Transcription
Bom dia a todos, né? Quero aqui, em nome da Adejo e em nome da Thomson Reuters, agradecer a presença de todos, né, que estão aqui nos prestigiando. Aonde nós iremos compartilhar um pouco do que nós temos aprendido no dia a dia, no que tange, é, ao DFE XML.
É, nosso webinar de hoje, é, ele tá aqui com um, um tema provocativo, né? "Quem é? Quem nos eventos da reforma tributária". Né? E junto comigo aqui, é, tá o Eggon, né? Daqui a pouco ele vai estar, vai estar se apresentando, né, um pouco mais, e um conhecido da casa já, né? O nosso mestre José Nilton. Então, aqui nos bastidores tem a Sabrina, também tem dado aí todo o apoio. Então, mais uma vez, obrigado, é, aqui pela participação de vocês e vamos lá.
Fiquem à vontade, é, apesar dos microfones não estarem abertos aqui, né, mas fiquem à vontade de estar colocando aqui as perguntas. Sempre que possível, nós estaremos lendo e trazendo algumas respostas para vocês, tá?
Então, a pauta do nosso webinar, tá? É, falar um pouquinho, né, quem somos, o objetivo mais específico desse webinar, falar um pouquinho das nossas soluções, né, o que que nós entendemos aqui, é, que podemos colaborar para a jornada da reforma tributária, tá? Vamos falar aqui um pouquinho da jornada do DFE, os eventos das notas técnicas e, no final, ali, o encerramento, aonde esperamos esclarecer todas as dúvidas de vocês, tá?
Então, começando, me apresentando, né, para aqueles que não me conhecem, né? Sou o Alan Berne, sou o head aqui voltado para a reforma tributária na Adejo. Né? E comigo, aqui, o nosso convidado, o Eggon. Olá, Eggon. Gerente de produtos na Thomson, se apresente para os demais aí. Tá?
Tá bom, pessoal. Bom dia aí, Alan, bom dia aos demais. É, uma satisfação aqui estar, estar com vocês aqui nesse webinar aí para compartilhar um pouco de conhecimento e também aprender, né? Acho que é, um momento de troca muito importante. Sou gerente de produto aqui, da Thomson Reuters, junto do produto DFE e também do BI. E aí o objetivo nosso é, como eu disse, é, estar aqui nesse bate-papo para a gente sair melhor do que a gente chegou com relação à reforma aí. Valeu, obrigado, Eggon. E obrigado, obrigado aí, time da Adejo, pelo convite, hein? Satisfação estar aqui com vocês. A gente confia, conhece, né? Tive a oportunidade ali de, de trabalhar com o Eggon. Uma alegria, uma satisfação estar contigo aqui.
Bom, vamos lá. Aqui só um pouquinho da Adejo, né? Importante vocês saberem que estamos aqui, é, há mais de vinte anos, é, no, no ramo aqui de implementação de soluções fiscais, né? Somos aqui uma consultoria de negócios estratégicas voltada aí para a tecnologia, né, é, parceria que temos aqui com as maiores empresas do Brasil, né? Então é importante vocês aqui saberem, né, que pode contar com a Adejo, tanto no quesito de sustentação, quanto no quesito de projeto, quanto no requisito de outsourcing, né? Projetos, outsourcing e implementações, sustentações em Techs, em Comex e em SAP, né? Nós temos aqui, é, um time dedicado para dar aí todo e qualquer suporte para vocês nessa jornada da reforma tributária, tá?
Nós aqui da Adejo-- é, opa, deixa eu falar aqui do objetivo, né, um pouquinho mais detalhado. É, demonstrar aqui nesses próximos cinquenta minutos os impactos da reforma tributária para vocês clientes, é, referente aos eventos da nota técnica, tá? É, nós aqui da Adejo entendemos, é, que o momento dessa jornada dentro da reforma tributária, é o momento de adequação de sistemas e processos, né? Temos aí já na terça-feira, né, Eggon, é, o-o-- a-a-- a disponibilidade para os testes voltado para a nota fiscal, tá?
Então, aqui dentro da jornada, apenas para que vocês possam estar, é, é, se situando aqui, um pouquinho na linha do tempo, a-- nós entendemos de que o momento agora, é, o de adequação de sistemas e processos, tá? Então, entendemos que a etapa de mapeamento vocês já superaram, tá? A etapa de criação de grupos de trabalho, né, também entendemos de que, é, você já, já está ali, com o seu grupo, é, preparado, trabalhando, pensando em tudo aquilo que essa jornada da reforma tributária traz. E o momento agora é justamente de adequação com os ERPs disponibilizando ali as suas notas técnicas, as revisões de processos e etc, tá?
Caso, né, você ainda não esteja aqui, né, saiba que estamos à disposição para, para auxiliá-los tanto na etapa de mapeamento quanto na etapa de criação de grupos de trabalho. Mas para, é, para aqueles que estão com a lição em casa em dia, é importante saber que o momento agora é de adequação de sistemas e processos, né? Temos aí o desafio de janeiro de ter as informações, é, de reforma tributária dentro dos XMLs ali para emissão das suas notas. E o restante da jornada de vinte e sete a trinta e três, todo o processo de transição. Hã?
Então, para situá-los. Nós, como Adejo, é, entendemos e, e quebramos a nossa estratégia aqui em quatro pilares, né? Então, aqui nós temos um time, é, de reforma MEP, aonde os nossos especialistas, é, têm condição de estar te apoiando no seu mapeamento completo dos impactos que a reforma traz, é, para tua empresa, tanto no âmbito de tributos, de operações e tecnologia. O segundo pilar que nós aqui Adejo entendemos, é, nós chamamos de reforma GT, né, que é uma maneira que nós entendemos que podemos contribuir com o mercado, é aonde nós disponibilizamos uma estrutura especializada para a criação e a manutenção do seu grupo de trabalho, né? O terceiro pilar, né, é-- nós estamos chamando de reforma Go, tá, e-e vamos falar aqui tanto, né-- o assunto de hoje está tanto ligado ao reforma MEP, mas o reforma Go, que é o nosso time, né, aqui mais de, de duzentos consultores, gerente de projetos, que vão poder auxiliá-los na implementação dos seus projetos de reforma tributária. E temos um quarto pilar que é o Reforma Assist, que seria a alocação de recursos, é, no momento em que vocês fazem ali a execução do programa da reforma tributária, tá? É, então, esses são a forma que nós entendemos que podemos apoiar vocês, né?
E aqui, né, fazendo uma ponte já, é, com o tema, tá, nós entendemos, né, de que, é, o processo de mapeamento, é, ele é primordial, tá, e aqui a proposta que nós estamos trazendo, é, quebrar esse seu mapeamento em pelo menos três fases, tá? E aqui a Adejo, ela tem experimentado um pouco disso, tá, e essas três fases nós quebramos uma voltada aqui para a tecnologia, tá, então é importante, é-é, você entender quais são os impactos que a reforma vai trazer, além das notas técnicas dos ERPs e as atualizações das mensagerias. Parte de tributos, é-é-- também é importantíssimo você, é, mapear aqui, principalmente no que tange, é, a simulação de tributos, o impacto nos custos, é, uma vez que está chegando aqui uma nova forma de tributação, é super importante vocês terem essa visibilidade. E algo esquecido aqui nas empresas são o mapeamento das operações, né, e-e aqui tanto no quesito de tecnologia, é, e no quesito de operações, né, as notas técnicas estão ali diretamente ligadas a-a-a esse processo, hã?
