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CALCULADORA DE TRIBUTOS DA REFORMA TRIBUTÁRIA: APRENDA COMO USAR | Aula 273

NetFiscal1:05:05

Transcription

Olá, pessoal, boa noite. Tudo bem? Sejam todos muito bem-vindos a mais uma aula aqui na Net Fiscal.

Por favor, coloquem aqui nos nossos comentários se vocês estão me ouvindo, se vocês estão vendo uma boa imagem. E hoje nós vamos falar de um assunto super importante, que é como funciona, né, a calculadora da reforma tributária.

Então, para você que é da área fiscal, seja muito bem-vindo à nossa aula. Nós discutimos aqui assuntos da área fiscal, trazemos contexto da reforma tributária, então tenho certeza de que vai ser um assunto super rico para nós. Vou compartilhar o nosso material aqui com vocês para que vocês possam acompanhar a nossa aula. Então, vamos lá.

Me confirmem se estão me ouvindo bem, se estão vendo, se está tudo certo. Boa noite, Nicole, seja muito bem-vinda. Obrigada, Milena. Seja muito bem-vinda. Boa noite. Boa imagem, bom áudio. Então, excelente.

Vamos aqui entender um pouco melhor como funciona a calculadora da reforma tributária. Antes, deixe-me apresentar para você. Eu sou a professora Camila, tenho alguns anos de experiência, mas eu sempre falo para os meus alunos, né, os nossos anos de experiência na área fiscal são importantes. Claro, enriquece, coloca para a gente aí um posicionamento mais rico de experiência. Porém, como a nossa área é extremamente dinâmica, orgânica e viva, isso requer de nós uma atualização, um conhecimento constante. E tem, então tenho bagagem, mas a gente precisa estar sempre aí buscando conhecimento.

Aqui eu sempre falo para os meus alunos que a nossa área tem esse ponto de ingratidão que é: não basta, a gente tem que continuar estudando, continuar estudando. E agora nos deparamos com a parte aqui do nosso ordenamento tributário que vai requerer de nós ainda mais dedicação.

Então, vamos hoje entender melhor como funciona a calculadora da reforma tributária. Antes de a gente iniciar, entrar no tema, né, específico de fato, quero aqui falar com vocês um ponto. Quem lembra do NBS? É porque eu particularmente não lembrava do NBS. Vou mandar para vocês, né, para o pessoal da nossa aula, a tabela, né, o sumário que a gente tem do NBS para que você possa fazer as aderências com o dia a dia de vocês para aquelas empresas que são prestadoras de serviço.

Então, a ideia aqui é trazer para nós um contexto, entender como é a dinâmica de funcionamento da calculadora da reforma, mas também vou mandar para vocês um Excel, uma calculadora para que vocês possam colocar ali as informações das empresas de vocês. E nós vamos utilizar o NBS para os serviços. Então, o NBS tinha saído, depois agora está voltando para nós. Quem lembra do NBS? Era uma informação, era uma codificação que a gente já tinha deixado para lá, né?

Então, fica aí a questão da nossa área sempre voltar para trás. Então, isso é um ponto para a gente também pensar e trazer para o nosso dia a dia, começar a contextualizar de que nós vamos substituir aquilo que nós conhecemos. Com relação ao NCM, nós vamos permanecer utilizando para fazer os nossos cálculos. Daqui a pouquinho nós vamos entrar no site juntos para que a gente possa fazer os nossos testes. E aí eu convido você para, né, separar já os seus NCMs para você fazer os próximos testes.

Você vai aprender hoje como fazer o teste e aí você vai juntar, vai fazer o *range* de mercadorias, né, os seus NCMs, vai verificar os seus NBSs, como, professora, fazendo ali um comparativo, uma busca com a nossa 116. Então, vou deixar lições de casa para nós. O que é que nós temos hoje que está pronto? Olha aqui a Milena.

Professora, nunca usei o NBS. Quantos números tem? Vou mandar a tabela para vocês. E o NBS é a nomenclatura que nós tínhamos para padronizar os serviços. Então, o NBS foi criado lá em 2018, não foi utilizado, foi somente criado, não foi utilizado, não teve aderência. E aí agora, com a reforma tributária, ele vem trazendo para nós este novo contexto. Então, é importante que a gente comece a compreender: o NBS tem nove dígitos.

Nós vamos verificar, viu, Milena, que ele tem muita similaridade com a NCM. Sabe aquela estrutura que nós tínhamos, que nós tínhamos, não, né, que nós temos, coisa que nós não temos o hábito de fazer no serviço. No serviço, para aqueles que estão no município de São Paulo, nós fazemos ali um *de-para*, né, com a 116 e o decreto municipal, mas muitos municípios não têm essa codificação interna. Nós usamos o próprio código da 116. Com relação ao serviço, a gente vai ter que fazer esse *de-para* com o NBS.

Então, eu vou mandar para vocês a tabela do NBS, tem nove dígitos e vocês vão fazer as aderências, tá? OK. Eu presto qual tipo de serviço? Ah, eu presto tal serviço. Então, qual é o NBS dele? Nós vamos precisar deste confronto, deste *de-para* para que você que trabalha numa empresa que é prestadora de serviço, faça os seus testes, tá?

Então, vai ficar aqui algumas lições de casa para nós, para a gente entender este funcionamento, o que é que nós temos pronto hoje com relação à nossa calculadora. Por isso que eu vou deixar a tabela em Excel para vocês, para que vocês possam fazer os seus testes. Apaga, coloca, apaga, coloca, faz o cálculo, apaga o NCM ou multiplica as abas, né, professora? Está? Eu tenho aqui cinco tipos de serviços, eu tenho aqui 10 tipos de mercadorias. Aí cria 10 abas ali para que você possa fazer esse manuseio.

Hoje nós temos na calculadora a identificação automática das alíquotas, nós temos a memória de cálculo, nós temos as bases legais, temos as validações ou do NCM ou do NBS. Então, é importante aqui a gente trazer isso para o nosso dia a dia. Tem mais de 70% das operações que constam na CCL Trib. Temos apuração de pedágio do *split Pen* simplificado. Temos o simulador de cálculo online e temos também aqui o componente de código aberto para que a gente possa fazer as aderências com os nossos sistemas.

E por que eu falo para a gente dessa questão de ser orgânico, de fazer o acompanhamento, que vou compartilhar com vocês o material, mas a gente precisa entender que a reforma tributária está acontecendo, está sendo construída. Nós tínhamos discutido para trazer essa aula há mais ou menos uns 15, 20 dias atrás, mas o que é que aconteceu? Quem aí fez o teste, gente? Me falem se alguém fez o teste aqui, estava travada a calculadora, ela não estava funcionando direito, então a gente colocava algumas informações e ela não obedecia aos critérios.

