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Calidad de Vida

DeROSE Method Argentina1:03:05

Transcription

Nesta sua cultura, promove o enredo mais lúcido, mas com tinta; mas entende necessidades. A proposta é esta: a proposta é que, através de um conjunto de técnicas e um conjunto de conceitos, nós possamos levar uma pessoa comum a um estado de consciência expandida.

Agora, se isso vai ser obtido ou não, vai depender de uma quantidade de fatores; entre eles, a própria genética do indivíduo e, e da parte controlável, a dedicação, o investimento de tempo na prática dessa filosofia e também o ambiente onde a pessoa vive; porque vai depender muito da bagagem cultural que ela traz, da profissão que ela exerce, da idade com a qual ela começou. Então, é uma constelação de fatores. É possível se corromper um índice diferente, mais interventivo na cidade; cada indivíduo é uma realidade diferente. Então as próprias técnicas, por exemplo, de oxigenação cerebral, vão reagir diferentemente de um indivíduo para o outro. Mas sim, a meta que nós queremos alcançar é conceder a essa pessoa um estado de hiperconsciência; o estado de mega lucidez, na verdade, é a direção na qual a humanidade está caminhando.

A proposta, que falta a esse indivíduo, a primeira coisa que ocorre é que ela vai exercer melhor o seu trabalho, a sua posição na família, o seu engajamento em qualquer ideal, seja ele político, humanitário, filantrópico, artístico, seja lá qual for. E, além do mais, ele se sente integrado; porque quando o indivíduo ainda não tem uma consciência plena, ele acha que o mundo se divide entre eu e os outros. No momento em que a consciência se expande, ele percebe que não existe essa coisa de eu e os outros; somos todos uma só coisa, estamos todos interligados, não apenas dentro da espécie humana, mas entre todas as espécies e com o próprio planeta, com o próprio cosmos.

E esse estado de consciência expandida é alcançável; mas normalmente, quando a pessoa menciona sua pretensão de conseguir tal estado de consciência, uma outra pessoa que não imagine o que é isso, que não tenha lido a respeito, que não tenha estudado, que não tenha se esclarecido, pode supor um ideal inalcançável, pode supor uma fantasia. Acontece que muita gente já logrou estado de consciência. Então, é realidade. Este estado de consciência, no dia a dia, traduz-se em uma participação objetiva que nós chamamos de ação efetiva; porque muita gente tem iniciativas, mas poucas têm ações efetivas. Então, uma das coisas que uma consciência maior, que uma lucidez maior nos concede, é perceber que não adianta apenas o discurso, não basta a intenção; é preciso levar a cabo a iniciativa, a ação efetiva. O resultado final, para a vida, para sua família, para os seus amigos, para os seus desafios, para toda a sociedade, para a responsabilidade social, para a responsabilidade ambiental, ou seja, ele vai expandindo o seu campo de atuação. Ele deixa de ser um indigente, deixa de ser um indivíduo que não é ouvido, que não tem voz nem voto; ele passa a ser uma pessoa que atua e que modifica o mundo em que vive. E como essa pessoa, em geral, é uma pessoa que, ao modificar o mundo em que vive, melhora a nossa cultura – e nossa cultura com maiúscula, porque é um conjunto de filosofia, é um sistema de vida – essa nossa filosofia, da nossa cultura, propõe isso através de uma reeducação comportamental progressiva e espontânea. Não somos a favor – portanto, não está excluído – não somos também a favor de repressão, sem doutrinação e sem repressão. O melhor caminho é o exemplo, é a convivência, é o que nós chamamos, em grego, agora, é conviver com o poder agregar de um grupo que já está dedicado a esses ideais; e a partir daí, os conceitos são incorporados com muito mais facilidade e as técnicas já é uma questão de dedicação individual, de praticar, de executar tais técnicas.