Algo que nós iremos trazer aqui para vocês, é que está todo mundo olhando para os campos de IBS e CBS. Tá? Isso precisa ser olhado, analisado, é a preocupação do momento, tá? Mas existem ali complementos dentro da nota técnica, tá, em que, é, a grande maioria do mercado tem esquecido, que é justamente os eventos, né? Então temos ali uma série de eventos, é, em que vai tratar ali o crédito do imposto, débito do imposto tanto para o adquirente quanto o emitente, né, e aqui justifica, né, a chegada do nosso amigo Egon, né? Egon, que vai trazer pra gente esses impactos que os eventos têm dentro da jornada da reforma tributária. Aí eu deixo contigo aí, Egon.
Legal, legal, então. É, a gente tem esse tema provocativo do-do-- tu também falou dos eventos, né, que eu acho que é ponto que ainda-- sempre! Vai ser debatido. Acho que o ponto que a gente tá aqui, até antes da gente entrar nos eventos, é trazer um pouco da visão aqui do, do que a gente olha no DFE, que o DFE ou os documentos fiscais, ou a emissão da nota, pra-pra gente abstrair o DFE, né, tanto a emissão quanto a entrada de nota, é o primeiro impacto aí nos próximos cento e oitenta dias, né? É, pouco mais de cento e oitenta dias a gente tem uma, uma necessidade de estar adequada, as empresas estarem adequadas com o que se tem até agora. Quer ver? Tu pode voltar, isso, pera aí, volta ali.
Aqui a gente tem uns-- os principais impactos que a gente traz-- a gente trouxe mapeado olhando pro-- no que tange nota eletrônica, né? Então assim, a gente tem aí a emissão, né, como impacto, antes mesmo da gente chegar nos eventos. E aí, é, ele contextualiza um pouco aqui com a emissão, com a entrada, a gente vai-vai fazer as conexões logo mais, né? Então assim, a emissão dos documentos, todas as emissões, né, seja NFe, NFC, CT-e, MDF-e, por mais que o MDF-e, por exemplo, ele não tenha um impacto direto, ele vai indiretamente ser-- precisa ser feito um mapeamento, né, de-de como que as empresas estão adequadas, a nota de serviço por questões de vai pro ambiente nacional, não vai. Então assim, precisa ser-- as empresas precisam estar nessa, nessa transição do mapeamento para a implementação. Porque é um ponto de grande impacto, é um ponto de-- muito sensível. Então a gente mapeia, assim, aqui, olhando para produto, mas também olhando para o, né, para o negócio.
No ponto dois, a entrada, que aí é o recebimento, compra, entrada, toma-tomada de serviço, né, para notas, para-- de eletrônica, de produto, CT para transporte, nota de serviço, aqui o MDF-e não, não se enquadra, ele tem um errinho ali meu, hã, porque é, a, é a entrada. Então, ou seja, você vai estar recebendo, a gente vai falar muito, é, é, a-a-o pedido, por exemplo, a gente nem vai falar aqui, mas a gente vai-- a-a entrada da nota com o IBS/CBS ele é muito mais do que somente a captura, né? Eu recebi uma-- eu gerei um PI-- eu sempre falo: "Eu gerei um pedido em dezembro com ICMS e PIS, LAI, COFINS, aí no início do ano eu recebo um ped-- eu recebo a nota com esse pedido, mas ela já vem com o IBS/CBS". Então, assim, esses confrontos de pedido, precisa ser olhado para o todo, porque o mapeamento ele é muito mais profundo do que a nota, a nota é quase o resultado de todo o processo, né? Exato, exato.
E aí a gestão, olhar para a gestão, olhar para o gerenciamento desses documentos. Então eu tenho esse, esse a-apanhado geral, porque o-- aqui na gestão ele entra desde o acompanhamento da operação em si, para que seja saudável, até mesmo a-a geração de relatórios, geração de acompanhamentos, a integr-- a integração é um ponto sensível assim para a emissão, é, entrada e saída, a integração é um ponto de, de grande, digamos assim, é, sensibilidade porque aí tem a questão dos ERPs, né, os ERPs já estão em fase de adequação, principalmente SAP e Oracle, mas assim, é, olhar para o-- todas as mudanças que estão, que estão orientadas e direcionadas, né? Teremos tempo hábil em cento e oitenta dias para fazer todo-- tudo que é necessário desde a parte de UAT até a entrada em produção, todo, todo o trâmite, né? A gente precisa ter essa, essa visão de como que, que está e para onde que vai.
E aí o governo, né? O governo promovendo todas as mudanças, então ele é um impacto sim, né? O governo ele acaba sendo um-- o grande demandante de tudo que a gente está falando, o grande, é, gerador desse impacto, que aí entra todas as esferas, né? Seja estadual, municipal até mesmo federal, né? Que a gente tem impacto em todos os pontos.
E aí, não menos importante, mas aí a gente-- estava muito quente o assunto, eu acredito que ele até está, mas o split ele deu uma-- não vou dizer que ele deu uma esfriada, mas é que com o advento da, de a gente ter que olhar para os documentos fiscais como um todo no primeiro impacto, que o, que o iceberg está chegando e que ainda-- o te-o tempo está curto e que a gente não tem espaço para isso, aí a gente está acabando que o split payment vai ficar meio que para 26 para falar um pouco mais. É lógico que não estamos aqui dire-- orientando e nem dizendo que ele é menos importante que isso, não é isso. É mais porque ele vai ser, de fato, vai ser um próximo ponto de dor, vai ser um próximo ponto de, de grande impacto, mas eu acho que no primeiro impacto ele vai f-- é, a gente tem que olhar muito para, para esses documentos.
E aí quando-- perceba que a gente fala aí, só fechando ela, fala de emissão e fala de entrada, fala de integração. "Ah minha integração com o RP, minha emissão, meu XML", mas dentro das emissões e dentro da entrada, dentro-- ou seja, dentro da min-- do que eu emito e do que eu recebo ou tomo de serviço ou de transporte, eu tenho uns eventos para mim cumprir, né? A gente vai falar mais para frente. Então, assim, esses eventos que a gente ainda tem pouca informação, vai ser bem provocativo para que a gente, tipo assim, vamo todo mundo olhar junto para isso, que ele é um po-- pode ser um pouco o-o-- tão impactante quanto a emissão do documento. A própria tag, né? Isso.
Eu acho que aqui a-- uma das mensagens, né, que vocês levem aí para dentro de casa, é, de que não é simplesmente ajustes em tags, né? Principalmente o item três, né? A questão do gerenciamento desses documentos, né, é algo importantíssimo para que vocês já deixem aí no, no radar de vocês, né, no que tange a integração também, né. Então o volume de dados aqui, ele acaba crescendo, então fica um ponto aqui para tecnologia, da de XMLs, né, terem ali tamanhos, é, pequenos, né, mas é importante essa questão da integração com dado novo estar no radar também, né? Então vai-Vai além aqui de simplesmente olhar para as tags, né? Muito bom. Exato, exato. Isso aí, isso aí.
