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T2 CTBMF - Módulo 2 - Dia 1 - 16/11/22

Instituto Experts4:16:36

Transcription

Hoje a gente vai desenvolver um tema extremamente importante aí para vocês que estão iniciando a especialização de cirurgia bucomaxilofacial, tá? Onde a gente começa a organizar algumas coisas para poder executar as técnicas cirúrgicas. Quem aí no grupo já faz cirurgia? Que tipo de cirurgias?

[Música]

Pessoal, definição de técnica cirúrgicas: conjunto de processos na arte operatória, tá? Onde você estabelece uma sequência organizada e já estruturada estrategicamente para poder realizar qualquer procedimento operatório. A gente sabe que antes de executar o procedimento operatório, existe uma fase de exames clínicos complementares. Mediante a isso, a gente executa uma estratégia de tratamento. Paciente, ele aceita e aí você vai definir que tipo de técnica cirúrgica você vai utilizar. Os pacientes, perfeito. É extremamente importante quando for executar qualquer tipo de técnica cirúrgica, de alguma espaços organizados na cabeça. Primeiro é que a rotina cirúrgica e saber o que tá fazendo, tá bom? Ninguém quer aventureiro. Tá bem definidos os procedimentos que vocês vão executar os pacientes. Segundo, conhecer todos os passos desse procedimento cirúrgico. Em cada passo nós temos os "tips and traps", né? Tipo os pulos do gato, são as armadilhas. Toda vez que a gente vai executar um procedimento, a gente decorrência em cadastro, a gente tem que saber de que maneira nós vamos resolver isso. Tem que estar na cabeça de vocês. E por último, vocês têm um arsenal cirúrgico adequado para poder realizar esse tipo de procedimento. Como é que a gente divide isso? Fase geral, especial, técnica cirúrgica. Não interessa o procedimento fundamental, tem que ser estabelecido com essa sequência de assepsia, antissepsia, sentir as partes físicas e funcionais, equipe cirúrgica, vestuário adequado, material cirúrgico, anestesia, procedimento, técnicas gerais, pré, trans e pós-operatório. Tudo isso faz parte da técnica cirúrgica. Hoje, quando vocês vão executar qualquer tipo de procedimento cirúrgico dentro [Música] espaços. Quem executa esse grupo que está assistindo ao jato de cirurgia em ambientes hospitalar? Pessoal, vocês têm que interagir porque senão fica um saco dando aula daqui e vocês vão interagindo. Alguém de vocês executa procedimento cirúrgico em ambiente hospitalar? Fernanda? Fernanda? Caroline? Tá na sala? Nati, acho que a gente está com problema de transmissão aos alunos. Então, respondendo, será que eles estão conseguindo escutar a aula? Provavelmente sim, porque eu estou escutando normalmente. Doutor, alguém de vocês já executa esse tipo de procedimentos hospitalar? Ainda não. Não. Essa sequência que você tem que ter entendimento da técnica cirúrgica geral e independente, você vai fazer uma cirurgia de abdômen, você vai fazer uma cirurgia ortognática, você vai fazer um trauma de face, você vai fazer uma rinoplastia, você vai seguir essa sequência. Eu estou apresentando isso de cada cirurgia em particular, é onde todos os conhecimentos aplicando uma sequência pré-estabelecida, ordenar deficiente. Logicamente que toda vez que a gente vai executar o procedimento cirúrgico, isso tem que ter essa rotina. Cada passo do procedimento tem que estar bem estabelecido, tá bom? Ou seja, vem aqui, vai entrar em aventura. Deu para entender? Alguma dúvida aqui? Sim ou não, pessoal?

[Música]

Técnico e tática cirúrgica. Cada procedimento exige algumas alguns caminhos a serem seguidos. Por exemplo, se a gente vai executar, paciente entra no trauma como fundamento de arcos e gomáticos, existem várias vias de você fazer uma redução. Isso é o que eu falo para vocês, que está definido em cada experiência de cada profissional de meios disponíveis. Isso é uma coisa muito importante.

[Música]

Os materiais adequados para realizar esse tipo de cirurgia. E isso gera um caos no sentido, muitas vezes você tem que cancelar. Quando vocês vão executar essa cirurgia, você precisa fazer uma solicitação. Isso para o hospital e essa solicitação vai por escrito antes, em todos os materiais que vocês precisam para poder realizar o procedimento cirúrgico, tá bom? Fantástica cirúrgico, estratégica, aplicação dos mesmos disponíveis ou exploração e condições favoráveis como visitar a concepção de determinado objetivo cirúrgico, tá legal? Quem vai me acompanhar no hospital público vai ver que muitas vezes a gente não tem o material adequado. Brasileiro é sucateado. Então, se você me acompanha fazendo um procedimento cirúrgico no hospital público e vai me acompanhar, isso atrapalha muito o procedimento, tá bom? Isso atrapalha muito a nossa tática cirúrgica, da nossa estratégia. Essa estratégia cirúrgica, técnicas cirúrgicas, características básicas, traumatismo mínimo. É tipo de procedimento que vocês vão realizar em tecido mole, tecido duro, tem que ser o mais atraumático possível, ou seja, bruto, né? Quando vai executar, então a gente tem que ter muita destreza para poder realizar da maneira mais automática, evitando assim complicações. Cuidado da assepsia é muito importante. O dentista, ele tem a mania de quebrar a cabeça. Isso não pode acontecer. Qualquer tipo de bactéria que esteja perto do campo cirúrgico de vocês, onde vocês não realizaram uma disepsia adequada, isso é catastrófico. Você vai lá, se realiza um procedimento como a rinoplastia, como vocês costumam fazer e depois não consegue entender porque depois de uma semana, um beijo de um abscesso na região operada. Muitas vezes, ele coletou uma bactéria naquela rua, aquela bactéria no campo.

[Música]

Vocês conseguem? Tem sim. A definitiva. Qual é o aluno que já executa a rinoplastia? Oi, eu. Viviane, explica para gente como é que atua técnica cirúrgica de estratégia cirúrgica para poder realizar esse procedimento. Então, já fiz alguns cursos de renda definitiva. Por último, eu fiz uma mentoria até com uma aluna do primeiro curso, Dra. Karen. Como é que funciona? Então, tudo isso que você tá falando, tem que ter uma assepsia bem do consultório. Eu faço em consultório mesmo, esterilizado com um campo bem, tudo na medida do possível, mas com assepsia, né? A minha técnica é que ela me passou, que ela aprendeu no curso de vocês, na primeira turma. Até o momento, não tive nenhuma, nenhum problema. E como é que você estrutura a tua estratégia cirúrgica para cada caso? Alô? Oi. Como é que você estrutura a tua estratégia cirúrgica para cada caso? Vamos lá. Fatores, técnicas, contraumatismos, o mínimo. Pessoal, é extremamente importante o campo cirúrgico, tem uma boa iluminação, tá? Se possível, com cirurgiões, é o fotóforo também é muito importante. Um investimento que tem que ser feito. São faz com que você consiga enxergar o campo operatório. Complicações, tudo tem que ser muito bem. Instrumentos adequados, boas condições.

[Música]

Inadequada compromete resultado. Técnico, habilidade manual, como a pessoa que vai fazer habilidades, vocês vão desenvolver a técnica.

[Música]

Está preparado, tem que ter tudo. Conhecimentos cirúrgico zero. Uma cirurgia, exposição necessária para você poder enxergar. Perfeito. Quem utiliza, tem que ser um fotófilo de boa qualidade. Acostumarem.

[Música]

[Música]

Hospital, muitas vezes você perde as caixas de apoio. Isso é muito ruim, porque as empresas fornecem essas caixas onde todo mundo utiliza. Então, você tem que executar o procedimento cirúrgico do material de vocês. Tá? Isso aí, extremamente importante para você ter um resultado satisfatório.

[Música]

Rotina cirúrgica, pessoal, tem que ter treino. Vai ter que executar várias vezes e executar bastante isso para poder ter habilidade manual. Quanto mais você executar, melhor será para vocês. Vamos lá. Tristeza mental. Isso vai de cada um, né? Que é muito arrojado, tem pouco conhecimento. Isso vai dar segurança de canal. Ninguém tira de vocês. Treinamento, curso, ninguém tira de vocês. Estuda de vocês, seu treinamento prático. Então, isso vai deixando vocês com uma segurança para poder executar os procedimentos.

[Música]

Que a gente tem aquele cara que tem mega habilidade manual, não estudar nada. Eu prefiro operar com aquele que não tem tanta habilidade manual, mas tem conhecimento do procedimento. Isso é importante. Esse grupo aqui, quantas pessoas já fazem?

[Música]

A gente está com quantos alunos na sala? Na, nós temos nove. Os móveis contando bastante ainda. Quem não faz a manualização, se manifesta. Todo mundo faz? Ou tem alguém que faz? Todo mundo faz? Há muitas faltas. Estamos sim. Eu vou responder a pergunta facial aqui na sala. Eu acho que todo mundo faz.

[Música]

Todo mundo tem experiência já com procedimento cirúrgico? Muito bom. Controle dos movimentos, aproveitando todos os movimentos, todos os gestos técnicos que são utilizados. Isso já desconforto um design de jogo importante. Isso boa exposição e campo imóvel. Exposição e sem movimentação. Qualquer movimento.

[Música]

Extremamente importante isso. Em contato direto, evitar contato direto, tá bom? Evitando contaminação de vida cirúrgica, tá? Na ferida operatório, a gente nós temos os direitos usados na pele. Todos eles já estão esterilizados.

[Música]

[Música]

Vicente, tá escutando? Nati, Vicente está na sala aí? Ele está conectado.

[Música]

[Música]

Oi, bom dia. Bom dia. Explica aí para a gente como você vai executar um procedimento cirúrgico. Que tipos? Com clorexidina eu faço com as duas. A gente usa alcoólica e primeiro alcoólica, depois a alcoólica. Proteção da área, lá na verdade, assim, é uma coisa, a gente faz aqui mais por proteção mesmo, não é um protocolo. A gente usa às vezes a clorexidina, aquelas sapos em alguns casos, a gente usa na pele. Pode usar. Vocês utilizam aquosa? Alcoólica é muito agressiva. É isso? Eu tô falando em pele, né? Mucosa, a gente só só faz mesmo o bochecho com a cloroxidina. Dica para vocês é sempre utilizar. E outra coisa, se for usar iodo, qualquer tipo de epilepsia com alguma substância iodada, sempre tem que fazer análise do paciente alérgicos.

[Música]

Professor, eu uso a clorexidina e depois eu uso o álcool 70 porque eu já vi alguns casos de que a clorexidina ela atrapalha no processo de cicatrização dependendo se for em pele. Procede.

[Música]

São mais de 30 anos executando a cirurgia facial com acesso oral, utilizando na maioria dos procedimentos, não tem necessidade de você complementar com nada, tá bom? Se sentindo um acidente automobilístico, ele tem múltiplas escoriações na face. Todo mundo sabe que a escorreção aqui ou não. Vamos imaginar vocês crianças caindo de joelhos, fazer aquela escoriação no joelho, que ela é uma lesão esfoliação. Se o paciente apresente sua reação, multicoisas corações na face, muitas vezes eu louvava essa frase, tá bom? Um sabão cirúrgico, depois eu vou lá e faço. Deu para entender, pessoal? Não precisa complementar com nada. Vai lá, usa o clorex aquoso, alcoólico, depois põe álcool em cima. Desnecessário. Esse protocolo desconheço, não vi ainda na literatura. É isso, tá bom? Você entendeu? Entendi. Obrigada. Muito cuidado como vocês podem executar perto do globo ocular. Mesmo utilizando clorex aquoso, se você derrubar isso no olho do paciente, o paciente desenvolve uma conjuntivite química. Isso é muito ruim. Para além de tratar a patologia cirúrgica da expressão do presidente, mandar esse paciente oftalmologista. Então, sempre proteger o olho quando for fazer próximo do globo ocular. Não.

[Música]

Deu para entender esse protocolo? Depois que você faz insepsia, a colocação dos campos estéreis, correto? Eles usam campos descartáveis como todo mundo deve utilizar. Isso tem que tomar muito cuidado. Uma vez colocado o campo estéreo, paciente jamais pode ser quebrada. Vamos voltar aqui para aula, pessoal. Técnica cirúrgico principal: intervenção direta sobre o tecido ou organizado, tendo características próprias, dependendo da patologia da finalidade cirúrgica. Esse é o tempo cirúrgico principal. O que que engloba? Principal de exploração cirúrgica. Ela tem que saber expor aquela região. Boa apresentação, sem funilaria, o acesso que vocês vão conseguir chegar patologia. Todo mundo executa? Faz muito a sua mesa nessa sequência? Mulheres emoções recentes, seja tão operando para [ __ ] aí, pessoal. A mesma com essa sequência ou um monte de qualquer jeito? Pessoal, vocês precisam interagir porque senão não é legal. Dá impressão que vocês não estão nem na aula. Pessoal, estamos por aqui? Sim, professor. Professor, tá bom. E fazer as divisões necessárias. Finalidade da dieta executar na pia de acesso adequada, manipulação da estrutura pode ser criada. Isso vocês vão fazer o acesso e escolha para vocês. Agora, muitas vezes o paciente já pode conferir um ferimento lá sobre concurso e vocês aproveitem esse acesso do ferimento para poder acessar patologia. Vocês vão fazer uma outra incisão sem educação.

[Música]

Tesouras de ponta a Roma, que a famosa betimbau, e encaixados afastadores para a gente poder começar a chegar na patologia do paciente. Perfeito.

