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90% dos crimes é por isso, tá? 90 estatística.
>> José S Nascimento, boa tarde. Sou tio da Marina e eu penso que o ex-marido dela tem culpa de tudo. Meu Deus, Marc, você já tá sabendo das coisas, então, né? Porque ele e o filho dela estão muito tranquilos com tudo isso que está acontecendo com a família. Não tem como a pessoa que fica indiferente a um crime.
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Um caso que eu tô trazendo desde os seus primórdios. Por quê? Porque fomos procurados pela família da Marina. Ela desapareceu dia 16 de outubro de 2025. E as informações, Fernando, aqui atualizações com base na polícia, na investigação, colocam mais mistério. Nesse caso, as informações iniciais do conta que seu irmão a viu em casa por volta de 9:30 da manhã antes de ir pra academia. De lá ele vai pra academia, no retorno não vê mais a irmã, acha que ela foi para o trabalho, uma atividade normal como qualquer outra. E no dia seguinte, no dia seguinte, a família, precisamente o pai, ele se dá conta de uma mensagem que chega no seu celular. A mensagem ela denota ali uma tentativa de sequestro falando que estariam com a Marina, que teriam pego ela no Bentô, mas a mensagem ela traz muitas informações mais para descredibilizar um sequestro do que para acreditarmos que aconteceu isso com a jovem mulher.
De lá para cá, a polícia vem investigando, vem trabalhando em cima e a família não recebe muitas informações, que é normal. Conversando com as forças policiais e com a família, nós descobrimos que o celular, celular da Marina, ele saiu de casa, tá? No dia do desaparecimento dela, o celular saiu de casa no horário compatível ao horário que ela sai de casa para trabalhar. Então, o celular sai dia 16, ele pega o mesmo caminho, a mesma trajetória que a Marina faria caso fosse ao trabalho. E isso chamou atenção demais da polícia nossa e da família. Ela mora em Sapopa, região leste de São Paulo. Ela trabalha na região oeste, então ela atravessa toda a cidade. E o celular fez esse mesmo percurso. O celular saiu da zona leste, atravessou a cidade até a zona oeste e retornou para a área central de São Paulo. Isso num espaço curto de tempo. Isso demonstra que o celular ou a Marina com o celular se deslocou nessa trajetória de trabalho, mas ah, não se sabe o que ocorreu.
E aí tem um ponto, vamos voltar aquela mensagem que a Marina recebeu, né, que o pai da Marina recebeu, que disse ali que ela havia sido sequestrada e que eles haviam pegado ela no metrô. Muito lá. Ela trabalha na região oeste, sai da região leste.
>> Ela foi trabalhar no dia.
>> Ninguém viu.
>> Como assim ninguém viu?
>> Ninguém viu ela.
>> O
>> empresa
>> não.
>> Então ela não foi não.
>> Não vi.
>> Vasculharam câmera de segurança
>> também?
>> Nada.
>> Não acharam ela na câmera?
>> Nada.
>> Ela não bateu ponto
>> não.
>> Ah, então ela não foi.
>> Ela não chegou no trabalho, mas ela sai. O celular pelo menos fez o mesmo trajeto dela de trabalho.
>> Chegar até o trabalho e voltar. Entrou na empresa o celular. Não tem umas imut de próximo da do trabalho, só tem a herb. A herb, como a gente sabe, né, dá uma dá um raio muito grande, então não dá para falar.
Mas aí o que acontece? A mensagem dela, a mensagem do celular fala que ela foi sequestrada, raptada no metrô. E aí, conversando com uma amiga de trabalho, a amiga de trabalho lembrou da situação de um comentário da Marina, que ela disse que sempre preferia ir de metrô porque ela gostava de andar um pouquinho antes de chegar o trabalho.
A Marina, ela, olha só, olha, agora a situação vai piorando um pouquinho mais. A Marina ela trabalha numa incorporadora, tá? uma empresa de construtora que vende imóveis e ela faz análise de crédito, ela é uma analista de crédito, mas uma uma responsabilidade bem grande dentro de uma empresa desse tipo.
>> Uhum.
>> E ela tava trabalhando há quase um ano nessa empresa e há pouco tempo atrás, segundo informações extraoficiais que a polícia está averiguando, ela teria contratado um seguro de vida, tá? Ainda falta confirmar com com o banco que ainda não mandou essa informação pra polícia, para o DHPP, mas ela havia comentado sobre isso, que estava pensando em contratar no seguro de vida. Agora, qual o valor do seguro de vida, o que é qual?
