lá e e pregue a morte de judeus, o fim de Israel. From the river to the the sea, Palestine will be free. >> A gente vai permitir que daqui a pouco um jogador da seleção brasileira, seja ele qual for, faça propaganda política. Aí não vamos gostar, né? Aí não vai ser legal. Mas o da Argentina a gente passa a mão. >> Não, eu acho que eu concordo contigo aí. >> Então assim, é sempre uma trampa, tá? Tem um ditado em espanhol que é assim: lei et trampa. Ou seja, feita a lei, feita a gambiarra. >> Argentina é isso, cara. >> Eu concordo contigo nisso tudo. >> Então me irrita, cara, porque esses caras eles ganharam a última Copa assim e vão ganhar essa Copa agora assim. Eu concordo que se tu pegar a a o perfil do do da Argentina, do argentino, tem tudo isso aí. E não é à toa que a gente tem essa rivalidade com os caras, né? Né? E vai ser insuportável conviver com esses caras em Santa Catarina. Se a gente vai ter que estar com eles. Eu chegou num ponto, olha só, eu que já tinha falado para ti aqui, Argentina, Argentina, tudo, todo esse discurso que eu fazendo, eu fiz antes do jogo, começou o jogo, comecei a torcer contra a Argentina, porque eu tava com raiva do jeito que ele estava jogando. Tu acredita? Aham. >> Eu tava, eu vi os caras já empurrando, os caras já criando problema, eu já não tava gostando. E pô, e a gente tem a Inglaterra, eu tenho, tu também tem por causa do ex, eu tenho por causa dos beatles e tudo que a Inglaterra representa para mim. A Inglaterra foi a seleção, desculpa a expressão mais cagalhona que poderia >> melhor do que a Argentina, o mais fôlego do que a Argentina, preparo físico melhor que a Argentina e os caras marcam um gol, poderiam ter ampliado eh para 2 a 0, 3 a 0, resolvem recuar de um jeito. >> Não, então estratégia completamente errada, mas a Inglaterra, eu digo, se a gente pegar os dois países, a Inglaterra para mim, [ __ ] representa tudo, cara. Eu tenho como país para mim que eu sempre achei muito legal por tudo, por todo todas as coisas, Inglaterra, pela Fleuman, inglesa, por tudo, pela educação, pelo pelo jeito deles, pelas bandas, por música, por tudo. Então eu naquele momento que começou o jogo, que eu tava pronto para torcer paraa Argentina por causa desse negócio, tá ligado? Cara, já comecei, [ __ ] é tudo bandido. Comecei a ficar com essa impressão de bandido. Os caras já começaram a bater, já começaram a não sei quê. >> Com o passado, quando veio o segundo tempo, aí eu disse: "Não, o que que essa Inglaterra tá fazendo aqui, cara? Parece o time do interior do do apilo, né? Deixar esses caras ficarem em cima com Messi, com tudo que eles têm". E aí começa aquela parceria dos caras, aí começa aquele, aí entra outro espírito que eu gosto também, que é aquele o seguinte, na rua a gente pode ter feito, eu tenho um amigo meu que já teve aqui conosco aqui até, o Sid. Sidito, >> sim. Aham. >> Lembra o Cidito? Sid, Sid. O Cidito magnífico baterista de sombreiro, cara. Som ilustre. O Cidito é meu colega a vida inteira. Ele tinha era ele e mais três irmãs, >> tá? E eu ia na casa dele e o pai dele, muito legal, o pai dele nos ensinava como é que dava soco. Nosso pequeno, o pai dele era muito louco. E ele dizia assim: "Sid, chegou na rua, tua família fez uma cagada. Alguém da família fez a maior cagada que nós nunca apoiaríamos, que a gente é contra, tá errado. Na hora tu tira tua tua ele, essa pessoa de lá, tua tua irmã, teu tua briga com os outros. Nós vamos brigar aqui em casa. Nós depois aqui em casa nós vamos descer o [ __ ] nessa pessoa. Mas tira ele de lá. Na rua não interessa. É nossa tribo, é nosso irmão, é nossa coisa. É errado o que ele fez. É errado. Eu acredito um pouco nisso. Eu acredito nisso. Não adianta. E eu acho que Argentina tem isso. Aquele goo de irmano não sei que ele se agarro na rua. Não interessa. Errou. Mas ele é da Eu sou time, cara. É a nossa camisa aqui, infelizmente. Tá certo o que eu tô falando? Não, não tá certo. Talvez, mas é uma questão de Mas Argentino tem tá colocando questão. A gente tá junto e vamos vou até o final. >> Mas argentino tem isso. Eles estão batendo, eles estão fazendo errado. Eles eles vão se protegendo. Os caras eles vão se protegendo. Depois nós vamos brigar e vai chegar depois. Desculpa, tudo que a gente fez foi errado. Depois que tá todo mundo salvo, já estamos em casa, já tá todo mundo, ele vai ser punido, nós vamos punir ele. Vai, vai pra prisão, nós vamos botar ele na prisão. Desculpa, mas resolve depois. O nosso time é o nosso time. Eu não quero saber. Eu sei que é errado o meu pensamento. Tem um lado errado. Eu entendo que tem um lado errado. Não tô falando de outras coisas, pelo amor de Deus. Tô falando do de uma coisa que é a família, é o time, é não sei quê. Vai ter alguma coisa errada. traz para cá. >> Olha aqui, ó. >> Depois vai ser, tem que ser punido aqui. Vai ser punido. Vamos punir. Mas e eu não sei, eu acho que foi meio errado, meio ruim que eu falei, mas eu acho que muita gente vai entender o que eu tô falando. E argentino tem isso, >> né? Aquele cara que rifa o rifa o amigo na hora que, pô, deu mal, deu ruim. Ah, não, não, não tem nada a ver. Nem conheço ele. Eu nem conhecia ele direito. Eu não conhecia, não conhecia. Ele é um cara que, cara, tem problema. Ele é muito legal, mas ele tem problema. Vamos, deixa que a gente vai trazer, a gente vai resolver aqui com ele. E acho que Argentino tem isso. Entendeu? >> Olha aqui, ó. Eh, mensagens da nossa audiência, tá? Eh, pessoal não tá gostando do que eu tô falando. O pessoal tá te apoiando aqui, tá? Mas enfim. O Pedro Augusto Schmits aqui, choro de brasileiro. Aí o Dalberto Prit aqui, que jogo que tu viu. Ah, o Ricardo Bogo para, né, Guilherme? Já tá inventando coisa. Que que eu inventei? Ô, Ricardo, [risadas] se eu me disser o que eu inventei, podemos até discutir, tá? Quem mais mandou aqui? Aliás, a turma Ah, deixa eu ver. Isso, isso aqui, ó, o Pedro, a seleção da Argentina é o espelho do que acontece um país. Morro de inveja. Ô, Pedro, deixa eu te dizer o seguinte, tá? Eh, os argentinos

Vão pra rua para protestar por qualquer coisa, inclusive com as bandeiras erradas, tá? O Milei tomou um monte de protesto lá, essa garra Argentina e tal, não sei o quê, não representa. Argentina agora é de direita. O Milê ganhou com as calças na mão.

>> Mas ganhou, alemão. Quero ganhar, n, quero ganhar com as calças na mão aqui.

>> E ganhou. Mas o que eu quero dizer é que a população argentina, uma uma fatia considerável dela, continua sendo peronista, esquerdista, e tal. Não é não mistura em seleção.

>> Mas é que não tem hoje aquela é aquela coisa, é difícil de separar as é como assim, eu gosto da do do Caetano, tá? Eu gosto muito da da Eu acho ele um dos melhores compositores.

>> Ah, Ricardo B. Ah, futebol é jogo de contato, então tá beleza. Aquela cotuvelada do Leonardo no Tob Ramos,

>> que foi lá no lá lá lá

>> nos Estados Unidos 94, né? O cara só quebrou o maxilar, teve traumatizmo ucraniano. É jogo de contato, né, Ricardo? Então deixa, né? Então beleza. É jogo de contato. [roncando]

Alemão, tu tem um lado muito certo, tá? Tu tá tem um lado muito certo, tá? Tá muito certo que tu tá falando num lado, mas tem outro lado. Hoje em dia é difícil de separar o que eu tava falando. Eu gosto muito do Caetan, todo mundo odeia os argentinos, cara. Eles estão, desculpa vocês aí com todo o respeito e o carinho que eu tenho para vocês pelo Spritzer aqui, por quem mais torceu pra Argentina. Eles estão rindo de vocês lá na Argentina. Pega, tem no YouTube para quem quiser ver. Tu acha que não tem que rir de nós? Não tem que rir de nós. Report no Brasil.

>> Eu tô rindo de noss

>> aí. Ah, vou torcer pra Argentina e tal, não sei o quê. Vai na Argentina, conhece alguém que torce pelo Brasil, ele cai na gargalhada.

>> Sim, mas tá. E e tá certo.

>> E nos chamando de otários. Chamando vocês de otários. Desculpa.

>> Não, mas não é, não é, não é. é que nós estamos tentando sublimar isso que você tá falando. Essa richa que existe, essa rivalidade que existe, ela tá aí, ela existe. Mas é que chegou num ponto que não adianta, cara. Os caras mudaram aquele governo, eles estão fazendo a lição de casa, eles estão valorizando a moeda deles.

>> Não tem nada a ver com o futebol. Em 2022, é isso que tu tá errado,

>> não é? É, em 2022 eles ganharam a Copa e a presidente era Cristina, era o Alberto Fernandes.

>> Mas é outro momento.

>> Em 2014 eles chegaram numa final, perderam para Alemanha a Copa do Brasil.

>> Era o era Cristina Kir

>> não misturem as coisas.

>> Mas é que o momento agora é outro. A esse momento tava eu não vou conseguir me lembrar da das condições daquele momento aqui. Não foi

>> qual

>> esse último que

>> 2014 Copa no Brasil. Não,

>> não, não, não, não, não. Agora 22 22 foram campeões. Roberto Fernandes era presidente.

>> Sim, sim. O Lacron, o Macron que segundo ah não, que perguntaram pro Janones, que era o presidente do da Argentina

>> e ele largou o Macron, né? Ele meteu o Macron.

>> Cara, é que eu vou tô vendo agora e e eu tenho visto muito isso. Acho que as coisas não são em vão. Sabe o que que é importante que eu que eu salientei até num vídeo que eu fiz? É o exemplo. As pessoas quando vem essa garra que tu não não tu vê a garra também, né?

>> Claro que sim. Foi extrair uma coisa a vontade de vencer,

>> tá? Então as pessoas, os exemplos

>> que que que aqueles caras de de nada flácida da da da seleção brasileira não tem, tá? Cambada de bunda mole. Cambada de bunda mole.

>> Cara, eu me lembro assim, ó. Quer ver, quer ver uma coisa que eu vou te falar? Outra coisa, por exemplo, lá na na ditadura militar que a gente ganhou o tri, [limpando a garganta] né?

>> Sim.

>> Que que apesar da ditadura, o Brasil economicamente tava

>> Sim. Milagre econômico. Brasil ame ou eu não sabia nada que eu tinha anos nessa época. Mas tu assistia aquela seleção, eu morava na Santana na frente de uma pracinha. Bicho, eu saí, eu saía daquele jogo, ia jogar bola numa pilha, numa empolgação, numa emoção, num entusiasmo. E eu que era criança, 9 anos. Agora as pessoas também, a felicidade de tu assim é que é Brasil naquela época lá. tu dizia por causa por causa da seleção, porque ela era magnífica. Então isso começa também uma onda, as pessoas começam a se orgulhar, pô, tu vê, tu vê a a os mostra, né, a a durante o jogo, é lá nos Estados Unidos, mas mostra a as pessoas assistindo nos seus países, a vibração é é a vibração na Argentina por causa do que tá acontecendo, por causa do jeito que eles vêm ganhando, porque é tudo na garra. É tudo na garra. Os últimos jogos são todos na garra e na roubalheira para te deixar, tá?