[Música]

Exame complementar. Muitas vezes, aquela cavidade é um líquido cístico. Se é muitas vezes fazem a posição e aspiração. Estão envolvidas. Doutor, os alunos estão falando que o áudio tá abafado e falhando um pouco a sua voz. Não sei se dá para afastar um pouquinho mais o microfone, por favor. Obrigada, doutor. Incisão de cirurgia sempre vai ser sobre a pele, sobre a mucosa. Todo mundo aqui tem o livro de acesso cirúrgico facial do Hélice? Acessos cirúrgico pode anotar. Então, o livro do Hélice, acesso cirúrgico facial, extremamente importante vocês comprar esse livro. Precisam ver todas as abordagens para poder chegar na face do paciente. Que tipo de lâmina vocês utilizam para fazer a incisão na mucosa? Pessoal, se manifestar.

[Música]

Ele faz incisão da pele do paciente. Que tipo de vitorioso? Qual lâmina? Ninguém faz acesso. Vocês vão acessar o nariz do paciente, a mucosa. Aquilo m. Eu utilizo a 15 C. Em alguns casos, a 11. Quando se utiliza para fazer a lectomia.

[Música]

O restante utiliza 15. São as lâminas.

[Aplausos]

Tá bom? Pode utilizar 15 C, que é uma menina menor. Eu particularmente não gosto de utilizar por meio da lâmina de tesouro. A gente executa a prática de vocês de divulgação, incisão executada justamente com as lâminas que seja relataram agora, pequenas e finas. E vende sempre ser novas, nunca reutilizar lâmina de bisturi. Empunhadura firme, uma ação leve e delicada. Vocês têm que ter treinamento nas mãos, porque muitas vezes segurando uma mão esquerda, uma pizza com a mão direita, vocês vão estar fazendo movimento mais bruto, uma mexi mal. Então, você tem que ter esse treinamento de medir a força sem lesão os tecidos do paciente. Perfeito. Melhorou a voz aí, pessoal? Microfone tá melhor para vocês? Como é que é? Nati, tá melhor aí? Melhorou um pouquinho. Então.

[Música]

Se fosse uma pena de escrever. Legal. Vocês vão apoiar ele 45 graus e vou fazer o risco na pele do paciente, na mucosa. Um risco firme, precisa e de uma vez só para ficar galinhando, né, pessoal? Vem, passa uma vez, duas vezes, três vezes. Por isso que eu peço para vocês utilizarem a caneta kodi mano e sempre antes de executar qualquer tipo de acesso na pele, vocês vão riscar para saber exatamente. Muito alta.

[Música]

Identidades anatômicas perigosas. Então, a gente faz a marca. Depois você utilizar falar que tá uma foto num livro, onde a gente vê alguém inclinação de 45 graus na lâmina. Forte, tá bom, pessoal? Tem outros profissionais na cirurgia geral que utilizam indicador para forçar, mas a gente vai fazer exatamente dessa maneira que vocês estão vendo aqui. Perfeito. Vocês vão ter que estar presente para vocês, né? Então, vocês vão treinar bastante. Incisão, ela é um pouco mais complicada porque a gente não tem o osso. Então, muito cuidado quando for fazer muito esses planos aí no paciente. Toda vez que a gente vai executar rescisão homocorda dele de osso, a gente vai lá firme, risca o osso, literalmente, sem apoio ósseo, é a bendita. Muito cuidado, tá bom? Muito cuidado, porque não tem nada de se apoiar. Uma boa exposição, tem que ter um auxiliar bem treinado para expor aquela região, evitando assim erro na locação do bisturi. Incisões sobre a mucosa. Para já falei para vocês, uma vez a disposto. Se a gente for fazer ostectomia ou osteotomia, qual que é a diferença, pessoal? Justectomia para osteotomia. Visando acessar e pouca diferença para mim, por favor. Não. Osteotomia vai remover osso. Na ostecto, você só faz o corte. Fala, querida. E você sabe um aneloblastoma? Muitas vezes eu tenho que fazer uma boatectomia, remover. Se eu for fazer uma cirurgia, eu vou fazer umas tipo, só executar o corte na mandíbula, na maxila. No momento, a gente não tem emoção. Antes, só faço o corte. Tobias, toda vez que eu for fazer esse tipo de corte ósseo com irrigação abundante, eu sugiro para vocês utilizarem soro gelado, porque já faz uma hemostasia no paciente. De boca, seja bem fácil. Sempre soro gelado, tá bom? Quando vocês forem executarem os retalhos de vocês, tem que estar estruturado para evitar necrose, né? Existe todo uma técnica. A gente vai executar isso em língua de boi para saber quais são os argúrio comprimento para evitar qualquer tipo de perda de ligação, sem nenhum comprometendo assim um retalho feito. Pessoal, ou para síntese. Definição: conjuntivite. Qual é o princípio de tratamento de fratura de face, pessoal? E osso? Todo mundo sabe, não? Eu tenho um paciente de uma fratura de mandíbula. Qual é o princípio de tratamento da fratura de e o próximo? Colocar uma placa para poder unir a placa. Mesmo eu esqueci. Redução e fixação. É isso? É isso aí. Esse é o princípio por qualquer tipo de tratamento de fratura, tá bom? Principalmente da face, redução e fixação. Aí vocês vão escolher qual a melhor ciência. Condições essenciais, só que sem exceder, né? Como que a gente realiza a democracia? Geralmente com bisturi elétrico. Só que você tem que tomar cuidado que destruir elétrica, uma ferramenta que ela ajuda muito no transoperatório. Então, se você usa ele de uma maneira de escrever nada, você causa uma lesão de queimadura dos tecidos. Então, tem que tomar muito cuidado. Vocês têm que entender como é que funciona a vistoria elétrica. Eu vejo muita gente utilizando no ambulatório sem conhecimento.

[Música]

[Música]

Vários tipos de ciência que a gente pode executar. Os fios adequados para poder fazer essa união das bordas na parte óssea. Vocês vão utilizar as placas e parafusos. Pacificação total, parcial, imediato. As suturas elas podem ser feitas madeiras. Isso vai de cada cirurgião. Eu particularmente utilizo o ponto simples e uso ponto intradérmico. A maioria fazer com bastante propriedades.

[Música]

Vamos lá. Vamos mostrar um caso que eu operei antes de ontem. Essa senhora.

[Música]

E ele foi solicitar um exame.

[Música]

Total superior e parcial inferior. Ou seja, ela só tinha o dente do siso do lado esquerdo. Então, já dá para imaginar o que aconteceu na pessoa. Catástrofe, catástrofe. Ele extraiu o siso dela, mas ela também é uma fratura de mandíbula. Que que a gente tá vendo aí, pessoal? Que tipo de intubação é se chama? Vamos lá. Agora vou precisar que seja interagem. Chega na parte teórica e vamos começar na prática. Anestesia geral. Que tipo de intubação? Intubação ou outra? Se eu preciso se restabelecer bloqueio maxilomandibular por um dia, então esse tubo do paciente nariz. Que tipo de intubação seria? Nasofaríngeo.

[Música]

De segurança. Que ela teve uma colisão frontal com um outro automóvel. Ela teve múltiplas. Como é que eu vou passar pela boca, pelo nariz, se as vias estiverem comprometidos? Aí tem que fazer pela traqueostomia, né? Se tiver acesso pelo nariz ou pela boca.

[Música]

Perfeito. Mas eu não quero fazer traqueostomia porque é um procedimento muito agressivo, pode causar vários tipos de lesões. Com a outra acesso, eu faço. A gente falou, não dá para entubar pelo nariz, não dá pela boca. Eu não quero fazer track. Por onde que eu passo esse tubo? Mas eu não sei. Alguém tem um amor? Muito bem, pessoal. Executa um acesso submentoniano, tá bom? Paciente inicia a intubação exatamente como vocês estão vendo, tá legal? Doutor, Walter, tá abafada de novo a sua voz. Os alunos estão me mandando mensagem. Se puder, só afastar novamente, por favor, no microfone. Obrigada. Passo esse tubo pela boca abaixo.

[Música]

Uma comunicação na frente da língua.

[Música]

Conseguiu entender ou não? Sim, professor. De paciente, não pode ficar com olho aberto. Ele pode ter uma lesão na Cohab. Então, sempre os olhos do paciente. Perfeito. De uma outra visão, vai abrindo o diâmetro, começa na região que vai ser, vai ter acesso. A gente vai ampliando até cobrir toda a face. Ele face esquerda para fazer a marcação. Nunca fazer acesso, principalmente vocês que estão começando, sem fazer uma aplicação com a caneta. Vocês podem. A localização do acesso é muito normal isso acontecer para quem não tem experiência. Perfeito. Consegue enviar a marcação aí, pessoal? Essa vai ser a região onde a gente vai ter o acesso do paciente. Eu costumo desenhar. Vamos lá. Constatação são cirurgiões. Sessão futuras religiosas. Ninguém sabe. Então, facial tem tronco de 5 em 5. Qual é a artéria que sobe? Então, a gente vai fazer essa abordagem. Essa parte espiritual vamos fazer. Porque que eu estou abaixo da borda praticamente 10 mm? Justamente porque eu tenho conhecimento.

[Música]

Depois que eu fiz a minha marcação aqui, pessoal, eu vou lá e risco com as costas do bisturi. Perfeito. Foge com as costas, pessoal. Depois que eu fiz a marcação, tá bom? Só risquei. Perfeito.

[Música]

Antes de comer qualquer artéria e digital o Alice por dentro, num vaso importante, tá bom? Faço toda essa infiltração. Realmente, alguém tem alguma dúvida aí? Não. Feita a incisão, onde eu angulei com 45 graus e depois a primeira camada tecido. Tendo a pele, vem o tecido adiposo, tá bom? Essa é uma área onde a gente tem uma grande vascularização. Eu venho com essa ponta que vocês estão vendo azul e amarela. Esse é um misto elétrico e vem o cauterizado, porque a minha cirurgia tem que ser uma cirurgia limpa, sem sangue. Isso faz parte para ter um resultado pós-operatório, sim ou não? É isso que sai do canal de vocês. Depois que eu exitei esse acesso, tá bom? Eu vou para o próximo passo. Abaixo desse tecido gorduroso, qual a primeira camada muscular que eu tenho na região cervical? Ninguém sabe? Mesmo? Acho que sim, professor.

[Música]

Para poder expor. Vocês estão vendo a faixa de platina. A gente sai desse plano aqui, poderoso. Como romper o platismo? Mas isso não é feito de qualquer jeito, tem técnica para ver para fazer isso. Eu vou lá, de certas bordas da ferida para poder encaixar os meus afastadores. E aí tá o batismo bem exposto. Eu vou ter que descer para o próximo tema. Então, vocês estão entendendo que a cirurgia, ela é feita com tranquilidade, com disjunção, a gente expõe bem as cordas, a gente deixa essas bordas bem flexíveis para poder encaixar os meus afastadores. Quando vejo que esse plano está totalmente exposto, eu passo por trás. Só que eu não vou construir. Então, aí no meio, uma tesoura Roma, põe no meio, começa a arregaçar, vamos dizer assim, e nem vou com bisturi. Eu posso ter alguma entidade. Então, eu faço técnica da tubelização. Vim uma Kelly entre uma extremidade da abordagem. Deu para ver, pessoal? Depois que eu executo isso e vejo que não tem nenhuma entidade anatômica, nenhuma matéria dessa região, nenhum vaso importante, eu tô na região do ângulo da mandíbula. Todo mundo se deve saber que é uma certa. Tá aí uma certa extremamente.

[Música]

Tranquilidade, tá bom? A área desejada que essa fratura de mandíbula por conta da distração dentária, tá legal? Sim ou não? Sim. Sim.

[Música]

Depois que eu fiz isso, eu venho fazer, vou fazer a fixação de tecido. Como a nossa sala.

[Música]

Começa a farinha simples nessa região. Eu utilizo muito líquido 400, uma agulha pequena, tá bom? Ele reconsido toda parte do masseter. Feito a parte de uma certa totalmente fechada.

[Música]

As terminadas na região subcutânea, tá bom? Depois que eu fiz essa Líder, eu faço.

[Música]

Para finalizar, pessoal, a gente faz um curativo. Agora vou abrir para perguntas. Quais são as dúvidas que vocês têm? Vamos lá. Professor, só só voltando um pouquinho, aproveitando que vai abrir agora na solicitação, quando nós fazemos a solicitação para o hospital de todos os materiais e itens, isso constitui tudo aquilo que nós possamos utilizar até a quantidade, tipo do fio e a quantidade de material? É isso? Exatamente. Exatamente isso. Vai estar na sala cirúrgica para você entender. O pedido da extremamente importante. Você tem que ser muito bem montado. Vocês vão aprender a fazer isso. Eu vou ensinar vocês. Tão perfeito. E professor, aproveitando essa questão do curativo, oclusivo, finalizou a sutura, coloca alguma coisa? Algum nada? Nada impede do paciente com soro fisiológico, você pode usar um agente quântico, tá bom? Você vai colocar o teu curativo. Perfeito. Obrigada. Professor, eu para entender que a mesa tem que ter essa sequência, perfeito, se organizado isso. Qual a outra dúvida que vocês têm? Gabriele? Em bolsas? Você tem alguma dúvida? Vicente? De Paulo? Tem alguma dúvida? Então, pessoal, sem dúvidas. Vamos abrir as câmeras aí, todo mundo. Que eu quero ver quem está. Deixa eu ver a carinha de vocês que eu não conheço vocês. Tô vendo aqui no chat, vocês estão perguntando qual que é o livro. Vocês vão. Eu vou passar isso para você depois. Eu tenho PDF. Eu vou mandar no grupo de vocês, tá? Que aí se vocês ou vocês compraram. Qual outra dúvida que vocês têm? Um outro livro chamado "Tratamento das Fraturas Faciais" de Imigranas. Um livro muito bom também. Vou botar aí para vocês. Pouca gente abriu câmera. Não tô conseguindo ver todo mundo, não, pessoal. Carla, não vejo os outros. Eu não estou vendo, mas enfim. Quando é que vocês vão estar no centro cirúrgico comigo? Vocês têm que lembrar que a especialização de vocês não é só uma especialização teórica. E pessoal, pelo amor de Deus, para poder aprender a operar, tá? Importante isso. Tem que se organizar as passagens aéreas, ficar aqui pelo menos três dias com a gente, poder acompanhar os procedimentos cirúrgicos. Tá todo mundo tá consciência? Estão se organizando lá? Essa semana aqui no Estado de São Paulo, abre o microfone. Só de Assis.