Legal. Aqui a gente traz a-- antes, fechando e antes da gente entrar um pouco no-- mais especificamente no que a gente quer falar dos eventos, né, acho que traz um contexto de, é, de impacto, né? Eu até tenho erro aqui no, no meu slide aí do CCLASS-TRIB, essa lista de CSTs ela foi atualizada, né? Esse aí era uma prévia que a gente tinha no final do ano passado e eu acabei não atualizando, mas a gente teve a publicação no último dia dezesseis, dia dezoito agora, do seis, uma lista-- a tabela de CCLASS-TRIB lá com mais atualizações, com os CSTs relacionados. Então, a informação completa ela-- a gente tem onde buscar isso, tem lá no portal da NFE, tá lá dis-disponível para todo mundo, depois se alguém não tiver acesso a gente pode compartilhar. Então aonde já tem uma visão assim do meu-- para eu fazer o meu "de para", do meu CFOP dos CSTs para o CCLASS-TRIB para os novos CSTs. E aí não a-- quando eu digo um "de para", não necessariamente eu vou fazer um "de para" para a primeira rodada ou para a primeira-- ou para as primeiras ondas, porque vai conviver com os dois. Mas eu preciso saber se o que está o modelo atual que vai f-- que vai findar até 32, né? Que ele-- que CFOP e CST ali eles vão acabar se-- essa, esse processo aqui, esse bloco vai se-- vai, é, vai deixar de existir e vai permanecer CCLASS-TRIB e os novos CSTs. Então, a gente precisa estar...
É, olhando para isso, porque ele tem uma-- e quando eu trouxe esse material aqui era uma prévia antes de ter a, a, a planilha oficial, as informações que eram-- que é um negócio bacana. Pontos de atenção, né? Os pontos de atenção. Então, assim, acho que sempre comento e eu, e eu assim, acabo que não, não tenho uma visão se hoje o, o tamanho do impacto do CFOP para o CCLES TRIBE, qual o tamanho disso, mas entendo que não é pequeno, eu entendo que é um, que é um processo, que é um ponto de atenção, por isso que eu separei ele em alguns destaques.
A gente tem aqui alterações dos esquemas, né, então, ou seja, os esquemas de emissão, os esquemas de entrada. Essa transição de alterações de esquemas, por exemplo, tabela de CCLASS TRIBE, ele é quase que vivo, porque ele acaba-- e até na última reunião que a gente teve junto à INCAT, eles até deixaram claro que eu, no meus-- participo dessa reunião aí, tem no mínimo dez anos e eles nunca foram tão transparentes quanto. Que, hã, a gente vai conviver com e-- constantes mudanças até dezembro, de esquemas, de, é, de tabela de CCLASS TRIBE, de notas técnicas. Então, assim, é uma coisa que a gente vai falar hoje, talvez mude semana que vem. Então, é, e agora a gente deve ter a reunião no mês de julho e agosto, deve vir mais novidades, né, mais, mais mudanças. Então, a gente precisa estar olhando para isso. E as alterações de esquemas, elas têm alterações de esquemas para nota, para os eventos. A gente vai falar agora, vai entrar mais nos eventos, vamos trazer um, um pouco mais de detalhe, né?
A nova lista de CST, que passa, passa a compor a nova tabela de tributação. Aqui, notas de débito e crédito, trouxe mais para gente-- já é um assunto bastante batido, mas ele-- e ela, e ela é a mesma nota, né, ela é um TP-- é um tipo de nota diferente dentro da estrutura da nota eletrônica. Os novos eventos, que são os que, que a gente vai destacar hoje. As novas regras de validações, que as regras de validação, aqui, hã, eu gostaria de trazer um ponto, que são tão importantes quanto, hã, as mudanças de esquemas e quanto as entradas e-- da-das regulamentações. Por quê? Aqui temos um ponto de atenção que as regras de validação, que vão entrar em vigor no dia 05/01/26, elas que vão exigir, sim, a-- detalhe de IBS, detalhe de CBS, vão exigir na, na nota. Então, ou seja, a-- o esquema em si, ele acaba muitas vezes sendo flexível. A gente tem que ter muita atenção às novas regras de validação. E aqui eu tô falando de duas regras, a regra que exige IBS e a regra que exige CBS, mas tem infinitas regras novas que precisam estar atentos, né?
E a gente ficar atento à obrigatoriedade de janeiro, né? E quando a gente fala de obrigatoriedade-- depois a gente vai falar até de, de datas mais no fim -- é, a obrigatoriedade janeiro, porque ainda tem dúvidas, é, muito corriqueiras que é, é: "Eu preciso virar esse ano? Qual é a minha data limite? Quando a-- vai entrar em produção no mês de outubro? Se eu não entrar em outubro, eu paro minha operação? Se eu não entrar em novembro, eu paro minha operação?" A gente vai falar mais no final um pouco sobre isso, mas é importante saber que, enfim, depois a gente, a gente repassa esse tema no final, que até dezembro ninguém vai parar a operação, produção. Se ninguém conseguiu mudar, por qualquer razão que seja, a emissão da nota, recebimento das notas continuam como estão. É lógico que é como eu falei do iceberg, ele está chegando. Está chegando, está chegando.
E aí, Hégon, acho que até já responde uma das perguntas, Araceli, né, de que sobre, é, as notas emitidas sem os campos adicionais serão rejeitadas pela Sefaz? Hã, então acho que já, já tem a resposta, né? Gostaria de saber se a partir da semana que vem, as notas emitidas sem os campos adicionais, serão rejeitadas pela Sefaz, né? É, aqui eu quero complementar um ponto. Vai lá. C, aí tem o C, né? O C é perigosíssimo. Então, assim, a entrada de homologação, ela está prevista na nota técnica, a última que saiu, do dia sete ao dia 27. Ou seja, ela tem um período de transição que os estados vão estar se adequando, do dia 07/07 ao dia 27/07, em homologação, em homologação. Até onde eu lembro, e aí, gente, se-- e eu não-- né? A ideia é que são tantas informações que a gente pode estar passando alguma, às vezes, alguma informação, não é que não seja adequada, mas, assim, hã, o preenchimento desses, desses dados do dia sete até dia vinte e-- 28/07, ele acaba sendo opcional, mesmo em homologação. No dia-- por isso que eu disse, a gente vai falar mais pra frente, do dia sete pra frente em homologaç-- do dia 28 pra frente, 28/07 pra frente em homologação, passa a ser obrigatório o preenchimento, vai ser ativada as regras dos preenchimentos dos novos campos. Exato.