Isso trouxe muita dificuldade. Então, assim, opa, espera aí, calculadora não está funcionando direito, a gente precisa, né, que seja corrigido, que seja atualizado. Por isso que nós vemos tantas atualizações com respeito às questões da reforma tributária, principalmente as notas técnicas. Então, aqui fica para a gente a ponderação. Olha, OK, vamos acompanhar, entender o que é que nós já temos, mas sabendo que isso pode mudar.

Por que pode mudar? Porque está sendo construído, estão sendo verificados pontos de melhoria, estão sendo apuradas situações que precisam, que carecem de melhorias. Então, a gente precisa sempre saber disso. Olha, estou acompanhando, fiz o meu teste, professora. Fiz aqui o teste na mão, né, na planilha que eu vou mandar para vocês para ficar de suporte. Não calculou certo, opa, deve estar com algum problema. Então, sempre pensem isso, né?

Quem aqui tentou fazer teste em algum momento, há uns 15, 20 dias atrás na calculadora da reforma, a menina falou que ainda não tentou, agora ela está correta, tá? Mas é importante a gente ter esse *insight*. Opa, talvez não esteja assim tão correto. Deixe-me verificar se está batendo com os meus cálculos. Por isso que eu vou mandar para vocês de apoio essa planilha de cálculo, tá?

Ana falou que ainda não, também a Nicole ainda não. Então, nós vamos aprender hoje aqui a utilizar: o que é que está acontecendo, o que é que está sendo feito? Tratamento de crédito tributário das operações anteriores, apropriação de crédito pelos adquirentes, as verificações de conformidade de arquivo XML. Isso é muito importante, significa dizer que ela vai ter uma validação antes de ser autorizada.

Cálculo de crédito presumido. Aqui já temos, né, a tabela de presunção. Se vocês não têm ainda, deixem aqui os comentários que a gente manda para vocês a tabela de presunção. Cálculo para bens imóveis e motor de cálculo oficial da DER. A DER, pessoal, é uma nova obrigação acessória, só que ela ainda não tem corpo. Nós sabemos que é a declaração de regimes especiais, mas nós temos alguns regimes especiais.

Então, há algumas discussões que a DER vai trazer aí a documentação, por exemplo, da locação, que não tem documento, né? Hoje a gente transita a locação ali com dificuldade entre o ICMS, entre o ISS, com critérios de avaliação. Então, há uma discussão sobre a DER ainda. Então, a DER tem nome, mas não tem corpo, não tem IN, não tem determinações. A gente teve uma aula aqui na Net sobre obrigações acessórias. Eu falei da DER, qual é o objetivo da DER, o que é que ela vai trazer, mas ela ainda não tem corpo, ela não tem especificação ainda.

Então, claro, assim que sair, nós vamos chamar vocês aqui para uma nova aula. Pessoal, saiu a IN da DER e aí, consequentemente, ela vai estar dentro da nossa calculadora da reforma tributária. Então, isso aqui é um ponto importante para a gente ficar de olho, né? Se você trabalha com regimes especiais, quem aqui já fez essa aderência, pessoal? Me contem quem já fez a aderência.

Professora, o meu segmento é um segmento específico diferenciado. O Joaquim falou: "Pro, eu quero a tabela do crédito presumido. Vou mandar para você". Deixe-me anotar, pessoal. Quem tem aula comigo já me conhece. Falo, vou mandar e depois acaba a aula, me esqueço. Então, vou já deixar aqui anotado, Joaquim, do crédito presumido, a tabela com a identificação do crédito presumido. Pronto, já deixei aqui anotado.

Próxima lição de casa: verificação de aderência. Quem aqui está dentro de um regime específico já sabe que, opa, está faltando a NAD, opa, o motor de cálculo está em desenvolvimento para integrar a calculadora. Isso aqui você pode fazer o seu café tributário lá na sua empresa, falar: "Olha, pessoal, nós estamos num regime específico diferenciado, nós vamos precisar acompanhar as novas legislações e nós estaremos também dentro da calculadora da reforma tributária".

Próximo item que está em andamento: regime de monofásico para combustível, que ainda não está, Simples Nacional e *cashback* e o escopo de documentos fiscais. Vejam, olha só que interessante isso: aquilo que está em construção, que não está totalmente validado. A nossa reforma tributária, pessoal, não vem somente trazer, né, um tributo a mais ou um tributo a menos, ela vem alterar de forma total, de forma completa, a forma como nós conhecemos o nosso departamento tributário.

Então, olha, escopo do *cashback* dentro do documento fiscal, como isso vai acontecer? Então, isso a gente precisa aguardar, pois a gente sempre deixa claro para os alunos: "Olha, nós temos de fato muitas coisas já conhecidas, temos, temos notas técnicas, temos já diversas situações, mas nós temos ainda muitas situações que precisam, que carecem de que se tenha melhores, de fato, esclarecimentos por parte da Receita Federal".

Então, isso aqui é um ponto super de atenção para a gente. Vamos continuar estudando, vamos continuar trazendo todo esse detalhamento. Aí aqui a gente tem uma pergunta, professora: "Quais são as atividades, né, que fazem parte do diferimento da DER que está em construção com relação à reforma tributária?" A gente tem alguns regimes que são considerados como os regimes específicos. Quais são eles, para você ficar de olho na calculadora que a gente vai aprender a utilizar?

Já tem essa informação na calculadora? Não, ainda não tem, mas quando tiver, a gente, claro, vai vir aqui para testarmos juntos e realizarmos os testes juntos também. Quais são esses regimes? Combustível financeiro, sistema financeiro está dentro, sistema do FDTS está dentro, fundo de investimentos, loterias, *pets*, plano de saúde. Nós temos aí alguns itens que estão dentro dos regimes específicos. Depois eu vou pegar todos os itens para trazer para vocês. Não lembro todos ainda, todos de cabeça.

E olha só que interessante, né? A gente tem muitos itens que hoje, como nós fazemos, né? Hoje nós conhecemos de fato como é a nossa tributação. Então, quando a gente discute ISS, a gente sabe o código de serviço, a gente sabe a alíquota. Sobre a gente, quando falamos de retenção, nós também conhecemos. Agora nós temos aqui novas informações, novas legislações.

Então, sempre vai precisar, opa, deixe-me confirmar isso daqui. Então, a gente tem muitas listagens dentro da reforma tributária. Então, nós temos setores diferenciados, nós temos alíquotas diferenciadas com reduções de 30%, com reduções de 60%. Então, é preciso a gente entender quais são as nossas aderências. Professora, tem cooperativa, tem sistema de hotelaria, setor de eventos que estão dentro do regime específico, restaurantes também estão, transporte de passageiro também está.