>> Ah, ufa.

>> Tá. conseguir arrancar uma confissão do espírito.

>> Não, mas é que o time para mim não é o time não tem nada a ver com isso. É o que que eu tô eh é que tu tá falando do da restituição, da da da coisa maior e eu tô falando só daqueles para um pouquinho. Tu é jogador da Argentina, tu dá um petelec, o juiz não marca, dá uma porrada, o juiz amarelo. Dizer [ __ ] mas não vou dizer dizer nem aí com isso.

>> Eu tô, eu sou jogador, eu não tô nem aí. Eu quero, eu tô aqui fazendo a minha parte. Ah, mas é justo.

>> Não é justo. Não, não é justo. Eu detesto, sabe o que que eu acho que deveria acontecer hoje com VAR? Todo cara que simula e vai reclamar. Ele fez a falta e ele vai reclamar

>> amarelo.

>> Claro, o juiz vai não, todas. Ele reclamou de uma lateral. Toma aqui is merda. Olha aqui. Olha, olha. Tô ali no telão. Não. Nós pergunta assim: "Foi ou não foi?" Foi. Foi. Foi. Foi. Então tá. Então não vou te dar. Eu sou contra isso. Vou dar um outro exemplo aqui. Eh, foi feita uma regra esse ano e funcionou maravilhosamente bem para dar o o andamento pro jogo. Tá aquela história dos X 3 segundos para comprar o lateral. Três, qu 5 segundos.

>> Isso. Isso. E do goleiro também não pode ficar.

>> Funcionou em todos os jogos. Quem é que burlou a regra? Ela lei. E ela trampa.

>> Quem burlou?

>> A Argentina contra a Inglaterra. Os 5 segundos começam a contar o momento em que o jogador da Argentina pega a bola. É o

>> Ele ficou reclamando e não pegava a bola, né?

>> É, ele ficou olhando para ver para quem ia passar a bola do lado dele ali.

>> Por brasileiros isso ia ser chamado de uma malandragem legal. Errado.

>> Por brasileiros. Tu sabe que brasileiro cultua, tu sabe. Mas tu sabe, né?

>> Claro. Mas eu falei de manhã, brasileiros e argentinos pagam o preço de cultuar a malandragem do Gerson 70. É, levar a vantagem e tudo. É,

>> é, na vida importante é levar vantagem. Então,

>> mas eu te garanto que tem argentinos, assim como tem brasileiros, que não gostam disso.

>> Não, eu não gosto. Sou brasileiro.

>> Eu também não gosto. E eu te garanto que argentinos não gostam,

>> tá? Então,

>> também concorda

>> feito uma regra pra Copa,

>> quem qual foi a seleção que deu um jeito de de não? [risadas]

>> Eles acharam uma coisa dentro da regra. Eu não toquei na bola ainda. Mas cara, só um pouquinho, pô. Nós estamos vivendo isso. As regras são todas desrespeitadas, alemão. Então, tu tem que concordar comigo regras sendo desrespeitadas no Brasil pela Constituição, ela não é respeitada. Os caras jogaram na lata do lixo ou limparam o popozão com ela, com a Constituição. Isso me tira do sério. Aí eu vejo uma seleção na Copa fazendo o que faz, tá desvirtuando a regra a favor dela. O jogador faz a falta, ela não é marcada. Ele precisava tomar um amarelo, não leva. O Messi faz o que tem. Alemão

>> aí, aí eu não tenho que ficar indignado, aplaudir os caras que ram cara.

>> Desculpa, mas cadê o cérebro de vocês?

>> Guilherme, Guilherme, essa, essa da lateral aí que tu falou, tá? Essa é da lateral.

>> Vamos combinar o seguinte, a da lateral. Ele não tava fora da regra, ele não tocou na bola. Se isso faz, calma, calma.

>> Eles vão ter que Calma, calma.

>> Mas sabe o que que a regra tá diz isso?

>> A regra diz isso enquanto não tocar na bola. Mas, mas olha só, uma coisa também é o seguinte, é tu usar a regra a teu favor. Isso é jogo. Muita gente faz isso em vários jogos. Não é errado. Ou seja, não toquei na bola, mas tô aqui discutindo. Ele tá errado. Ele não é que tá errado. Ele não tocou na bola. Aí deveria uma coisa assim, não, tu não pode ficar.

>> Sabe, sabe por que que a contagem começa quando o cara pega na bola?

>> Sim.

>> Porque os caras estabelecendo 3 segundos para dar tempo do jogador chegar na lateral. Então assim, ó, o cara vai lá, geralmente que bate o lateral, cobra o lateral, é o lateral da equipe, o direito, esquerdo, tal. Então o seguinte, só que o cara não tá lá. Às vezes o cara tá, a bola saiu no meio de campo, o cara tava na defesa, ela saiu lá no ataque, o cara tava no meio de campo. Então tem que dar tempo do cara chegar. Bom, o cara chegou, pegou a boca, tem x segundos.

>> Mas a cera não faz parte do futebol todo, todos, todos. Isso é uma cera, né? É

>> isso. Eles já estavam ganhando.

>> Mas aí já gan lembro exatamente qual era o lá. Vem um tap, senão ele ia pegar logo a bola.

>> Ah, o que que acontece? Os esportes mudam, o vôlei mudou e mudou para melhor, a regra mudou,

>> mas o futebol mudou. A o VAR tá aí. Tá aí. E por que que instituíram esse negócio? Que

>> por que que instituíram esse negócio 3 segundos, 5 segundos

>> para evitar a cera,

>> para evitar cera, pro jogo ter uma outra dinâmica que nem o vôlei ganhou uma outra dinâmica na época que era, te lembra? Tu tinha que estar com saque para pontuar, né?

>> Evolução

>> e até os 15 pontos. Aí agora não, toda virada é ponto.

>> Já é ponto. Não precisa rodar, rodar, né? Rodar, rodar,

>> rodar, rodar. Vamos a 25. Cara, as partidas de vôlei hoje tem uma velocidade, uma dinâmica fantástica. A FIFA

>> bebeu nessa fonte para em várias alterações que foram feitas parar com a história do do da catimba, do não sei o quê. Cara, se ficar mais x segundos no coiso, tu vai sair e para tu voltar, tu vai ser depois de sei lá quantos minutos, entendeu?

>> Para quê? Para matar a cera.

>> Tu não acha? Teve um baita de um gol, acho que foi do Egito, um baita do gol que foi impedido por causa de uma, sabe, um pedacinho, uma falta no na origem.

>> Ah, foi a falta na origem. Tá certo. Mas às vezes é um baita gol. E é porque o cara tava com um

>> Sim.

>> cabelo na na frente. Eu não acho legal isso.

>> Eu bom, mas isso tá tá na regra. Mas tudo bem, isso é regra, é regra. Mas eu acho isso. Quer dizer, eu faço uma separação, eu ainda faço, apesar de eu achar que os caras são irritantes dentro de campo, uruguaio também é argentino, catimbeiro, brasileiro. Brasileiro me dá nojo às vezes ver o Brasil jogar, cara, que eles caem daquele jeito, valorizam aquela. Ah, brasileiro me dá mais nojo às vezes que argentino, vou te falar sério. E e cara, essa seleção sem sangue, se tu for, tá? Então vamos comparar agora a seleção com seleção. O cara dizendo que ia pras férias que pô, isso aqui é minhas férias. Alemão, tô, tô te ouvindo.

>> Não, tô te perguntando. Tu não ficou com raiva da nossa seleção? Tu achou que tava tudo na boa com a nossa seleção? Sim, mas desde o início eu não tava nem torcendo para eles.

>> É, então, pô, nós estamos comparando na Argentina. O cara, se tu botar para mim a seleção da Argentina e do Brasil, então vamos chegar nos finalmentes aqui. Então, [ __ ] cara, eu fiquei com muito mais raiva da seleção brasileira. muito mais passivo. Então eu seja e esses caras eh com garra que cometem erros que a gente não acha legal por causa de ética. Ouve, a gente não acha legal, e eu concordo contigo, não acho legal também, mas eu eu fico profundamente empolgado com a ética deles. Eu fico eu prefiro um pouco isso do que os anêmicos, passivos e e bodosos jogadores do Brasil.

Mas é que daí tem uma questão, uma relação de expectativa versus frustração. Eu não esperava nada da seleção brasileira. Eh, por que que eu não

>> Que ruim, né? Que ruim, né? Não é, mas assim como eu não esperava nada, como quando os caras desclassificaram, tal, aí também, né, lá no início da Copa já,

>> não, mas aí cara, aí tá, assisti, torci num jogo no outro e tal, mas assim não era uma seleção que empolgava, não sabia a escalação.

>> É, a gente não sabia quem ia jogar na nossa seleção, cara. Eu sabia lá do

>> Tá, então, mas compara que me irrita. O Paquetá porque me irrita.

>> Paquetar que Paquet

>> Paquetar da dancinha. Vamos fazer uma dancinha do Paquet. Dan

>> fazer a dancinha do Paquetá. E aí nós temos que ouvir o Neto, Casagrande, o Juca Furi, o o Fedorento, o Peninha Fedorento e falando do do que o Neymar é ocupado da da

>> melhor coisa dos vídeos do Paquetado, sabe o que que é

>> a dancinha? Não,

>> mulher dele dançando, porque ela sabe dançar, ela dança só por isso sabe dançar. A melhor coisa dos vi do Paquetá é mulher do Paquetá. Então, mas se a gente botar a seleção da Argentina e seleção brasileira, desculpe, eu que pô, eu tô com com eles aqui, cara, com Não tô falando do país, não, eu tô falando. Esse é o time que se roubaram, que se prepararam,

>> eu posso olhar, admirar e invejar a garra, mas eu não preciso torcer para eles.

>> Ah, não. Tá bom, entendi. Entendi. Concordo. Eu não tava torcendo para eles inicialmente. Falei

>> na nossa audiência aqui tá cheia de torcedor da Argentina,

>> mas é que a gente não consegue separar as coisas hoje em dia. A gente quer garra, a gente quer vontade, não tem perder, a gente quer sangue no olho, a gente quer atividade, não passividade, que vamos para cima, eu quero ir para cima e eu quero ir aqui, companheiro, nós somamos juntos os companheiros do PT, que eles são companheiros, aqueles [ __ ] lá. Aqui os caras que eu quero quero acompanhar, nós estamos brigando entre nós na direita, na direita aqui, cara. Aqui ó, o Ricardo aqui, ó. Vê se o Messi é patrocinado pro Bet. Olha o teu Vini Júnior. Meu Vini Júnior, Ricardo, eu eu não quero saber do Vini Júnior, cara. Os caras falaram do mestre, neto

>> só tem mais uma que o Ricardo mandou aqui, ó. Na política eu concordo quase 100% contigo, mas no futebol infelizmente se fosse o mestre, né? Estados estamos junto, tá, Ricardo? Vamos em frente. É só futebol, tá? Que que tu ia falar do

>> Não, não, o Fedorento. Sabe o quem é o Fedorento?

>> Quem é o Fedorento?

>> O Peninha.

>> O Peninha

>> e o Neto estão no mesmo programa os dois, cara. [risadas]

>> Pandirante.

>> Agora os caras dizendo que o Messi é extrema direita. Pandeirante.

>> Extrema direita.

>> Pandeirante. Pandeirante.