E aí, homologade-- é importante destacar, gente, homologação. Então, ou seja, homologação a partir do dia 28/07, tem-se que as regras já estejam ativadas. Ah, eu tô tes-- eu tô em um projeto de nota eletrônica que ainda não cheguei na reforma, mas eu tô homologando uma nota eletrônica, eu tô homo-- enfim, talvez você vai, vai tomar algumas rejeições, porque você não-- se você não está com os campos novos, você vai passar a tomar rejeição, em homologação. Em produção, não. Em produção, a nota-- as regras vão entrar no dia-- agora no mês de-- deixa eu só pegar aqui. Dia 06/10, vai entrar em produção, a implementação do esquema e dos novos campos, mas não tem obrigatoriedade até dia 05/01. Então, ou seja, a gente tem um período de transição tanto para homologação, quanto para produção. E por que que eu falo e tô enfatizando homologação? Porque é sabido desde que eu trabalho com a-- nos últimos quinze anos, trabalhando com, com notas eletrônicas, documentos fiscais, a homologação era mais cedo. E aí-- as empresas começam a tomar rejeições e aí, às vezes não tão preparada para aquele projeto, para aquela situação, tá? Exato.
E, e é importante, né, trazer o, o ECAD, semana passada, trouxe o Nota Fácil também, né? Trouxe. Que os desenvolvedores aqui vão fazer, é, bastante utilização dele. Também algo, né, que a-- trouxe ontem na, semana passada- Na última reunião, referente ao, ao Nota Fácil, né? Então, para essas questões de regra, né, você aí, desenvolvedor que está nos acompanhando, utilize, né, o Nota Fácil ali, porque pelo que o encaixe demonstrou na quarta passada, é, vai facilitar bastante aí a vida dos desenvolvedores, né? Mas muito bom, Hélio. Muito bom. Show de bola. Vamos no próximo aqui. Próxima pergunta ou próximo slide? Vamo pro próximo slide. Próximo slide, aí no final a gente- A gente responde as perguntas. Não, pode deixar. Tem, tem bastante, é, tem, já tem bastante pergunta aqui, algumas relacionada ao tema, outras não, mas assim devagarzinho a gente vai respondendo aqui, turma. Vamo lá. Tá bom. Bora lá.
Aqui o cenário atual dos eventos, é, é legal a gente trazer um contexto e eu trouxe uma-- e eu me recordo muito do início-- hoje um pouco do que a gente vai falar aqui falando de eventos, falando de, de mudanças e de impactos, me remete muito lá nos primórdios, quando começou a nota eletrônica, começou os primeiros eventos, né? Os eventos, principalmente de manifestação, tinha muitas dúvidas, enfim. Aqui eu tá-- mais é um contexto, um contexto geral, pensando o seguinte, olha só, documentos fiscais eletrônicos, o registro nas-- já, que já existe, ele acaba sendo que a, os eventos eles são registrados subsequentes, né, a nota. Então, hoje, aqui eu trouxe quatro pontos. Quando a gente fala de nota eletrônica, de maneira geral, seja de consumidor, de transporte, logística e varejo, a gente tem os eventos já conhecidos, carta de correção eletrônica, a gente tem os, os, as, em, a, o evento mais conhecido que existe desde o, do início lá em 2010, 2011, o cancelamento, depois vieram as manifestações do destinatário. Aqui, pensando em logística, o encerramento do MDF-e, né? Sim. Mas esses aqui-- eu poderia destacar mais em-- são-- hoje existem aproximadamente vinte, vinte e cinco tipos de eventos diferentes nos documentos fiscais eletrônicos, de logística, transporte e varejo. Então a gente tem infinitos-- é, é, não são infinitos, mas são finitos, é, eventos que já convivem, né? A gente tem evento até de pagamento da nota do consumidor para evento posterior à nota. Então, são todos os eventos posteriores, mas que, por exemplo, cancelamento ele é mais op-- ele é mais operação, né? Ele é mais operação porque é, é, está envolvido ali no envio ou no envio da nota para o cliente. Carta de correção, para fazer algum ajuste. Manifestação é onde já entra uma obrigatoriedade para mim poder, é, dar ciência da operação, para mim dizer que confirmaram a operação. Tem alguns tipos de operação que são obrigatório, tem alguns tipos de estados que obrigam por-- enfim, diversos, é, ou faixas de valores. Então a gente tem um cenário aqui, se a gente destacasse desses todos, o encerramento ele é mais operacional, manifestação ela entra mais como obrigação mesmo, né, dependendo do estado, tipo do negócio. E tem empresas que por, por governança fazem mesmo não sendo obrigadas, né, porque operacionalmente ela é importante. Então eu preciso-- eu, eu não deixo mais cancelar uma nota que eu já confirmei a operação, é, eu não deixo um risco de uma fraude e tudo mais. Então, trazer um contexto do cenário atual que a gente já tem, e são tudo posterior à nota.
Agora, quando a gente vai pro, pro novo cenário, que é o próximo slide, a gente já vem com um cenário onde, assim, tudo isso continua e a gente começa a falar dos eventos da reforma. Então aqui, é, os novos eventos eles vêm para complementar a reforma tributária. Já permanece o que já existe e ven-- ainda vem mais algumas coisas. Então assim, o sistema novo, ele traz, ele, ele traz o conceito dos eventos, só que ele deixa mais crítica a operação, porque agora ele está olhando como vo-você falou, alá no começo, o que está olhando para crédito, para débito, para zona franca de Manaus, área de livre comércio, é, para perda ou roubo, enfim. São-- já temos ali quinze eventos mapeados, catorze, quinze eventos mapeados, que o fisco foi liberando aos poucos, né? Sim. E aí, até eu trouxe aqui uma-- a gente não vai falar de cumulatividade e tal, mas assim, ele querendo ou não, ele te, ele te deixa uma-- ele participa do ciclo de evento da, da, do ciclo de emissão da nota, do ci-- que a operação, ela não finda com a nota ou quando eu recebo uma mercadoria, né? Ela já não é assim ca manifestação, ela já não é assim com as operações complementares lá, até dos registros de passagem, né, que como eu disse, temos uns vinte-- mais de vinte eventos, registro de passagem que não deixam de fazer algumas operações, principalmente em logística e transporte. Sim.
Mas aí, a gente vai começar agora a entender um pouquinho mais, é, no detalhe, que o que, que é o evento, como que ele vem, como que ele está estruturado. A gente vai fazer um overview aqui, porque como a gente estava até falando, né, alá, se a gente fosse falar, se aprofundar sobre os eventos, a gente teria um super webinar de pelo menos umas duas horas para a gente en-entrar no detalhe, mas talvez ele seja provocativo para a gente fazer uma próxima, né? E a gente- Dá uma-- fazer uma imersão. Sim, já fica aqui a lição de casa e, e vale a mensagem, né, do, do slide aqui, de que os eventos, né, eles sempre existiram, né? Você explanou-- contou um pouco aí da, da história dos eventos, mas ele-- a frase aqui está perfeita, né? Ele se torna mais crítico. Por quê? Nós estamos falando de débito e créditos, né? Então, conforme você colocou o manifesto, né, alguns estados é obrigatório, outros, por questão de governança. Aqui não, né? Então, quando você fala de débitos e créditos dentro das empresas, é, dependendo do ano, é isso que sustenta até o resultado, né, Hégon. Exato. O ponto de atenção aqui, a provocação que nós estamos trazendo para os eventos, é justamente para trazer esse alerta de que ele sempre existiu, mas também ele, ele passa a ter com a reforma, uma criticidade, né, muito maior do que a gente conhece nos últimos anos, né? Exato, exatamente. Bom, isso aí. Legal.