Então, isso vai abrindo o quê? Aqui ele coloca no regime específico os serviços. E é claro que a gente pode ter uma abertura ainda maior, né, desse tipo de serviço. Foi muito bem parecido com, por exemplo, quando a gente fala dessa aderência com o Perse. O Perse foi colocado setor de eventos lá no início, mas veio abrindo, veio abrindo, veio abrindo. Então, é importante a gente pegar a legislação, entender do que é que a gente está falando para que a gente possa ter aí uma resposta mais assertiva, tá?

Então, a gente vai também analisar esse ponto: como vai acontecer, né, esta calculadora? Nós temos o motor de cálculo de tributos. Então, a gente vai ter as definições do que é que eu estou falando: de mercadorias, de serviços. Se eu estou falando de mercadorias, eu vou buscar o meu NCM. E aqui, pessoal, já fazendo um adendo, né, importante aqui: quando a gente fala de mercadorias, a gente pode ter um NCM com mais de um código de material dentro da nossa empresa, né?

Isso acontece com vocês? Ah, professora, isso acontece muito comigo. Eu tenho um NCM cadastrado e dentro desse NCM a gente tem cinco cadastros de mercadorias. Então, aqui a gente vai ter que fazer o quê? Uma manutenção no nosso cadastro. Como a gente pode observar as finalidades? Quem lembra? 02, salvo engano, campo 7, onde a gente vai entender, tá? Eu tenho um NCM com sete cadastros de mercadorias. Você vai pegar o quê? Você vai pegar o seu NCM. Então, aqui mais um ponto de atenção para nós.

Professora, não havendo mercadorias, eu comercializo serviços, eu presto serviço. Então, você vai pegar a tabela que eu vou mandar para você do NBS, vai fazer uma aderência com seu serviço e aí você vai conseguir fazer essa identificação. Então, após definir essas bases de cálculo, se é serviço, se é mercadoria, nós vamos, dentro da nossa calculadora, trazer as bases de cálculo.

Mas também temos que trazer, vocês vão ver, deixe-me pôr aqui mais uma aqui, olha aqui, ó. A gente precisa trazer outras classificações para trazer a realidade deste cálculo. Então, a gente vai colocar a data de ocorrência, vamos identificar se é uma mercadoria, se é um serviço. Quando a gente for fazer juntos, a gente vai ver com mais detalhe, tá? Essa imagem está estática, porque é a imagem da nossa aula.

Você vai escolher a UF, vai escolher o município e vai colocar ou o NBS ou o seu NCM. Vai colocar o seu código de situação tributária e vai colocar o seu Ciclestrib. Quem baixou a tabela do Ciclestrib, me falem porque eu vou, se vocês não tiverem baixado, eu também vou mandar para vocês, tá?

Aqui, Luciana, Departamento Fiscal. Essa planilha de cálculo de presumido vai ficar disponível para a Zanet. Luciana, essa do presumido é a tabela com a identificação de quais são os itens do presumido. A tabela de cálculo que eu vou disponibilizar para vocês é a tabela onde vocês vão fazer o cálculo dos tributos de fato, né, de simulações da reforma tributária.

Então, você vai colocar, vou mostrar para vocês já já, vocês vão colocar as nossas alíquotas atuais, as alíquotas do IBS e do CBS, para que vocês tenham noção de quanto vai ser o valor líquido do produto, qual é o valor da base do ICMS, qual é o valor do ICMS, qual é a base do IBS e da CBS. Então, são duas coisas, tá? Primeira coisa, vou mandar para vocês a tabela disponibilizada para que vocês vejam o que é que tem presunção.

Isso é um ponto e vou mandar de apoio para vocês, porque vocês vão ver que aqui na calculadora da reforma a gente vai baixar, a gente vai fazer online, vai fazer tudo online, mas às vezes a gente quer salvar, a gente quer imprimir, a gente quer fazer vários. Professora, estou aqui com cinco códigos de serviço, quero fazer os cinco. Aí eu vou mandar essa tabela para vocês de apoio para que vocês possam fazer os comparativos, tá?

Olha aqui a Liliane. Professora, não baixei nada ainda, Liliane. Vou mandar para vocês. O Silvio falou: "Baixei, eu já baixei. O que falta é eu entender. O que é que a gente pode marcar? A gente pode marcar uma aula para fazer aderência do Ciclestrib, tá?" Porque, real, pessoal, não é fácil. É o que eu sempre falo para vocês. É importante a gente entender que a reforma tributária está trazendo novos desafios.

Então, a gente está procurando entender, a gente está procurando operar nessas bases testes que nós estamos recebendo a disponibilização. E não se esqueçam que a Receita Federal, lembram que ela nomeou 50, não, 500 empresas lá em julho para poder fazer ali as informações, as validações que nomeou aquelas empresas do grupo Sintonia, do grupo Confia.

Então, essas empresas estão validando as informações. Por isso que nós vemos, nós estamos, salvo engano, na 10ª versão, que é 8.B. Se eu não me engano, é a 8.B., ou seja, já tivemos várias atualizações dos documentos fiscais eletrônicos. Já tivemos atualizações no que tange à validação da própria calculadora. Então, é importante a gente observar isso e levar isso para o nosso dia a dia.

Professora, não está mais como a senhora explicou. Pode ser. Por que pode ser? Porque ainda estamos em construção. E não se esqueçam também que ano que vem é uma base teste. É uma base teste, porém, contudo, obrigação acessória. Lembram quem estava nas minhas aulas? Eu sempre falo isso 200 vezes para a gente assimilar, porque a gente acaba não achando justo, né?

Nós temos a obrigação principal que é pagar o que a gente deve para o governo. Nós somos obrigados a fazer o pagamento, lembra? Pecuniário e compulsório. E nós temos a obrigação acessória, que são as formalizações dos negócios: Reinf, eSocial, Sped, a falecida GI, a falecida Dirf, a novata Dirb, a novata DCTF Web, o novato Niet. Se a gente não faz isso, a gente, o quê? A gente é penalizado.

Então, essas informações precisam constar no documento fiscal, mesmo em base de testes. Ah, mas professora, ok, entendi. Mas não existe aquela possibilidade de estar dispensado de cumprir a obrigação, pessoal, isso está dentro da legislação da 214, tá? Mas ainda não tem especificações. Então, o que é que eu sugiro? Vamos fazer as nossas aderências, vamos buscar o entendimento.

Qual meu NCM, qual meu NBS, eu sou regime diferenciado, eu sou regime especial, eu tenho redução de 30, eu tenho redução de 60, não tenho redução de nada, vou mais além, sou contribuinte do ISS, não sou. Então, aqui são várias lições de casa para a gente. Voltando aqui para a calculadora de fato, vamos fazer a classificação dentro do Ciclestrib.