Pode-se comparar esse tipo de intervenção como quem afina uma orquestra de flautas, e nenhum comportamento numa mesma direção. Certamente que nós vamos criar uma sincronia entre todos os elementos que nos constituem um ser humano, não apenas corpo e mente, mas corpo, energia, bioenergia ou emocionalmente, o impulsionar; enfim, todos os elementos que vão funcionar, como você muito bem exemplificou, como uma orquestra. E depois, nós vamos ter a polar para além do indivíduo, que o ideal é não ficar dentro do seu pequeno mundinho, do seu universo pessoal. Então, estrapolando, essa orquestra passa a ser também a orquestra da família, a orquestra do trabalho que executa, a orquestra da sua arte, de todos os elementos, pessoas, indivíduos, circunstâncias daquela, daquele ambiente. E quando você vai ampliando seu campo de atuação, você chega a considerar que o mundo é muito pequeno, que você alcança as pessoas através de veículos diversos, através da escrita de livros, antes dele; e hoje nós conseguimos atingir as pessoas por veículos eletrônicos; nós conseguimos estar num momento escrevendo no nosso computador e ao mesmo tempo sendo cumpridos, sendo acessados por pessoas de todo o planeta, até fora dele.

Pelo posto, um sujeito que é contaminado pela sociedade, que é poluído pela sociedade e cultura; o posto, eu concordo com ele: a sociedade corrompida corrói o indivíduo. Mas se o indivíduo tiver poder de se corromper, romper a sociedade, e isto parte da proposta, realmente perceber que a sociedade tem esse poder, todo o ambiente cultural em que uma pessoa vive, esse ambiente tem poder sobre os produtos do ambiente e da cultura em que fomos educados, na qual vivemos. Se tivermos consciência disso, desse poder do ambiente nos corromper, e nos recusamos a aceitar passivamente, o sujeito ativo e não perecível, em tron que sofreu princípio, que é a perspectiva dos doentes, mais lúcido, mais consciente. Essa lucidez também tem a ver com o indivíduo; é perceber a influência exterior, pode ser da nossa – isso é preciso lembrar – que essa proposta, embora revolucionária em termos comportamentais, não é agressiva no mau sentido, não é violenta; ou seja, nós não estamos indo contra o que já está estabelecido, nós não queremos que as pessoas simplesmente mudem e adotem a nossa filosofia. A proposta é que alguns indivíduos que já estão pensando dessa forma não se sintam uma ave rara; que esses indivíduos sintam que há outros que pensam da mesma forma, e então nós podemos nos reunir, comungando de um mesmo ideal e compartilhar as ideias, conceitos e as práticas, na maneira de viver, a maneira de constituir amizades, constituir relações afetivas de uma forma que nós chamamos – nós consideramos – mais civilizada, que é muito mais amorosa, que é muito mais tolerante.

Porque o conceito de um interior pressupõe que haja uma dicotomia entre interior e exterior; e a nossa cultura não entende o indivíduo nem o mundo como uma coisa separada, por exemplo, a 1 a 1 entre o espiritual e o natural, o físico, corporal. Então nós entendemos que é uma coisa só; que estando integrados, nós conseguimos realizar muito mais e muito melhor, muito mais bem feito o nosso trabalho. Enquanto os governos, nossas vias, pouco ou nada se preocupam com o perfil do indivíduo, é definir o perfil da sociedade alcançada, a não ser no plano puramente material, dá certas contas financeiras; é preciso haver um novo olhar sobre a qualidade do indivíduo; e a sua proposta de cultura respondeu exatamente isso. Jec, mas Lucy, mais ativo e que se aprende quer caminhada exatamente da tolerância. Se não for assim, nós estamos correndo risco de inventar uma região nova, absolutamente. A proposta é uma proposta educacional, uma proposta cultural, uma proposta de levar o indivíduo a um patamar mais elevado de civilidade, de cultura, de educação artística, sensibilidade e, como disse antes, de ética – e também uma pequena grande ética – e nós temos aquela ética, que é a etiqueta aplicada ao dia a dia, no relacionamento dentro de uma sociedade específica, à qual nós temos que nos adaptar; porque quando nós fazemos uma proposta abrangente como esta, nós temos que considerar que existe uma cultura cristã, mas existe uma cultura hindu, existe uma cultura judaica, existe uma cultura islâmica; e nós não podemos brigar por uma proposta que se adapta em apenas uma dessas culturas. Isso muda completamente a dinâmica do mundo à nossa volta. A possibilidade, eu vejo que é grande; agora a realização é sempre lenta, porque a mudança de paradigmas construídos, não projetados, de uma forma que, a partir do momento em que aprendemos um determinado conceito, um determinado, um determinado código de procedimento, e depois, mas não conseguimos mudar, é muito difícil mudar. Então, quando nós transmitimos esse ensinamento, temos que nos lembrar que é um ensinamento basicamente para um público jovem adulto, jovem adulto, jovem, aquele que está na ativa, aquele que está na dinâmica empresarial, política, artística, enfim, em qualquer área; e essa pessoa tem condições ainda de processar uma transmutação na sua maneira de ser, música, sua liberdade.