>> Não, velho. Pô, essa extrema direita tem muita coisa. é autista em primeiro grau. Ele ele ele é obsecado só naquelas coisinhas ali. Ele ele é futebol,

>> ele tem hiperfoco, acho que

>> hiperfoco, né? Né? Dizem que ele tem o autismo em primeiro grau. Diz tem essa história até

>> é dizem. Não sei se

>> cara o cara é aquilo lá. O cara tá tá dando sangue dele. Esse tá ele nunca a felicidade de est com aqueles os caras todo mundo beijando ele cara. Ele tá todo fedendo a gusp tanto que todo o povo argentino beija esse cara. Para quem escolhe o fedorento? Ou é o Peninha ou é o Messi. Cara, para ti todo mundo é fedorento.

>> Sim. Não, Peninha. Peninha. Peninha. Tu não. Aqui se

>> tá bom.

>> Peninha. Peninha. O fedorento. Peninha fedorenta. [risadas] [ __ ] Peninha é fedorenta.

>> Não sei. Nunca chei o Penta olhar ele. Pô, o Pelinho é um fedorento.

>> Ah,

>> teias fedorentas aí. Pô, pega o Messi, tu diz que o Messi é extrema direita, velho.

>> É,

>> pô. Aí é, aí é para o peru coisas,

>> nós est falando de futebol, senor direito, falando no campo.

>> Olha aqui, ó, o coisas antigas, muito bom. Riverplate, que eles chamam lá de Rassing, news, Old Boys, Arsenal, Bunfield, All Boys, mas detestamos os ingleses. Baita recal [risadas] tudo em inglês, não? E tinha aquele jogador, como é que é? O McAlister, né?

>> Não. E os melhores são os memes deles, assim, como os argentinos acham que são, né? Aí é só um perfil assim europeu, cara com jeitão italiano, o outro alemão, outro suíço ou noreguês e embaixo assim como eles realmente são. Aí é o tevis, um outro bugre lá. [risadas]

>> Mas é, você acham super europeus, né?

>> Sim, sim. É a Europa aqui, né?

>> Mas aí aí faz parte.

>> É,

>> então

>> é tudo bem. Não sei. Pode falar bugre, cara.

>> Acho que pode, né? É í meio í com í branco, não é português, não sei.

>> Então é eh eh

>> pode falar que tem que se perguntar, né? Não sei

>> a desculpa aí se não podia. Desculpa aí. Não sabia

>> o que

>> eu não vi se não podia.

>> Porque sabe quando tu bota aqui a inteligência artificial já te diz, né? Ela te dá o significado, diz o que é. Mas assim, ó, é uma, ó, tá aqui, ó. O termo bugre é uma denominação pejorativa e racista, historicamente utilizada para se referir aos povos indígenas. A palavra tem origem no francês bugre, passou a ser usada pelos colonizadores europeus para inferiorizar os nativos. Mas eu eu a minha lembrança é GPT,

>> é a tua [roncando] inteligência artificial.

>> Ah, é a do Google aqui, cara. Eu não lembro qual é a do Google. CPT. Eu acho que

>> tá, mas e quando é o o quando você tem uma messigenação de um branco com um indígena cafuso,

>> mameluco cafuso.

>> É, mas deve tá tudo proibido isso aí.

>> Não podemos falar nada disso aí. Deve ter termos

>> tudo. A gente começa com desculpa.

>> Desculpa aí que eu não sabia,

>> ó. Desculpa que eu não sabia.

>> Desculpa que eu não sabia.

>> É, vamos ver aqui as definições, ó. Eh, tá aqui, ó. Mameluco e cabôclo.

>> Caboc

>> são termosados para descrever a mistura entre branco e indígena.

>> Termo cabôlo também passou a ter forte identidade cultural associada ao obtente tradicional da Amazônia, de outras regiões rurais. Mulato, aí branco e negro, né? durante o Brasil colônia era o mestiço mais presente nas áreas urbanas. Ah, e o Cafuso era referente à pessoa descendente de mistura entre negros e indígena.

>> Negro. Isso é

>> e tu é misógeno porque tá falando da Argentina. Pode ser que talvez seja misógeno porque tudo é misógisóg é só o cara que fala mal da JA. Só da gastadora. A gastadora é a gastadora

>> é [limpando a garganta] misóg que você tá falando.

>> Aliás, era uma charge maravilhosa que ela com uma bolsa importada assim com cheia de de coisa dentro presente, dinheiro, sei lá. Eu

>> e o menininho do lado que eu não lembro exatamente o que que ele diz para ela. [roncando]

>> Difícil isso, né tia? Carregar isso. É.

>> Difíil. E ela olha para ele. Ah, misógeno, né? Então é isso. Mas aí a turma lá daquele partido não e não vê problema, né? Não. Eh, então nós temos os dois últimos jogos agora.

>> Mas, ah, lembrei porque que Bugre era um negócio aceito. É o, como a turma se refere, o mascote do Guarani de Campinas. Guarani, time, Guarani, era um indiozinho. E o indiozinho, a turma se referia ao indiozinho e ao clube

>> como bugri,

>> tá certo?

>> Então, cara, mas hoje é tudo proibido, nada pode, não sei o que e tal. Então era por isso a minha a minha lembrança. O Guarani de Campinas é chamado de bugre, né? Campinas que tem dois times de futebol grandes, né? É o a Ponte Preta, quer dizer grandes.

>> Campinas tem da onde vem o Magrão, né? Que é o

>> Não, e o Neto é de Campinas também.

>> E o Neto também.

>> Aliás, o Guarani revelou muitos jogadores. Neto, o Dialminha, acho que também começou lá. O Magrão, Magrão. Do

>> Magão. Dialminha que tá o Dialminha que é baita jogador. Ela baita jogadora. Mas na seleção que ele não estourou muito.

>> Tinha o capitão,

>> capitão acho que era da portuguesa, o Hollywood. Tinha o nome Hollywood por causa de Hollywood. É, não sabia disso. O capitão que jogou no Grêmio, aquele não, eu me lembro desse time aí do do Guarani, né?

>> É. Não, mas é

>> camisa verde. O

>> é camisa verde do Guarani. É que era

>> ach capitão. Capitão Magrão. Um Magrão. O

>> capitão jogou lá, né?

>> Eu acho que jogou. Era o Magrão.

>> Jogador. Olha aqui, ó. É o era o Oleú de José Ribeiro, mais conhecido como capitão.

>> Deixa eu ver se ele jogou no, ele jogou no Guarani.

>> É,

>> ele sai do Grêmio e vai pro Guarani e ele vem para o Grêmio vindo do São Paulo, mas antes disso ele tinha jogado na Portuguesa, tá? Eh, o Oleud.

>> Oleud,

>> eu sabia do nome dele. Oleu, mas é Oleud, como eu tô falando aqui. O L

>> esperava, eles pensavam que estavam botando Hollywood

>> Hollywood. É sensacional.

>> Muito bom, né? É, vamos lá. O Leud José Ribeiro era bom jogador, cara. Era bom jogador.

>> E o seguinte, semana que vem nós já vamos encarar é jogo, já volta aqui nosso joginho daqui aéia do campeonato.

>> Meu Deus. Não, tu voltar depois para isso aqui, cara.

>> É, é, é triste, né?

>> É triste.

>> Depois tu vê.

>> Ah, não tem. Porque eu vi vários jogos bons. Eu vi jogos legais,

>> pô. Vi jogos legais, cara.

>> Teve, teve, teve uns cada jogão, cara.

>> Pô, teve jogão, cara. Teve. Foi bacana essa Copa, vou te falar sério. Eu me entrego, me entrego. Eu gostei da Copa. Isso.

>> França foi um baita jogo de futebol futebol. A Holanda teve um baita jogo contra quem? Cont.

>> Cabo Verde fez uns jogos legais. Ap

>> tem as seleções africanas fizeram

>> fizeram jogos muito bons. É,

>> tem aí a gente vai jogar campeonato brasileiro, cara.

>> Aí vem para isso. Ah, Grêmio e Red Bull Bragantino. E pior, o Grêmio vai perder pro Red Bull. [risadas]

>> Inter joga com quem? Que eu nem sei.

>> Caraca, mas vai perder também. Bem, vai draga.

>> Meu Deus do céu. Muito, muito horrível. Tá, mas termina domingo então bem copa termina domingo. Termina domingo

>> e não desceu desc voador lá, né? Que ia descer. Mas aquele presidente da FIFA é ET, né? Aquele cabeçudo que tem uma cabeça com o carecão.

>> O infantino,

>> não sei porque aparece de vez em quando sentada.

>> É, não é? Tá, tá.

>> Ele é um ET. Aquele cara

>> tá no jogo. Tu viu o Big Jagger quando a Argentina faz o gol?

>> Fez um, fez um troço assim,

>> cara. Eu eu vi aquela imagem, me lembrou minha avó quando eu aprotava, cara. Porque o Big Jager tá com uma avó, né?

>> Sim.

>> Tá velho.

>> Sim.

>> Então é ele com um bonezinho meio caído assim, velho.

>> É, mas eu acho que ele se viu no telão, né? Ele fez um

>> Pode ser um

>> Essa gosta de futebol, acho que Mig,

>> o Glauco mandou ali no nosso grupo. Mandei de novo. Quanta coisa, moça. Diz o menininho. E a coisa

>> e e não é uma bolsa. Ela tá com sacolas da Gut, não sei mais quem e tal. E aí ela diz pro menininho assim misógeno, né?

>> Falando já saindo um pouquinho do assunto.

>> Quer dar manchete pra gente ir pro break? Não, eu ia falar, não, eu ia falar que eu fui assistir

>> hã

>> o Fabiano Heimer que gosta de Não, eu fui assistir o filme e de AD, que na verdade é Discloser.

>> Fabiano tá no filme [risadas]

>> não. Fabiano que me disse cara vai pô vai assistir o filme que não sei quê que eu

>> assistiu o Fabiano. Aí o Fabiano se apresentou.

>> Sim. Porque o Fabiano me, eu tinha até me esquecido. Bom, virou piloto de moto agora. [risadas]

>> Isso. Então eu fui, quero falar que fui assistir tá a par desse filme não.

>> Dia D.

>> O dia D, o discloser que tem toda essa jogada do discloser, as revelações, os lotes, vocês não sabem nada de nada, né? Putza, né?

>> É que eu não sou reptiliano, cara.

>> Tá certo. Será? Acho que não. Minha mãe nunca me falou, nem meu [risadas] pai. Mas aí então vamos falar sobre

>> uns dedos meio comprido, não tem?

>> Tem até não não tem cabimento aqueles dedos para alguém que tá numa espaçonave dirigindo. Tem uns troços que não tem cabimento.

>> Aliás, o Fabiano diz que a Duda, esposa dele é reptiliana.

>> Ah, é?

>> Ela diz porque ela ela tem uns dedos finos a

>> compridão. É,

>> mas casou com ela, então não deve ser tão ruim assim.

>> Não é ruim não. Não é ruim. [risadas] [suspirando]

>> Olha aí, ó. 558. Tá. E que que tem o dia? Disclosure? Não, então vamos, eu fui assistir o é que eu tenho acompanhado, eh, tá vendo, aconteceu agora nessa sexta que passou, a última, [roncando] o quarto lote de revelações do governo americano, né, de arquivos secretos, que seriam arquivos secretos, arquivos, áudios, vídeos, né, textos e e os caras eles fizeram muita muito aé em cima desse filme. no meio do Spielberg, né, que que haveria todo um, né, um estaria junto com todas essas revelações e aí quando fosse lançado o filme aconteceria não sei o quê. E eu fui assisti o filme. Enfim, tu quer falar agora? Vamos falar antes?

>> Não, vamos falar na volta.