>> E ela tinha companheiro, ela morava com alguém?
>> Não, ela estava 2 anos e meio separada.
>> E a quem tava designado? Será esse seguro de vidro?
Esse esse é o X da questão. Quem a polícia quer saber quem eram os beneficiários deste seguro de vida?
Olha só, olha só a situação. A família, a família ela abriu o boletim de ocorrência normal, vai pro DHPP, o DAS foi envolvido, divisão antisequestro de São Paulo.
>> Então o celular dela foi e voltou,
>> foi da região leste,
>> foi até a região oeste, onde eu fico o trabalho, retornou pra região central,
>> acabou o sinal, sumiu do dia 16 para cá.
A vizinha havia visto, tava estava se lembrando que tinha que ela estava lavando o quintal ali no dia ou no dia anterior tinha essa recordação. O irmão disse que viu a irmã lavando a louça, o horário perto próximo, que ninguém viu nada suspeito, tá? Ninguém viu absolutamente nada suspeito. Mas tem uma coisa, Fernanda. No dia que ela desapareceu, os pais dela não estavam em casa, estavam em viagem pro Nordeste, só estava ela e o irmão em casa. A família dela sofre demais, mas eu não vejo esse mesmo sofrimento. Quer dizer, eu não vejo porque não fui procurado. Não é que não sofro do ex-marido e do filho.
>> Esse filho, com certeza é o beneficiário desse seguro, se existir, né? Esse seguro mesmo.
>> Provavelmente deve possam ser os pais.
>> filho, tá?
>> É,
>> é sempre assim, dessa forma. Ascendentes e descendentes.
Para piorar mais a situação, ela teve depois que separou do marido um relacionamento, um relacionamento, um breve relacionamento, um ex-namorado. Terminou, mas viraram amigos. E foi pouco tempo atrás foi encontrado o corpo de uma mulher, certo? a mulher não identificada até até presente momento. E esse ex-namorado foi foi lá ajudar a família para fazer o reconhecimento para saber se era
>> o ex-namorado atual.
>> É o ex-namorado, exatamente.
>> E ele foi lá e fez o reconhecimento inicial e achou que era ela e falou da roupa. Falou: "Essa roupa aí a Marina tem". E aí ele ficou com esse negócio de roupa, mas mas a polícia fez outros exames, tá? E confirmou que não era Marino, mas a família ficou com esse negócio da roupa,
>> mas tava irreconhecível,
>> tá?
>> Por que que aconteceu com esse cadáver?
>> Já estava em avançado estado de preservação.
>> E foi trazido de onde?
>> Ã, numa região bem complicada ali próximo à região leste, tá? região do leste não dava para reconhecer por por visualmente, mas
>> é, mas ela foi até o trabalho da partida dali alguma coisa aconteceu, né?
>> É, ela foi, o celular pelo menos foi em direção ao trabalho, né? Não faz sentido o o celular em direção ao trabalho e depois voltar pro centro, sendo que eh ela pelo alguém não ia até em direção ao trabalho dela.
>> Esse é o ponto.
>> A pessoa ia pensar em despistar desta maneira com a mediante a herb do celular? Acho que não. Acho que a pessoa não ia ter essa preocupação. Acho que ela foi até o trabalho, a partir dali, nessa caminhada que ela fez antes de chegar, alguma coisa aconteceu. Aí levaram o telefone junto e esse telefone, essa herbe foi vista na zona central de São Paulo.
>> Então é o que eu acredito, é o que eu acredito também. Mas tem uma tem um pequeno ponto que a gente tem que pensar. Região oeste onde ela trabalha é um Big Brother,
>> é cheio de câmeras. É uma câmera em cada loja.
>> E pegaram câmeras,
>> pegaram todas as câmeras ali próximas ao trabalho dela, próximas a ali. Nem um sinal dela,
>> nem saindo do metrô.
>> Pior, não tem, não tem imagens dela no metrô,
>> não. Imagens até agora encontradas, tá? Que forem, são inúmeras imagens do metrô, ainda estão em análise, mas até agora nenhuma imagem dela no metrô.