O visionário – eu não sei por que – nosso trabalho é muito terra a terra, é muito objetivo, diretamente ao indivíduo, no mundo em que ele vive; ou seja, sem subjetividade, cccen teorizações, em suposições ideais, sim, mas dentro de um cuidado muito grande para que não se tornem um ponto – está bem – um fanatismo tem que ser evitado; daí o cuidado com a palavra visionário. Mas a intenção é justamente conduzir a que o indivíduo possa aplicá-los realmente, que não seja apenas uma linda proposta, um lindo discurso, mas que ele realmente chegue lá, na sua empresa e faça isso funcionar, modificando a estrutura da empresa, modificando a administração da empresa, tornando cada funcionário, cada colaborador seu, um indivíduo que tem um valor, que tem um potencial, que tem uma criatividade e que é um ser humano, não num sentido apenas de – de colocar o – o funcionário e o empresário como forças oponentes, o cabo de guerra, mas colocando todos puxando na mesma direção, que é o progresso individual e em seguida o progresso da sociedade.

Quando o senhor imagina o futuro, sonhou o que ver? O que essa viagem remédio – eu, eu vejo um credo, porque aquilo que ele propõe é realmente revolucionário – até causa espécie que não tenha havido reações violentas contra aquelas propostas, porque é lindo, mas ao mesmo tempo ele diz superar as limitações de fronteiras, obviamente, nada. A maior parte da população, dos governantes, dos poderes constituídos, que todos estejamos um só povo, um único, uma única humanidade, e não todas as religiões, provavelmente de uma forma reservada, mas não aconteceu isso. A música é linda, e o que nós vemos é que a sua letra é aceita pela população em geral, inclusive pelos governantes, pelos poderes constituídos, pelas religiões em geral; as pessoas gostaram daquilo porque eles – e também provavelmente gostaram – sua família está configurado um futuro onde presta saudáveis, com uma qualidade de vida melhor; porque isto é o que realmente as nossas técnicas proporcionam, em primeiro lugar: maior qualidade de vida. A médio prazo, eu vejo prosperidade; porque uma pessoa que tem melhor qualidade de vida é uma pessoa que tem mais tolerância, que sabe lidar com o ser humano, sabe lidar com os seus superiores hierárquicos ou com seus comandados, sabe lidar com seus clientes, com seus fornecedores, sabe lidar com seus amigos e com a sua família, com as suas relações afetivas; essa pessoa está no controle, essa pessoa converte em um líder, um líder sereno, carismático dentro do seu ambiente, do seu respectivo ambiente. Então, a médio prazo, isso proporciona estabilidade; estabilidade na relação afetiva, estabilidade na família, estabilidade no trabalho; a consequência é prosperidade. Então, a médio prazo, eu vejo que essa nossa família, nossos praticantes, eu vejo isso tem acontecido nessa caminhada há meio século, a 49 anos, 50 anos; portanto, eu vejo acompanhando o que de fato tenha acontecido: as pessoas começam a conquistar maior expectativa de vida, essa expectativa de vida com, inclusive, pelos bons hábitos que são propostos; porque essa é a nossa filosofia: ensina a não utilizar drogas e buscar – muito longe de tornar a vida sem graça – torna a vida muito mais interessante; porque aumentando a sua lucidez, se você não está sob a influência de drogas alguma, inclusive o álcool é uma droga – droga legal, mas droga – é o mais poderoso dos psicotrópicos. Então, se você não está sob o jugo de nenhuma dessas substâncias tóxicas que interferem com a consciência, essa pessoa tem mais felicidade, mais lucidez; ela percebe o mundo de uma outra maneira e consequentemente o mundo e a vida ficam muito mais divertidos; essa pessoa fica mais feliz, de fato. E a longo prazo, a proposta é aquele estado de consciência expandida que nos conjuntos conduzirá ao autoconhecimento, nível individual, autoconhecimento; e se um dia a humanidade conseguir, toda a humanidade chegar a esse estado, nós vamos ter uma unidade muito diferente da que temos hoje; porque hoje nós partimos para soluções drásticas, sempre observamos que no mesmo momento em n nações estão em conflito armado. Então, se nós conseguíssemos que, pelo menos, se não toda a humanidade, pelo menos aqueles que têm o poder de decisão, aqueles que podem criar leis, aqueles que podem declarar guerra, se todos estivessem num estado de consciência melhor, mais expandido, essa consciência, nós teríamos um mundo muito mais harmonioso; porque hoje nós vemos que muitas vezes, em muitos países, o governante quer o bem estar e a evolução do povo, até porque se o povo ficar mais lúcido, é capaz de tirá-lo do poder.