[Música]

Quem é de fora tem que se organizar. Vamos levar em consideração que eu sou dos alunos da turma um e tem muita gente do norte do Brasil, do nordeste, do Rio de Janeiro, de Minas Gerais. O pessoal tá presente aí, pessoal? Vocês têm que fazer a mesma coisa.

[Música]

Que não vai funcionar. Então, a missão de hoje.

[Música]

E aí, eu vou estar à disposição para tirar dúvidas de vocês. Estão me vendo aí? Não. Nós já conhecemos já a professora. Mas, pessoal, espero ver os em breve no centro cirúrgico comigo, tá bom? Vamos lembrar que vocês têm um hospital geral de Pirajussara. Exposição de vocês, um hospital referência de trauma em São Paulo. Vocês vão ver todos os tipos de trauma. Essa segunda-feira aí, a gente estava com dois traumas importantes. Semana que vem tem mais dois. Na outra tem mais dois. Então, amanhã eu tô indo operar em São José dos Campos. A gente vai ter procedimentos aí com artrossíntese, artroscopia. Semana que, na outra semana, tem cirurgia ortognática. Semana retrasada, tem cirurgia de reconstrução com prótese da TM, junto com auxílio jiminástica. Então, quem quer fazer cirurgia grande mesmo, é só não sou só eu. Isso, a gente tem um time importante aí que a Sandra, a gente tem o Felipe Pinese, tá pegando no hospital legal aí para vocês. A notícia vai chegar em breve, provavelmente um outro hospital público que vai só agregar para vocês. Nós temos o Luciano, que é um cirurgião conceituado aqui em São Paulo, onde tem uma rotina cirúrgica de sermos hospitais privados aqui junto com Felipe. Grande monte de procedimentos precoce.

[Música]

Qualquer dúvida, vocês podem mandar um zap para mim, tá bom? Desculpa o problema do áudio aqui. As aulas sempre vão ser pautadas muito, muito na parte prática.

[Música]

Muito prática. Qualquer dúvida, estou à disposição de vocês. Nati, tudo bem aí? Tudo certo? Antes do almoço, eu ponho para vocês o livro que vocês começarem a estudar. A gente vai discutindo aí. Eu vou ver se eu acho esse PDF para vocês. Mais baixo. Legal comprar, porque um belo livro para se ter para estudar, tá bom? Tem livro que vale a pena, tem livro que não vale a pena. Esse vale a pena, tá? Vejo vocês em breve, pessoal. Quer perguntar alguma coisa? Eu lembro da aula passada sobre reduções para todas as lives, né? Vocês perguntaram, acho que foi até 10 anos. Não sei quem falou sobre isso. Então, a gente vai adiante falar, mas pode perguntar. Eu vou tentar ajudar de uma forma mais teórica para frente, mostrando essa parte prática aí, falando agora de uma revisão da astrologia, tá, pessoal? Assim, por que que eu vou revisar tudo aquilo que nós falamos? Aí, meu Deus, né, pessoal? Aproveitou desencarnou. Então, assim, vou realizar, tá? Mas é importante porque tudo aquilo que eu já frisei no mês passado, estruturas anatômicas que nós falamos e repetimos várias vezes na parte do mês passado, a parte óssea, ela vai vir para músculo, ela vai vir para as artérias, ela vai vir para via, vai entrar nervos. Ou seja, você não usar isto para o resto anatômico da sua vida profissional cirúrgico, tudo bem, tá? Então, por isso que eu quero revisar um pouquinho, entendeu? Para dar aquela relaxada bonitinho. E aí a gente vai trabalhando, falando aí a parte da parte muscular. Beleza? Tudo bem, tá? Então, primeiramente, ó, mostrando para vocês aí o lugar que eu adoro de pensar e amo, né? Então, távamos por aí, né? Voltando a madrugada e agora vamos aí fazer a nossa revisão da estrutura óssea. Depois de quando você descanso, vamos aí pegar pesado na anatomia, certo? Tá bom? Então, vamos lá, de novamente, falando da parte neurocrânio, que nós estávamos conversando, né? A parte parental, parte nasal. Ou seja, você já sabe muito bem definir essas estruturas ósseas, ver aonde nós estamos lidando. Tá? Então, não vou ficar repetindo muito isso, mas tudo para vocês entenderem do acabou-se, aonde nós estamos.

[Música]

Inferior, o etmoide na parte de anacrânio, a parte nasal, tá? Zigomático, complexos, parietal e a parte temporal. Tudo que nós vamos brincar. O que que vocês entendem aqui nessa região onde nós estamos lidando? Óbvio, muito simples, né? Não vou ficar perguntando, mas quem quiser dar um grito, fique à vontade. Nós estamos lidando na parte frontal, tá? A parte pronta, ou seja, a escama pronto, a glabela, uma estrutura anatômica importantíssima quando de uma de uma fratura de junção facial, né? Ou de uma anestesia com vaso construtor, tal qual você vai fazer uma redução da fratura nasal. Não sei se alguém já acompanhou, né, no hospital.

[Música]

Uma fratura de nariz, tá? Ou de nós outros locais anatômicos de referência para utilizar vaso construtor, diminuir sangramento. O alto, eu vou falar depois lá na frente. Então, são estruturas que eu vou discutir. Quem tiver comigo em cirurgia, falar: "Meu, que ponto é esse que eu tô anestesiando? Que ponto a estudar anatômica?" Então, isso fecha muito importante, tá? A gente frisar muito bem, né? Aí nós temos a incisura supravitária, afoga porque ar, né? Onde vai toda as glândulas, tudo direitinho, tá? O arco superciliar e o arcoar, né? E tá localizado ali sucessivos e os seus por anos, respectivamente, que vão surgir ali. Tudo que nós temos que falar, né? A glândula que está localizada na parede lateral da nossa perto de órbita, sendo que o osso lacrimal pela parte imediata, então visto no grupo por todo esse poste que é comunicado com o nariz junto com a glândula para fazer essa esse lacriminante é tudo direitinho, tudo bem? Então, o apronte mostrado para vocês porque nós temos estruturas importantes, além da musculatura da expressão facial, nós temos um músculo frontal também. Então, tudo isso vai ver e vai repetir a partir daqui, em cima do que das definições da osteorologia, tá? Da neurotrano, ele dá paz, tá bom? Do nosso crâniozinho que nós vamos estudando aí ao longo desses módulos anatômicos, tá bom? Tá, então, beleza, aqui mostrando mais uma vez um corte para sagital, né? A localização de uma máquina é o vôo mesmo, lá localizado superiormente, maxilar, o etmoide com a sua lâmina perigosa, aqui a sua crista evidenciada na parte mecânica anterior, tá? A parte de seio espinol, um esfenóide, que a gente tinha lâmina lateral e a lâmina medial dos fenóides, são estruturas importantíssimas por uma cirurgia ortognática, tá bom? Tá, então, isso tudo é importante a gente ter essa noção das estruturas em que nós estamos lidando. Tá? Outro hospital parental, a parte temporal, né? Que é uma história aqui localizado, cortado ao meio e no corte tomográfico, mostrando a parte óssea aqui em branco, rádio, opa, e a lucidez, a rádio lucidez, mostrando as cavidades, né? Cavidade, a gente mordeu, a qualidade nas alças, tá? Cavidade frontal, tá? Então, muito importante a gente ter essa noção no corte. A gente ainda não conseguiu ver, né, a parte palatal, tudo direitinho, tá? Mas, mas aproximando, a gente consegue começar a ver depois a parte de mandar para uma piscina. Olá, o caso que eu mostrei para vocês, né? No caso de fratura dos nossos frontais, passei uma decisão de coronal, né? Entrando com ela, base apoiado em osso, descolando a parte do couro cabeludo, tem como referência o que? Um dos músculos mais uns mais importantes para nós, que é músculo temporal, tá? Meio moral descendo bonitinho, ali bonitinho, para que a gente fique bem e não corremos riscos de pegar artérias, veias, tudo bem, tá? Descolando muito bem essa estrutura para vocês, mostrando aqui a frente, uma fratura de frente, literalmente com a fronte afundada, ou seja, por comprometimento estético, né? Então, isso é muito complicado. Então, a gente neste caso resolveu abordar. Tem muitos casos aí que a gente não aborda, né? Tudo vai muito depender dos pacientes, mas esse por função estética, não houve comprometimento neurológico, ou seja, foi uma parte, uma fratura de parede anterior, parede anterior, sim, não envolvendo parede de posterior do seio frontal, tá? Então, amigo, não entendi, a gente pede uma avaliação de especialidade, né? E consequentemente, não havendo envolvimento da minha realidade, libera e a gente faz o procedimento cirúrgico que é da nossa alçada aqui, OK, tá bom? Beleza, então mostrando aí a frontal. Vão passar agora a falar um pouco da mandíbula, parte nossa, certo? Mandibular, aqui onde vai entrar nervos, artérias, complexos importantes. Você tá retomandibular profundamente o músculo também de nossa importância, tá? As espinhas genianas, para genianas, onde nós também temos inserção de músculo que nós vamos falar lá na frente, tá? Ali eu brinco também, então tudo isso são estruturas que a gente tem que entender que são depósito, essa coisa que são óssea, provavelmente de uma exceção de uma origem de um músculo que ocasionou todas esse aumento desse volume aí pela atuação muscular, tá? Aqui mostrando processos, a parte interna, base interna da mandíbula, né? Com seu suco milhão e deu, né? Aqui não é ele, sim, mas sim a linha aonde delimita o músculo no herdeu junto com trigono retromolar, tá? A roseta onde vem essa parte de inserção profunda do mundo temporal, tá bom? Aposta sobre mandibular, olha essa depressãozinha maior que a onde nós vamos alojar a glândula submandibular. Olha aqui a rugosidade, a intensidade que eu já falei aula passada, mostrando aqui, né? Nessa mesma imagem, o grande trabalho de inserção muscular aqui, que é o pterigoideo, tá? Em preendedor medial está localizada aqui, que tem uma grande inserção aqui, OK? A língua no formunhandibular, onde entre peixes, vaso e rosas importantes aqui, tudo bem, pessoal? Tudo bem por aqui? O código da mandíbula, incisura mandibular, então isso tudo você já sabe, a gente já bateu papo sobre isso. O corpo da mandíbula, olha aqui, ó, vulgos, aonde dali demonstra, denota um músculo, um dos mais importantes, um dos mais fortes que nós temos na mastigação, e ao músculo masseto, tá? Nós vamos falar adiante, tudo isso daí, tá? OK, o músculo macete, né? Aquele músculo que tem duas faces, a face é superficial e a face profunda, por isso originam ali no ato, embaixo do arco de tomate, tá? Então, é um músculo importantíssimo, é um dos músculos mais fortes e dificilmente, às vezes, você sabia o que eles eram classificados por dois peixes muscular por causa da sua força. Normalmente, às vezes, você acha que o temporal com as suas três linhas de peixes oblíquos, retos e posterior, nós temos uma temporal. Acho que é um músculo mais forte. Às vezes, isso sim, uma sépia. É destes, um dos mais fortes músculos que nós temos hoje na cavidade oral, tá bom? Na face, beleza, pessoal? Tá bom, tudo bem aí? Os furamos processo ao meu lar, por ano, que vai entrar nervos, vasos, protuberância mental, onde nós aqui, junto com os músculos da expressão parcial, então já vou tudo, já adiantando um pouquinho para vocês, tá? Porque nós vamos conversar lá na frente, tá? Aonde vai urinar, então vocês vão na cabeça já botar isso, entender tudo, nós vamos trabalhar aí, que é músculo muito alto, né? Depressor desse ângulo, bonitinho, desse parte anterior da mandíbula aqui, tá? OK, tá bom? Tá, então, qualquer coisa, dúvidas, nós temos à disposição aí, tá? Mais uma vez mostrando tudo para vocês aqui, uma cirurgia que nós fizemos, mostrando aqui um matema aberta. Eu já mostrei isso em aula para vocês, mas mais uma vez revisando bonitinho, tudo porque nós já tivemos da aula passada, tá bom? Tá, disco articular, a gente não consegue visualizar mais os ligamentos superiores inferiores da articulação passar o tempo mandibular, né? A lâmina reto de cálculo, examinar aqui atrás, certo? Um pouquinho afastado, né? Então, a gente e a musculatura, provavelmente nós estamos lidando aqui um certo do músculo temporal aqui, neste músculo afastado do nosso cirurgião ou nós auxiliar aqui, tudo bem, tá? Delimitando bem o arco diplomático, soltando bem, fazendo aquelas profecia, né? Tudo bonitinho para trabalhar muito bem depois da nossa qualidade e mostrando aqui, se consegue até visualizar e ter os peixes vindo aqui, ó, olha que coisa linda, tá? Então, a imagem tá um pouquinho queimada, mas é um pouquinho antigo que nós fizemos, mas eu gosto muito dela, que mostram um pouquinho desse músculo, dessa sua da inserção Efésios e tudo que tem aqui, sim, um texto dessa exceção em cima do disco articular, como nós vemos no desenho aqui aumentado, tá? E aqui ao vivo, bonitinho, na cirurgia, tá bom? Beleza, pessoal, então mostrando aqui agora a parte de ângulo de mandíbula, corpo mandibular. Olha a fratura, uma coisa muito difícil, inclusive de acontecer, né? Então, provavelmente nesse caso, né? Foi uma foi um acidente de grande impacto, provavelmente não só fraturou assim, mas como também elevado alguma lesão de condenar, tá? Ou seja, lá que eu conversei para vocês, mostrando nas trajetórias que nós temos que leva ali até o término do condeno, as riscos de fraturas comilares, ou seja, trajetória que nós temos aqui, levando as fraturas intracapitular ou essa capsular, dependendo da intensidade do trauma, tá? Tudo isso é lindo, maravilhoso, sim, é porque porque se a gente não tivesse esse impacto, absorção desta nesse trauma aqui, o que que aonde a gente livraria uma fratura base grande, tá, pessoal? Então, assim, tá? Então, isso é muito importante você estarem entendi perto quando vocês pegarem uma fratura desse tipo de suporte, vão já entender a fisiologia física do trauma em cima desse paciente, que uma fratura condilar e uma fatura simples área para se rezar, tá bom? Beleza, aí mostrando mais uma vez uma fatura de parassins, lado direito, tá vendo aqui? Lado direito, olha aqui, ó, que novela. A imagem mostrando já vou me anteceder, a gente vai mais ou menos mostrar imagens de Atlas anatômicos, mas já nas fotos das nossas cirurgias. Olha aqui, ó, olha que músculo é esse aqui? Músculo mental, o músculo dele, parte dele, depressor desse lado inferior aqui, a região anterior da boca, né? Mostrando ele, vai pensando fácil. Olha aquele cercado bonitinho, mas não era nosso. Tudo vai colocar uma placa, parafuso aqui, mas aqui nós já conseguimos vivenciar esse músculo muito alto, que é uma palavra na frente, tá bom? Beleza, e aqui outra fatura de ângulo, mostrado depois de uma redução, tá? Mandíbula em aberto, exposta. Fala mais uma vez, mostrado ângulo de mandíbula aqui. Foi feito uma recepção de um tumor benigno de mandíbula, perdido todo o corpo igual e parte dele, a hisectomia parcial da parte vestibular do osso mandibular, tá bom? Então, assim, mostrando ele muito bem aqui, delicado, colocando placas. Sistema público de saúde, a gente não tem outros meios de trabalhar, a não ser placa reconstrutiva para dar estabilidade a essa fratura e o minimizar o risco de uma fratura de mandíbula aqui, tá? Porque ele perdeu muita estrutura óssea, OK? Então, uma pergunta. Posso aproveitar já que você tá ilustrando com esse caso? Nessa situação, você fez essa tumor, certo? Você na situação, esse tumor, ele envolveu Avelar? E aí ele tá no meio desse tumor? Meu amigo, dá uma luz para gente aí, né? Vai te.