Para você que ainda não baixou, nós vamos mandar para vocês, encaminhar para vocês, mas é importante, como é muito aberto, muitos itens, vocês vão verificar, são muitos itens. A gente precisa começar a fazer o quê? Um *de-para* com as nossas operações, né? E, pessoal, é aquilo, né? É importante a gente se observar. Vamos com calma, mas vamos porque é preciso. A Milena.

Opa, Milena, qual é o seu município hoje? O meu município já apareceu onde emite a nota de serviço campo para CBS. Que interessante. São Paulo já se pronunciou, falou: "Ó, OK, entendi, não vou aderir". Rio de Janeiro já falou: "OK, vou aderir". Qual mais que eu vi? Porto Alegre também vi esses dias que vai aderir também, só que Rondonópolis vai aderir. Vou tomar nota, Milena, para eu olhar depois, que já está aparecendo. Obrigada.

Então, veja, é importante a gente saber inclusive esse ponto. Seu município já falou que ele vai fazer. Você que é de São Paulo, São Paulo já falou, o município de São Paulo vai permanecer dentro do *layout* atual dele, mas ainda não abriu novos campos, nenhuma base teste. Então, aqui é importante. Vou fazer a aderência do Ciclestrib. Nós vamos ver mais à frente que temos muitos itens.

Às vezes você tem, quem aqui trabalha com CBNEF, o Ciclestrib vai trazer ali algo parecido com CBNF. Goiás tem CBNF, Paraná tem CBNF, Santa Catarina tem CBNF. Quem trabalha com CBNF? Me contem. A gente não tem que identificar. Quem faz o CBNF não tem que identificar: "Olha, essa base é reduzida, essa base é suspensa, isso aqui é isento, isso aqui é não tributado, isso aqui tem base reduzida por conta do anexo tal".

E a gente tem que construir essa numeração do CBNF, fazer aderência. Ah, Débora, é a mesma coisa que a gente vai fazer aqui, Débora. Vamos fazer uma aderência. Olha aqui a Regina: Poá também vai usar seu próprio sistema. E aí, pessoal, fica, né, que nem aqui, ó, Regina já falou, ó, o meu falou que vai usar o próprio aqui. São Paulo também falou que vai usar o próprio. Então, vejam que interessante, né?

A gente, quem estava com a esperança de ter uma nota fiscal única na nossa vida? Eu estava. Isso vai acontecer um dia, mas não é agora. Mas por um triz eu acreditei agora no último posicionamento: a Receita deu a liberdade para os municípios, né? Assim, olha, OK, quem não aderir, OK. Então, a gente tinha uma certa esperança de que isso pudesse mudar e centralizar em ambiente nacional, mas isso não aconteceu.

Helena Teresina falou o quê? Que vai usar o próprio sistema. "Ó, vou aderir o meu mesmo. Vou abrir novos campos." Rio Grande do Sul tem CBNF também. É muito parecido com isso. A gente não faz aquelas aderências. Então, isso vai ser muito importante a gente observar, entender a classificação tributária das nossas operações. Vou colocar aqui os nossos valores e aí ela vai trazer para nós os resultados. Nós vamos verificar com mais detalhe quando a gente fizer na prática, tá bom?

Olha que a Regina: "Sim, mas que vão enviar dados para o governo, para o gov." É, foi essa a condição. Não lembro qual é o artigo, se era 216, que ela dá essa opção. Fiz uma postagem sobre isso, acho que antes de ontem, semana passada, não recordo do dia, que ele coloca a opção de o município ou aderir e, se não aderir, compartilhar.

Então, isso aqui é o que vai acontecer. Próximo item que a gente tem dentro da calculadora são as operações de pedágio, né? Vocês vão ver quando a gente fizer o teste, quando a gente coloca ali o trecho, ele traz o cálculo daquele trecho de quanto vai ser o percentual dos tributos. E aqui venho trazer para a gente um ponto de atenção. Observem que hoje nós tratamos dentro da reforma tributária o quê? Operações que são onerosas.

Ele não traz como nós tínhamos, tínhamos não, né? Nós temos no ICMS quais são as operações, igual a gente tem no ISS, quais são os serviços. Ele fala de operações que são onerosas. Então, isso traz muita abertura. Então, carece também de a gente fazer esse acompanhamento, entender das operações que não são onerosas. Quais são essas operações que a gente não tem um detalhamento muito específico? Pagamento simplificado, como vai ficar os valores dos tributos?

E aqui eu trago para vocês também uma simulação que eu fiz hoje dentro do site, mas que a gente vai fazer no detalhe, que ele vai trazer quais são os valores dos tributos. Aqui, quando a gente coloca, né, do CBS e do IBS para as mercadorias, quais são as informações que nós devemos aportar dentro do sistema. Por isso que eu quis trazer para vocês também uma calculadora de suporte, né, um Excel de suporte, porque aqui são muitas informações que nem sempre a gente vai ter todas as informações, mas a gente vai ter, né, para ter pelo menos ali um *insight* de como vai funcionar.

Então, a gente vai precisar colocar o valor da operação, os valores que não integram a base de cálculo. Estão vendo aqui esse ponto? Mais uma ponderação para a gente aqui. Deixe-me ver aqui, ó. Estamos aguardando o Projeto de Lei 108, colocando a observação: a gente tem o PLP 108, tem o 16, para trazer a informação se os valores irão fazer composição da base de cálculo dos novos tributos.

Isso não foi observado, na verdade foi observado, mas foi suprimido na aprovação. Então, aqui a gente tem também um ponto de observação para a gente fazer os nossos cálculos. Como vai ser essa mudança, né? De fato, só vamos saber quando estivermos lá, mas o que é que a gente espera, né? Que o contribuinte vai continuar fazendo as suas emissões em documentos fiscais que eles fazem as entregas.

Então, a gente já observa o quê? Vocês estão acompanhando? Tivemos atualização na NFCON, tivemos atualizações na NF3 de energia elétrica, tivemos muitas atualizações nos documentos fiscais eletrônicos. Eu até sugiro para vocês que sempre vão, não vá, normalmente eu vou falar por mim, vocês me contem o que é que eu fazia antes. Eu ia lá na NFE, lá no CTE, né, no portal do CTE, no portal da NFE. Hoje eu vou no portal dos documentos fiscais eletrônicos, que aí ali já aparecem todos para mim.

Aí a gente consegue ter uma atualização mais assertiva. Nós vamos fazer esta emissão, vai ter a autorização por parte do fisco, vão ter as apurações do IVA dual, teremos a elaboração da pré-preenchida dentro da apuração assistida e aí vai ter os nossos créditos. Então, vejam que nós vamos passar por este momento e está em construção a validação do XML. Vocês lembram? Cadê? Aqui, ó.