Então nós estamos num momento que, considerando o que nós observamos em várias regiões do globo, sem nenhuma intenção de converter, aos poucos, isto der certo, no sentido de uma expansão para a população em geral, diferente; hoje já está diferente. Nós pensamos, nós comparamos a qualidade de vida e o nível de consciência, não apenas de cultura, não apenas de informação, não apenas de ilustração, nosso nível de consciência mesmo da maior parte da população, comparada com 200 anos, 500 anos atrás, 800 anos atrás, nós estamos numa curva ascendente. Alicerce, esteira Noel – não lembro quem ganha balanço em culpar – um salto à época em que uma civilização que é ambientada num local, num período em que, até onde nos consta pela história, pela arqueologia, a civilização, esse povo vivia em harmonia; o povo tinha qualidade de vida, o cidadão era respeitado; não se encontraram construções faraônicas para o monarca nem para o clero, mas encontraram muito confortáveis para a população. Nós estamos falando de um período próprio histórico, período que está imediatamente antes do surgimento dos registros históricos; e os historiadores recorreram muitas vezes à tecnologia para poder montar um pouco da história daquele povo. Essa época, com cinco mil anos antes de Cristo, e nessa época, nesta civilização chamada civilização do vale do Indo, já havia cidade extremamente bem urbanizada, saneadas; havia as casas do povo, casa com dois andares e mais um átrio para ventilação interna, com a casa de banho dentro da casa, com água corrente; mas isto 3 mil antes de Cristo, há qualquer coisa de inacreditável! Os próprios arqueólogos, quando encontraram, recearam comunicar aquilo às academias de ciências, porque iam ser tidos por mentirosos; então aquilo foi sendo comunicado muito aos poucos, foram convidando outros arqueólogos de outros países a que fossem lá constatar, porque era realmente uma civilização excepcional para a época e até comparada com algumas regiões hoje do nosso planeta. Então você imagina que aquela, aquela ambientação, na qual essa história de um povo feliz, de um povo saudável, é um povo estável, é um povo próspero dentro dos limites do período histórico; e recuando para essas origens, muito próximo das origens da civilização, nós aprendemos alguma coisa com eles, coisa que foi perdida depois. Aquela que considera inclusive as sociedades primitivas não guerreiras, todas elas tenderão ao materialismo e todas foram guerreiras. Então, só isso que nós saibamos, que a sociedade precisa da guerra, até porque a própria estrutura, estrutura do do mar no homem é baseado em testosterona, em perigo, as bombas que jogam na cabeça dos inimigos, porque isso é muito explosivo. Agora, a sociedade matriarcal, ela já privilegia a mãe, a energia, energia, o ventre, uma outra forma, mundo, uma outra forma de administrar a família, uma outra forma de administrar o estado, e sem guerra. E esse povo, obviamente, consegue dedicar seu tempo e os seus recursos econômicos à arte, por exemplo, são – porque em geral não é reprimido – a sociedade em geral é – imagine – para um povo lógica – lembro o – memórias de um passado, levando o leitor até aquela realidade cultural, até mesmo daquela maneira de se relacionar com o relacionamento, onde está a fronteira entre a realidade, já mantém um lógico, já não é uma ficção pura, é baseada em fatos reais; é porque a ficção a que me refiro é a história, aquela coisa toda. Agora, o máximo possível de elementos surreais, elementos históricos, eu utilizei para dar a fundamentação, a possibilidade de que a pessoa, primeiro, seja conquistada pelo coração, depois ele é romântico, e depois ele é, digamos, mais filosófico, perde um pouco aquela doçura, porque a criança então tem uma visão mais romântica do mundo, depois torna-se adulto, naquela época dupla, 15 anos, que já estava apto a produzir com a família. O senhor vê o mundo de uma maneira mais cuidadosa, e eu tento transmitir um pouco da nossa filosofia, porque o livro é um dos menores livros que escrevi, sem inclusive uma leitura subversiva, e