>> Na volta de ch na volta isso aí, porque olha, foi

>> nada como a memória, né, dos mais velhos. O meu pai, o velho, né, que eu chamo carinhosamente de velho,

>> Ricardo,

>> é, mandou mensagem aqui dizendo que o AlcDo, que foi um grande atacante do Grêmio, eh, tinha um apelido de bugri.

>> Isso aí, apelido de bugri.

>> O Alco, é da época do Cláudio Alomiro, eu acho. No Inter Cláudio no Grêmio Alcindo.

>> O Alcindo é, o Alcindo é de 1945,

>> não?

>> Então, nascido, nascido nos tá, tá. Então,

>> mas jogou na mesma época, acho que o centroavante do Grêmio era o Alcindo, centroavante do Inter era o Cláudio Miro. Ele ainda é hoje o maior atacante, o o cara que mais marcou o gol com a camisa do Grêmio. Acho que é

>> Cláudio Romiro que tinha aquelas frases aquilas do do azulejo, vermelejo, não sei se

>> é algumas delas são um mito. Mas assim,

>> é boa Jomiro, aqui de boa noite pro microfone da Guaíba. Boa noite, microfone da Guaíba. [risadas] Essas assim

>> tem a Não, tem é a do Vicente Mateus também.

>> É,

>> que foi presidente do Corinthians, né? Esse também

>> é ele teve tinha uma que era um tinha uma bataria, a empresa tava falando sobre

>> ah

>> esse era o cartola romântico ainda, ainda

>> total, tipo mirand.

>> Isso é o próprio Fabov

>> tinha tinha esses caras faz falta no futebol. Os caras eram eles, eles ficavam numa linha assim do cartola, quer dizer, dirigente quase bandido, né?

>> É, era perigoso, mas assim, era o nosso perigoso. Era e de um de um futebol do passado aí. Eh, hoje acho que não sei se acho que não cabe mais, mas o Vicente Mateus do Corinthians, ele tinha algumas frases eh clássicas, a uma delas foi tavam, a imprensa tava perguntando sobre uma negociação do Sócrates, foi logo depois ali da época da democracia corintiana e tal. E aí ele foi enfático, né, perguntar, escuta, o Sócrates tá saindo, presidente? E aí ele disse, o Sócrates é invendável, inegociável e imprestável.

>> Emprestável. [risadas] Muito bom. O legal é que o contrário, tu entendeu? Se o cara é emprestável, é porque pode emprestar.

>> Vinha, vinha, vinha na lógica, né? vindo.

>> É, mas ele veio, resolveu cravar com o I, né? I emprestável e não presta, entendeu?

>> Depois ficou a mulher dele ficou também na direção, não ficou?

>> Ah, não lembro disso aí. Talvez, talvez. Tinha uma outra também que diziam que ele tinha dito que como é que

>> tá? Eu tinha várias, né?

>> É bom porque não sei o que já matamos dois coelhos com uma caixa d'água só. [risadas]

>> E tem como é que é? Obrigado a Brama pelas Antárticas que nos mandaram. Obrigado Antártica pelas bramas que nos mandaram. Mas essa eu não sei se foi do Vicente Mateus ou se foi do Cláudio Miro. Claudioiro ou do Valdomiro do Inter?

>> Não, Cláudio Miro que era das frases. Valdomiro era ponta direita, Cláudio Centraavante. Então, Cláudio Almomir

>> é,

>> enfim, vamos lá. 6:2, breve pausa. Já voltamos. Deixa eu lembrar aqui, ó, na banca do holandês, melhor impório gourmet da cidade, você encontra mais de 200 tipos de queijo. É a maior adega comercial do Rio Grande do Sul, né? São 3.000 rótulos de vinhos espumantes. Aliás, entre eles Dom Laurindo, né? próbio coisa boa. Tem tem do Laurindo lá na banca do holandes também. O melhor bacalhau do mundo, tá? Porque tem peixe que vendem como bacalhau, primeiro problema. E aí você tem tipos de bacalhau e aí você tem um bacalhau. Bacalhau, mas assim, bacalhau, né? Um uma aposta baixinha assim, não tão saboroso e tal. E você tem o bacalhau, a banca do holandês é o melhor bacalhau do mundo, tá? E lá você pode comprar ele [roncando] para preparar do zero em casa. Se quiser fazer bolinho, se quiser fazer a Gomes de sá, as natas, o jeito que você preparar, quiser preparar uma quiche e tal. E se você quiser levar para casa pré-pronto, só colocar no forno ou na fritadeira, o bolinho de bacalhau tá lá para isso. Pronto, é só colocar na air fryer ou pode fazer no forno e pode fazer no óleo também, tá? Tem com 50% de bacalhau e 70% de bacalhau. Eu até prefiro com 50, tá? Hum. Daí ele fica mais molhadinho, tem mais batata,

>> mas tem gente que gosta de bacalhau, né, transbordando. Então tenho 70%. Tem o bacalhau as natas, só botar no forno. Então uma maravilha. Quatro endereços esperando você na Plini Brasil Milano. Essa é a loja que geralmente abre aos sábados também, tá? Mas hoje você entra lá no Instagram, até posso entrar aqui ver se nesse domingo, perdão, no domingo, tá? No sábado todas abrem. E é claro, o mercado público onde tudo começou na Bela Vista, na Pedro Ivo com a Pedro Chaves Barcelos. É a nossa lógica.

>> Nossa,

>> eu a gente nunca se pechou lá, tá? O Spitter vai num vai num horário que eu não vou.

>> Passo bem cedo lá às vezes com o meu cachorro.

>> Ah, não, por isso cedo eu tô no ar aqui trabalhando.

>> Sim, sim. Eu te assisto mais tarde.

>> É, eu sei. É artista, né, cara? Então,

>> claro, claro, claro, claro.

>> E também a mais nova loja Nanilo Pessanha com a João Vig, tá? E o estacionamento fica no subsolo nesse caso. Então,

>> Guilherme,

>> oi.

>> Uma coisa legal também que eu queria falar quando a gente voltar que ainda tem a ver com Copa,

>> tá?

>> Porque um time que se destacou bastante mesmo, até por causa do

>> Noruega,

>> Noruega, né, cara? Peguei umas umas curiosidades muito legais da Noruega. A gente ia ir ia teríamos hoje um norueguês aqui conosco, [roncando] porque o Júnior me disse: "Cláudio, Johão, vou imitar ele". E [risadas] que hoje ele acha que não vou imitar ele

>> que hoje era o o 16 de julho, é

>> o dia da que Apolo X chegou na lua,

>> tá? e que teríamos conquistado o Paulo Sul. O primeiro homem a chegar no Paulo Sul foi o Amunden, que é um norueguês, que seria 16 de julho. [roncando] Lê do engano do do tio Júlio, não é? Em dezembro, então aí obtei não.

>> O cara dá de onde? Para pr para chegar no Paulo Sul.

>> Noruega.

>> Noruega. O cara tem que descer lá de cima para chegar no Polo Sul.

>> É atividade. Tá na atividade. É, veio, veio. Cara, veio

>> o tatravô do Rand. Possivelmente viking dos viking. Um viking. É. [suspirando] E aí e a gente ia falar, eu falei com o consulado, viking lá e o noroguês aqui, mas aí achamos melhor deixar pra data. Tá legal.

>> Mas por outro lado daí me foi muito legal a participação da Noruega, que é um país realmente interessante. Os nórdicos

>> sim

>> trouxe curiosidades que são bem interessantes pra gente falar também sobre isso.

>> É da é da Noruega aquele peixe enlatado, fermentado, o surstoming.

>> Pá, não sei.

>> Fede, fede. Mas quem come, quem aguenta o cheiro com dis que é uma maravilha.

>> É, é, tem tudo a ver. Deve ser, deve ser de lá. não passar por isso. Oém,

>> tu sabe por tu já deve ter visto esse vídeo na internet, sabe o que que os

>> Por que que o urso polar não compinguim?

>> Porque não é, não tem lá. É porque só tem no norte.

>> É, o curso polar é do polo norte, pinguinha do polo sul. Então, até porque o seguinte, se eles tivesse no mesmo lugar, esquece, né? Já, já não tinha mais pinguim, né?

>> Exatamente.

>> Não tinha mais pinguim.

>> Só naquela mãozada assim, já ia uns 10, né? Eh, tem aquele ditado, né, que o [roncando] eh do dos ursos, da cor do urso, né? Ah, urso preto. Tem tem vários tipos de ursos, mas os mais comuns no norte eh o preto, né? Aí em inglês é if it's black, fight back. Ou seja, se for preto, vai cau, vai para cima, porque ele geralmente foge. E tem vários vídeos assim que realmente o urso ele não, ele ele também não é tão grande, né? urso preto e tal e ele se se assusta. É o que entra geralmente nas garagens lá no Canadá para

>> vai pegar vai no lixo,

>> vai no lixo. Então, if it's black, fight back.

>> Isso.

>> If it's brown, daí o urso pardo, que já é maiorzão, lay down, ou seja, te deita, finge de morto.

>> Tem a cena aquela do filme do Leonardo Caprio, logo que se tivesse assistindo, vai me socorrer com o nome do filme, que aliás é brutal a cena. Ele faz isso, ele se atira no chão para simular que tá morto e o urso rasga as costas dele e tal. Daqui a pouco eu vou lembrar o nome do filme. Então, fits brown lay down. E fits whites, ou seja, urso branco polar de tá morto. Não tem.

>> Mas o pior que o branco

>> e o urso pior que o branco.

>> Qual

>> é? O bipolar. [risadas] Imprevisível. Total.

>> Ele é teu amigão, tá tomando chá contigo, [risadas]

>> passa 10 minutos, ele te dá uma bocanhada

>> direto. O urso bipolar. 6:8 Universidade Fevale, sua rotina mudou e o jeito de estudar também. Conheça a graduação semipresencial da FEVAL, a flexibilidade que você precisa para estudar online com as aulas práticas e a convivência que só os nossos camp oferecem. É o melhor dos dois mundos para impulsionar a sua carreira. As matrículas estão abertas. A hora de investir no seu protagonismo é agora. Inscreva-se em graduação. E 6:09 virou. Agora vamos ao intervalo com Schmecken. Biscoitos caseiros. Tu tava com fome, né?

>> Ah, ficou esperando os interval.

>> Os olhos estavam assim. Smack,

>> smack.

>> Smack.

>> Quero meu smack. É

>> de dar meu schmacking.

>> Não pode ser shm, né?

>> Aí fica ruim.

>> Não, schmack é bom. Smock

>> é ruim.

>> Aí fica difícil. It's complicated.

>> É,

>> it's complicated.

>> No no no no no no jud.

>> Tem quem goste.

>> Tem tem goste de smoke.

>> Tem tem

>> tem mulher que gosta de smoke.

>> É. Sabe o que que Smock não é só uma pessoa meio, né?

>> Ah, tem um significado.

>> Opa, depois te conto.

>> Que tem uma outra palavra por

>> que é potes. Tu já vai falar em potes?

>> Potes não.

>> Esse cara é um pote. O shm. Mas o shm é

>> é pior.

>> Schmok pode ser circuncisado, então tu vai

>> Ah, entendi.

>> Pronto.

>> Por isso que é chamado shmock. O cara tem uma cabeça do

>> Na Argentina, Uruguai, tem uma palavra que é a mesma boludo e pelotudo.

>> Sim,

>> para mim é a mesma coisa, cara. Boludo, pelotudo é bola, né? Mas não, um deles é assim: "Ah, o cara é um trouxa, tu entendeu? O outro é pesadaço."

>> Qual que é? Eu não lembro agora qual que é pior. Eu acho

>> boludo. É boludo. Pelotudo.

>> Acho que pelotudo é pior.

>> Pior

>> se um pelotudo. Aí pelo tudo acho que é mais pesado. É mais agressivo assim.

>> Acho que sim.