Cercando com muito cuidado, isso ia falar isso agora. Primeiramente, quando você vê, eu vou te mostrar. Eu tenho uma aula mostrando esse essa recepção do meu celular inferior, tá? O tumor que invadiu a mandíbula, todo o corpo, todo o ângulo. E o que que fez? Deslocou, tá? Vocês têm que entender isso. Uma boa pergunta do Laercio. O tumor, ele vai deslocar esse alveolar para base. Mas, professor, ele tá no meio da lesão? Ele tá lá, sim, ele tá lá. Então, você tem que já, a primeira coisa é orientar o seu paciente, podendo correr o risco de lesionar definitivo este alveolar inferior, OK? Tá? Ou quando você for entrar na cirurgia, você vai dissecar esse nervo e esse tumor com muita delicadeza até a hora que você chegar no nervo, afastar ele direitinho com seu auxiliar. E aí, continuar a cirurgia.

Mas qual que é o problema de você fazer isso? Oi, qual seria o risco de você ser muito delicado no tumor desse e não ressecar esse alveolar inferior? Você colocar células satélites ali, ainda ali. E o alto grau de recidiva que esse tumor nos dá dentro da cavidade oral. Então, a única coisa que isso nos interfere, tá, que a gente não pode ser agressivo é isso. É se não for de uma forma muito agressiva, você tem alto grau de recidiva. E tem trabalhos mostrando desde 2017 que esse tumor, se ele tiver várias vezes, de benigno, pode se tornar maligno.

A sua experiência na hora que você vai fazer essa dissecção ali, é comum esse tumor ele vai estar de certa maneira aderido ali, né? Essa é a minha preocupação. É você deixar um exame. Tá, a gente consegue descolar bem isso. Ele fica aderido muito mais essa parte que é óssea. Ele fica no osso. Tanto é que se você for ver aqui, ó, por dentro da imagem não tá muito dito, mas acho que no seu computador, por telefone, dá para você ver a cavidade oral tá comunicada aqui, ó. Então, dá para ver que a parte óssea é igual. Ele comeu tudo. A parte vestibular foi menos agressiva, sobrou uma base boa. Mas o que acontece? Inferior, ele deve estar lá dentro. Esse caso, eu sequei bem, não rompi. Porque eu já rompi um caso, tive um risco de romper. Mas porque o tumor tinha bastante ainda embaixo do nervo alveolar. E aí eu tive que romper e tentar reconstruir. Ele voltou, vamos dizer assim, um terço da sua função. Depois, o resto, ele perdeu a sua função. Mas hoje, ele já passou de cinco anos pós-operatório e não teve mais recidiva. Ele tocou sua vida normalmente. Você entendeu? Obrigado.

Mas isso é muito importante, tá? Perguntar e explanar. Vai ter risco? Com certeza vai. Então, você tem que passar isso para o seu paciente. Aí, na hora da cirurgia, você vai observando que às vezes não tudo que você vê na imagem é igual que você vê ao vivo. Como vocês estão vendo aqui na minha foto, tá? Olha aqui que legal. Antes de você falar, olha o nervo que tá passando aqui, ó. Alguém sabe me dizer que nervo é esse aqui? Ó, eu deixei amostra na imagem que eu vou falar um pouquinho dele lá para o final da aula, falando da musculatura. Não tô aqui na dúvida. Pode falar. Fala.

[Música]

Não vou dar outra dica. É o nervo 80% dele motor. É um ramo do facial. Esse é o meu parcial. É um marginal mandibular, beleza? Porque aqui posteriormente, nós temos a carga que está sendo afastada. Se tiver alguns astros aqui, mas está sendo afastada. Que ele dividiu. Pode dar uma diária aqui depois dessa cervical. Digamos que é o sétimo par craniano, beleza.

[Música]

Tudo bem? Então, esclarecido isso, mostrar dessa parte do tumor, região mandibular, bem dissecada por vocês. Olha aqui, ó. Olha outra imagem aqui, Laércio. Um outro tumor. Este tumor. Ah, não sabia que eu tinha essa foto. Laércio, esse tumor é uma idosa de 75 anos. Eu fiz produto, Professora Doutora Sandra, juntos. É um tumor agressivo. Ela estava muito grande, muito evoluído. Desse tamanho. Até acharam que era abscesso. Tá? Depois, virou o que era. Era um cisto tumor. E ela foi para o Pirajussara e foi fazer procedimento. Então, dela, nós fomos mais agressivos. Sobrou nada de parte vestibular, muito menos. Igual aqui. E o alveolar dela, como ficou pouco basal, também pode secado. Mas quando nós sequei, o que aconteceu? O meu lar se rompeu. Ele já estava frágil, já estava, vamos dizer assim, delicada.

[Música]

Nessa parte mandibular da idosa. Então, esse não deu para preservar. Eu tentei dar uma estruturada ali, fazer uma microcirurgia. Mas a gente não podia perder muito tempo, porque a gente precisava ressecar, remover, fazer esse exame desse tumor. Então, esse é o caso que eu te falei lá no passado. E parcialmente, essa senhora perdeu um pouco da sua função ao meu lado inferior. Mas eu pergunto por vocês, alunos, e Laércio, ela está tocando por causa disso? Não. Ela está felicíssima, porque ela não teve mais aumento de volume. Hoje, ela consegue mastigar novamente. Não tem dor, não tem inchaço dentro da boca. Ou seja, hoje essa senhora está 79, até 78 anos de idade, certa. E está seguindo uma vida normal, tá? Graças a Deus, até o momento, sem recidiva. Você entendeu, pessoal? Então, isso é importante. Entrar na sua cirurgia como futuro especialista, planejado. Não em prática de qualquer jeito, que pode correr risco. E o seu paciente, tentar ciente do que pode vir acontecer, tá? Professor Walter deve ter falado um pouquinho de técnicas aí pela manhã. Então, isso é muito importante, beleza? Alguma dúvida relacionada a isso? Então, tá bom.

Aqui, que que eu quis mostrar para vocês, ó? Que que vocês acham que essa estrutura anatômica tá aqui, passando por dentro, próximo da glândula submandibular, subindo um pouquinho mais anterior ao ângulo da mandíbula, indo para a região de face direita da paciente? O que vocês acham que essa estrutura anatômica aqui? Agora, a gente vai começar a jogar para vocês, tá? Para vocês terem uma noção do que do seu paciente na prática. Eu tô mostrando para vocês. E ali, quando eu vou falar novamente, olha, essa estrutura é tal, mesmo tal artéria, talvez é aquilo que vocês viram na imagem. Vocês vão ver a imagem depois de novo, tá? Ok. Então, o que que vocês acham que vocês estão lidando aqui com essa foto que tem recente, não tem muito tempo, mas eu amo isso daqui que eu disse, quem para mostrar na foto para vocês? Isso aqui é ventoniano. A Fernanda, boa fé. Fernanda colocou artéria facial. Pode falar isso aí. Lívia, artéria facial. Tá aqui. A gente, como a gente está lidando um pouquinho mais superficial, tá? Não tão profundo. A esse eu fui buscar isso aqui, ó. É artéria. Esta aqui, ó, conjugada mais especial, é a veia, OK? Tá? Então, nós estamos lidando com complexo venoso arterial facial, galera. Tá? Então, olha bem essa imagem, porque vocês procuram praticar uma cirurgia de acesso de uma fratura de corpo de mandíbula, do tumor ameloblástico, um cisto, né? Terá conscístico. Vocês podem, quando do planejamento da abertura, explorar um cara com o facial. E agora, estudando bem anatomia com o professor Thiago, com a turma que dá erro, tá? Mostra para vocês bonitinho, mais ou menos a localização deste artéria, dessa veia, onde que está localizado ali, para vocês estarem bem aptos a estudar, beleza? Tá bom.

Terminado. Nós falamos um pouquinho dela, né? Então, tá aqui a maxila, para maxila, ligação zigomática, dentário, tá? A sentença ali, o osso lacrimal, tá certo? Então, tá tudo aqui, ó. Espinha. Nas aulas anteriores, os processos da maxila, OK? Aí você tem o processo frontal, os processos e as cristas lacrimais, tá? Então, essa daí, uma outra visão da maxila na parte lateral, os forames onde nós pegamos muito artérias e bem bonitinhas, uma anestesiar para exodontia de terceiros molares. Nós vamos falar adiante dele, bastante dele, tá? Isso é muito importante quando vocês forem para o módulo ambulatorial conosco para tirar um dente do ensino superior, né? Esse forame alveolar superior aqui posterior, nós vamos falar bastante. Gente, precisava bastante essa estrutura anatômica para você deixar muito bem anestesiado aí, tá? Deixa eu perguntar para vocês, vocês têm costume? A turma aí, quantos aí fazem hoje a extração? Ou só todos estão focados em harmonizações faciais? Isso aí. Tem mais alguém aqui também que tem que falar? E o Laércio, a Gabi? Então, ele tecnicamente, então, ele dá algumas técnicas anestésicas muito boas, tá? Aí por isso que eu tô falando isso. Isso é importante, né? Nós vamos frisar muito isso daí. Falar, Gabi também, São Roque, Lívia Rossi, beleza? Show de bola. Eu não sou rock, eu estou devagarinho. Vocês me levando isso daí, né? A trabalhar mais a parte de harmonização. Eu sou uma professora. Vocês viram o Professor Walter, traumatologista em si, né? De restante com esse tipo de cirurgia, vocês vê aí nas imagens das nossas, da nossa cirurgia. Já a gente toca lá no hospital, tá? Mas eu vou deletar, né? Muito bem para vocês que vocês devem estar na ponta da língua a parte muscular especial, coisas que alguns alunos do passado não muito focado na harmonização, que está muito recente. Eu não dava muito ênfase. Então, hoje eu montei essa aula bem com ênfase nessa parte muscular aí para vocês de expressão facial, tá OK? Tá? Eu acho importante e vocês também revisar algumas coisas, entendeu? Ou até tirar algumas dúvidas dessa forma que eu faço parte de outra forma. Então, aí também ajudar a nossa aula também, tá bom? Beleza? Então, tá bom.