no bom sentido, uma leitura que subverte os maus hábitos e que subverte a estrutura da nossa sociedade, não na intenção de demolir nada, mas no sentido da pessoa parar e pensar: afinal, esta maneira de ser, quem sabe? Nossos amigos, por exemplo, promove defender a liberdade como primeiro pilar da nossa existência; e nela choca com o tipo Lina, bate bem nessa tecla, é bem categórico, veemente com relação a isso, que a liberdade é o nosso bem mais precioso; no entanto, nós precisamos de ter a disciplina; violentar a liberdade, liberdade. A proposta é que a disciplina deste grupo específico, qualquer grupo que seja – um grupo político, grupo do sport, um clube de futebol, não importa o quê – se este grupo tem normas, destas normas, estas regras, esta disciplina me violenta, eu tenho que valorizar a liberdade, eu tenho que colocar a liberdade em primeiro lugar, fazendo que, brigando contra, não me afastando, não serviu para mim esta empresa, este colégio, liceu, esta faculdade, este clube, porque estas normas me violentam; então eu vou bater de frente. Vamos conseguir ter uma vida muito melhor; e é claro que eu respeito quem pensa o contrário, porque a opinião de que nós precisamos lutar – compra também é um outro grupo, são os dois grupos no rio – uma segunda edição do indivíduo é correto, não pressupõe que isto tudo que você diz é verdade, mas não pode violentar o indivíduo, não pode violentar a liberdade dele, e tem que estar bem assentado sobre a tolerância. Se nós conseguirmos esse amálgama, isso encontramos o equilíbrio, o fio da navalha, o equilíbrio sobre um caminho muito da intolerância a todo custo, ou por outro lado, a magnanimidade no mau sentido. Então é o caminho mesmo, o caminho do meio, que é muito estreito; a cultura trabalha, por outro lado, sobre os, sobre os extremos; nós devemos trabalhar sobre aquilo que são as nossas dificuldades, dos pontos menos bons, os pontos que são mais positivos – não sei se eu colocaria desta forma – porque colocando assim nós, de uma certa forma, cristianizamos um pouco essa coisa do bem e do mal; e a nossa proposta é a de que tenhamos sempre a consciência de que bem e mal são sempre relativos; você está fazendo errado, mas errado com relação a quê, com relação àquele momento, cheia de certa vez que ser ou não ser um traidor é uma questão de datas. Então é um pouco isso, do certo e do errado, em que sociedade, em que região isto é certo ou estou errado? O chapéu – droga – e coloca em sinal de respeito, visitar um templo Sikh na Índia, e eles pediram para cumprimentarmos a cabeça – até a câmera que eles mesmos usavam para gravar o ritual, a câmera coberta em sinal de respeito é coberta com tecido branco – e nós temos que estar conscientes disso. Cada vez que nos deixarmos reduzir, ou em um pouco para o lado da cultura que nós recebemos, do bem e do mal, ao seu lado, mal, isto foi um erro, não é bem assim, é melhor colocar isto, talvez não tenha sido conveniente neste momento, ou neste grupo, não seja mal, ou seja, errado em outros, mal, essa é o nome do bem; porque tudo que você passou na vida de mal, você pode observar que em seguida ou já logo depois produzir um fruto muito bom. A viagem para o estado, nem que seja no patamar, o sujeito tem que ter uma visão, caminha como quem vai fazer uma corrida de fundo e ao tem que saber se automotivar, coronel caminha. Essa cultura, como é que emprega nesse sentido objetivo? Nós procuramos ver como se fosse uma viagem linda que você está fazendo de comboio e sabe que aquilo vai a um determinado ponto, vai a um determinado destino, olha a paisagem linda do lado de fora, a conversa com um amigo do lado de dentro, vai até usufrui da viagem; mas se a viagem fica desagradável, longa, então, com relação à nossa meta, a recomendação é: não se preocupe, comenta, vamos usufruir da comunidade, das pessoas; as pessoas que em geral seguem estes sistemas são pessoas interessantes, são pessoas bonitas por dentro e por fora, então, pessoas educadas, são pessoas sensíveis, são pessoas que têm assunto para conversar com