Em construção aqui, ó: validação. Deixe-me pegar aqui que é a validação do XML. Geração de bloco de XML com os cálculos dos tributos. O que eu quero trazer para a gente é: teremos a apuração assistida. Então, isso é importante a gente saber que nós precisaremos transitar entre o que nós temos atual e com o que teremos depois.

A Nicole: "Para 2026 será obrigatório somente incluir as alíquotas do CBS e do IBS?" Nicole, pergunta do manual de perguntas e respostas 3.19, salvo engano. Pergunto a última, a pergunta 19, vou mandar para vocês. O que é que nós teremos que fazer? Nós teremos que, no período de teste, que é o ano que vem, apontar essas informações nos campos próprios e não vamos ter o recolhimento de fato, mas precisaremos fazer o destaque dentro dessas alíquotas teste que nós temos, que foram aquelas que nós vimos anteriormente, delas aqui, ó.

Então, o que é que nós precisamos fazer? Entender que passaremos por essa transição no ano de 2026, somente base teste, ou seja, nós vamos emitir os documentos em base de produção, mas é uma produção que só vai apenas demonstrar os valores. Por quê, pessoal? Porque a gente precisa entender o seguinte: a Receita está verificando. Ainda não temos alíquota definida. Concordam comigo? Temos alíquota definida? Não temos. Não temos ainda a alíquota definida.

Por quê? Porque ainda não se conseguiu apurar de fato quais são essas alíquotas. Então, nós vamos entrar no período de transição, vamos entrar nesse período de transição, mas no próximo ano nós só vamos passar por esta apresentação, somente por uma obrigação acessória. Por isso que eu falei para vocês aquele contexto: o que é que é uma obrigação acessória? É a formalização.

Então, em 2026, nós teremos ali o IBS e a CBS em 0.9 na contribuição, que é o CBS e 0.1 lá do IBS. Em 2027, nós passamos a ter a cobrança integral desse valor. Por quê? Porque vai ser descontinuado, né? Vai ser extinto o PIS e o COFINS. Aí, ainda dentro desse período, nós vamos continuar transacionando ali dentro do ICMS, do ISS de forma gradual.

Então, passa a ser cobrado o ICMS e ter uma redução do IBS para que seja uma contrapartida, vai reduzindo o ICMS e aumentando o CBS, mas ainda não temos uma alíquota definida. Então, nós vamos ter um regime misto de 2026 a 2032. O que existe de fato agora neste momento é a ponderação das empresas não terem que fazer o recolhimento, desde que ela esteja em conformidade.

Mas essa conformidade ainda não tem um detalhamento, tá? Em qual esfera? Na federal, na estadual, na municipal, a gente não tem ainda esse detalhamento de como vai funcionar. Temos aí as alíquotas que podem chegar, né, segundo a estimativa, até 28%, 26%, mas não temos de fato ainda uma ponderação sobre isso. Por isso que eu falo: estamos estudando e precisamos continuar estudando. Por quê? Porque a gente não tem todo esse detalhamento.

Como vai funcionar tudo isso, né? Nós temos novos fatos geradores. Por que eu trouxe essa ponderação aqui dentro do material da reforma tributária? Vocês concordam que nós temos novos fatos geradores de operações onerosas e não onerosas também? Porque antes a gente verificava os nossos fatos geradores, ou seja, eu tenho uma hipótese de incidência escrita na lei, pratico essa hipótese aqui no mundo real, logo nasce para a minha obrigação tributária.

Como nós verificávamos antes essa situação? A gente iria lá na 116, verificaria se é serviço, se não é serviço e aí sim a gente faria as apurações, os pagamentos. Mas agora, com a implementação da reforma tributária, a gente vai ter que fazer o quê? Observar os novos fatos geradores. A gente vai ter que entender o que é que eu tenho que tributar agora, tá?

E aí, locação não estava, agora está. É um novo fato gerador. Então, esses novos fatos geradores precisam ser observados. Documentos fiscais existentes. Hoje nós temos já um *range* enorme de documento fiscal eletrônico. A gente não tem mais só, né, os mais antigos vão lembrar junto comigo: lá no começo, lá em 2007, 2008, a gente só tinha modelo 55 depois que nasceram todos esses modelos que a gente tem hoje.

A gente tem o CTE, a gente tem o CTOS, a gente tem NFCOM, a gente tem NF3. Então, a gente tem esses documentos fiscais eletrônicos, por isso que eu sugiro para vocês: "Olha, entra, vai para o seu caminho lá, professora, ah, o meu é CTE, OK?" Passa, vai para o CTE através do Portal Nacional de Documentos Fiscais Eletrônicos, que aí você já dá uma atualizada em tudo.

Vamos fazer o quê? Nós vamos prestar serviço ou será mercadorias? Temos que fazer essa ponderação. E aqui a gente tem todo o funcionamento. Prestei serviço. Esse serviço vai ser autorizado dentro do ambiente nacional. Aqui, ó, ambiente nacional, tá, professora? O meu município, que nem o meu São Paulo, não fez a aderência. Então, ele vai ter que fazer o quê? Ele vai ter que compartilhar esta informação para o gov, né?

Aqui, ó: mercadoria e serviço em só uma. Isso vai trazer para a gente um olhar diferenciado. Por isso que eu falo que a gente vai ter que reconstruir os nossos conhecimentos. Estamos aqui estudando. Eu, assim como vocês, estou estudando. Eu estudo todos os dias, né? Ando com o meu livrinho. Acho que quem me segue nas redes sociais vê, eu sempre estou postando, né, foto do livro, ó, estou estudando esse artigo hoje, estou estudando tal artigo.

Por quê? Porque a gente precisa assimilar todo esse processo. E aqui nós temos como vai ser o funcionamento dentro da plataforma compartilhada da contribuição e também do imposto do CBS e do IBS. Aí nós teremos essa distribuição que vai ser feita pelo comitê gestor. Então, essa calculadora vai nos auxiliar no intuito inclusive da distribuição dos valores, que até então a gente está dentro do comitê gestor, nós sabemos que ainda não está completamente definido.

Por quê? Porque nós temos quantos municípios? 5.570. Como mais de 5.000 municípios vai sentar em 27 cadeiras? Ah, com estado já foi. Com estado já foi, porque a gente tem 27 estados. Na verdade, falar estado fica errado, né? Unidade federativa fica errado por conta do DF, né? Que ele é um distrito. Então, nós temos 27 unidades federativas e 27 posições para o IBS estadual.

E lembra, a gente tem o IVA dual, dentro do IVA dual, nós temos o IBS e o CBS. O CBS (PIS e Cofins) responde para a União. Bacana. Tanto é mais fácil que ele vai ser extinto em 2027. Agora, o IBS vai ter ISS e ICMS, que são fatos geradores, hipóteses de incidência completamente diferentes.