>> Bom, com pelotudos para lá, boludos para cá. Vamos pro shmeken

>> que é melhor melhor lugar.

>> A charge, vamos botar a charge no ar.

>> Não, o filme.

>> O filme ele mandou. É bom esse glaco, cara.

>> Qual

>> ele mandou?

>> O regresso de Revenant. E essa é a cena, ó.

>> Ah, tá aí.

>> O Leonardo Di Caprio e um Grizzly Bern, um urso pardo indo para cima dele. Essa cena é, Já vi esse filme? Não

>> vi.

>> A cena dele depois as costas dele arregaçadas.

>> Sim.

>> Com as garras do urso. É um é um bom filme. É um bom filme.

>> Acho até que o não foi o Grock foi correr de novo.

>> Eh, não sei se não foi o filme que deu finalmente pro Leonardo de Caprio um Óscar. Não sei.

>> Eu acho que foi, tá? Porque ele tinha já concorrido várias vezes, aquela fez vários sucessos e nunca tinha vencido. Acho que nesse filme ele ganhou

>> e nos decepciona com uns posicionamentos eles que eu acho por quê?

>> Não, mas a sacanagem maior com o Leonardo de Capro é a questão da do prazo de validade das namoradas, né?

>> Não, não sei essa.

Não sabe dessa? Elas não namorou a brasileira aí. A cara, elas elas chegam nos 24 ou 25 anos, ele termina e pega uma mãe nova.

Ah, é. Quase seria meu herói se ele não tivesse esses posicionamentos dele. Eu até vou pesquisar, mas tu pensa bem, um cara que tá na posição desse cara, velho, tu tem que ter uma vida diferente. Se assim, não, se eu fui colocado aqui nessa posição, eu tenho que é até pecado ele não aproveitar as chances que ele tem. Tu não acha? É uma maldição.

Acho, acho, acho. Não é nada, não. Não acho. Tu tá querendo botar enroscada. Olha aqui, ó. É a maldição dos 25, tá? De que ele não namora mulheres com mais de 25 anos aí. Depois o nome da gaúcha aqui que ele pegou. Gisele biné é deixa eu ver aqui.

Olha o que não tem uma binting bacana, né? Ah, ela é bonita. Não, falando da bunting. Ah, não. Calma espírit. Não é, não tem uma buntin. Ela tem uns pats. É, ela é mais da da do do uma Mas vamos, como é que chama? Da chegada. Ela é linda. Comissão diferente. Ela é linda. A Gisele. Tá.

Sim. Interessante. Só que é o seguinte. Não, não. Uma mulher com presença bonita e tal. Sim. Mas tu vai aqui para pra colonização alemã italiana, tu vai achar um monte de descendente de de colonada ali que tu der um banho de loja. Muito mais muito mais. Claro. A Gisele Benchin é uma coluna. É linda. Sim, mas é uma coluna.

Será que as russas são mais bonit? Perrachado. Eu tenho perrachado, sabia? Eu sou do pé rachado. É pé seco, seco, seco. Será que as gaúchas são mais bonitas que as russas? Diz que as russas. E as norueguesas são bonitas também. As nórdicas não são as italianas são bonitas, as alemãs são bonitas. É, as mulheres são bonitas, né, cara? Por que que elas querem ser que nem homens que por isso, cara? A gente tá, a gente tá um fio desse programa. Por quê? Por quê? Eu falei bugre, tu tá agora entrando num terreno pantanoso.