qualquer pessoa. No entanto, mestre, quando nós vemos, por exemplo, que a mulher deve ter um papel na sociedade, o marido e os filhos, para as aparências, estado lúcido do bar, essa, essa fronteira imediatamente, senão porque nós não criticamos essa postura tradicional em muitas sociedades? E como o nosso, a nossa filosofia, ela não tem intenção de catequizar, não é uma coisa que queira expandir, enfim, tomar seguidores de outros sistemas filosóficos, muito menos religiosos; então a reação nunca foi negativa, nunca houve uma oposição, à resistência nível das células familiares, por exemplo, se determinada luz 22 adotasse um partido político contrário ao do outro cônjuge, ou uma religião com a região, e pode gerar, evoluiu maior porque os dois se casaram dentro de uma determinada visão que tinha do outro e gostava do outro como ele era, criou-se uma regra do jogo, mudou as regras do jogo no meio do jogo, quem está errado não é o que está reagindo mal, paciência com outro.

Exemplo, talvez pela sua forma normal, se houver essa tolerância e paciência; e de outro, pelo que temos observado, é que, no geral, o que ele gosta do que está vendo, seja marido, seja mulher, nota que o outro melhorou, ou melhorou como o pai ou mãe, melhorou como marido ou esposa, melhorou como amante, melhorou como companheiro, um amigo. Então, em geral, como mestra oppose ibero de rose encontra-se com o chamador, jogos já mestras, já diria hoje ao mestre ao de rosa, porsche verba seria a mesma coisa que o mesmo desencontro no livro, porque ali era o autor com 58 anos conversando com o mesmo aos 18. Também mais um, mais um conto, mais uma ficção em que o de Rose de 18 anos aparece na vida de 58, e ele então discorda, ele discute, debate: não pode ser assim, eu não concordo com isso, não pode ser. O diálogo entre os dois, entre o jovem e idealista de 18 e o homem vivido de 58. Aquilo ali pretende dar ao leitor uma, um equilíbrio entre as duas opiniões, porque muitos dos nossos leitores têm 18, 20, 25, 30, e muitos dos nossos leitores têm 58, 60, 70, 80. Então são dois universos completamente diferentes, e o livro procura casar esses dois universos, mostrando que ambos estão corretos e que é muito uma questão de ótica. Os dois lembram-se da mesma coisa, são dois olhares sobre a mesma coisa; um é uma evolução sobre o que, na verdade, os dois têm seus preconceitos. Ambos são muito importantes, porque meus amigos, alguns monarca errando ou acertando não vão me ajudar em nada, mas o meu crítico, os críticos de plantão, eu ainda nem cheguei a errar, ele apontando o dedo. Então, quem está me ajudando mais? Mas é aquele que se considera inimigo que, na verdade, é meus amigos, porque ele me mostra o lado sombrio que eu estou cometendo, estou prestes a cometer um erro, e eu posso corrigir esse erro. Eu sempre comparo o amigo, inimigo, uma árvore em que há raízes que estão nas trevas, para baixo, são os inimigos que estão nas sombras, mas sem os quais são as raízes; e os amigos são flores, frutos maravilhosos, e às vezes até por não conhecer bem o outro lado, a outra verdade. Então o que acontece? Você pode se considerar um perseguido, você pode se considerar uma pessoa infeliz, você pode perceber, numa, uma visão de grande angular, que aquilo ali foi extremamente importante, e você pode ser grato àquela pessoa. Mas, com sinceridade, não adianta inimigos, mas não é obviamente, ele é muito sincero. Se aquele senhor não tivesse feito toda aquela perseguição, que ainda ocorre hoje, e não tivesse gerado todo o, todo um fã clube dele contra o nosso trabalho, hoje o nosso trabalho seria imperceptível. O cristianismo só ficou conhecido porque foi perseguido; senão, teria sido uma pequena seita judaica ou e cênica que teria desaparecido logo depois. Mas a perseguição deu visibilidade, e a partir daí, pessoas que concordavam fizeram com que se estruturasse, eternizasse, não é? O que nós entendemos que essa cultura descreve como a emissora não é o trocar o Phelps, o mel é algo muito mais profundo, eu acho que é mais profundo agora nesse conceito.