E tudo que a gente está falando aqui, né, Alan, a gente pode seguir para o próximo, assim, o-- a gente está falando de eventos, eles estão-- e são exis-- e são realidades que, assim, ele na-- acho importante, talvez, é, a gente não confundir com a nova estrutura do Roque, que a, que a, que vai ter o projeto piloto, né? Sim, sim. Que tem a-- quanto a, às evoluções da próxi-- até mesmo das apurações para vinte e sete, que não tem nada para vinte e seis. Então, a gente tem algumas coisas que, de fato, é agora, né? Exato. Comitê gestor, né, do, do IDF, né? É, comitê gestor. Então, assim, tem algumas coisas que às vezes ele tem relacionamento, óbvio, eles vão ter, né? O-os eventos vão existir para algum fim no final dessa história, né? Não é, só para cumprir obrigação ou até mesmo operação, mas é? legal a gente olhar aqui, a gente quis trazer um, um cenário, né, Alan? Muito bacana, de quem é quem. Então, assim a gente tem uma lista de, de eventos, essa lista, quem é o, o ator, quem é o responsável por fazer, né? Quem, quem que acaba sendo-- tendo essa, né, vamo chamar, vamo chamar de obrigação, tá? Porque eu não gosto muito da palavra obrigação, quando a gente fala obrigação parece já ter uma regra de negócio, um cronograma te exigindo. Mas, sim, quem tem a responsabilidade de fazer de acordo com o negócio. Então, talvez aqui a gente vai-- não vá conseguir explorar, porque cada negócio vai ter um cenário e cada negócio vai se adaptar e se adequar de acordo com a necessidade para cada cenário, mas assim, pensando em, emi-- por exemplo, emitente. Depois que cê emitiu a nota, vai existir lá-- tem o evento lá, para-- você pode informar a informação do, do efetivo pagamento do integral do crédito presumido, né? Sim. Pro a-- para o adquirente. Você pode, sim, se você não teve a, a acesso ao, ao, a, ao incentivo da Zona Franca de Manaus, você pode, sim, fazer um evento. Então, eles trouxeram um evento para que ele possa compor-- fazer essa composição da nota, né? A, por exemplo, perda ou roubo, te-- tiver um, um, uma, uma situação dessa, pode fazer uma, um evento para destacar na nota que aquela-- ou naquelas notas que aquela mercadoria foi, né, foi furtada ou teve um sinistro. Hã, por exemplo, a, a ocorrência de, de fornecimento de pagamento antecipado, a não ocorrência, né? Quando não ocorreu, você pode também informar: "Olha, eu não tive a, a fornecimento de pagamento antecipado". Destinação para uso de, de consumo pessoal. Então, assim, a gente tem, é, cenários que a, o emitente, ele acaba tendo responsabilidade de fazer algumas informações posterior à nota. Tá. A gente ainda não tem profundidade, para a gente saber se, se de fato, o que vai ser obrigatório em cada operação, como, quando, para mim ter direito a crédito, para mim ter direito a débito. Mas aqui ele já começa a dar sinais. E a gente precisa, por quê? Porque muda o esquema, muda os, campos, muda a operação, porque, assim, perceba que a nota ela foi, mas eu ainda tenho que ficar atento porque eu ainda tenho que formar o efetivo pagamento, né? Dessa nota para que ele tenha direito ao crédito. Então, ou seja, eu como emitente, minha operação não encerrou ali. Então...
E, e, e Hégon, e, e a, as alterações que isso traz, né, tem um impacto direto tanto em TI, quanto, é, no fiscal, né? Conforme você disse aqui, destinação de item para consumo pessoal. É, um, um dos eventos aqui, né? É, que a, a NT traz para gente. A, antes isso era tratado apenas pelo CFOP um cinco, cinco, meia, né? Isso. O mais conhecido-- o mais-- aqui, já não, né? Ele traz essa natureza, é, com tags ali específicas e vai ser a diferenciação entre o que você toma crédito e o que você não toma. Então quando a gente olha, é, lá na frente split payment, né, isso tem impacto, é, enorme dentro da apuração dos clientes, esse evento de consumo pessoal, né? Isso.
E o perecimento e perda, né, aqui na, na última NT, é, uma das incógnitas aí que você colocou, de que ele veio já com uma tarja, né? Sim. Como saiu recente aqui, mas a última, é, hoje já não tem mais, porém sabemos que toda, toda operação, né, é, tem aí, né, essa questão do, do, do perecimento, né? Mas enfim- São observações aqui que vem dentro da NT, mas vai lá. É, essa de, de perda ou roubo, ela acabou tendo uma mudança ali, né, no código dela na última, né? Que antes ela tinha vindo pro destinatário-- Isso. Agora ela veio para o emitente, né? Então, é, ela teve essa correção.
E aí assim, quando a gente olha a figura do destinatário, é, é, de uma maneira geral, então, ou seja, o destinatário recebeu, ou sou toma-- comprador ou sou tomador de serviço, eu vou solicitar a apropriação desse crédito, né? Eu recebi a nota. Ah, eu manifestei, é, fiz as manif-- cumpri minhas manifestações, fiz as minhas obrigações que eu já tenho que fazer. Então, ou...Quando você olha para isso tudo, é, um-- afeta todo o processo operacional. TI, o esquema XML é, só a ponta, né? Então ou seja, você tem que gerar essa automatização para solicitar essa apropriação. Você pode, sim, receber uma informação de que ele foi-- então a gente vai ter cenário onde eu solicitei, mas alguém vai ter que me dizer que eu tô, tô de acordo para mim ter direito, né, para no final, lá na apuração assistida, né, que é, que a gente nem vai falar sobre isso, vai provavelmente vai ter mais um outro webinar, né, enorme só para falar sobre isso. Sim. Então, assim, aqui teve um erro, ó, mais um erro, ó. É, acabei-- que o texto do. perecimento eu deixei ali no destinatário e não mais, tá? Ele está lá, está correto no emitente, mas só para trazer.
Aceite do débito, né, aí, por exemplo, o destinatário também vai ter que fazer o aceite do débito na opera-- na, na apuração, né, para-- por emissão da nota de crédito. Quando é, imo-- imobilizado ele destacar, a-a apropriação do crédito do combustível, enfim. E aí a gente tem dois que não-- um é, novo, um é novo aí que é sucessora- E fisco não é novo, né? Então, ou seja, tem seguro do emitente e destinatário, temos o fisco que hoje ele já envia eventos, né? Não sei se todo mundo tem essa visão. O fisco já provê eventos de maneira geral, seja por registro de passagem pelas torres nas B, nas rodovias, seja por, é, averba-- algum tipo de, de averbação de carga, operação, enfim, não lembro agora de cabeça os eventos, ele já faz isso. E aqui, sim, ele vai, hã, fazer os eventos e manifestando se o fi-- né, como fisco, se ele-- se o pedido de transferência de crédito para operação, no caso de sucessão. Então, assim, é uma sucessão, quem é a sucessora? A sucessora é que tem que ficar atento porque às vezes são fusões, aquisições. Então, assim, é um cenário que, pelo menos assim, até onde eu conhecia, não era algo que envolvia os documentos fiscais, né? Ele até envolvia, talvez administrativamente, mas agora ele veio por meio de eventos. Isso, SPED contábil, né? Isso. Tinha isso, mas não em documento fiscal, né? Exatamente.