A parte agora inferior da maxila e do palato, né? Os forames importantíssimos anteriores e posteriores, o maior e menor, tá? E vem nervos, artérias e veias também do mesmo nome, lá por ano e palatino maior, quando ele palatino menor, tá? Então, todos eles vêm também com a mesma nomenclatura da sua estrutura óssea. Forame incisivo vai surgir uma estrutura anatômica também dessa forma aqui, tá? A gente vai falar na frente, tá bom? Então, tudo isso é muito importante, beleza? Entendendo que aqui nós temos lidando com maxila e aqui para parte para, e aqui a parte superior.

[Música]

Beleza. Então, aqui, numa fratura de maxila, as exposição de quem? Do nosso orando por idade fraturado, zona de fragilidade, o arco, né? E artes Sul para procriar, né? Tem uma zona de resistência, levando então uma fratura transversa e a ver a exposição aqui, ó, no mesmo. E você, isso é legal fazer. Falou nada, pessoal. É, não, não é porque, professor, porque qualquer movimento que você faz, até esse afastamento aqui, ó, era operação, ela fez a pele e eu costumava aqui, colocando, eu já dou o que uma parestesia, paralisia, tá? Mesmo não rompendo, que a gente chama de neuropraxia, é uma coisa temporária. Eu não rompi por completo. Adicione tudo, né? A parte mais interna do medo. Então, ali, eu só tô demonstrando em foto para mostrar para os alunos estruturas anatômicas importantes que a gente possa encontrar dentro de uma maxila, quando de uma abertura de uma alepor 1, tá? Entoral aqui, tá OK? Na maxila, beleza. Vamos lá. Aqui mostrando as fixações, né? Faltou a maxila toda, ela solta, ela proporção anterior. Então, vamos fixar para que dê estabilidade e voltar o paciente, voltar a mastigar novamente, tá OK? Incisão e fundo de suco, descolamento muco, bem nostal, tudo bonitinho. Nós vamos discutir isso lá na frente, não é detalhe da nossa aula, mas sim para vocês verem as fotos aí da prática em cima da anatomia. Agora, aqui mostrando o complexo zigomático, um dos outros mais importantes nossos aí que nós temos, tá bom? Estética, proeminência, beleza, sendo ele comunicado em várias partes do corpo, como a parte orbital, né? A parte frontal, a parte maxilar, né? A parte temporal, que aí a gente chama ele de complexos temporal, onde vai pegar todo o arco zigomático que a gente chama, né? E aqui que você vai trabalhar a disseminação de força de cargas mastigatórias, bonitinha, né? Disseminando isso todo ao longo do seu corpo. Ou seja, quando você tem uma fratura num desses três pontos, aconteceu recentemente no Hospital Geral de Pirajussara, você tem que restabelecer a parte anatômica de mastigação do paciente e a minha estética. Isso é importantíssimo para ele, porque ele vai ficar com o rosto da sua face afundado, tá bom? Beleza? Tá? Então, muito importante aí a gente trabalhar essa parte para vocês entenderem, tá? O complexo. Aqui mostrando como já mostrei na aula passada, olha o complexo zigomático fraturado, né? Projetou, provavelmente o impacto bem grande na sua parte paramediana, deslocando bem. Olha aqui, fratura correndo bem posterior e o afronto, que é o osso frontal com complexo zigomático, também com grande deslocamento. Ou seja, uma fratura aqui, sim, de grande impacto, tá? Então, olha que imagem bonita, ó. A fáscia, o músculo subcutâneo, olha o músculo aqui, bonitinho, tá descoladinho, que nós vamos falar na frente. A gente descola aqui também, tá? O periósteo bem aderido. Nós temos aqui difícil de fazer descolamento, tá? Mas tem que fazer, porque o osso tem que ficar liso para fazer as fixações e as reduções, tá bom, pessoal? Então, isso é de suma importância o conhecimento dos planos que vocês vão dar na técnica cirúrgica para vocês vão atuar, tá? Então, ó, mostra aqui, olha aqui a divulgação bonita, plano por plano, para por quê? Porque depois a restabelecimento dessa estética e função com a sutura por planos vai ser feito com grande êxito aqui, tá bom? Uma grande expectativa aqui, e aí temos bons resultados para nós aí posteriormente, tá bom? Beleza? Aqui também, já fazendo a fixação. Perda de estrutura óssea, não quer do socorro ruim, mas perdeu parede anterior, perdeu estrutura. Uma fixação bem complicada, foi até comparação de emergência aqui, né? Mas deu para a gente fixar aqui o pilar, né? Zigomático de quem? Da maxila. Beleza. Fugindo das raízes dentárias. Além de tudo isso, nós temos aí que fugir de estruturas anatômicas importantes, como são as raízes dentárias aqui, tá OK? Tá?

[Música]

Fraturado e faz parte do complexo zigomático. E ele aqui, ó, fixado, dando o contorno novamente para esse arco bonitinho, tá OK? Tá? Então, aí todo ele descolado, todo ele mostra o temporal de bolsonaro, tá bem afastadinho. Fácil é do músculo temporal aqui, tá vendo? Então, essas estruturas têm que estar muito bem dissecadas por vocês, profissionais cirurgiões, na hora que vocês podem fazer a cirurgia, tá bom? Eu vou fazer o papel auricular, fazer uma cagar estendida, tá? Então, tudo isso vem do planejamento de vocês quando no tratamento, tá OK? Aí vou falar um pouco da ordem, uma órbita, que é um versículos complexos, complexos de estímulos, onde praticamente nós temos toda ela estruturas anatômicas aqui. Então, como é que a gente falou, ou etmoide, né? A parte orbital do frontal, tá? O esfenóide, o zigomático, maxila, osso lacrimal, tá? Aqui só não tá associado ao osso nasal, praticamente o resto todos eles do vômito, tá? Eles estão aqui próximo ao palatino, até o osso palatino também tem a língua posterior ali, tá bom? Tá? Então, vou tomar uma aguinha para hidratar um pouquinho a garganta para não estar forçando muita voz, porque senão vou chegar no final da aula falando bem baixinho assim. Beleza? Tudo bem? As fissuras, ó, de entradas de nervos, artérias importantes, canal óptico importantíssimo, que é o neurótico passa aqui, tá? Escaneando, quando falar isso na próxima módulo, bonitinho, tudo bem? Tá? Então, mostrando aqui a parte orbitária, que vocês agora, tá com isso tudo bem, o músculo reto superior, né? O músculo reto inferior, o músculo reto lateral, tem os músculos oblíquo, né? Superior, tem oblíquo inferior, né? Então, são músculos importantíssimos. Fraturas de órbita, né? Que a gente vai perceber quando tem uma fratura do seio maxilar, a procura da sua área, se essa fratura, o parceiro, hoje, paciente está fazendo a lateroversão medial, lateroversão lateral, suco paraversão, infraversão, não sei se eles conseguem ver na minha câmera, tá? Então, esses tipos de movimento que você propõe para o seu paciente, quando de uma fratura ou de qualquer outra síndrome que você desconfiado, o paciente, você está observando o quê? Lesões nestes músculos. O reto superior lá, o reto inferior, tá? O reto lateral, colateral, nos obliques, tá? Da sua respectiva movimentação, ficar encartirado, porque se ele tiver encacerado, vocês vão ter que manipular esse paciente. Vamos lá, tem que abrir, desesperar, como se fosse uma fratura orbitária no complexo zigomático, neste mérito agora da aula, tá? Para que você deixe o paciente voltar a evoluir melhor. Aí, outro fator de sinal e sintoma do paciente junto essa lateroversão, ou seja, esse encarceramento muscular, qual que é? É a visão dupla. O paciente vê dois para você. Tá? Você tomou muito no feriadão, você está olhando assim, você fala: "Ouro louco, estou vendo dois ali. Acho que eu bebi demais." Então, quando o paciente de uma fratura dessa, fizeram uma lateroversão medial, para medial, para lateral, e ele relatado produtor, eu quando eu olho para o lado aqui, ó, eu estou vendo duas pessoas. Eu talvez ela está turva. Opa! Esse é o sinal importante também de uma fratura ali localizada, antes de pedir a tomografia. Então, o que nós temos que fazer? Já começar a imaginar, ele tem uma fratura de parede lateral, parede vertical de órbita. Se é cirúrgico ou não, os exames complementares vão nos dizer, OK? Eles vão nos explanar, explanar isso direitinho, ou se na regressão do edema, do inchaço do trauma, tá? Isso regride e ele não tenha mais dipropio, que isso também pode acontecer, tá? Na urgência, beleza? Tudo bem? Aqui mostrando uma fratura orbitária de uma criança, tá? Isso no hospital particular, a gente usou bioma, tá? Então, mostrando o desenho aonde nós estamos ligando, né? O canal lá atrás, a fissura orbital superior, né? A fissura inferior, a superior, forame que está localizado para indiana aqui, certinho aqui, para vocês entenderem a prática anatômica, o que nós nos livros, OK? Tá? Olha a fratura correndo aqui, ó, realmente é minha gordura, por onde uma zona de fragilidade. Provavelmente na fissura vitária superior, atrás ficou muito boa, não queimou essa foto, sem queimar e a imagem perder foco aqui, tá bom? Beleza? Tá? E aqui o nosso osso e do saco da fossa lacrimal, o osso lacrimal também localizado dentro do da parte, tá? Beleza? Aqui mostrando num corte paramediano, para aspacital, conforme você desejarem, tá? Colocados aqui bonitinho, o osso lacrimal, removendo todo completo, parte da obra da parede lateral da órbita, né? Vocês evidenciando aqui o osso lacrimal com as suas cristas, aonde fica alojada e a fossa da parte lacrimal. A gente muda o tom de voz, você percebeu que eu mudei o tom de voz, sem dar risada do outro lado, a mim, pelo amor de Deus, tá bom? Beleza? Então, do outro irmão.

[Música]

Acabou em cima de de nariz. Então, tem isso aqui, né? Na ponta da língua, na ponta dos dedos, entendimento de tecido alar, fibra de pouso, cardioalarinoso, né? Ala maior, a menor, parte cartilaginosa e a estrutura óssea. Vestir um texto lá em cima. Durante, às vezes, muito dentista não tem esse tipo de conhecimento. E agora, vocês futuramente, tornando-se um especialista, tá? Tem que estar com isso muito bem delimitado, inclusive aqui, olhando de frente, superior a estrutura intermaxilar, o que originaria aqui uma espinha nas aulas anteriores, dentro da cartilagem septal, de uma ortognática, por acompanhar conosco, comigo, Professor Ligou, né? A gente tem um bom descolamento disso, solta bem essa estrutura, porque também alguns treinamentos importantes dentro. Então, tá aí, ó. Aquele caso que todo mundo gostou, mas não vou mostrar aqui. Vou continuar mostrando que aquilo que não é de mostrar para mostrar a redução passo a passo, tá? Mas sim, só uma brincadeirinha que eu tive, que eu cheguei de viagem nesse caso, ele não quis operar adequado, mas o ponto em cima, né? Parcial, seja perda desses ligamentos interseptais, sendo ele tem que ser feito tudo bem, tá? Então, aqui mostrando um pouquinho, não mostrando, mas aqui com o material aqui em cima da estrutura do osso.

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Essa lâmina perpendicular do etmoide, né? E esse septo ósseo aqui dentro do etmoide, em cima dele, essa lâmina perpendicular, tá? Que a gente chama aqui, aqui, essa lâmina perpendicular, tá baixo e para sua extensão da crista etmoidal, dentro importantíssimos, tá bom? Assunto para uma próxima aula, que foi esse caso aqui também, já mostrei para vocês. Você te morde a crista, né? A crista concha nasal. E aí, olha que bonitinho o nervo. Nós vamos conversar lá na frente, bonitinho. Este caso da fratura complexa que nós tivemos, tá? Este caso houve uma comunicação dentro da cavidade da canela para o meio externo, tá? Então, também complexo, mas o paciente ou infecções mais importantes.

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De músculos que nós vamos falar lá na frente da aula e pegam nessas estruturas nossas aí, né? Então, aqui, ó, processo pterigoide, lâminas laterais, lâminas, nomenclatura. Isso é uma estrutura muito semelhantes com a lâmina lateral do osso pterigoide, tá bom? A incisura e ali dele, parte dele fica inserida a musculatura do pterigoide. O osso Homer, nós comentamos também sobre ele, a localização do seu vômito fica mais para ínter localizada, etmoide muito pouco anterior, mas você consegue visualizar o anterior também, tá? Beleza.

[Música]

[Música]

E aí já começa a trabalhar assim, a o osso para ti, beleza. E para terminar, e tudo aquilo que nós conversamos nessa revisão rapidinha que nós tivemos de parte óssea, é a nossa fossa ainda temporal. Tá tudo uma essa fossa dentro da anatomia, tanto para vocês, para nós, porque dentro da fossa nós temos a fossa pterigopalatina, ou a fossa intratemporal, ou seja, uma região onde nós temos a tempo aqui em cima, é uma fossa aqui, né? Com a sua fissura, a entrada dessa fossa aqui, querem compartilhar, ou seja, ele vai ligar o processo desse paciente, tá? Podendo ele, quando da introdução de um palito reto aqui, cai até na cavidade nasal, tá? Então, há muitas comunicações e dentro dessas comunicações, há um complexo importantíssimo que invoca e sai por essa região, tá? Então, isso é muito importante você estar atento nesta fossa temporal. Além de passar aí músculos temporal, músculos de lateralmente, os músculos da mastigação mais importante que nós temos, ramos de quem da artéria maxilar, origem sai, ela já emerge desta região da fossa uva temporal e mandando seus ramos nessa região aqui, dando continuidade do corando.