Agressão proposta por Gandhi, nós aplicamos não exatamente da forma como Jesus propôs, que era oferecer a outra face, não é exatamente assim, mas é de uma outra maneira. Por exemplo, quando uma pessoa tem uma atitude agressiva, precisamos ter consciência, tiver maturidade e autoestima, mostrando todas as situações. Se você prestar atenção a analisar com, com um realidade, você vai notar que todos os momentos em que uma pessoa agressiva é defensiva. Então, alguém foi agressiva com, foi agressivo com você, você pode ter uma reação imatura, que assim você comigo de vôo e agressividade, ou você pode ter uma reação ponderada, uma reação da pessoa que tem autoestima e maturidade. Comigo tem que compreender que você se sentiu agredido por mim, tive intenção de ameaçá-lo, você talvez tenha tido um péssimo dia, você talvez tenha um péssimo casamento, não sei, talvez você tenha dificuldades, problemas na sua vida. Eu vou devolver mais agressividade? Isso não vai me ajudar, não vai ajudar nossa relação, se for uma relação de negócios, foi uma relação de amizade, não importa o que, devolver a agressividade é tentar combater o ódio com mais ódio, tentar combater fogo com gasolina. Então isso não ajuda. Eu gostei muito da sua frase, é interessante porque é mais ou menos isso, de fato, é mais ou menos, porque se a pessoa agrediu, e um sorriso, atendemos sorriso sincero, porque a pessoa percebe no seu olhar, é detectável por qualquer pessoa, se você realmente, um semblante, um sorriso sincero reduz drasticamente. Eu me lembro de uma situação em que houve encontro duas linhas filosóficas, e até por isso mesmo, porque quanto mais semelhantes são, mais sintonia. Então, nesse encontro, a outra linha caminhando na direção em altos brados que a intenção mesmo escutassem, e todos pararam o evento no congresso. Afinal, será que tudo isso que ele diz que ele vai reagir, vai dizer umas boas, senhora, vai gritar com ela, talvez agredi-la, vai virar as costas e sair andando como um mal educado, ou vai ficar parado ouvindo, deixando que ela grita? O sul tem sul, qual será a razão? Teria tido tempo para pensar dela, e não ajudaria em nada minha relação com ela, não faria nada minha imagem com os outros que estavam assistindo, e também não me ajudaria mesmo, porque naquela noite e também de um relacionamento afetivo. Exatamente qual é a frase que irrita o outro num conflito de casal? Se este disse aquela palavra, fez aquela cara, o outro sabe exatamente qual é a palavra que vai agradar, o que vai atenuar a situação. Aí depende da sua atitude ao dar essa palavra, interromper o, o conflito conjugal que vai surgir ali, e depois estabelecer limites, e se essa relação pode ser mantida, ela vai ser mantida com respeito, com consideração, com carinho, o companheirismo. Se não puder ser mantida, é uma pena, porque a relação que se rompe tem um custo emocional muito caro, um custo sobre a saúde muito alto. Mas paciência, há um momento mágico em que as relações precisam mesmo terminar. Terminou com um amigo, e se ultrapassar o momento mágico e as pessoas insistirem que tem que permanecer juntas, talvez na hora em que rompeu com o inimigo, às vezes é apenas a questão de hoje eu cedo, amanhã outra pessoa, porque há uma reciprocidade natural dos seres humanos. Quando você tem uma atitude de, uma atitude cavalheiresca, uma atitude fidalga com relação a uma pessoa, mesmo que íntima, mesmo que seja um irmão, mesmo que seja um cônjuge, a tendência é que a outra pessoa reage de uma forma semelhante. Estavam no veículo, o meu amigo estava conduzindo, a conversão péssima, e o outro motorista quase cabeça para fora, e já ia dizer que... esse meu amigo abriu um sorriso: desculpe, mas com um