E aí agora ele vem como, né, o-- é, a-a sucessora ela pode manifestar o seu pedido, né, por diversas razões que estão previstas, e o fisco pode, sim, dizer: "Eu dou o ok ou eu dou o não ok", né? Então, tem essa previsibilidade aí dos eventos. Então, assim, aqui tem alguns eventos -- eu não acredito que vai ficar só por aqui, tá? Eu acredito que ele deve evoluir ainda muito mais. Ainda não tem a visão de tamanho, de quantidades, mas eu acho que o que a gente quer trazer aqui é isso, o olhar para toda a operação, os impactos que, que uma-- que os eventos, por si só, pode trazer para a operação. Porque os eventos eles estão lá quietinho, eles estão lá ainda porque a NT ela-- ainda vai vir novidade no mês de agosto com esquemas, com ambiente de homologação para eventos e tudo mais. Então, assim, a gente vai ter novidades chegando. Então, assim, com isso, começando as empresas testar cenários, por exemplo, a gente não está? falando de cenários e, e características de empresa aqui, mas a gente vai ter de certeza n outros cenários de empresas que não vão estar acobertados. E aí-- ou não vão estar completos, aí vai ter que vir adequações, tá? Mas eu acho que esse é o ponto principal aqui. Perfeito.
E aqui já traz uma visão até do título do nosso webinar, né? O-o- quem é, quem. Exato. E a nossa experiência aqui, na, na nossa frente de, de reforma tributária, nós estamos caminhando aqui para o sexto mapeamento, tá? Onde a gente tem tido a oportunidade aqui de pegar toda essa legislação, né, e aqui para dentro das empresas detalhar, né. E realmente quando nós abordamos, é, esse tipo de situação aqui dos eventos, né, no nosso, nosso documento final, é, a gente consegue ver ali a, a expressão de surpresa, ó. Então, um ponto importantíssimo aqui para vocês que nos ouvem, né, de que-- leve essa discussão para dentro das suas empresas, né? Como disse no início, né, todo mundo olhando para as tags, né, preocupado ali apenas em ter o destaque de IBS, CBS e algumas com IS, né, mas não tire os olhos aqui dos eventos, porque tem um impacto direto aqui na sua apuração, no dia a dia de TI, no dia a dia do fiscal, é, nas operações, né. Então, quando o Egon traz ali no slide dos impactos ali, principalmente o item três de gestão, né, imagine você analista fiscal que está nos assistindo, nos ouvindo, é, ter que administrar esse tipo de situação, né? Então, se você não tiver ali junto com a tua TI, se você não tiver junto com o seu departamento de compras, se você não tiver junto com o seu departamento de logística, né, certamente ali o seu fechamento, ele vai te dar muito mais dor de cabeça do que já dá, né? Perfeito.
Bom, e agora sobre as estruturas, né? Acho que foi legal que você trouxe aqui um, uma visão. É, é um recorte, né? É um recorte, porque assim, a gente tem a estrutura dos eventos. Então, ou seja, se a gente pegar na, na visão lá hoje dos eventos de cancelamento, manifestação, enfim, todos os eventos previstos, a gente já tem uma estrutura XML prevista e vai se manter. O, que a gente está tendo aqui-- e aí eu não trouxe, está na lista anterior, mas não precisa voltar lá, a gente já tem, inclusive na, na NT, temos a relação dos, dos códigos, né, do, de cada evento, até por isso que teve o, o re-- a, o taxado lá, né, dizendo que, que foi-- saiu do destinatário para o emitente na questão de perda ou roubo. Então, a gente já tem todos os códigos mapeados, bonitinhos. Falta só, é, alguns ajustes técnicos para a gente poder-- a SEFAZ divulgar as informações que faltam. Mas aqui eu trouxe um recorte, tá, na NT, isso aqui está bem-- copiei e colei. Sim. Então, aqui sim a gente tem um pacto estrutural, que é assim, a estrutura desses eventos é a parte específica, né? Cara, eu tenho lá a estrutura, mas eu tenho ainda mais uma coisa para completar, assim, quando for cancelamento eu uso aquela mesma e quando não for aqueles eventos eu uso essa aqui. Então assim, o tamanho disso, qual que é o impacto disso no meu desenvolvimento, na minha integração, na minha tran-- né, tudo que eu preciso compor aqui?
Porque, a gente tá olhando aqui, ó, dados aqui estruturais, versão, beleza, versão, descrição do evento, o C-Órgão, TP-Autor, versão de aplicação, o gerenciamento, valor de BS, valor de CBS, quando for, quando não for, né?
Então, assim, tem algumas, alguns campos aqui que talvez a gente precise se aprofundar mais pra gente poder olhar assim, como que-- qual o impacto disso na operação pra geração desses eventos. Numa geração de nota eletrônica, numa geração de conhecimento de transporte eletrônico, enfim, com todas a, os pontos afetados, é, pra gente ver que-- porque quando a gente fala, até eu acho que te-- teve uma webinar que eu comentei um tempo atrás que a estrutura do evento é a mesma, não muda, mas ela tem mudanças, sim.
O que ela não muda é assim, eu vou comunicar com o mesmo, com o mesmo ambiente, eu vou fazer, eu vou utili-- continuar usando a mesma... API, né? API... API. Algumas ORL, essas coisa. Isso! Mas eu vou ter um bloco que eu tenho que me preocupar e tenho que olhar, né?
Então a ideia aqui não é a gente discutir aqui o, por exemplo, ali os tipos de autor, quando ele-- por exemplo, ó, quando é emitente, quando é destinatário, quando é fisco, né? É claro que fisco nunca a gente vai enviar, mas assim, por que que tem fisco? A própria receita ali como seis, né, porque eles vão prover também esses eventos dentro do ecossistema, né, então a gente vai... Distribuição, né? Isso! Por meio de BS, né? Exatamente.
Bom, agora aqui, essa relação eu achei sensacional, é- Legal. Opa, voltar aqui. Ah! Bom, vai lá. Acho que é esse-- é isso aí, né? É- Isso! Exatamente, aqui é um ponto onde a gente tá trazendo, tipo assim, tentar abstrair, trazer da abstração um pouco mais nela, porque a gente tava olhando ali quando a gente tava discutindo do webinar, cara, como é que a gente poderia fazer pra trazer uma coisa um pouco mais visual, né? Eu sou muito visual.
Então assim, aqui é trazer o, a nota em si, como ela-- e os eventos que já, já estão nela. Que a gente falou um pouco disso. Cara, confirmação, é cancelamento, então a gen-- claro que a, a, o cancelamento aqui e confirmação ele é provocativo, porque ele é, ele é cenários, né? Obviamente que um, um-- tendo um não teria o outro, né? Sim.
Então, mas assim, ele já existe, né? Ciências da operação, é, enfim, todos os eventos de transporte e logística, os registros de passagem, tem uma-- a gente teria uma tripa aqui pra falar de evento. E a gente vai ter sim os novos eventos da, da zona incentivada, do crédito de imposto e todos os outros que a gente já viu. Então eles vão compor a nota. Ele não é algo novo, que é revolucionário nesse aspecto. Ele já existe, ele só vai, só vai aumentar essa, essa tripa, né? Sim!