Então, olharam as imagens do metrô, tem as imagens do metrô, mas não viram ela entrando.
>> Então, ela não foi exato
>> de metrô.
>> E aí, então, como é que se celular foi parar lá?
>> Ela foi de carona.
>> Exato. Minha possibilidade também.
>> Alguém que ela tava conhecendo e não quis contar para ninguém
>> ou alguém muito próximo que deu carona. alguém muito próximo.
>> Essas são as nossas possibilidades.
>> Ela foi de carona com alguém, alguém que depois voltou pra zona central e alguma coisa aconteceu com ela próximo ali, bem próximo ali, alguma coisa ela não quis fazer de repente ali próximo.
>> Ou alguém que ela quis, não quis continuar no na trajetória, no caminho, né? Exatamente. Alguma coisa deu algum bo ali próximo ao trabalho dela nesse carro que ela tava. Aí seguinte, se liga na fita, vó. Não. Aí seguinte, se liga na fita. Vou mandar o papo reto sem caô. Eh, hum. Esse e esse ponto mensagem é pro pai dela, gente. É uma pessoa que sabe escrever, sabe fazer pontuação, não é um mano que escreveu isso aqui.
>> Não, cara de quebrada,
>> não é? Aí, seguinte, se liga na fita. Vou mandar o papo reto sem caô. Caô com K a assento. Essa mensagem é pro pai dela. Ela tá aqui com nós. Nem escreve com a pessoa. O malandro escreve C. Só se vocês quiserem ver, tenta escrever errado algumas coisas que não faz sentido.
>> Uhum.
>> Eh, vê ela de novo. O valor do resgate é 150k. Morou. Ninguém mais fala morou hoje, Marconde. Morou não é uma linguagem da da pessoa de hoje. Não fala morou, gente.
>> É nós.
>> Aqui o barato é louco, parça. Parça. Aí aí complica, né? Aí ele mostrou que tem 40 anos aí de 30 40 no mínimo 30 anos.
>> Não, no mínimo 40 anos. Eu colocaria, tá?
>> É, pode ser.
>> Se envolve os PM, nós apaga ela no mesmo dia. Tem que ficar ligeiro, senão ela morre na nossa mão. Nem adianta procurar ela que vocês não vai achar. Ela tá aqui com a gente H no cativeiro do chefe MC Braca.
>> Que que é isso?
>> Nossa, quem que vai falar o nome do chefe do cativeiro, gente? Quem que vai se autoincriminar? Gente do céu, que coisa mais fake. Nós abordamos ela no metrô e pusemos uma no carro com placa adulterado também. Ela não teve no metrô. Vocês não tem como, né? Isso aqui não existe, querido. Então, muito mal feito isso aqui.
>> Mas como é que elas como é que saberia? Aí que tá como é que essa pessoa que escreveu saberia que ela pega meu teu?
>> Ué, porque pegou ela, né? Conhecia ela ou porque
>> tava conhecendo ela?
>> Porque conhecia. Exatamente.
>> Exato. É. Então é alguém que conhecia tava conhecendo. Olha só, a pessoa ia falar quem é o responsável pelo crime, onde que eles pegaram ela para, sabe, para ver nas câmeras de segurança. Então não tem a menor condição disso aqui ser real. no cativeiro do chefe MC Braca. Nós abordamos ela no metrô e pusem pusemo eh no carro com placa adulterado. Pusemos é uma coisa muito do antigamente também, Marcando. Pusemos
>> a gente coloca, colocamos, sabe? Eh, no carro com placa adulterado também. Tô também consegue rastrear. Já tavam na mira dela já meses, mas só hoje conseguimos pegar. Vou dar mais instruções, depois amanhã retorno para acertar os detalhes do resgate e a conta fantasma.
>> Conta fantasma com ifen.
>> Com ifen, gente.
>> Eh, sem terror.
>> Quem que vai? Quem? Meu Deus do céu. Aqui, ó, a polícia já sabe que que não é ninguém da quebrada, né? Vou dar mais instruções depois de amanhã, tá? Eh, para tu depositar aqui é zona oeste, pai. O barato é louco. Quem que fala barato é louco, gente? O barato é louco. É nós do Braca e você não fazem ideia com que tipo de seres estão lidando. Nós está acostumado matar PM, se envolver em polícia, ela já era. Gente do céu,
>> tipo de seres.