[Música]

Lucas, tá bom? Tá? Então, isso é muito importante que você está aqui, o complexo que teve venoso importantíssimo, e professor Igor amanhã vai falar com vocês, né? É de suma importância o grau de infecção quando se pega o plexo pterigoide venoso aqui, uma infecção dentária superior, tá? Ele vai explicar isso muito bem amanhã, na aula de infecções odontogênicas, infecções da face, né? E ele vai se apresentar para vocês a grande, grande risco do paciente vir a óbito ou de ter sequelas bem importantes. E esse complexo venoso do pterigoide, ele é bem localizado aqui, próximo da fossa temporal. E os nervos que passam aí, né? O nervo mandibular, posterior, mas foram meninas aqui, ó, elas foram meninas, o nervo corda.

[Música]

Também passa bem posterior aqui, a nossa luta temporal, tá OK? Beleza? Tá bom? Bom, então, isso foi preparado na próxima aula passada. Então, depois de toda essa revisão chata, pelo amor de Deus, mas é de suma importância, tá, pessoal? A gente vai começar a falar um pouquinho de músculos faciais, tá bom? Tá? Monstros, primeiramente os músculos da face, os músculos mastigatórios. Mas antes de qualquer coisa, sempre gosto de entender e fazer vocês entenderem essa parte topográfica, tá? Geral de face, cortes.

[Música]

Complexos nós temos dentro da nossa cavidade oral, na paz, tá? Então, é muito importante do entendimento. E adianta só pegar e estudar pelo professor Thiago, falou, não vai revisando durante a semana, vai depois do mês seguinte que também revisando, mandando mensagem para mim, tirando dúvidas. Isso é importantíssimo, porque porque são muitas estruturas anatômicas, tá? Nós temos que tentar sempre muito bem atentos quanto a isso, tá bom? Tá? E esse processo todo, ele se dá pelo que? Pelo qual alimento é preparado para deglutição e digestão. Então, cada um tem a sua função bonitinha. Um deles, a parte muscular, a maioria ou todos, ou sempre eles originam-se na parte do crânio e vão inserir aonde? Na mandíbula. Ou seja, eles vão fazer o quê? A oclusão da Itália. Eles vão se unir dentro da qualidade oral, fazer a mordida de fechamento, abertura e fechamento da mandíbula. Mastigatórios, eles estão inseridos boa parte deles na mandíbula, tá? Beleza? Fátima mastigatória. Tá? E aí, os mesmos todos eles são elevados por quem? Terceiro par, V3. O terceiro par craniano, trigêmeo, tá bom? Porque ele é um nervo que quando emerge dos gangue do geminal, tá? Entra pela parte de três mandibular, ele tem parte dessa sua fibra simpática, parassimpática, sensitiva e um terço dessa, dessa desse inovação, ele é motor. E eles são motoras para quê? Para elevar essa musculatura. Então, cada nervo que você for ver dentro do M3 do V3 do trigêmeo, quando eu tô falando, você vai ver nervo que tá passando no músculo macete, mesmo uma certa nervo temporal superficial, devo temporal profundo, artéria temporal superficial, é temporal. Então, tudo tem relação e estrutura topográfica anatômica em nossa parte óssea, tá? E esses músculos da mastigação na mandíbula para fazer o quê? Elevação, abertura.

[Música]

Igual são coisas que assim, muito pouco vocês ouvem isso. Freio de língua, freio de língua. Olha os dutos do que da glândula sublingual. Olha aqui. Olha o plexo de estruturas anatômicas que nós temos. O assoalho lingual. Ou seja, quando que qualquer planejamento de mexer no soalho bucal, nós temos muito artérias, veias sublinguais, né? Nós temos pregas sublinguais. Então, isso é muito importante. Nós temos nervo e o câmbio que passa no próximo também, tá? Então, é uma prega numa região muito importante de ser trabalhado. Não pode ser muito mais, sim, senão você pode lesionar, tá bom? Beleza? Tá? Então, vocês entenderem aqui a parte muscular de fibras e que não pode fazer com o primeiramente falar de músculo da mastigação geral, é o nosso músculo temporal. Tô mostrando uma peça, né? Essa expressão, esse músculo temporal de suas três exceções de fibra, né? Retilíneas, retas, de oblíquas, fazendo com que eleve a mandíbula, tá? E aqui, retrai a mandíbula. Olha como aqui, ó, a expressão desse músculo como ela tem diferente reposicionamento de fibras, tá? Mais horizontal e a parte posterior aqui, ela é mais oblíqua. Então, por quê? Por fazer a sua função de abertura e retração da mandíbula, tá bom? Ele tem forma de leque, leque. Ele está originado na fossa ímpar, fossa temporal inferior ou superficial. Tem a parte superior e anterior, tá? E a sua exceção no processo coronóide da crista temporal. A professora agora, o sucesso.

[Música]

É bem na parte anterior, aonde ele se escreve, passa sobre esse hábito fácil, sobre o arco e vai descendo até a crista temporal, da onde que a gente viu do reboque da mandíbula, deste músculo ali, perto do trígono retromolar. Ou seja, a altipar uma cirurgia de um terceiro inferior, tá? Então, às vezes, quando você descola um terceiro inferior, vai tirar o siso inferior, se você descolar bem o tecido, você consegue ver um pouquinho de fibra celular de quem? Você está vendo a exceção profunda desse músculo temporal, tudo bem? Tá? A elevação desse desse músculo é feito pelos nervos temporais profundos, que são ramo do que do V3, a do 31 ramos, tá bom? Beleza? Então, vou falar bastante vezes, repetir bastante vezes para vocês entenderem. Estranha é disso, uma importância de tudo isso aqui. Mostrando essa dissecação de 21, né? Desse músculo no acesso calcanhar estendida, bonitinha, estendido, aprenda bonitinho, porque não é uma fratura temporal, mas provavelmente uma fratura de arco zigomático, mas você precisa entender a rescisão para você chegar até o hábito para você ficar lutado.

[Música]

Já mostrei isso para você, que seria essa artéria aqui, ó. Alguém sabe me dizer? É artéria temporal superficial. Vamos esquecer, vamos deixar de esquecer isso aí, mas parabéns. É isso aí, tá beleza? Então, a artéria temporal superficial, olha aqui como você está na pele, subcutâneo, a face do músculo, você já cai em cima da artéria. E a artéria que a gente pode ser independente do tempo de aula, bonitinha, é uma artéria importantíssima, porque é o ramo terminal da artéria maxilar externa. Olha, olha a importância desse mundo. Olha a importância dessa terra. Então, se você não tem noção anatômica e topográfica da onde que ela está, o que vai acontecer? Na hora que você começar a diversão, e vou dizer para vocês, isso Sandra, é muito sangue, tá? Muito sangue. E aí você tem dificuldade depois de ligar isso daí, fechado bonitinho, tá bom? Então, vamos ter essa noção topográfica dos casos de anatomia para vocês entenderem aonde vocês estão lidando, OK? Beleza? A principal, já falei, né? Elevar a mandíbula e retrair com as fibras ou exteriores é aqui, ó, e tá aí com as fibras que ela tem essa.

[Música]

Ela vai retrair a mandíbula na hora da sua abertura, ou seja, na hora de elevar a mandíbula, beleza? Tá bom? Agora, aqui nós temos um dos músculos mais importantes, um dos mais fortes, mas poderosos, é um músculo masseter. Normalmente, acho que vocês antigamente, vocês tinham a noção que parecia que era o músculo temporal dentro da parte anatômica. O músculo masseter, ele é um dos mais fortes que nós temos, por quê? Porque nós estamos lidando com dois feixes de fibra, uma fibra superficial e uma fibra mais profunda, tá? Aonde vai ser inserir e bom dia aqueles calos ósseos devido à força da mastigação. Ou seja, ele também vai auxiliar na abertura e no fechamento, beleza? Tá? Sua origem era margem inferior do osso zigomático e o fecho mais profundo, ele é mais posterior. E aí, ele vai ser aqui, ele vai ter uma exceção de imagens inferior, já que do arco zigomático, tudo bem? Tá? Isso é importante você ter essa noção um pouco mais posterior à sua origem, limitando os seus filhos, tá? Todos eles vão fazer a sua inserção da tuberosidade na CPF, beleza? Tá? Qual que é o mesmo? Dentro do V3, que é o meu mandibular do Engenho, que leva o clima.

[Música]

Tá? Então, assim, tudo vai daqui para frente, se tornando um pouco mais pobre, né? Vai se tornando um pouco mais repetitivo nas palavras, mas isso é bom, porque porque conforme você vai falando, professor vai repetindo, isso você já vai na sua mente a posição desse músculo, uma certa, e ela colocando isso na cabeça.

[Música]

[Música]

Ou seja, temporal superficial, ele já me fica, ele, ele tem o terminal e a maxilar também tem um ramo terminal ali, eles vão significar, beleza? Tá bom? Então, isso é importantíssimo você ter esse tipo de noção, tá? Aqui mostrando no Nether, o desenho do masseter, o desenho de uma certa, é mais profundo, onde tem a sua origem no arco zigomático, né? E os músculos da expressão facial, que já sujeito, beleza? Tudo bem, turma? Alguém está querendo dormir aí, alguma coisa? Está querendo me xingar? Está pedindo um pouquinho? Então, tá bom. Vamos lá. Vamos dando continuidade aí. As músicas da mastigação do temporal, na saúde do Marcelo, e agora o áudio nos últimos dois que nós temos, lateral. Tá aqui, ele tá lá, ó, ó, olha a fossa. Olha a fossa perigosa. Aonde, aonde fica localizada essa fossa pterigóidea? Qual estrutura anatômica que delimita a fossa?

[Música]

Como que chama isso aí? Qual são as duas estruturas? Você tem lógica? Alguém sabe falar? Ninguém falou no chat. Como era o nome da estrutura na planta que delimita a fossa pterigóidea? Falei bastante sobre isso, turma. É a lâmina lateral e a lâmina lá medial da fossa pterigóidea, dentro do osso esfenóide. Aqui tem um ângulo. Então, olha como é importantíssimo essas lâminas, além de toda a sua estrutura anatômica, mas também origina-se o quê? O músculo pterigoideo medial, tá bom? Beleza? Tá? Então, vão ficar atento aí direitinho, a gente não ser induzido. E a sua inserção é na parte da parte medial do ângulo da mandíbula, da tuberosidade, tá bom? Beleza? Aqui mostrando aqui agora o pterigoideo, a inserção.

[Música]