E aqui é uma relação que a gente tem que tá olhando muito, porque assim, a-- pensa numa gestão lá, eu tô olhando a minha nota, eu quero saber se foi manifestada, eu quero saber se ela teve alguma operação adicional, se ela recebeu algum evento, é, de aver-- de registro de passagem em algum ponto do país. Ah, eu quero saber se ela teve os eventos de crédito ou débito lá, dependendo do cenário que for, eu quero, enfim. Aí você vai vendo que ele vai ter uma tripa de eventos, que você vai ter tanto na emissão quanto no recebimento. E aí, mais pra frente, a gente vai falar por onde que vai vim esses eventos, né? Aí que vem a X da questão. Certo.
É, aqui, aí a gente tem dois fluxos, né? O fluxo dos novos eventos, assim, um fluxo. Gente, a gente tentou simplificar aqui, é lógico que o-- esse aqui é um fluxo... Muito além, né? É, eu diria, é super high level. Não é nem alto nível, é super, é super alto, porque é muito mais que isso, né?
Aí a gente tá olhando aqui, um cenário onde eu tenho uma nota e um cenário onde eu tenho o envio pra Sefaz de um, do emitente, né? Colocando a informação do, do pedido do pagamento integral de crédito. Então, assim, eu mandei uma nota e eu tô, e eu tenho ainda posterior a ela, então assim quebrando os-os blocos né? Posterior a ela eu tô mandando um evento. Pra que a gente tenha, trazendo um pouco de tudo que a gente falou aqui né? O contexto de que, né, participantes ou até mesmo processualmente falando, né? Dentro da nota, dentro do processo o fluxo, vai existir sim o, ou os eventos novos, né? Então aqui é um caso só pra gente trazer uma, uma visão, né? Um visual. Exatamente.
Aqui, é, aqui a gente tá falando de entrada, o fluxo de entrada. Então, ou seja, eu tenho a entrada da nota, eu tô recebendo pela Sefaz, por e-mail, por EDI, enfim, eu tô recebendo a nota, a nota eletrônica. Tô processando na minha mensageria, eu uso o DFIA, eu uso outro DFIA de mercado, eu tô recebendo isso até e serve pra emissão pro recebimento. Tô recebendo a nota e também tem que fazer sim, né, durante o recebimento, fazer uma, um envio pra Sefaz do evento, solicitando a liberação do crédito presumido. Então, ou seja, na minha entrada eu vou ter que tá geri-- fazendo uma solicitação.
Mas uma coisa que não tá aqui, beleza, eu fiz a solicitação. Tá? Então. Eu fiz o envio, ele deu ok. Beleza, seguiu o fluxo. Mas tem um ponto que não tá aqui e eu queria, quero complementar e com-- e trazer um cenário. Que, de todos os eventos que a gente olhou pra trás lá no, nos primeiros slides, se a gente, né, se a gente olhar aqui pra esse cenário, por onde que virão os eventos? Ah, eu tenho evento na nota de saída, eu tenho uma-- evento na nota de entrada, eu tenho outro-- eu tenho um evento de sucessão do fisco, eu tenho evento dos que já existem. Por aonde virão esses eventos pra as soluções? Vai vim todo pela entrada pelo sistema de distribuição da Sefaz. Então, ou seja...
Os eventos que já existem lá, então, sejam-- hoje, quando a gente busca um ev-- uma nota eletrônica no, no web service de distribuição, quando eu busco lá a nota e seus eventos, ele já me dá todos os eventos que eu já tenho e eu posso usá-lo ou não. Agora, no novo-- nesse novo cenário, nos fluxos novos contendo os eventos, também, sim, terá, né, o-o envio dos novos eventos. Então, ou seja, eu vou tá recebendo-- eh, eu vou lá, tô usando o DFE, por exemplo. O DFE vai lá, busca os eventos das notas. Ah, esse evento é de uma nota de saída. Ele vai ter que informar lá, vai ter que vincular, como a gente viu naquela estrutura da nota, a nota de saída é o evento que veio por entrada. Ah, eu recebi uma nota que é uma manifestação e uma no-- e um evento de, de liberação de crédito presumido. Tá na nota de, de entrada, mas também pode tá na de saída. Então, ou seja, eu vou receber por um canal único e dentro da minha operação e no meu RP, eu vou ter que olhar pra os dois, pras duas pontes, né? Emissão e recebimento. Acho até-- já respondeu algumas perguntas aqui- Tá? É... Enfim, é isso. Vamo aqui só pras datas- Depois, cinco minutinhos pra gente responder algumas perguntas ali. Legal.
Cara, as datas a gente até já passou um pouco. Acho que esse aqui é um recorte muito legal da NT. É, a entrada de-- tá aqui, 01/07, ela vai permanecer o período ali de vinte e-- de 07/07 a 28/07. Então, o período de-- em homologação. Em produção, ela tem uma data única. É lógico que isso aqui pode variar. Historicamente, a gente sabe que a SEFAZ pode, né, o fisco em geral, o encate pode mudar, mas hoje é o que a gente tem publicado isso. A aplicação das regras de validação, ela vai se dar no dia 28/07, né, que é o-- que é item um ponto um, ali. Então, ele vai se dar no período maior e aí a gente vai ter as entradas. Então, ou seja, mas a obrigação de envio em produção é 05/01 e a, a entrada em produção é 06/10. Então, 06/10 entra já o novo esquema, contendo os campos do IBS e CBS, só que eles são todos opcionais. Não tem obrigação nenhuma de mandar em produção até início do ano. Isso aí, é isso aí.