>> É tipo de seres com com s, né? Com plural. Obrigado, Marilena. Obrigado.
>> A Marilena é desse tempo. Eu sou desse tempo. Morou 67 anos. É, você tem propriedade, Marilena, para escrever assim. Mas essa pessoa aqui, nossa, é, pelo amor de Deus, viu? O negócio do Canequim foi melhor. É,
>> foi mais bem feito que essa mensagem de resgate aí. Eh, se chamar nossa, ladrando o tempo inteiro. O cão que ladra não morde não.
>> Não, nem um pouco.
>> A gente quer e resgate, a pessoa fala o tanto que quer, não fala nada quem é, jamais vai identificar qualquer tipo de coisa. O crime organizado não identifica nada jamais nessa vida. Pelo contrário, se alguém, Que caso que eu tava falando lá? O caso da Laí, né, que eu tô que eu trouxe no meu canal, a mulher que tá desaparecida, a Gabriele, a madrasta que se fazia chamar de mãe, ela, a população já estava querendo pegar ela, então provavelmente ela nem tá lá, porque se ela, ah, a polícia foi procurar ela na rocinha porque eu vi uma denúncia na rocinha que ela não vai, porque o comando vermelho não vai querer ela lá, não. O comando, a a o crime organizado não quer chamar atenção para ele. Se tiver alguém enrascado, a pessoa tem que se entregar ou vazar de lá. Eles não querem ninguém que identifique nenhum tipo de crime ligado a eles lá, não. Então assim, eh, vacilão. Capaz que isso aqui, nossa, gente, totalmente totalmente nada a ver com a prática de uma de um crime organizado. Não faz menor sentido, tá gente?
E aí quando a gente para para pensar conversando com conversando com a família, ela não tem nenhum inimigo, não tem dívida, pelo contrário, tá vai refazendo a sua sua parte financeira, patrimonial. Eh, não tava em relacionamento agora, nesse momento, nesse último mês, não estava em nenhum relacionamento, nem a presença. Ele, o que acontece? Ela quando separou do ex-marido, perderam contato e o filho ficou morando com o ex-marido, tá? ficou lá com as Maril não ficou com ela. Quando ela desapareceu, ela morava, mora no caso, não foi encontrada ainda. Ela, os pais, dos senhores, 73 e 76 anos e o irmão de 36 anos, as quatro só normal para um dia de trabalho, parece. Então, acontece alguma coisa ali num na saída da casa dela. Sabe por que que eu acho que na saída da casa dela? Porque é o único local que não tem câmera. É o único local que não tem câmera ali em Sapolândia. Aí todo local tem câmera.
>> Aí a pessoa realmente fez esse trajeto para levar o celular dela e voltar para mostrar que ela foi para dar uma despistada do que pode ter acontecido ali, as pessoas não irem direto ali para ele ter mais tempo de fazer alguma coisa
>> ou pure simplesmente a pessoa marcou com ela ou encontrou com ela ali, pegou a carona, foram em direção ao trabalho dela, como se como se ela fosse realmente era o trabalho. Esta viagem aconteceu algum, pode ter acontecido algum desentendimento, alguma coisa do sentido, nesse sentido que culminou em uma atitude ali, talvez impensada, fora do contexto.
>> Sim,
>> que termina com alguma coisa de grave com ela. E aí a pessoa desesperada tenta ganhar um tempo, passa essa mensagem com o celular dela, talvez, pros pais e depois comete um crime. Eu, particularmente, com contando com as estatísticas, não acho que ela esteja mais viva, tá? Então eu vejo que essa mensagem foi só para ganhar um pouco de tempo paraa família não entrar em contato direto com a polícia.
Tem outro ponto no sábado, acho que no sábado que ela estava que ela tinha havia saído com as amigas, uma mulher solteira, bonita, com várias amizades, normal, ela sai com as amigas. Concorda?
>> Claro.
>> Então, aí a amiga chega próxima e fala o seguinte: "Oi, tá falando com quem?" Aí ela mostra uma imagem. Essa pessoa para amiga é uma pessoa branca, loira, de mais ou menos 50 anos, tá? De mais ou menos 50 anos. 50, 50, 55 anos. Falou: "Ah, tô conversando com ele, tô conhecendo e de repente depois disse o sábado anterior desaparecimento, na quinta-feira desaparece". E aí
>> tem esse
>> mistério. Já pedimos, já pedimos para essa pessoa se aposentar a polícia, mas até agora não se aposentou. Tem uma outra pessoa que ela tava conhecendo.