Lateral com seu feixe superior, tendo a sua origem, né? Fossa intratemporal, OK? Na fossa infratemporal. E aí, a parte lateral, o seu feixe inferior, que é o feixe inferior aqui, ó, tá? Todo ele passa por pterigoide, mandando na face lateral, lateral da lâmina lateral do processo. Você já olha quanta bagunça de nomenclatura na lâmina lateral do processo pterigoide. Deixa eu ver aqui, tá? Então, assim, você tem a lâmina medial, a lâmina medial, a mundial do processo pterigoide, e você tem a lâmina lateral do processo pterigoide, aonde está localizada a fossa. Então, ela está localizada na face lateral da lâmina lateral do processo pterigoide, entendeu? Lâmina lateral ou face lateral da lâmina lateral do processo. Mas é isso aí, tem que entender quando tá mostrando aqui para vocês entenderem, tá bom? Beleza? E parte dele tem a sua origem e a outra, ela folga aqui, né? Depressãozinha aqui, ó, né? E a margem falado já música, tá bom? Aqui mostrando agora alguns desenhos, vulgarmente falando, das suas inserções desses músculos na parte interna. Olha que eu te falei, ela, né? A estrutura pterigoide, aonde você vai ter a inserção da pterigoide aqui, a inserção desse músculo, que vai nos delimitar o quê? O assoalho do carro. Este aqui, este músculo me deu, se você também na imagem, e este é importantíssimo para quê? Para a aula de vocês amanhã à tarde, tá? Para aula de vocês amanhã à tarde, porque vão falar de infecções odontogênicas, tá? Infecções odontogênicas. E aí, uma das estruturas anatômicas que você tem quando pega uma infecção de siso ou do segundo buraco, o que que vai acontecer aqui, ó? É a infecção vir abaixo desta estrutura aqui do músculo. E o que isso quer dizer? Que que isso quer dizer? Que o abscesso vai vir para o pescoço, vai ser grave. E isso, o nosso professor Igor, amanhã à tarde, vai explanar muito bem para vocês. Então, quando ele falar de estrutura anatômica que é o músculo me deu e a inserção desse músculo me deu na face medial da mandíbula, você já vai ter a cabeça aonde está localizado isso, ou seja, a raiz do dente ou do siso triangular, localizada aqui abaixo e a urina, beleza? Tudo bem? Tá? E aí temos muitos de graça que os músculos genio-hioideos, esse barulho. Bom, pessoal, então, isso tudo isso para mostrar mais ou menos desenhado como sincera e o músculo na parte medial da mão. Aqui não mostrando mais falando de eu só tô dando uma observação do complemento muscular, tá? Não é mais mastigatório, mas sim da sua área. Eu acho que é muito importante você saber, tá bom? Tá bom? Que são os músculos genio-hioideos ou grosso, ou seja, que que eu quero falar de inserções, inserções que são relacionadas às espinhas genianas, tá? A região geniana aqui, tá? Espinha genial anteriores, ou seja, vocês têm que ter esse conhecimento ósseo para entender aonde está localizada a musculatura, tá bom? E aqui dá para vocês verem assoalho, músculo e deu, tá? E aqui em cima dele, o ioi, que aquelas estruturas da base e parte interna da mandíbula, você viu em ordem aqui, que vocês estão vendo a parte da inserção de gástrica aqui, tá? Que é o ventre anterior e o ventre posterior do gástrico, tá bom? Então, quando vocês fazem um acesso, aquilo que eu mostrei para você dar na mandíbula, tá? Um acesso astronal aqui, ó, cortando esta oral aqui, de funcionando, chegando nesta base da mandíbula como referência anatômica, vocês vão literalmente passar o até descolar, dependendo do sul da sua cirurgia, ou músculo, a inserção e a origem desse músculo didático, ou seja, o ventre anterior desse outro didático, tudo bem, pessoal? E se você viu o resto, não, não é para invadir aí mais assoalho, que às vezes você pode pegar, descolar um pouquinho, beleza? Tá bom? Então, vamos entender. E aí mostrando aqui mais ou menos para vocês verem, né? Esta parte estrutural para vocês da inervação dos músculos da mastigação. Quem faz isso? A gente frisou novamente, o ramo do nervo mandibular do gênero, ou seja, o V3, tá? Todo ele visto por trajetórias em cima dele, ou seja, ou seja, ela vem passando depois que vem do V3, ela emite ramos temporais superficiais, aqui não dá para ver, macete, aí vem o bucal, décio ramos, já tirou parte da mandíbula, você consegue ver o nervo macete, os pterigoideos medial, ó, metido fibras muscular nas musculaturas das fibras dentro de Deus, tá? Então, todos eles vindo do ser humano titular, tá OK? Aqui da sua alho, corda do tímpano, tá? Então, toda hora bonitinha aí para vocês visualizarem, tendo ela toda feita com tranquilidade, beleza, pessoal? Tá bom? Então, a partir de agora, você já sabe que toda a inervação motora para esses músculos da mastigação são feitos pelo trigêmeo, o V3, que eu vou, a gente vai falar no próximo módulo anatômico para finalizar essa parte que anatomia para nós aí, tá bom? Pelo amor de Deus, eu chego perto de anatomia, né? Professor, eu acho que é muito importante, né? Mas agora que vocês começaram o curso, então, aí bem intensos, né? Querendo aprender mais, então, eu acho que a introdução em módulos anatômicos é importante de deixar isso para um módulo lá na frente, tudo bem? Tá bom? Tá? Beleza, pessoal? Alguma dúvida até aqui? É o momento, por favor, perguntem, tirem as dúvidas. Sua disposição até descansar a minha garganta. Que que você está achando? Quero perguntar uma coisa de musculatura mastigatória. S.

[Música]

Vamos entrar em musculatura de pressão parcial. Musculatura que vocês provavelmente deve ter um bom conhecimento, às vezes até mais do que muitos tipos parciais, né? Então, isso é muito importante. E eu vou dar essa implementação de passo a passo, cada músculo que eu acho muito interessante. Você falar alguma besteira, por favor, me corrija, não grite, mas que eu acho que está aí importantíssimo para vocês também, né? Mesmo que seja um pouquinho de conhecimento, já vale muito para todos vocês aí, tá bom? Bom, para gente falar deles, então, só no geral, nós temos o occipitofrontal, né? O ventre dessa parte do ventre frontal, ele é importantíssimo para nós, tudo tá bom? Tá? Aí nós temos aí em cima disso, purgador, o prócero, o ocular, levantador da asa do nariz e do lábio superior. Aí nós temos levantador do lábio superior, risório, entendeu? Tá? Olha o duto aqui, bonitinho, né? Bucinador. Então, assim, todos eles têm que vai escrever em cima disso. Abaixador, abaixador do lábio inferior, o abaixador do ângulo da boca. Um plano, ele mais profundo, e aquele que eu mostrei em cirurgia, o músculo mentual, tá beleza? Então, esses mais básicos. Então, normalmente, eu escrevi, é um músculo, falava dele, mas agora vou começar, como tamos lidando com você, então, harmonizadores, né? Que eu acho muito importante, que são esses músculos superficiais da face, na taça. Tá perguntando, pessoal, quem está com o nome iPhone, por favor, queira se expressar. Não era para atrapalhar aula, não. Desculpa. Não tem. Não fica tranquila, porque assim, eu vou trabalhando as minhas pregas vocais, tá? Obrigada, doutor. Eu estou ficando um pouquinho marroco, mas pode corrigir aí. Cadê? Quem que falou aí? Pode corrigir sem problema algum. É que eu achei que fosse alguma dúvida, tá, rapaz?

[Música]

Tá bom, pessoal? Então, o que que eu quero que vocês entendam? O músculo da expressão facial é aquele músculo que isso entende na superfície da face, ou seja, é músculos que não tem revestimento por face. Então, isso é o beabá. Entre esses músculos que vocês têm que saber, e eu acho que vocês sabem muito bem disso daí, beleza? Tá bom? Tá? Então, isso é importante. Ou seja, nós temos a pele, nós temos depois da pele subcutânea, dentro desse subcutâneo, a gente já pode encontrar algum músculo já ali, então, superficial, que ele é já misturado já no tecido subcutâneo, que ali você vai encontrar tecido conjuntivo e tecido gorduroso, tá bom?

Galera, então isso você já sabe, tá numa dissecação de peça, tudo bonitinho. Vocês entendam esse passo a passo dentro da musculatura: pele, tecidos subcutâneo, dentro e gordura. E pode se misturar já alguns músculos faciais superficiais. E aí depois, os músculos faciais, ou seja, a expressão facial, tá bom?

Tá, então isso é muito importante. Por que que ele vai servir para nós? Ele vai fazer o quê? As expressões faciais, óbvio, as movimentações. A pele não entendeu para a expressão parcial, tá? Então isso é muito importante, ele serve para isso também, manifestar as emoções. Tá bom?

Então, [Música] assim, isso vai expressar aquilo que o outro tá ligando, tá? Só que com o passar do tempo, né, essas expressões da mímica, essas expressões, elas vão se tornando mais rugosas, né? Essa junção muscular, ela vai se tornando mais fibras ali, vai dar de vai avançando. Essas rugas vão ser mais evidentes. Não vou entrar no mérito porque forma, não é um propósito da aula, mas só porque como está lidando com vocês, harmonizadores, eu acho legal a gente dar um pouco dessa, dessa introdução nesses músculos de expressão facial, que é importantíssimo para vocês aí, queridão, todo dia com toxina botulínica, aplicações, cirurgias superficiais. Então, ele tá muito bem inclusive quando vocês estão lidando, tá bom?

Tá, e a toxina, lógico, como a gente sabe, ela atua de que forma? Na junção neuromuscular, da onde você quer aplicar ali, né? Por exemplo, na parte dessas rugas, né? Ela vai, vamos dizer assim, impedir a ação de um neurotransmissor importantíssimo para vocês que estão aí ouvindo, meus alunos. Qual é o nome desse neurotransmissor? É toxina botulínica atua muito bem quando vocês aplicam no seu paciente, impedir a ação do músculo e fazer com que ela fique menos enrugada. Como chama esse neurotransmissor? Parabéns para mim. Quando a gente for fazer aula prática laboratorial ou se encontrar nas cirurgias que você for, e por favor, você avisa, professor, você tá me devendo um chocolate, sabe? Para que aí eu vou lá e pago por isso, tá bom? Adriana, parabéns. Pessoal, então é isso aí. Acetilcolina. Ah, o neurotransmissor para vocês que fazem a harmonização facial, tá bom? Isso aí, pode deixar.

Bom, aí falando um pouco, já dá essa introdução, vamos dar continuidade à parte dos músculos, passo a passo para cada um. Nós temos o músculo frontal, que eles podem estar ligado ao frontal, tá bom? Tá. A musculatura numa gália até o neurótica, tá? Ela é um complexo de músculos na parte desses dois ventres, da parte oblíqua. Quando retraído, você consegue entender, observar essa rugosidade desses ventres aí, bonitinho, tá, né?

Há uma coisa específica também que eu achei importante agora, tá passando pela minha cabeça. Incisão. Todo professor Thiago deixou fazer uma incisão? Ao professor Walter, a professora Sandra, deixa eu fazer uma incisão na pele por uma fratura ou qualquer que seja o tipo de cirurgia. Esse tipo de linhas de incisão, né, de expressão facial, vocês também precisam saber, porque para fazer o acompanhamento dessa mesma linha de incisão, entendeu, tá? Por quê? Por causa da estética. Você não se acaba com a estética do paciente, que aquilo que você quer, tá bom? É um outro, outro fator importante de você ter o conhecimento dessas linhas, ou seja, essas linhas de expressão facial, é aonde você vai localizar e preparar o planejamento da sua cirurgia das incisões eleitorais. É importante vocês terem também, tá, ok?

Próximo músculo nosso, orbicular dos olhos. Assim, outros também um fator bem importante para vocês. Vocês trabalham eles sempre, é muito bem entendido que ele é subdividido em duas partes, tá? A parte mesmo mais forte, que é o músculo orbicular dos olhos, né? O músculo bipolar dos olhos, né? Que aquilo que você tá vendo aqui, ó, esse músculo orbicular dos olhos e a região palpebral, né? A região palpebra inferior, palpebra superior, músculo mais fino, mais delicado, tá bom? Tá. Então, isso é muito importante você saber delimitar. Não é um músculo só, ele não. Ele é músculo orbicular dos olhos, mas subdividido em região orbitária e região palpebral, tá?

Não sei quem já manipulou alguma equipe da sua cidade. Quando você faz uma incisão, não vou mostrar que não dá aula, mas vou tentar para vocês entenderem. Faz uma incisão, você vai dilucionar, né, com a tesoura, abrir o plano dos olhos. Ele é muito fino. Se você não vai com delicadeza, você corta ele por inteiro, tá? Porque porque é o músculo, ele muda o filme político, dando que o anel orbitário, esse anel que nós temos aqui localizado, tá bom? Tá. Ele ajuda, olha aqui, ó, eu coloquei essa é muito importante. Ele ajuda no que? No funcionamento da bomba lacrimal. Bomba lá que tem mal. É aqui, ó, não tem a glândula. Então, você vai lacrimejando aqui, ele vai te ajudando nisso daí também. Quando o paciente de ler por três, aquela fratura de maxila, e você fratura essa região aqui, essa região aqui, você tem alteração desta bomba, tá? E o que acontece? O paciente começa a lacrimejar, lacrimejar sem parar, tá bom? Então, são importantes estruturas que você tem que entender que aonde você tá lidando ali, tá? Você pode sim, tá tendo alterações dentro do seu músculo, que é o músculo orbicular dos olhos. E lógico que eu não sei se é o mais procurado entre vocês aí dos harmonizadores, o tal do pé de galinha, né? Essa essa ruga que aparece aqui na parte mais lateral do músculo dos olhos, que essa ruga é chamado de pé de galinha, tá? Aonde vocês fazem muita aplicação. Beleza, vem, tá? Eu acho que você trabalha bastante sobre esses pontos de vista, isso é legal. Ambos tatuam fechando a pálpebra, ou seja, ambos o músculo, qual o VETRA, o orbital quanto o palpebral, ele já estão fechando o olho. Agora, qual que vocês acham que faz este olho abrir? Vocês acharam que era o mesmo? Não é o mesmo. É o músculo levantador da pálpebra, uma parte para mediana mais profunda do plano, e ele abre o olho. Então, orbicular dos olhos, ele não abre e fecha, não. Atuação dele é sempre fechando apenas, usando, tá bom? Beleza.

Aí nós temos dentro dos que nós temos importância, o músculo prócero, né? Localizado na região de glabela, ó, lá mais uma vez, ó. Então, agora nós temos uma face mais superficial, muito próximo do almoço. Ou seja, nós temos uma estrutura anatômica aqui é chamado de glabela, que tem parcialmente dele inserção no músculo próximo aqui, tá? Ele parcialmente é colocado o músculo corrugador do supercílio, ou seja, juntos atuando, ele faz essa cara de desconfiado, né? Uma das expressões faciais dele. [Música] Pode viver especialmente entendeu, tá? Então, toda vez que eles trabalham, ele sempre vão trabalhar juntos. O músculo prócero, olha aqui, e o músculo corrugador do supercílio, ele vem de medial para para medial aqui, beleza, tá bom?

Aí nós temos aí a parte de estrutura do músculo nasal, tá? Esse é o movimento mais difícil de fazer, mas temos bem as estruturas hoje delimitada como parte compressora e parte dilatadora, tá? Que essa parte transversa que você vê aqui, né, comprime aqui a prática e a parte dilatadora, ela dilata essa base lá, por isso que ela melhora lá é maior para você conseguir dilatar o dilatar o músculo nasal, tá? Então, isso é importantíssimo. O músculo nasal de expressão parcial, localizado na parte cartilaginosa, bomdurosa do nariz, tá? Ele tem duas funções, duas partes que são compreensíveis, beleza? Tudo bem?