sorriso muito simpático. Outro motorista botou a cabeça para dentro e não me obriga, o que evitou a briga foi só um sorriso. A importância do indivíduo mais contínuo, mais lúcia, mais atuante é todos os níveis, é isso que sua cultura que era lançar dentro da cidade, exatamente porque a tendência é colocar um rótulo nessa cultura, e eu prefiro chamar de a nossa cultura, o nosso sistema, nossa filosofia, evitando colocar um rótulo, o nosso método, num, evitando o rótulo, porque, porque na hora que as pessoas colocam rótulos, elas engessam a coisa, e aí começam todos, todo, todas as intolerâncias até com relação a quem está fora. E uma das confusões que procuro corrigir, uma das visões distorcidas é que a pessoa pratica o método dentro da sala de aula na qual ela aprende o método, só que ali para aprender, não é para praticar, a pôr em prática. Por exemplo, se dentro de uma sala de classe nós ensinamos a respirar corretamente, na hora embora ela não há nada certo aqui dentro, chega no seu escritório vai trabalhar ou chegando no ginásio, esporte, respirando corretamente, vai respirar corretamente e de forma mais produtiva sempre, porque ele aprendeu a respiração por usar qualquer outro, qual que qualquer outra técnica para exemplificar esse conjunto de técnicas e conceitos que aprendi na nossa instituição. Eles saem e devem aplicar como vocês em todas as situações da vida, como nós tentamos explicar, porque ele vai transmitir isso, ele vai irradiar isso a toda a sociedade, porque ele vai irradiar para a família, e os amigos e colegas de trabalho, aquilo vai criando ondas de choque, e aquilo ali vai contagiando de uma forma positiva todas as pessoas que travam contato com o nosso praticante, campos a gangues, e é que o indivíduo, que o indivíduo e a funcionar em sentido contrário, exatamente. Nós sabemos que funciona lá para cá, passamos a funcionar então também daqui para lá. Se assim a escrever agora, não lembro, mas é o sonho, sonho que se escreveria na verdade do eu me lembro, eu não conseguiria acrescentar mais nada, porque aquele livro me saiu numa, uma arrancada à noite. Eu comecei a escrever, descansar um pouquinho, estava terminado, não conseguiu acrescentar nenhuma linha, e eu sonho que não há dentro dele, não sei, ele tem muita coisa que eu espero um dia poder expressar. Tristeza numa determinada direção, e nós configuramos a direção, investiu 50 cent. Eu gostaria de chegar a um ponto em que as pessoas minimamente escutassem o que temos a dizer, que nos permitissem falar, porque o grande problema que eu tenho sentido é que nós temos coisas muito boas para dizer, não propondo um debate e reflexão, ocorre que não, não gostam e comigo não conhecer, então essa mordaça, eu gostaria que meu sonho seria poder arrancar essa mordaça. Eu me sinto sob aquela punição antiga, punição eclesiástica do silêncio obsequioso, disse que não devia, não falará mais, e realmente sinto muito isso. Observa que o que eu falo não é polêmico, discordando dos outros, e a proposta é boa, a proposta é uma juventude saudável. Nós trabalhamos essencialmente com jovens, portanto produzir uma juventude saudável, uma juventude longe das drogas, do álcool e do fumo; se mais nada prestasse, pelo menos isso seria uma contribuição a ser reconhecida, que o nosso trabalho já está há meio século proporcionando à sociedade. Visitamos sua cultura, sua missão, a conta para onde o horizonte configura presta sua passagem pela vida, muito interessante realmente, exemplo. Tenho o privilégio de conviver com algumas há mais de 30 anos, outras há mais de 20 anos, conhecendo agora como é o seu caso, e que para mim constituiu um privilégio essa profissão nossa, é o ideal, é gostoso, não foi?