>> Exato.
>> E tem que ver se realmente ela tinha feito um seguro de vida. Mas não quer dizer que isso também tem tenha conexão com o que aconteceu. Eu acho que tem mais a ver com a pessoa que ela tava conhecendo, sabe? É o meu filho pelo menos.
Eu conversei com o pessoal do DHPP, tá? Tem tem uma equipe voltada para isso. Eles estão já pediram uma quebra do sigilo telefônico e telemático. Já conseguiram as herbes. Herbes eram a primeira coisa. algumas azimut que é o que que é azimute é em relação à estação radiobase da herb geolocalização, georreferenciamento. Você tem a herb, que que é herb? É aquela antena. É antena que você vê, aquela antena de telefonia que você vê ali. E ela tem um raio, né? Aí o celular quando passa ali, se conecta aquela antena e fala assim: "Olha, a antena tal recebeu o sinal daquele celular". Beleza. Mas aí tem um asimot que é o quê? é o local exato que aquela que aquele celular se conectou à antena, que é um outro processo.
>> E não tem ainda essa essa perícia não tem ainda,
>> só tem de algumas, não tem de todas, tá? E o que o outro ponto é a quebra do sigilo telemático em relação aos aplicativos, as contas, ligações,
>> que não foi feito ainda
>> e que não não já foi feito, mas não chegou. Por quê? Porque a empresa de telefonia tem até 30 dias para enviar. Quer dizer, o celular saiu de casa, né? O celular saiu. Se ela saiu junto aí eu não sei. É estranho que nenhuma câmera ali da região tem a imagem dela no dia. Ela mora perto de da Sapopemba. O local é bem movimentado também. É, hoje em dia todo local tem câmera. É só que próximo à casa dela não tem câmera, tá? Pelo que eu entendi, não pode ter câmera lá. Eu acho que tem alguma coisa mais sombria. A pessoa, a pessoa que fez esse, esse desaparecimento, leva esse crime, sabia que os pais dela não estavam em casa.
>> Uhum.
>> Ponto. Sabia que os pais dela não estavam em casa. Sabia a rotina dela de saída pro trabalho.
>> Uhum.
>> Sabia mais ou menos o horário que ela saía pro trabalho. Tem aquela pecinha do quebra-cabeça que a gente não tá enxergando, tá? Alguém que tá colocando uma informação ali que tá atravessada. Eu acho alguém muito, muito próximo a ela. Não uma pessoa que tá iniciando o relacionamento, mas é uma pessoa que sabe da rotina, sabe do modo. Mas só em saber que o celular saiu e fez o caminho dela de trabalho, o deslocamento no horário que ela sai de casa. Isso, isso me deixou bem pensativo. Depois o celular liga de novo à noite no mesmo horário, na região central de São Paulo. Primeiro ele se desloca até o trabalho, depois volta pra região centel, porque não, a gente não vai abrir qual é o local da região centel, lógico. Uhum.
>> Mas o depois é desligado o celular, não sei se é destruído, o que acontece. Me parece, eu juro, a minha minha minha minha sensação é essa, que ela está com alguém muito próximo.
>> É, então a gente precisa saber onde estava o ex-namorado, o ex-marido, o filho e esse rapaz que ela tava conhecendo.
>> Exatamente.
>> Primeiro a gente tem que excluir essas pessoas.
>> A polícia tem três caminhos. Eu não posso falar quais são.
>> Ah, você já sabe, então.
>> Sim, sim. Eu já sei dos três caminhos. não quer dizer que sejam confirmados, mas o essas três linhas de investigação da polícia, elas são muito similares. E eu digo para você, uma coisa que eu posso dizer aqui em live, a quebra do sigilo telefônico, telemático, financeiro e fiscal,
>> ah, vão entregar tudo.
>> Vão entregar tudo.
>> Claro, isso aí é questão de tempo.
>> Outro ponto, tem qualquer informação, passa aqui pro e-mail.
>> Garantia, sigilo total. marconde.com.marques@gmail.com marconde.com.marques@gmail.com marques@gmail.com
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