Então, aqui fica para nós, opa, temos uma grande mudança com relação a essa informação. Olha, olha este *slide* aqui que eu montei, que eu peguei da Receita Federal e trouxe para a gente, né, para apresentar a nossa aula para vocês. Vejam que nós temos aqui diversas operações que teremos, aqui, ó, comitê gestor atuando sobre isso, verificando.

Teremos aqui, ó, operações fiscais, fato gerador. E o que é que eu quero trazer aqui para vocês? Mostrar aqui para vocês o tamanho da gerência que nós temos com relação à reforma tributária, gerência, acompanhamento por parte do fisco. Olha só aqui, ó: novos fatos geradores do documento fiscal, regimes específicos, declarações para regime específico, que foi aquele que a gente citou ainda há pouco, tem que ter um cálculo diferenciado.

Se ele é um regime específico, se ele tem uma redução de 20%, de 30%, 60%, eu preciso aportar isso dentro das minhas informações. Então, aqui fica para nós a lição de casa de fazer as nossas aderências. Lembrando que nós temos a apuração assistida. O que é que é apuração assistida? Vejam aqui, ó.

Olha aqui, ó: calculadora, que é o nosso tema da nossa aula de hoje. Nós temos aqui os documentos fiscais eletrônicos. Aqui, ó: documentos fiscais eletrônicos. Todos os documentos que nós temos dentro dos regimes, dentro do documento fiscal, nós temos os regimes diferenciados aqui, que a gente não sabe ainda se esses regimes específicos vão emitir um documento fiscal eletrônico ou vão fazer a DER. Não temos ainda essa resposta. Está. Olha aqui a Nicole: "Pro, vai ser complexo." Vai, vai.

Nicole. Por isso que a gente tem a nossa classe, né, tributária, passou por uma fase dificílima. Quem passou aqui pelo projeto SPED, conta pra gente. Foi super difícil, né? Quem lembra? Quem lembra do que a gente procura no SPED de ficar dois, três dias para validar um arquivo? Não foi. Eu também. Eu, e eu a Milena. Eu foi, não foi brincadeira aquilo, não. A gente passou por aquilo, né? Renilda, minha querida, um beijo para você. Passamos apuros de dois três dias na empresa validando. Saía 1000 erros, mas não era 1000 erros.

Então aqui a gente também vai passar por uma dificuldade, mas nós vamos superar isso, né? Nós vamos superar isso, nós vamos passar estudando, não temos por onde correr. Se já estudávamos, agora nem se fala mais. E aqui neste ponto aqui que eu quero mostrar para vocês é que temos documento de ficrônico, temos da e teremos isso migrando para apuração assistida. E aí veremos se teremos aqui, por exemplo, cashback devoluções. Eu quero apresentar aqui para vocês é com relação às operações que serão assistidas pelo governo, que a gente vai ter um acompanhamento. Nós temos uma calculadora, teremos validações, apuração assistida, ou seja, o fiz com ainda mais de olho no nosso dia a dia.

A Liliane Pro, qual que o seu nome, minha querida? Camila Oliveira. Ponto importante, essa ferramenta apresenta código aberto para que possa fazer aderência, mas lembro, ainda estamos em fase de construção. Qual que é o objetivo? Induzir a conformidade, desenvolver uma solução desacoplada, tornar ainda mais eficiente a transparência. Vejam que tanto, né, esse manual da receita que eu aqui adaptei pra gente, quanto na legislação, o que mais se fala é do quê? de transparência, ou seja, do fisco acompanhando as nossas operações para constituir o fato gerador, para poder fazer a cobrança. Então isso nos remete a o quê? A observar ainda mais as nossas operações. Eles são de casa, fazer as aderências, porque se a gente já erar fiscalizado agora nem se fala mais.

Com relação às alíquotas, temos critérios diferentes daqueles que nós conhecemos antes, né? Conhecemos antes. E vamos aqui lembrando mais uma vez, nós vamos passar esses anos, esses 8 anos fazendo o que nós fazemos hoje e também fazendo reforma tributária. Então nós vamos ter que entender aí que são diferentes os critérios e trouxe aqui pra gente alguns critérios novos. local da operação da data da ocorrência do fato gerador. O fato de gerador é comum, né? A data não mudou com relação a quando é devido aquele imposto, mas o local da operação, lembram? Reforma tributária do consumo. Se a gente pegar a legislação 214, vocês vão ver que vai ser sempre onde aconteceu, onde foi prestado serviço, onde foi entregue a mercadoria, onde foi que aconteceu. É sempre isso que vai ser pautado, diferentemente do que a gente tem hoje de prática.

Outro ponto importante, essas alíquotas própria ou de referência estão em construção, né? Temos aí uma base, temos uma base, mas isso ainda não está claro. Outro ponto que eu quero trazer aqui pra gente de lição de casa, mas vamos nos ajudar nesta lição de casa que é o quê? Seclas tribe e aderência ou do NCM ou do NBS. Teremos que fazer essa este amarrado, né, esse compilado de CST Clerebbe, mas NCM NBS. Olha o tanto de de Olha o tanto já bastava os SPED da vida, modelo 55, né? Agora temos ainda mais essas essas classificações aqui.

O Joaquim fato de dor é no destino. Exatamente. Porque não do consumo e não se consome aonde se entrega. Exatamente isso, Joaquim. Então aqui vai ficar direção de casa para nós, as aderências com o nosso dia a dia. Qual que é o ciclo as tribção? Vou mandar para vocês a tabela, tá? Para que vocês possam fazer aderência. NCM já temos. Só tomem cuidado que, nem a gente falou anteriormente com NCM, observar o quê? Muitas empresas não vai, o coleguinha que não tem isso na empresa não vai nos julgar, porque nós temos um NCM para 5, 6, 7, 8 códigos de mercadorias. Alguém levanta a mão para me apoiar, por favor, ou é só eu? Mais ninguém, gente. Gente, não brinca com a professora, pelo amor de Deus. Vocês têm um NCM por mercadoria mesmo. Vou encontrar vocês na aula presencial e vou perguntar isso. Obrigado, Milena. Alguém mais para apoiar a professora na área fiscal? Porque normalmente a gente tem vários, né? Então, busque o NCM e faça aderência com NBS para que a gente encontre aqui a melhor forma da gente fazer os nossos cálculos.

E aqui fica alguns pontos também de atenção com relação a que nós que somos contribuintes, que são aqui os insightes, né? Aqui a Simone, eu, Cláudia, Ana, todo mundo. Pois é, pois é, Milena. Haja memória para dar conta. Eliedete também. Obrigado, gente. Apoio, né? O Eduardo também. Tamo junto. É isso. A gente sempre tem um monte. Então nós aqui trazemos para vocês algumas sugestões, né, de simulações, de cenários. Por isso que além de apresentar para vocês a calculadora, vamos mandar para vocês uma simulação no Excel, verificar de fato a sua atividade, verificar qual que é o seu tipo de serviço, qual que é a sua regime de tributação, para que você possa fazer as validações.