Esse é perigoso. Esse aqui a gente não pode falar nada. Esse aqui, né? O Leonardo Cap ganhou em 2016 o Óscar de melhor ator pelo seu papel no filme. O Regresso. O regresso. Tá, não tá tão mal a minha memória, não. Tá. Vamos pro intervalo, tia, pelo amor de Deus. Vamosembora. Bora, bora. 3 12 mais um. Tchau. Tchau. Não, até até a volta. Tchau. Você tá louco. Sua rotina mudou e o jeito de estudar [música] também. Conheça a graduação semipresencial FE Vale. A flexibilidade que você [música] precisa para estudar online com as aulas práticas e a convivência que só os nossos campos oferecem. É o melhor dos dois mundos [música] para impulsionar a sua carreira. As matrículas estão abertas. A hora de investir no seu protagonismo é agora. Inscreva-se em graduacão. Sabe aquele cheirinho de biscoito saindo do forno [música] que lembra a casa da avó e os bons momentos em família? Assim são os biscoitos da. Receitas [música] caseiras assadas em forno além e sem conservantes. 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Que que que bobeada que eu fiz agora? É. Bobei, mas vou pegar lá depois. Rateou, ratei. Nem o pai do vagino, né? O pai do vagino. Rateou. [risadas] 3:18 MEC Biscoitos Caseiros 99714. E a gente está no ar para Dom Laurindo. Tradição e excelência em cada safra. Domlaurindo.com.br. Também paraa banca do Holandês. Paixão por comer e beber bem. Melhor impório gourmet da cidade. FMP, Fundação Escola Superior do Ministério Público, a melhor faculdade de direito do Rio Grande do Sul e uma das melhores do país. Somos a evolução do direito. E Universidade Fevale, referências impulsionam referências. Não sei, não sei como é que vai terminar, lógico. Não sei como é que vai terminar. Olha aí, ó. Brincadeiras. Eh, te mandei um card falando do Mat Damon ali, ô Felipão, que é o cara que ficou em Marte, né? É o cara que no Interelar fica em Marte. Esquecer. Não, não só no Interstellar, tem um filme, não é? Não é Marte, ele fica num planeta. Não, não, mas ele tem o filme aquele que que ele tem que ele fica em Marte, não me lembro do nome do filme que ele fica lá 5 anos. Então, ali, ó, o Marciano Martian. É, tá aí ali, ó. O meme é o seguinte, ó. Quanto Hollywood já gastou para trazer o Mat Dayon para casa? Tá aí no resgate do do soldado Ryan 70 milhões foi o orçamento do filme. Interestelar 165 milhões. O Marcianos 108 milhões. E agora a Odisseia está chegando nos cinemas agora, né? 250 milhões. E parece que o Mat Dondon mandou, ele ficou sabendo antecipadamente que a gente ia tratar desse negócio e mandou um contraponto, enfim, um recado para nós e pra audiência. Aí temos o recado do Met Damon aí ou vamos colocar na tela então, por favor, Felipão. Vou dar o direito de resposta aqui pro Met Dimon. É justo, é justo. Sua dupla de [ __ ] Vocês ficam falando mal dos meus filmes, eu vou avisando que eu tenho uma mulher que é brasileira e ela é muito braba e eu vou mandar ela para cima de vocês dois, seus bunda moles. A gente percebe que Ah, dá para ver de novo, cara. Dá, dá, dá. Acho que dá, né? Tem que pessal agora, agora que o pessoal se deu. Vamos lá, bota de novo na tela. Tem que isso aí, tem que ver duas vezes, cara. Olha aqui, sua dupla de [ __ ] Vocês ficam falando mal dos meus filmes, eu vou avisando que eu tenho uma mulher que é brasileira e ela é muito braba e eu vou mandar ela para cima de vocês dois, seus bunda moles. Tá bom. Tá com tempo livre, né? Tá com tempo livre. Tá com tempo livre. Não, parece que esse meão foi visto aqui na região da Assunção, [risadas] Panema, né? É. É. Muito muito bom. Anda de moto aqui. [risadas] Anda de moto. Ai, ai. Mas o Sensacional para ti interstellar é o melhor filme, um dos melhores. Ontem eu revi um filme que eu acho que sensacional, que eu sei que tem no Prime, até não sabia que tinha, que é Primer. Hum. Que é sobre um tema que eu gosto muito, viagem no tempo, mas é espetacular. Primer espetacular. Primer se escreve. Um filme de baixíssimo orçamento. O cara que é principal, o ator principal é o diretor, é o roteirista, é o músico, é o cara que gravou a trilha e difícil de entender. É desses filmes que nem no Interstellar que tem vídeos no YouTube para explicar, mas muito bem alicerçado assim a ideia. Ela tem uma base para viagem ah, no tempo. É muito legal. Então, então aconselho quem puder assistir Primer, te garanto que no primeiro tu não vai buscar. Tu vai gostar do mesmo jeito. Vai gostar, mas não vai buscar. Agora não vá. Vá assistir o dia D. Vá para ver o dia D, que é o filme do Spielberg que saiu. Posso falar sobre isso agora? Pode. Dia D. Então, que aqui sai, aqui saiu como dia D. Lá é Discloser Day. Isso. Que é o dia closer que seria desclassificar, é, é, é e revelação, né? Porque lá eh eh eles usam esse termo aí como eh o as coisas que são classificadas seriam aquelas proibidas, mantidas em confidenciais, né? Nos Estados Unidos seria muitos documentos, muitos arquivos, muitos áudios, muitos vídeos sobre essa relação, essa comunicação com Aliens, a engenharia reversa. E é isso que os ufólogos e essa sociedade ligada à ufologia, né? essa galera da qual eu faço parte como um espectador interessado no tema. Eh, todo mundo pede porque há muito tempo, desde lá de Roosevelt, que é o incidente que teve no Novo México, que foi em 1946, 47, 48 alguma coisa assim, que teria caído uma espaçonave lá alienígena e que teria sido resgatada pelo governo americano. Desde lá se fala que os Estados Unidos têm muita informação a respeito desse tema e que ele guarda para ele, que ele não fala e nesse tempo inteiro já teria tido muita troca de informação, de tecnologia, de comunicação, deia reversa, tudo isso que eu falei. E aí fica ficou todo mundo exigindo e foi o o laranjão, o Trump que disse: "Não, vamos revelar então. Vou revelar agora". Aham. E começou um processo de revelação que eles chamaram de revelação e esse meio todo empolgado e já saíram quatro lotes toda sexta-feira, não é uma sim, uma não, mas uma a cada dois, três, duas, três semanas tem saído lotes. Uma porcaria, [risadas] uma enganação, uma enrola, ele tá enrolando os caras que que basicamente tem sido colocado para fora. Hã, avistamentos, como a gente vê vários avistamentos, se tu entrar no YouTube, tu vai ver muitos avistamentos. Ah, eu vi essa essa semana saiu mais um lote, né? Saiu um lote. Não dá para ver nada, cara. Uma bobagem, cara. O que eles têm feito é colocado a a ali o que eles têm usado como argumento é que são avistamentos feitos por militares, pela Marinha e tudo. Tá aí as a maioria dos vídeos é tudo com infravermelho. Então é uma porcaria. Tu não vê contexto, tu não vê nada, tu vê uma coisa, tu tem muito mais vídeos de avistamentos rolando aí que são plausíveis e que muda do que esse ali. Tudo que você é e tem esse vídeo aí. Nós nos vídeos a gente não sabe o que que é. Tá, mas isso será que não é uma preparação assim? Bom, é isso que dizemão. Então, mas mas não são só vídeos, tem vídeos, tem áudios de astronautas dizendo que viram alguma coisa na lua, mas tudo meio, sabe? Nada que tu chega assim: "Ah, [suspirando] ah, agora agora sim, nada disso." Texto uns um um uns documentos antigos meio razurado aqui. O o policial tal disse que viu uma coisa. Então, são coisas que eles estão colocando como se eles não soubessem. E por meio ufológico que quer fazer sensacionalismo, o pessoal que tem canal sim tá se usando disso para fazer um enganando os seus seguidores. Olha, olha que interessante. Eles não sabem o que é isso, cara. O discloser que vinha sendo pedido, não é isso? os clos que vinha é é são o o pessoal desse meio que sabe ou diz que sabe que o governo já tem informações relevantes e que teria que botar isso, deveria colocar isso para conhecimento público. Todo aquele negócio que eu falei, geria reverso, blá blá. Então não tá acontecendo isso. Alguns dizem: "Não, mas isso tá vindo num caminhar aí que lá na para preparação para chegar." Só que na minha opinião, o segundo discloser, o segundo lote, o quarto lote é pior que o terceiro, que é pior que o segundo, que é pior que o primeiro, só tá decaindo, entendeu? E o cume, o ápice disso seria a união com o lançamento do filme do Spielber, que eles vinham linkando as duas coisas. Ah, havia uma um sincronismo que eles queriam fazer, não? E aí vai ter o lançamento do filme do Spielber, que aí vai ser a revelação. Tanto é que o filme é Discloser Day. Aham. E tu vai ver o Discloser Day, cara. É o pior filme do Spelber. Fabiano gostou. Aí tem uma hora que no final, eu vou falar isso porque é tão palhaçada, porque não aparece 70. Pera aí, pera aí. Não, não, não, não, eu vou falar. Não, não revela o final, cara. Não vou falar do final. Ninguém morreu, não vou falar. Tá, mas é um momento chave do filme. Não, não é. Por isso que eu posso falar, tem uma hora que aparece um ET, tá? E aí? O ET parece o pai do ET do primeiro filme do Aquele [risadas] do T. Sabe o que parece aquele dedo iluminado? Não, é aquele ET velho. Ele vem numa cadeira de roda. É um absurdo. Tá falando sério, vem da cadeira de roda. Eu tô falando a verdade. Ele vem numa meio que numa cadeira de roda. Juro, é aquele ET que ficou velho. Então não tem. É. É. infantil o filme, cara. Posso ver esse filme do cinema agora? Juro, cara. Fui eu, minha mulher, meu filho, minha nor. Eu convenci. Ah, cara, tu quer ver se tem tanto filme bom? Disse: "Não, temos que ir porque o Fabiano falou pra gente do Fabiano, [risadas] tem que ir porque aí tá fazendo porque tá tendo os lotes vocês estão lançando e diz que agora isso aqui tava lotado." F. Eu tô achando que o Fabiano não viu, te empurrou nesse negócio aqui, te convenceu. Eu falei uma coisa engraçada porque eu falei no final do filme ficou aquela todo mundo assim, que que é isso? Eu disse: "Ah, pô, aquele falei alto, né? Aquele ET lá é o ET velho do Tudo começou a rir no filho, [risadas] cara. É muito ruim. É um filme infantil, infantilo cara. Os caras nos tiraram pra trouxa, né? Quanto tu pagou de graça? Tu não gosta de discuador, então quanto tu pagou de graça? Eu pago meio agora que eu sou nem paguei, foi meu filho que comprou. [risadas] Eu não paguei. Eu tô curioso para não fui ainda naquele cinema. É esse que eu queria ir. O da Carlos Gomes ali. Serve. Esse não tava. Fui no Wins. É o o Fabiano disse: "Vai no nesse daqueles Ges perto de nós ali. É perto sim. Perto de casa. Mas não tava passando ou ia passar muito tarde alguma coisa. A gente foi almoçar e depois fez um É. E mas assistam, assistam para rir. É, tem umas coisas nesse cinema aí que na verdade o bom e velho guion já fazia. Já fazia. Que era a questão da do mais umas poltronas e as poltronas não levantavam, mas tu podia alugar um puff. E aí tu botava [roncando] os pés para cima e tu comprava e podia comer dentro do Não, isso em todo o cinema tu antes não tinha, teve uma época que tu não podia e tu podia comer lá. Eu sei disso. Tu podia comer lá dentro. Tá. Agora também tem uns porcos. Eu vou te falar o seguinte, eu fui nesse, cara, eu comecei a perder a paciência de em filme blockbuster assim na na arrancada porque é com sala cheia. Tudo bem, depois que tu é pai, a tua vida muda, né? Tu não vai mais no cinema quando tu quer, né? Uhum. E então teve isso também, mas mesmo na época que eu conseguia, eu perdi um pouco a paciência, ó, tá saindo um filmaço desse assim que vai estourar a bilheteria e e tu tem que comprar antecipado, ingresso, tal. Me eu perdi a paciência com o público que não sabe se comportar, cara. Não sabe se comportar. gente conversando, eh, mastigando alto, eh, comentando filme real time, assim, não, tu viu não sei o quê, ou dando risada, não tava nem prestando atenção no filme ou então do teu lado, alguém com telefone celular, aquela tela assim, buf, né? Aí eu disse, cara, não dá mais. Daí eu resultado eu ia assistir em sessão meio escondida ou depois que o filme já tava quase saindo de cartaz, aí eu ia essa parte de comer, quer dizer, as pessoas acham que por liberou, porque liberou e é legal tu poder comer, é bacana tu ficar assim, tem gente que vira, vira um bicho, então come do jeito bicho, faz todos os barulhos. E ainda tinha uma, nesse tinha uma pessoa com asma logo atrás de nós, eu acho. Tava uma respiração desgraçada. Eu cheguei para minha mulher, caraca, tá vendo? Não é do filme. Ela disse que era minha mulher disse: "Não, isso é do filme". Não era, era [risadas] pessoa aqui atrás, cara, e um animal comendo pipoca, como se tivesse comendo um, cara, uma besteca e fazendo todos os barulhos do mundo. Ah, eu tô comendo pipoca que eu posso e vou fazer todos os barulhos. É gente que não sabe suportar porque tu deu uma certa liberdade. Aí o [roncando] cara acha, a pessoa acha que, pô, aí tu sai do, tu sai do troço, pelo amor de Deus, uma sujeira é [ __ ] o cara não sabe se comportar. É, isso é um traço cultural nosso, bem, não dá para dar uma certa liberdade para algumas, não é nenhuma questão de poder aquisitivo, tá? Moins de vento, cine do moinhos, filme do E ali geralmente vai vovô e vovó, né? O cinema do moinhos é 80 mais, né? 80 mais. [risadas] Foi lá e as senhorinhas assim que estavam no chá da tarde, né, e tal, foram processando cinema e tal. É legal de ver, não tô falando como crítica, mas o eh eu lembro de eu fui ver o Circo Soleéi, eu ganhei, eu só fui ver o Collei porque eu ganhei ingresso, né? Se é caro, né? [ __ ] um caminão de dinheiro. Aí teve o primeiro ano que eu ganhei, trabalhava na Bandeirantes. Aí eu ganhei dois ingressos e o Cir Solei tava eh aqui em Porto Alegre na época do dia das mães é maio, né? Maio. Maio. Que olha, mas tudo bem. Noivas e mães. É. E era assim o o faltava era o domingo das mães e eu ganhei os ingressos naquela semana, eu acho. Aí eu dei de presente pra minha mãe e pra minha sogra. Aí foram as duas a assistir. Eu disse: "Ah, não vou assistir, o ano que vem eu vou". Aí no ano que vem ou dois anos depois veio e aí eu ganhei ingresso de novo. Eu disse: "Tá, esse ano eu vou." Aí fomos. Cara, pô, é um troço, é caro, é caro. Ingresso, um espetáculo maravilhoso e tal, cara. A turma deixava copo, garrafa e tal, não sei o quê. [ __ ] né, cara? Que que custa juntar ali o teu o teu resíduo, né? A tua teu que que passa na cabeça de uma pessoa dessa, né, cara? Então, começa aí, né, Alemon? É, a esculembação começa aí. Eu sou um cara que quando vai numa lanchonete ta, falá Burger King ou McDonald's para citar os Leva tua bandejinha. Leva bandejinha lá, tá? eu levo. Eh, aí tem gente: "Ah, eu tô garantindo o emprego da menina que tá limpando, tal. Pô, cara, não sabe, não, não, não é, é