Agora pras dúvidas, Egon, acho que, muito boa aqui a, a explanação, né, tem aqui algumas questões, vamo pegar esses minutinhos finais aqui. Tá bom. É, to-- todos esses novos eventos serão emitidos pelo RP, né? A primeira, Felipe Bustamante. É, sim, é, esse ali o RP, ele vai precisar prover isso, tá? E esse aqui, Felipe, é uma das nossas provocações de que, é, muitas vezes os RPs não têm olhado para os eventos, né? Então, fica aqui o ponto de atenção e responder né, a tua questão, sim, né? Próxima, Valéria. Né? "A SAP informou que irá-- não irá utilizar a, a RFC para uso com mensageria de terceiros. Como a Thomson irá lidar com isso?" Tá? Aqui, já aproveitando, é, o Elton, Elton Silva também fez um, uma pergunta aqui semelhante, tá? Acho que aqui fica a brecha pro webinar de amanhã, né, específico da Thomson, né, Egon? Amanhã a Thomson tem um webinar. É, é, acho que amanhã não vai tá sendo respondida. Acho que esse tema a gente teve uma conversa com a SAP na, nessa semana, foi na-- hoje é quinta? Foi na terça-feira, se eu não tô esganado-- enganado, a gente já tinha tido-- participado na Zug com eles lá, enfim, a gente teve uma reunião específica aqui pra falar dessa integração- De como que fica. A gente ainda não tem algumas respostas, até a gente tava falando agora há pouco aqui antes do webinar sobre isso, tipo assim, como que a gente vai posicionar, como é que a gente vai se situar, mas a gente ainda tá estudando, a gente deve voltar com a SAP no início da próxima semana, pra discutir com eles, entender assim... Legal, eles já deixaram claro que eles não vão ter. A gente quer saber como que a gente é, é, traz pro mercado e trata isso, né? E faz esse ajuste. Bom, é- Daí cê vai dizer assim... Eu ia falar no final, mas cê falou do webinar de amanhã, eu só queria dizer assim, amanhã o webinar, a gente tem um webinar amanhã, pra falar da primeira entrega do DFE pra atender a NT da reforma. Tem a Valéria, fez essa pergunta, né? Valéria, aqui, é quando é que será disponibilizado? Valéria Silveira. Isso. É, gostaria de saber. Apesar do-- até agradeço o Egon, né, pelas respostas, o foco aqui era nós falarmos da NT- Agradeço aí por trazer já essas respostas, mas aqui, Valéria, uma das perguntas, né, então amanhã a Thomson fará um webinar, onde fará ali-- falará, né, especificamente das liberações do DFE. Bom, é uma outra pergunta do Felipe também, né? "Como vocês estão recomendando seus clientes a respeito das configurações no SAP para fins das emissões das notas com IBS e CBS? Visto que o RP terá regras de segregação". Aqui, Felipe, nós temos, cê pode entrar no nosso, nosso YouTube. Foi feita uma sessão aqui com o José Newton e o Daniel Medeiros, né, aqui nossos especialistas aqui da Adejo, aonde foi falado somente de SAP, tá? Então, eu recomendo aí você tá, tá assistindo lá, a gente trata, é, específico ali de nota SAP, então é um, é um webinar que está bem, bem legal. Vamos ver uma outra pergunta. É, Valéria, o Elton, é, a do Felipe, aqui, Lucilene Venâncio. "No geral, as empresas estão optando por contabilizar os valores de IBS e CBS em vinte e seis para efeito gerencial?" Tá? Não.Tá, Lucilene? Pelo fato, é, isso é uma experiência aqui, de pelo menos seis clientes que nós fizemos o-o-- estão-- alguns de nós já entregamos, outros estamos em andamento, mas nenhum deles tem o interesse ainda de contabilizar, uma vez em que IBS e CBS, ele tá ali apesar de re-- das suas regras de val-- de validação, ele não impacta ali nos seus custos, tá? Então é uma preocupação, é, em que, é, a turma aqui tem empurrado pro próximo ano, dentro da nossa experiência, tá, Lucilene? É, esses eventos em vinte e seis, Egon, essa é para ti: serão opcionais? Cara, até então sim, mas, é, pensando eu assim-- por que que até então, sim? Porque não tem nenhuma regra obrigando, tá? E como os eventos vão entrar em homologação no mês oito, eles não vão estar ativos antes, é, a gente não tem nem os esquemas ainda publicados, então, a gente tem algumas-- hã, pendências do Fisco, né? É, eu entendo que ele, talvez, ele pode vim como opcional num primeiro, numa primeira rodada, mas tem que ficar atento, porque como o IBS e CBS pra carácter ex-experimental já vai tá destacado na nota, eu acredito que eles vão começar-- esses eventos não vieram, não serão simplesmente pra complementar o processo. É, eu-eu ficaria atento no sentido de me preparar pra uma obrigação aí em breve, tá? Mas assim não temos, tá? Eu procurei ontem na NT se tinha alguma regra, enfim, do que tem publicado, não tem nada, né? Salvo engano, se eu passei alguma coisa, gente, então vocês me perdoem, se eu-- se alguém tiver uma informação diferente, não-não fique à vontade- De compartilhar aí, mas não tem até então, tá? Bom, mais uma: "como serão os eventos para as notas de serviço? Irão existir?" Como é que é? É: como serão os eventos para as notas de serviço? Ah! Irão existir? Nota de serviço não tá previsto ainda, tá? Não tá previsto. É, a nota de serviço, ela tá na, no impasse, inclusive, pra ir pro ambiente nacional, os municípios não devem aderir de imediato, como já é sabido, né? São Paulo já-já publicou que não vai e também publicou que vai divulgar alte-- algumas alterações, mas assim, os demais municípios, hã, o que a gente tem é que vão permanecer com seus sistemas atuais e, por enquanto, não tem nenhum evento previsto, tá? Eu acredito que eles serão evoluídos. À medida que eles forem pro ambiente nacional, pode ser que esses mesmos eventos, eles possam, é, ser levados pra lá, mas ainda sem informação sobre isso. Mais uma aqui pro-- nosso-nosso tempo tá terminando... É, é, vai-vai embora, né? Cê vê, já-já uma hora, né? É: "sou de uma empresa de serviços e compramos serviços e materiais. Preciso registrar no meu recebimento fiscal os eventos promovidos pelo emitente?" Então... Como é que é? É, uma empresa de serviço comprando serviço e material. Uma empresa de serviço... "É, preciso registrar no meu recebimento fiscal os eventos promovidos pelo emitente?" É, ele mandando, ele compra os dois, porém o-- a gente tá-- tem concordância aqui, tem uma anterior do, do... Pode-pode contribuir, José Newton? Sim, aqui... Fica à vontade. Aqui, ô pessoal, é, como que vai funcionar? Esse é um ponto de atenção bem relevante, tá? É, caso, é, você tenha um processo de recebimento eletrônico, o seu processo de recebimento, ele precisa ser adaptado com as novas tags e os novos eventos, tá? É, porque senão o seu sistema, ele vai rejeitar as nossas, porque ela vai vim num layout diferente, ok? Caso seu processo de entrada for de forma manual, você não necessariamente precisa refletir isso na sua entrada, tá? Porque foi como foi colocado ao longo do webinar aqui, né? Nós estamos falando de um primeiro momento de testes, tá? Então o ponto de atenção é esse. Inclusive, até uma orientação que nós estamos levando para os clientes, é, de criar um fluxo de comunicação, é, com os clientes, é, porque uma vez que você emitir a sua nota, considerando já as novas tags, os eventos, tudo mais, pra que o seu cliente não tenha uma rejeição, caso ele tenha um processo eletrônico de entrada, tá? Senão, vocês vão receber um monte de volta de devolução aí no período de jan-- no início de janeiro de vinte e seis, e ter um impacto bem significativo aí dentro do faturamento da empresa, tá? Então, sempre lembrando, né, o Fisco coloca a obrigatoriedade ne-na emissão, mas o processo de entrada também tem que ser visto ali com todo cuidado, tá bom? Olha, muito bom, muito bom, José Newton. Gente, a gente tem muita pergunta aqui, mas nosso tempo já deu, né? É, agradeço aí a participação e aqui na, na medida do possível, né, nós estaremos aqui retornando no e-mail de cadastro de vocês, é, as demais aqui que não foram respondidas, tá? Então, agradeço mais uma vez aqui, apresenta-- apresentação do Egon, né? Presença dele aqui, né, pra falar um pouco desses eventos. José Newton ficou quietinho aí, mas, nosso especialista. Obrigado já aí pela- Fiquei aqui quietinho aprendendo, rapaz . Obrigado aí, pela, né, pela participação, né? Um bom almoço pra todos vocês e até o próximo, né? Até mais, turma. Obrigadão, valeu. Tchau, tchau.