E aqui nós temos, né, um modelo de como que vai ser o funcionamento de tudo isso, como que nós vamos poder buscar essas informações. E aqui a gente tem nós que somos os contribuintes, temos aqui, ó, o motor de cálculo, que é exatamente isso, que a gente imputar as informações e essas informações serem calculadas, né? Ele vai ter aqui o motor de cálculo, vai ter o documento autorizado. Veja que a calculadora já utiliza o documento fiscal eletrônico. Ela não cita CTE, NFe, NFCE, CTEOS. Não. Nós teremos a documento autorizado, teremos a conversão deste documento para o rock, que é nosso regime de operação de tributos. Nós teremos aqui o cálculo, o motor de cálculo trazendo para nós qual que é a tributação. Por isso que a gente sempre fala para vocês vocês fazerem aderência dentro de casa. Para quê? Para que vocês identifiquem qual que é o meu regime de tributação. O rock é o registro de operações de consumo. Nós sabemos quais são os nossos. Nós estamos classificando já hoje de forma correta. E aí fica a nossa lição de casa.

Aqui a Débora pro apuração assistida será obrigado para quais empresas? Débora. A apuração assistida vai ser a forma de apuração que nós teremos. O que nós teremos que fazer é a similaridade com as nossas apurações. Por quê? O nosso crédito tributário vai tá atrelado dentro dessa calculadora, dentro dessa informação da apuração assistida. Então, nós vamos emitir o documento, vamos fazer operação de venda, operação de compra e nós vamos ter que acompanhar na apuração assistida como é que tá esse crédito, se ele tá disponível ou não. Então, a apuração, a plataforma da apuração assistida já vai gerar o DARF pra gente e vai ser um DARF. Tudo vai se tornar DARF, entende? Quem não está obrigado? O simples nacional que fazia a opção pela apuração por dentro. O simples nacional que fizer a operação por fora também vai ter a apuração assistida, entendeu? Fica aqui pra gente o ponto de atenção.

Olha aqui, pessoal, trouxe, né, com maior detalhamento, a uma simulação para que vocês possam verificar elas, né? Então, vou escolher aqui mercadoria. Escolhi mercadoria, tá? Poderia ser uma um serviço com NBS, tá? Porque a gente vai ter que fazer aderência. Qual estado que eu estou? Qual município que eu estou? Qual que é o NCM que eu estou buscando saber a tributação. Escolhi meu NCM. OK. Qual que é o valor da minha operação? R$ 200.000. Essa operação, ela é tributada integralmente, OK? E no ciclestribe que nem foi o Joaquim que falou: "Professora, baixei, mas é complexo, ele é chatinho mesmo. Quem não baixou ainda, quando a gente mandar para vocês, vocês vão ver que ele realmente é mais chatinho. Cásia, boa noite, minha querida. Seja bem-vinda. Aqui, ó, situação, opa, professora, tá, coordenação motora tá ótima, graças a Deus, né? Situação, opa, voltou. situação tributada integralmente pelo IBS e pela CBS. Aqui voltamos na pergunta, a sua empresa tá no regime que tem redução de base de 30%, 60%, ela é um regime específico, isso vai mudar o cicl dela. Esta sua operação, ela tem IS, você já fez essa aderência aqui com relação ao IS. É uma lista taxativa. Lembra que a gente falou no começo da aula? Olha, a reforma tributária trouxe muitas listas taxativas. Então aqui nós teremos mais uma delas. Então aqui fica também o ponto de atenção.

Quem aqui já fez uma análise de aderência e falou: "Poxa, professora, nós vamos ter que pagar o IS". Alguém já fez isso? Uma triste notícia para levar paraa diretoria. Confesso que não queria est no lugar de vocês aqui. Quem descobriu que vai ter que pagar IS? Alguém? Eu não vou levantar minha mão, graças a Deus, porque eu não tive essa descoberta. Alguém teve? Ninguém. Graças a Deus, né? Isso vai honerar a empresa aqui. A Simone falou que não. Que bom. aqui eu eu também não. Meu o regime que eu tô hoje na empresa, ele é um regime especial, né? Blog da Lê, boa noite, seja bem-vinda. Blog da Lelê. Lelê, o IS é um imposto seletivo que vai ser cobrado para os itens considerados maléficos à saúde e ao meio ambiente. Olha aqui a o Joaquim pro. O produto que comercializamos tá isento na LC e 100S. Ah, que bção. Que bom, que bom. Joaquim já fez aderência. Ótimo. Ótimo. Não vai ter. Então aqui a gente também tem o código de situação tributária do IS. Olha aqui o resultado. O que que nós temos aqui para um outro produto. Vejam aqui, ó. Em desenvolvimento. Não está funcionando 100% ainda. Qual que é o teste? CBS. NBS e NCM ou CBS ou NBS. NBS, ou seja, prestação de serviços. Prestação de serviço. Eu vou ter que fazer aderência com 116. Joaquim, energia elétrica. Energia elétrica saiu do campo do IS. Inclusive a própria lei traz isso pra gente, né? Ele tira, ele coloca as exceções que não vai ter o IS, ele já deixa claro já no início. Estado que eu estou, município que eu estou, NBS, serviços veterinários. Como é que eu vou descobrir o meu NBS? Confrontando com a 116. Quem aqui é prestação de serviço? Levanta a mão. Teremos que fazer aderência. Mais uma, né? Mais uma na nossa vida. Mais uma. Então aqui vou colocar o meu NBS e vou colocar a situação tributária. Totalmente tributado e totalmente tributado. E vou pedir o cálculo. Ele vai trazer aqui para nós o cálculo. Olha só, tem redução? Não. Por quê? Porque este serviço não está na lista de redução. Então isso aqui é importante a gente acompanhar. Aqui ele traz pra gente a memória de cálculo. Ó que interessante. Traz a base legal. se tem redução, se não tem redução. Olha aqui um resumo para que a gente possa entender melhor tudo isso.

Olha aqui, se agora quem vai sofrer mais escritório de contabilidade. Não queria falar nada, Débora, mas por que que vai sofrer mais, né? Como tudo, na verdade, quando a gente trabalha em escritório, são muitos segmentos, né? É muita coisa pra gente, é muita, é muita coisa diferente. Tem a pessoa que é Sim, tem o MEI e vai ter a indústria, vai ter o comércio, vai ter o serviço, né? Vai ter em vários estados, em vários municípios. Então para nós que trabalhamos em de contabilidade, né? Aquele que trabalha em escritório vai sofrer um pouco mais por conta de ter esse monte de regime, ah, eu tenho empresa que tem 30%, eu tenho empresa que tem 60%. E por aí vai. Então isso é extremamente importante. É, vai ser difícil. Vai ser difícil.