aquela história até o que a gente faz no escuro quando ninguém tá vendo é o que conta, né, também, né? [roncando] Eu acho ruim o sistema deles ali porque tem a coisa do reciclável, tal, a lixeira não é muito amigável para tu jogar as coisas. Já foi melhor, tá? Uhum. Foi melhor quando tinha um braço grande, aí tu fazia assim com o teu braço, aí levantava a tampa, ela abria para dentro e aí tu jogava, jogava tudo. Aí agora tem separação. Aí às vezes tu chega ali a plataforma onde tu bot pode botar a bandeja para daí, ó, isso aqui é reciclável, isso aqui não é e tal, tem um recipiente para tu botar o É preciosismo que nós não estamos preparados aí. É, então só que às vezes aquela plataforma tá meio cheia e aí tu não consegue fazer direito a separação das coisas e tal, mas sempre que dá no jeito tanto de separar e sempre leva a bandeja com com o resto das coisas ali da do resto da comida e tal. Eu lembrei agora do episódio lá em São Paulo, depois do show do AIS, tá? e o meu irmão, a gente saiu do show, a gente tava lá com carro alugado e aí saiu do estacionamento onde a gente tinha deixado o carro, os dois varados de fome. Aí, pô, cara, nesse horário São Paulo vai ter muita coisa aberta, mas assim, a gente vai ter que ir lá pra Vila Madalena, não sei o que e tal. Vamos, vamos bater um McDonald's aí onde tiver. Aí na Avenida Paulista tem um daqueles casarões antigos da Paulista, virou McDonald's, mas os caras preservaram a arquitetura e tal. E aí e um e e tinha o pessoal do show e tinha o pessoal de um jogo do Palmeiras. Acho que o Palmeiras tava jogando brasileiro, Libertadores, sei lá o quê. Então era uma massa de torcedores e mais a massa do show, uma zona, uma bagunça, uma confusão. E aí eu sei que e e tudo autoatendimento, né? Agora é tudo tótem. Para quem não vai no McDonald's, é tudo tela touch para tu fazer o teu pedido. Aí tu pega o número e fica esperando. E a a turma furando fila e tal. E aí umas duas gurias muito mal educadas furaram a fila e furaram a fila na frente de uma grávida. E do lado uma senhora viu e resolveu bater boca com elas. Você escuta, olha a falta de educação de vocês e tal. E aí a uma das gurias mal educada que era disse: "Fica na tua, cala a boca, velha". Meu Deus. Aí a turma, opa. Só que era o seguinte, era um tótem desse lado e um tótem desse lado e eu no meio, eu assistindo aquilo ali. Aí todo mundo começou a olhar para mim assim: "Tu não vai fazer nada. Eu não sou segurança desse troço, né?" Aí claro, ia deixar alguém bater numa grávida, né? Mas aí tu entra no circuito, mas enquanto era bate boca, velho, se resolve. [roncando] E aí mais gente, escuta, pô. Aí acho que eu ainda falei para os guras, pô, pingo de educação, né? Estamos falando com uma senhora e tal. Aí a coisa foi crescendo, crescendo, crescendo. Aí alguém gritou: "Segurança, segurança". Aí o cara lá no fundo da da loja se deu conta. Aí vem, cara, um certamente um imigrante, nenhum preconceito nisso. E a gente só descobriu que ele era um imigrante nordestino quando ele abriu a boca, né? Porque daí ele quis acalmar os ânimos e ele veio, né, uniforme de segurança e tal. Ó, gente, ó gente, ó, gente, vamos parar com isso. Ó, gente, não sei que tava aí, meu, eu ri, não sei quem, mas aí virou piada todo mundo virou piada, né? Então, mas era o segurança ou achente. Você resolveu. Tu deve ter entrado em êxtase com o pessoal da Inglaterra cantando Wonderball, né? Que legal aquilo, né, cara? Foi bacana. Bacana. Aí mata todas, né? Pá, então, cara, pode arrepiar, né? Pode arrepiar. Está, imagina o estádio inteiro, não, porque tu tinha o time que perdeu, né? A torcida do time que perdeu. Virou um hino, né? No time assim, imagina para eles, né? Ver aquelas pessoas cantando. É. Sabe que o a banda terminou ou ela continuou e só voltou para fazer aquele só para ganhar uma grana, ganhar aquela grana, fazer o show. Mas tem um zoom zom zom assim de que ou eles vão lançar um disco esse ano ou vão fazer uma nova turnê. Tá no ar assim. Aí o Liam Gallager vai pras redes sociais, escreve lá uma frase meio enigmática. Aí o novo desses caras, né? Qual o último disco? Último, as músicas novas deles, quanto tempo faz assim? O último disco dele saiu, eu não se foi 2008 ou 2009. Mas mais de 15 anos, quase 20. Quase 20. E E tu sabe que a agora tu falou o negócio do do ex, eu eu comentar um outro negócio do da Ah, pouca gente lembra, mas em 2002, quando a Inglaterra caiu fora da Copa e caiu fora pro Brasil, ã, o A tinha lançado um disco, tu vai lembrar da música Stop Crying Your Heard Out. Talvez se tu lembra como é que é, como é que é? Ah, eu não vou cantar o lá. Faz lá lá lá lá lá. Só pr a melodia. Claro. Say, alguma coisa assim. E aí, e o título da música é Stop Crying Hard out. Ou seja, tipo, acalma teu coração, né? Uma coisa assim, tudo vai ficar bem, né? E e essa música virou um pouco um hino, uma canção de consolo pros ingleses depois da desclassificação. Então virou tem essa a relação com música seleção inglesa, ela é ela já vem de mais de 20 anos. Não, e com músicas, né? O Liverpool também tem uma música muito legal que é do Gary and the Peace Peacemakers. Em o Liverpool, a música símbolo não é do Beatles. Dos Beatles, não é dos Beatles. É de uma banda da época dos Beatles, Gary and Peacemakers. Ah, que é aquela você nunca está sozinho. You're not alone. Alone, né? E tem baita música. Essa aí tem um comercial, eu só não lembro se é de uma cerveja de quem? Sim. But Budwis. Não é da Budwise. Ah, não. Tá. Dessa música. Sim. Eu acho que é. Tem. É. Não, mas tem um outro que eu não sei se não é da Heinek, que é um pai e um filho no corredor de um hotel indo em direção ao elevador e euando um cântico da torcida inglesa, que é two worlds and one world cupland. Duas guerras mundiais e uma Copa do Mundo, né? Inglaterra e Inglaterra. Aí eles chegam no elevador, abre a porta, aí mon torcedor alemão dentro da duas as guerras. É. Aí eles, aí o cara entra com o filho e tal, uma cara meio ressabiada, cumprimenta todo mundo e ela é moada já meio na turbinada. A be é aí ele para assim, aí a câmera mostra a porta fechando e o pai e o filho no elevador e aquela horda bárbara de alemães assim e aí o gurizinho começa assim: two worlds and one work. Aí o pai dele pf tapa a boca dele. [risadas] Muito boa. Muito cara. Excelente comal. Dá, dá, pô, essa aí é legal. Glauco que tá procurando lá as coisas, se ele tiver ouvindo, manda aí, Glauo, pô. Essa é muito boa. Eu vou, eu vou vou tentar colocar no Vi o Hooligans, o filme? Não, não vi. Muito legal também. Muito bacana, né? Os caras eram bandidos, né? Sim. Pá, deixa eu ver. É rurigans. Olha aqui, ó. Vamos, vamos fazer um intervalo porque a gente tem dois ainda, né? Sim. Fala esse spritter. É impressionante. É, né? Só tu que falou esse na Don Laurin do tempo e a Terra se unem. Para criar vinhos que expressam a essência do Vale dos Vinhedos, desde 1887, a família Brandelli dedica-se ao cultivo das uvas e a produção de vinhos que refletem a tradição e a autenticidade de cinco gerações. Identidade única expressada através da leveza em harmonia com a complexidade dos tintos e do frescor e singularidade dos brancos. Dom Laurindo é tradição e excelência em cada safra. Donlaurindo.com.br. BR. Eh, estamos no ar também para FMP, que evoluiu ao longo dos últimos 40 anos e construiu uma trajetória marcada por rigor acadêmico, reconhecimento e presença no meio jurídico. Uma instituição conectada ao exercício real do direito e que forma com método, consistência e atuação conjunta com profissionais do campo jurídico. É assim que a ambição vira prestígio, guiados pela tradição e movidos pela inovação. FMP.edu.br br o site. Lá você conhece todas as possibilidades de formação jurídica da FMP. Somos a evolução do direito. Breve pausa com eles. Schmecken biscoitos caseiros. Já voltamos. Sua rotina [música] mudou e o jeito de estudar também. 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Nilo Pessanha com João Valing. Banca do holandês. Se apaixone por comer e beber bem. Na Dom Laurindo, o [música] tempo e a terra se unem para criar vinhos que expressam essência do Vale dos Vinhedos. Desde 1887, a família Brandelli dedica-se [música] ao cultivo das uvas e a produção de vinhos que refletem a tradição e a autenticidade de cinco gerações. Uma identidade única, expressada [música] através da leveza, em harmonia com a complexidade dos tintos e do frescor e singularidade dos brancos. Dom Laurindo, tradição e excelência em cada safra. >> Seja um parceiro [música] da Rádio Mais Brasil. Se você é empresário, executivo de marketing, dirigente de entidade [música] profissional ou empresarial, coloque a Rádio Mais Brasil em suas opções de mídia. >> Temos um público fiel e diferenciado, com poder [música] de decisão e de compra e fortemente engajado. Para fazer parte do time [música] dos que defendem a liberdade, basta enviar um e-mail para contato@radiombrasiloficial.com.br. [música] br. Estamos juntos por um novo Brasil. >> A Rádio Mais Brasil é um espaço [música] de defesa das liberdades. Siga nosso canal no YouTube digitando @radiombrasiloficial. Entre lá [música] e se inscreva no canal. Se você ainda não baixou seu aplicativo na Google Play ou na Apple Store, vá lá e busque por Rádio Mais Brasil. O nosso logotipo é [música] azul com o nome da rádio. Estamos juntos pelo nosso Brasil. Continue assistindo [música] o programa 5 a 7. Tava comendo aqui meu pão de mel. 6:46. Estamos de volta. Schmeck Biscoitos Caseiros. Telefone na tela 51 99714. Nosso 5 a7 hoje. Eu até Olha aqui, ó. [roncando] Eh, o nosso Paraguaçu ficou bravo comigo aqui, ó. Tirei o volume por me surpreendi com as críticas do Guilherme aos argentinos. Eu torço e vou torcer paraa Argentina. Messi melei. [roncando] >> Então tá. Respeito aí o meu querido Paraguaçu. Tô com saudade dele inclusive. O Coisas Antigas aqui o Mulheres Bonitas. Temos no segundo semestre de filosofia, sociologia e antropologia da URGs. >> Tá bom. Olha aí, ó. >> Fabi Heinheimer tá ouvindo, ó. O Cláudio é fólogo. O filme é uma preparação para o grande para o grande público. >> Foi isso que ele falou. Pô, nem sabia que ele tivesse tava ouvindo isso não ia ter falado. [risadas] Tá brincando. IT falei para ele isso e ele me disse isso mesmo. Ele disse: "Cara, é que tu é muito do tema, tu gosta, tu tá dentro, mas tem muita gente que não está. >> Eu vou te dizer e que seria uma preparação para as pessoas." Tá certo? >> Assistiu aquele docum a série, aquela não documentário, a série do Netflix sobre o Sena? Acho que assisti. Deve ter assistido. >> É, tinha, sei lá, não sei se eram quatro ou oito episódios, tá? >> Assisti. >> Eu assisti o primeiro. Não é ruim, >> mas para um cara, >> para quem gosta demais, >> entendi. >> Não é o bicho. Tem um documentário, esse sim, acho que o diretor até era indiano, se eu não me engano. Eu vou pegar o cartaz do Aquele lá, sim. Era muito bom. Aquele eu assisti no cinema, cara, chorei e tal. é um é um é um negócio bem interessante, mas o a série da Netflix, que daí tem toda uma romantização, interpretações e tal, aí eu achei, eu assisti o primeiro, aí tem uns erros de história ali, inclusive aí que eu já peguei na hora porque tem uma uma cena em que o cena em que o cena, né, o Airton eh volta pros boxes e diz assim: "Ah, o motor vai quebrar". Aí os caras: "Não, como assim? tá tá girando redondo e tal, ele não não o virar brequim tá tá prestes a a quebrar. Aí [roncando] os caras meio que não levam muito a sério, mas vamos ver. E realmente ele tinha sentido o motor vibrando diferente. E o Só que essa cena no na série do Netflix, ela é como se fosse no kart, eu acho, [roncando] na época do kart. E isso aconteceu já com cena na Fórmula 1, entendeu? Então essa história é verdadeira, aconteceu, mas tem um erro de cronologia ali, tá? >> Uhum. Inclusive, eu só não lembro se foi na quando ele tava na Toleman, acho que não, o motor era Harts, eu acho que já era com ele na Lotus com motor Honda, se eu não me engano, no último ano dele na Lotus, aquela Lotus amarela. >> Continua assistindo, [roncando] perdeu a graça um pouco, né? Hã, perdeu, mas para mim não perdeu porque não tem brasileiro. Eu eu gosto do esporte. >> Hum. >> Para mim perdeu porque a Fórmula 1 perdeu a essência. Ela virou uma competição de engenheiros e mais do que pilotos. >> Sim. >> Antes era um casamento, né? um engenheiro fazendo um bom carro e botando a mão de um bom piloto para ganhar a corrida e o campeonato. Hoje o papel de um projetista é muito mais relevante do que de um piloto. [roncando] E perdeu porque ela ela perdeu na coisa do do, né? O os carros têm que ter recuperação de energia e tem que ter baterias e não sei quê. Tem uma fórmula, ela não é tão popular, se chama fórmula E. É só carro elétrico e com e a carroceria é muito parecida, o chassi muito parecido com os carros da Fórmula 1, muito parecido. Acho que o Felipe Massa chegou a correr uma temporada ou duas e tal. E acho que esses dias o Fernando Alonso disse: "Olha, a Fórmula 1 tem que entender que ela é a Fórmula 1 e não querer ser a Fórmula E. Já existe uma Fórmula E." E aí agora, finalmente os caras entenderam. Então, por exemplo, hoje, eh, piloto tem que ficar fazendo a gestão da do sistema de recuperação de energia para quando ele entrar na reta, ele tá com as baterias carregadas, apertar um botãozinho e aí além do motor a combustão, entrarem os motores elétricos e ele conseguir ultrapassar o carro da frente. Tu entendeu? >> É outro tipo de preocupação de para ter determinado desempenho. Mudou >> aí. Aí antigamente uma era um problema. falou assim, praticamente quando os carros evoluíram a um ponto em que fazer uma curva, tá, >> colado no carro da frente para entrar numa reta e ultrapassar era muito difícil, porque eh o carro perdia aderência demais, então era uma área de turbulência, então o carro não não conseguia entrar tão colado, aí na reta era difícil chegar, então era tinha uma ciência ali para acontecer, mas as ultrapass, >> mas a habilidade do do piloto era >> era fundamental. Eh, aí eles resolveram criar tal da asa móvel que virou uma covardia. Então, tu chega ali, o piloto conseguiu reduzir para um um segundo ou menos a diferença do dele pro carro da frente, ele automaticamente quando entra na na reta a asa traseira abaixa e aí, cara, ele ganha 10, 15, 20 km/h. Não, não tem como tu segurar um cara desse. Então, eh, ficou uma coisa, eh, pouco natural assim. Então, >> quem são os os pilotos de hoje em dia? Dois, os dois mais. >> O atual campeão é um cara completamente

Sem brilho, o cara da McLaren, o Orlando Norris. [roncando] Ã, o melhor piloto hoje da categoria é o Max Verstappen. Esse cara é daqueles assim que, independentemente da era, seria vencedor. Max Verstappen. Ele é, ele é holandês, e ele é o cara que, ele é inclusive genro do Piquê. Ele casou com a filha do Piquê, com a Kelly Piqué. E ele é tetracampeão hoje.

O Lewis Hamilton continua lá, tá correndo pela Ferrari, tem sete títulos mundiais, mas esse ano até a Ferrari construiu um carro melhor. Sim, mais conhecidinho. O Alonso ainda corre, corre na equipe na Aston Martin, que contratou o projetista da Red Bull, que é o Adrian Newey, que não para. Esse ano não fez um carro grande coisa. Dizem que ele tá trabalhando pro carro do ano que vem, para ir sim fazer um um bicho imbatível.

E [roncando] tu chegou a andar de kart, já? Eu gosto. É, eu gosto. É bom. Tu anda ainda? Tem ainda. Teve uma febre uma época que tinha várias pistas. Eu, eu cheguei a andar muito porque eu tinha um que aconteceu, andava na do Big. Eu tinha, eu tinha permuta, eu anunciava, botava anúncio dele e eu corria lá, corria lá.

Se formaram, digamos assim, os os grupinhos, né? Então hoje tem, eh, dizem que hoje o kartódromo de Tarumã tá muito bom. Aham. Não sei se foi feito uma reforma lá. E o do Veloparque, né? Velopar. Veloparque é grande. Inclusive tem duas configurações de pista. Tem uma pista mais curta e uma. Tu já andou lá? Já. Já. É bom. É uma bela pista.

Se tu pudesse ser piloto, tu seria? Ah, cara, era a mesma vontade quando era moleque, né? Só que, pô, é um esporte caríssimo. O pai, imagina, pai professor, mãe farmacêutica. Caríssimo. Família não tinha condições de bancar. Sabe que eu me lembro quando eu corri, tinha um cara que era um pouquinho mais gordinho e que ele levantava, ele levava muita vantagem, ele sabia usar o peso dele para segurar o carro no lá. Sei eu, ele ganhava todas, cara. Era o cara mais gordinho da. É. Não, eu, eu sou alto pro kart, né? Então, não, tu não é gordo, tu é forte. Não era, tava falando de ti. É, eu sei, eu sei, mas o segredo é tu chegar no no dia da bateria. Faz um desse kart que é alugado, né? Sim. Lá no Veloparque, por exemplo. A gente faz a hora, o tempo pra ver tempo. Mas tu vê quem ganhou os primeiros na corrida anterior, porque tem diferença entre os karts. Ah, pra pegar o kart, é esse era um problema. Tinha karts que era melhor. Tem kart que é melhor. Então. Os caras que conhece bem lá.

Pela primeira vez que eu ia no no Veloparque, eu não, eu tava ali de de papo com a turma e tal, tinha uns taradinhos já colado na pista e tal. Aí quando aí fui entender depois, quando todos os carros pararam, eles voaram naqueles que eram dos caras ponteiros. E coincidência ou não, eles chegaram na frente, tá? Então, mas tudo bem, ele já conheciam a pista. Não conhecia. A primeira vez que eu fui lá e eu não fui mal, cara. Eu me classifiquei em quinto, caí na primeira corrida, na caí pra sexto. Aí me recuperei, recuperei a quinta posição. Só que o cara que tava na minha frente em quarto, eh, ele conseguia, eu fazia um conjunto de curvas melhor do que ele e fazia pior um outro. E uma das curvas que ele fazia melhor do que eu era a curva que dava entrada na reta. Eu disse: "Cara, eu tenho que caprichar nessa hora". Mudei um pouco a tangência e aí ia sair colado nele. Grudei o pé no acelerador assim cedo. Pá, [roncando] agora no final da reta eu vou jantar esse cara. Aí só que nessa curvona eu entrei forte demais e não vi. Tinha uma pequena ondulação no asfalto. O o kart deu uma quicadinha, só que no que ele quicou virou assim, rodou. Eu fui parar lá no capim.

Mas é viciante, né? Eu me lembro que eu ficava enlouquecido com aquilo. A gente teve dia que a gente saiu de um e foi correr no outro depois. É muito legal. Muito legal. Eu caí, perdi posições, mas no fim acabei chegando em sexto. Então cheguei mais ou menos onde eu tinha me classificado. E os caras que chegaram na minha frente eram tudo rato de autódromo, os caras. Agora ali a gente já vê que tem que ter preparo, né, cara? Porque nas primeiras vezes que tu vai correr, tu fica mal, cara. Tu fica mal. Acá, eu ia, a gente ia receber em casa um casal de amigos que vinha de Pelotas e eu não conseguia colocar os espetos da churrasqueira. É, tu fica mal. Pescoço também. Aham. Não conseguia. [limpando a garganta] Eu fiz o churrasco assim, mas eu precisei de ajuda. Vira o espeto aqui pra mim porque não tô conseguindo.

Vou fazer o último break. Schmcker de biscoitos caseiros e a gente já volta para fechar o programa em nome de Dom Laurindo. Tradição e excelência em cada safra. Também para Banca do Holandês. Paixão por comer e beber bem. FMP, Fundação Escola Superior do Ministério Público e Universidade Fevale. Referências impulsionam referências. Já voltamos agora.

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Sabe aquele cheirinho de biscoito saindo do forno que lembra a casa da avó e os bons momentos em família? Assim são os biscoitos da Schmcker. Receitas caseiras assadas em forma artesanal e sem conservantes. Perfeitos para o café, o chimarrão ou aquele momento especial do dia. E você, empresário de mercado ou supermercado, ofereça aos seus clientes um sabor que conquista e faz lembrar as receitas da vovó. Schmcker, o verdadeiro sabor caseiro. Pedidos pelo WhatsApp 5199714.

A FMP evoluiu ao longo de mais de 40 anos e construiu uma trajetória marcada por rigor acadêmico, reconhecimento e presença no meio jurídico. Uma instituição conectada ao exercício real do direito e que forma com método, consistência e atuação conjunta com profissionais do campo jurídico. É assim que a ambição vira prestígio. Guiados pela tradição e movidos pela inovação. Visite o site www.fmp.edu.br e conheça as possibilidades de formação jurídica da FMP, onde o direito converte.

Banca do Holandês, o melhor Empório Gourmet de Porto Alegre, com 107 anos de história. São mais de 3.000 rótulos de vinhos e espumantes de 17 países, mais de 215 opções de queijos e o melhor bacalhau do mundo, além de azeites, vinagres, pastas, nozes, frutas secas e muito mais para você se deliciar. Lojas no Mercado Público Central, na Padre Ivo 933, na Plínio 1689 e agora já inaugurada a mais nova loja na esquina mais desejada da capital, Nilo Peçanha com João Valério. Banca do Holandês. Se apaixone por comer e beber bem.

Na Dom Laurindo, o tempo e a terra se unem para criar vinhos que expressam a essência do Vale dos Vinhedos. Desde 1887, a família Brandelli dedica-se ao cultivo das uvas e a produção de vinhos que refletem a tradição e a autenticidade de cinco gerações. Uma identidade única expressada através da leveza, em harmonia com a complexidade dos tintos e do frescor e singularidade dos brancos. Dom Laurindo, tradição e excelência em cada safra.

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Continue assistindo o programa 5 a 7. Estamos de volta para passar a régua e fazer um convite, na verdade. 7 horas mais 1 minuto. Eh, você que ainda não participou da promoção da Banca do Holandês, tem ainda amanhã, sábado e domingo. Domingo eu acho que é a loja da Plínio Brasil Milano que abre, tá? Mas tem ainda amanhã todas as lojas, sábado todas as lojas. E no domingo, se eu não me engano, é da Plínio Brasil Milano. Essa sexta pode ser sua. Então, como é que eu faço, Guilherme? Você vai na Banca do Holandês, qualquer uma, faz uma compra, tá? Eh, não tem, ah, mas o valor mínimo não tem valor mínimo. Pode ir lá gastar R$ 30, R$ 50, pode gastar R$ 500 se quiser, tá? O importante é que você vá em qualquer uma delas e faça uma foto dos produtos que você tá comprando na Banca do Holandês e manda para cá, tá? Essa foto tem que ser feita lá. Tá bom. Ah, tem que mandar a foto, a nota? Não, não precisa mandar a nota. É, vai na Banca do Holandês, escolhe os produtos que você vai levar para casa. Pode ser os que você já leva tradicionalmente. Se você ainda não foi, vai ser muito bem-vindo na Banca do Holandês. Escolhe seus produtos, compra antes de sair, faz uma foto. Ah, eu queria fazer uma selfie com o vendedor? Pode. O importante é que a foto seja na Banca do Holandês. Manda a foto para cá com teu nome, RG e telefone. E aí na segunda-feira a gente vai anunciar o vencedor da nossa promoção. Vai levar para casa uma garrafa de Dom Laurindo, vai levar caponata de berinjela, vai levar essa cesta toda, um chocolate da Majan Cacau, um azeite de oliva, três tipos de queijo, biscoitinhos crocantes, tá? Morangada ali, um bananada doce de morango ali embaixo. Tem coisa que eu nem sei o que que é aí nessa cesta, tá? E olha que eu vou lá bastante, tá? Então fica a dica. Se você ainda não tá participando, participe. A gente já recebeu várias e várias e várias fotos aqui e obviamente os dados. Então vai na Banca do Holandês, qualquer uma, gasta qualquer valor, faz a foto, pode ser selfie, pode ser da sacola, o importante é que seja na Banca do Holandês, tá? Manda para cá, nome, RG e telefone e aí na segunda-feira a gente anuncia o vencedor. Tu não pode participar? Não posso, infeliz.

Que sexta bonita, né? Linda, gostosa. Muito bom. Boa. Lembrando, tá, novamente, amanhã teremos aqui no 5 a 7, Laí Leg, psiquiatra forense e o tema os psicopatas. Muito bom. Vai ser bom, hein? Vai ser bom esse. Vai ser bom. Bom, vai ser bom.

Olha aqui, ó. Eh, os noruegueses, tá? Só porque eu chamei as curiosidades sobre Noruega e noruegueses. Fica para, tá? Mas o comercial aquele dá para botar, tem ele aí não? Da empresa, é uma empresa chamada MTN da Inglaterra, [limpando a garganta] tá? Ã, eu não sei exatamente qual é a área de atuação dela, mas eles fizeram esse comercial numa das copas anteriores aí. Muito bom. É, então é uma empresa de telecomunicações, tá aqui, ó. Então, bota na tela aí, por favor, Felipão, e a gente encerra na sequência.

World wars and one world cup. England. England two world wars and one world cup. England. We're going to blow them away. MTN official sponsor of the 2010 FIFA World Cup.

Pode esperar. Aí o pai dele diz ainda pouco antes deles entrarem no elevador, né? A gente vai dar uma lição neles ou a gente vai ganhar deles, alguma coisa assim. Aí abre a porta do elevador, todos os alemães lá dentro, né? Mas ele cantando inglês, né? Duas guerras mundiais e uma Copa do Mundo, né? Inglaterra. Inglaterra. Aí abre a porta a Alemanha que perdeu as duas guerras. Então, mas vamos lá.

Valeu, Spritzer. Valeu, Felipão. Valeu. A, obrigado, a Dom Laurindo. Tradição e excelência em cada safra. Banca do Holandês. Paixão por comer e beber bem. FMP, Fundação Escola Superior do Ministério Público. Somos a Evolução do Direito. E Universidade Fevale. Referências impulsionamão. Referências. Tchau, gente. Tchau. Ja.