Olha aqui a Ana. Eu já fiz e comecei a fazer para no escritório de contabilidade de um colega. Ana cobrou, né? Por favor, cobrou aderência, né? Ã, olha a pergunta da Ângela, que pergunta sensacional. Mas vamos já vamos responder a Ângela, mas Ana, coloca aqui pra gente que você já fez, mas vamos monetizar o nosso conhecimento. É o momento da nossa área levantar a mão, pedir aumento, pedir promoção. Nós vamos implantar reforma tributária aqui, porque quem é que vai fazer isso? Somos nós, não tem que fazer, Ana. Quer dizer, Ângela, essa distribuição vai acontecer pelo comitê gestor. Então, é importante a gente observar que ainda não temos, temos o comitê gestor, temos, mas ele ainda não tá totalmente estabelecido para que aconteça esta distribuição, mas cada um dos municípios e os estados vão definir as suas próprias alíquotas. Então, o município vai definir sua alíquota, o estado vai definir a sua alíquota para que exista a distribuição, mas isso ainda não tá fechado, tá?

Aqui, Regina pro, o que é aderência? Regina, eu chamo de aderência quando nós pegamos a lei e fazemos um depara, uma aderência com as nossas operações. Então, exemplo, peguei, se eu pergunto para você, Regina, você fez aderência da NBS, que que seria isso? Você pegou a 116? Quais são os serviços que a gente presta? Ah, eu presto serviço XPTO, XPTO, XPTO. OK. Isso lá na nossa na listagem do NBS, quais são os NBSs que se tem, entende? Ah, professora, eu trabalho com quatro NCMs. OK. Você já fez essa simulação? Se o seu NCM ele tá dentro, se a sua empresa, a sua operação está dentro de alguma redução de 30%, em alguma redução de 60%, então a aderência é o quê, Regina? É verificar o que a gente tem na lei contra aquilo que a gente tem na legislação com a nossa empresa, né?

Olha aqui a Ana, esse foi o teste para eles verem como ficará e claro monetizar os pró. Ah, perfeito. Aqui, Ana, gostei da Ana. Exatamente. Parceria de serviço, é a hora da gente fazer as monetizações. Aqui um resumo, né? O sistema traz pra gente, vai trazer pra gente esse resumo, o que auxilia a gente, isso aqui é importante da gente saber. E temos aqui a questão, né, de ser promovido a simplificação, a eficiência, o controle, que a gente sabe que no final do dia, pessoal, no final do dia mesmo, o que que a gente tem aqui? Não podemos florear as coisas, né? As coisas são como elas são. A ideia, claro, é trazer maior conformidade. Por quê? Quem quem aqui nas minhas nas minhas aulas eu já pedi, mas quem aqui já baixou o plano e o relatório de fiscalização anual? Vejam que ali, independente de qualquer coisa, dá uma olhada naquele papel, naquele papel da receita, ali, a gente vê o quê? a constituição do crédito tributário através da fiscalização. Altíssimos altíssimos. Então, coloca lá no Google eh relatório do plano de fiscalização anual e o próprio plano de fiscalização anual. Ali a gente vai ver as multas, a constituição do crédito somente pela fiscalização. Então a ideia, é claro, é trazer ainda mais conformidade pro nosso fisco, pro nosso fisco, poder fazer a cobrança das nossas operações, né? Então por isso que é importante a gente sempre falar para vocês, olha, tudo isso aqui é lindo, né? Moderno, simplifica o fisco ao lado do contribuinte. Mas no final era para verificar sempre, é, né, para verificar o crédito tributário, o recolhimento. Então fica aqui pra gente o ponto de atenção.

Aqui a Ana falou já para serviço, achei bem trabalhoso, fica imaginando para as empresas mercantis. Exatamente, Ana, vai ser trabalhoso, na verdade já está sendo. A gente tá numa fase que ainda é de estudos, né? A gente sabia que 2024 e 25 seria de estudos para 26 seres, mas já está, a gente já vê a dificuldade aí no nosso dia a dia. Então aqui eu queria trazer para vocês essas ponderações. Já já passou um pouquinho da nossa aula. Espero que vocês tenham gostado. Deixa eu tirar aqui o compartilhamento. Manter. Pronto, tirei o compartilhamento para que vocês possam aqui voltar aqui a imagem para mim. E quero agradecer vocês, né? Espero que tenha aqui ajudado um pouco na visão da calculadora, como que vocês podem fazer, né, os cálculos de vocês. A gente vai se encontrar por aí aa para isso da reforma tributária. Os nossos encontros são curtos, né, de 1 hora, mas o objetivo é passar o insite, passar aqui para vocês o caminho das pedras.

O pessoal que perguntou eh o meu nome, né? Aqui a Liliane. Amei e vou te seguir. Obrigado, Liliane. Quem quiser me seguir, sou super à disposição para discutirmosa. Tributário. Eu aguardo vocês nas nossas próximas aulas, nas redes sociais, nos debates de forma tributária, de tributos por aí a muito obrigada. Muito obrigada, Milena. Fica com Deus. Adorei. Muito obrigada. Obrigado todos vocês. Nicole. Ah, minha querida, fiquei super feliz também. Obrigada. Deus abençoe. A gente vai se encontrando, né? O nosso mundo ele é pequeno. Por isso que eu falo pra gente, pessoal, a gente é um ciclo de ajuda, uma comunidade que se ajuda, por quê? A gente vai se encontrando por aí, né? Muito obrigada. Obrigado, Joaquim. Deus abençoe. Muito, muito obrigada, Ana, minha querida. Obrigada. Deus abençoe. Fico muito feliz a gente se ajudando, né? A gente precisa se ajudar. A gente precisa se ajudar porque nossa vida não é fácil. Muito obrigada. Eu que agradeço, Geraldo. Uma boa noite para você, Débora. Mila ponto tributário. Mila com 2 L. Deixa eu colocar aqui para vocês. Mila ponto tributário. Obrigado, Helena. Deus abençoe, minha querida. Muito obrigado. A gente ficaria horas, né, por aqui, mas a gente vai se encontrar de novo, não vai ter jeito. Helena esperando aulas práticas. Seguiremos juntas. Primeiro a gente faz o contexto e depois a gente vem fazendo a prática. Muito, muito obrigado vocês. Fiquem com Deus. Uma boa noite, Helena. Vamos nos encontrar por aí. Muito obrigada. Deus abençoe e até logo breve. Um abraço, pessoal. Tudo de bom. Muito obrigada. Tchau. Ciao.