Então, estamos aí. Nós falamos do frontal, nós somos oblícuos dos olhos, do prócero, corrugador do supercílio, nasal, tá certo? Tudo bem? Tá. Então, tudo isso pode ficar tão carregado aí para vocês desbloquear. E aí, vamos agora passar para a cavidade bucal, na parte da boca, falando primeiramente deles, da onde tem as suas origens e sessões bucal. Suas origens é o oblíquo lá da boca, certo? Ele bem localizado, bonitinho, né? Da boca, centralizado. Não tem essa parte, ela vai ter o que a sua exceção na rima bucal, né? Na rima bucal e a origem e toda ela contorno do lado do lado da boca superior e inferior, tá? Então, esse é o nosso orbicular também, o músculo mais fininho, tudo bonitinho, trabalhar direitinho, tá bom? A sua ação é aqui, estreitar, fazer bico, biquinho na cavidade oral. Então, tá aqui, ó. Então, paciente, como se faz o bico? Nós temos trabalhando ele com o monstro orbicular da boca. E aí vocês também, em cima disso tudo, ela diverge ângulos de inferior superior, mostrando aqui a compressão, né? Trabalhando. [Música] Beleza, turma, tá bom?

Vamos dando continuidade agora na parte de oral, boca. Quem que nós vamos falar agora? O levantador do lábio superior e da asa do nariz, ou seja, os músculos. Eles são músculos, ou seja, ele tem nariz e tem exceção na boca no lado superior, ou seja, são músculos no plural, muito finos e difícil de decepção, tá? Porque tá um plano muito profundo, mas você sabe que ele tem origem no processo frontal da maxila. São fibras verticalizadas, fibras todas elas verticalizadas, tá? E ele vai ter o que ação de elevar a pele do lábio, né? Basicamente, assim, difícil e a asa do nariz, quando você leva um pouquinho da água no nariz também, entendeu, tá? Bom, então, ele também pode estar fazendo esse tipo de inserção aí, beleza, tá bom? E a expressão que aquilo que eu já mostrei para vocês aqui, é desaprovação. Não gostei dessa dessa coisa que o cara fez, não gostei muito bom, não. Então, você tá desaprovação. Essa cara que você faz, você tá fazendo a ação desse músculo aí, bem superficial, beleza?

Dando continuidade, saindo da para mediana e mais para a lateral agora do lado superior, o próximo dos músculos que a gente vai ser falado é o levantador do lábio superior, tá? Olha aqui, ó, levantador do lábio superior, tá? Ou seja, ele tem, ele estará inserção na pele abaixo do lábio do superior, ó, lábio superior. Ele está abaixo do orbicular aqui e abaixo do rebordo do músculo orbicular, ou seja, ele tanto pega abaixo do orbicular dos olhos quanto do orbicular da boca, tá? Então, as fibras mais verticais, ó, fibras mais verticais, tá bom? Tá. Então, muito bem aqui limitado pela minha certa, mostrando o músculo levantador do lábio superior. Sua expressão, mais uma vez, a desaprovação com o riso mais intenso. Sabe aquela risada, vamos dizer assim, uma risada falsa desaprovada? Então, você faz porque esse músculo, junto com a da asa do nariz superior, diz a própria, tá? Isso é um conjunto, todo conjunto que a gente vai estar falando na frente também.

Próximo músculo, o levantador do ângulo da boca, tá? Então, aqui, ó, eu peguei essa imagem do neto, mostrando aqui, ó, esse músculo é o levantador da asa do nariz e do lábio superior. Mais profundamente, abaixo do rebordo orbitário, você tem músculo levantador, levantador do lábio superior, tá? Do lábio superior e indo mais para o ângulo da boca, indo para um plano mais profundo, difícil de visualizar e de secar, nós temos quem? O músculo levantador do ângulo da boca, galera, tá bom? Tá. Ele vai que a origem da fossa canina, e a sua exceção era a pele do ângulo da boca, óbvio, e na fossa canina. Fossa canina é o nosso buraco que eu mostrei para vocês da maxila, não tem uma fossa ali, no mais ou menos entre canino, lógico, não é isso daí, naquela fossa que eu falei para vocês, eu comentei com vocês lá na primeira aula, tá? Ali a função dessa fossa é o quê? Parte dele originar o quê? O músculo levantador do ângulo da boca, das expressões faciais, beleza, tá bom? Então, tá aqui mostrando para vocês o que ele vai fazer, elevar o ângulo da boca, aparecer aqui, entendeu? Se vocês querem tirar tudo isso, é importante vocês estudarem para também fazer as aplicações corretamente, tá? Beleza? Sendo ele o músculo mais profundo, aqui, ó, na ilustração, tá?

Então, nós temos, vamos lá. O músculo levantador na asa do nariz e do lábio superior, nós temos um músculo levantador do lábio superior, e eu falei agora, o músculo levantador do ângulo da boca, um plano mais profundo, ok, tá? E aí, vamos lá agora, ler próximo, próximo músculo que vai trabalhar a parte do call labial superior é os [Música] zigomáticos maior, zigomático menor, tá bom? Ou seja, eles vão se originar na face assim, lateral do osso zigomático, ok, tá? Então, sabe que ali você tem a face a dor, na face lateral do outro lado, que vai ser e o que é o músculo a origem dele, músculo zigomático menor, né? Maior, sendo que o maior e o maior, ele ficar mais próximo do arco zigomático, mas posterior, tudo bem, tá? O insere mais o ângulo, óbvio, você tão vendo aqui que o zigomático maior, ele está mais próximo da exceção do ano da boca, então ele vai ter a sua exceção na pele desse ângulo. Pneumático menor, a sua inserção é mais no lábio superior, ali. Então, assim, são três músculos, quatro até muito próximo superior, ao qual vocês trabalham a aplicação da toxina, que pode ser necessário vocês querem aplicar e fazer no paciente, portas ali. [Música] A tração é aquela coisa que eu falei, se você tracionar o ângulo, você também tá trabalhando zigomático maior. Você trabalhar só levantador do lábio superior, você vai estar trabalhando os zigomático ou de hidromático menor, beleza, tá bom? Tá. E você vai se expressar de que forma? Se expressar da forma é, ou seja, uma risada mais forçada, e aí você vai expressar todo esse músculo, todos eles que nós estamos falando de elevadores do lábio superior, tá bom? Beleza, então, se tiver alguma dúvida, sai no grito, que nós estamos aí a inteira disposição, mas acho que são músculos que você sabe muito bem escrever, falar muito bem deles aí, tá bom?

Próximo que nós podemos falar mais para a lateral é o músculo risório, mas ele lá o 14 aqui, tá vendo, tá? Provisório, ele tem a sua exceção na pele do ângulo da boca, e a sua origem, ela vem aonde? Olha aqui, ó, na face do músculo, uma certa. Olha aqui, ó, que músculo que passa do mundo para uma certa? Nós vamos estar falando lá na frente, tudo, né? É que esse músculo, este risório, ele é o músculo comparado ao nosso bucinador, que é ou estruturalmente, ele trabalha bochecha na nossa boca, né? Essa parte oral, tá? Ele é mais superficial. Então, se você também já devem saber, né, dentro do plano do eixo anatômico, o músculo, ele é mais superficial porque o músculo bucinador, e tanto é ele que faz toda a estrutura da cavidade oral, nossa beleza.

Bom, falamos então em todos os elevadores do angulador dos ângulos. Agora nós vamos falar dos depressores ou antigamente como falamos abaixadores do lábio inferior, tá bom? Tá. O primeiro nós falamos dele é o depressor do ângulo da boca, tá? Ele músculo bem, ele superficial, tem a origem aonde? Capaz da mandíbula. Então, todos eles depressor é ângulo, lábio inferior, mente, todos eles vão ter a origem aonde? Na base da mandíbula. Olha aqui, galera, olha aqui a base da mandíbula. Aqui se mistura com que fibra muscular aqui? Que fibra muscular eu estou vendo nessa peça anatômica? Além do depressor do ângulo da boca, além do depressor do lábio inferior e um pouco do mento. Nessa peça anatômica, nós temos menos fibras aqui, ó, também importantíssima, e tem essa origem, e muitas vezes muito profissional não sabe que ele é também alguma das fibras são expressão facial. Vamos ver aqui, bate ou uma da hora aí, ó. Fernandinha, Gabi, Gabriela, Gabriela, é a mesma Gabriela? Não, vamos ver que acertou. Gabriela foi perrada. Não é a outra Gabriela. Então, pessoal, agora Fernando e Gabriela, tô devendo um chocolate para cada uma. Vamos, por favor, quando nós formos nos encontrar presencial, cobre-me e por favor, o chocolate, tá bom? Lógico que eu vou levar uma caixa. Somos três Gabriel, então, tá vendo? Então, a Gabriela Aniceto e a Gabriela Ponte errada. Então, me cobre, por favor, o chocolate, tá? Que eu quero depois saber para vocês. Ah, pode, ele não acabou. Vou levar com certeza. Sempre eu faço isso, tá bom? Nunca sobra nada. Mas isso é bom porque a gente interage um pouquinho na aula para essa aula de anatomia, que é um pouquinho pesada, muito teoria, beleza? Então, tá combinado, hein? A caixinha de bombom, a gente leva na parte presencial, tá? Mas manda depois os nomes das Gabriela, se aqui para não mandar um chocolate. Ah, já pode levar uma carta que eu tenho uma outra farofa também. Pode deixar que eu já vou. Não vou esquecer. Eu tiro dois bombons. Tudo bem, pessoal? Então, é o platisma. Este é o músculo superficial importantíssimo na nossa traumatologia, que a gente mexe muito nele quando nos acessos infraturas ou tumores que eu mostrei para vocês as aulas anteriores, tá bom? Beleza. Tá muito bem. E esse é o depressor do ângulo da boca. Aqui é os cálculos que a gente pega, ver vocês fazem para aplicação deste dessa toxina botulínica para fazer a diminuir as rugas, alguma coisa assim, tá bom?

E agora falando de depressores, vamos falar de sofrimento, tristeza. Então, toda a expressão, então assim, expressão de tristeza, nós vamos estar falando de sofrimento, depressões. Eles vão muito dar ênfase a esses músculos que nós estamos vivendo, tá bom? Beleza. Aqui na outra imagem aqui também, ó, mostrando depressor do ângulo da boca. E agora, um plano mais profundo, mesmo ela origem na base da mandíbula, nós temos depressor do lábio inferior, tá bom? Beleza, tá? Que ele vai se inserir aonde? Na pele do lábio inferior. Um é no ângulo, tá? Terceiro no ângulo da boca, aqui, ó, ângulo da boca, e o outro aqui no lábio inferior. Olha como você tem que entender, ter essa visão de fibras musculares. Por isso que o professor manda essas imagens para você não ficar nessa parte didática de livros, mas sim em peça anatômica em mim, né, de estrutura de faculdade de medicina e odontologia. E aqui, vamos ter mais uma vez o músculo também, ó, aqui dá para ver também músculo mental, né? Olha aqui, o músculo risório, zigomático menor, maior, seccionada aqui o músculo aqui, ó, elevador do lábio superior, elevador, levantador do lábio, entendeu? Olha aqui, ó, que bonitinho. O elevador do lábio superior, roda na músculo nasal. Então, aqui bem discretadinho, bem discriminado, e vocês agora com bem entendimento do que nós estamos falando, tá? E a expressão dele, nada mais é que tem paciência. E o músculo mental, que ali mostrei para vocês na cirurgia, na prática, mostrando ele dentro da [ __ ] incisiva. Olá, a origem dele na pele do mento, aqui embaixo, tá? Você possa tudo, tem uma origem ali, ou seja, de quem? De músculos da face, tá? É o plexo é tão grande, tão absurdo, pessoal, que o complexo de cabeça e pescoço é o mais difíceis ramificados de todo o nosso organismo, tá? Então, isso que é muito bem estudado, revisado, professores, alunos, tá? Os profissionais aí da água, tá bom? Beleza, então, tá bom. Aí é a mesma coisa, mental, dúvida, choro, né? Pela sua ação, ele fazer o quê? A eversão do lábio inferior, seja ele inferior, tá bom? Ele consegue fazer esse tipo de comida. E aí mostrando, não mais sendo ele, mas eu acho que é de suma importância nós estarmos falando desse músculo, não deixando passar dessa nossa vídeo aula aqui online de musculatura topográfica e facial. Falar do bucinador, tá? Eu vou tirar dor. É um músculo importantíssimo. Ele faz a nossa anatomia topográfica mucosa jugal, ah, essa nossa bochecha interna, né? E aí ele tem as pessoas origem nos processos alveolados, ou seja, dentro da origem alveolar dos dentes, né? Tanto da maxila quanto da mandíbula. A intercessão, origem superior, a origem inferior, né? Quanto posterior, que é o ligamento império mandibular, que ali quando tem a mucosa inserida, ele tem a prega. Vou mostrar para vocês a prega mandibular, é importantíssimo como referência anatômica. Para quem? Para quem? Critério do modular, beleza? Não vou nem deixar responder que você não vai dar mais chocolate, mas ali é importante essa referência. Músculo bucinador e a prega o arrasto mandibular, ali, tá bom? E sincera onde a sua inserção no ângulo da boca, aqui no plano mais profundo, e ele vai fazer o quê? Olha aqui, ó. Pergunta eu duas perguntas para esse caso de músculo em turma, a gente se interagir aí, tá? Perguntando para esse aqui que perfura esse músculo do tirador. Esse é papa, todo mundo sabe, né? Esse tu é peça anatômica básica, ele vai ali, ó, abraçar o negócio. [Música] Parotídeo, né? É muito importante, né? Para os produtos. [Música] Sobre músculo, porque joga a saliva no nosso interior ali, ou seja, nós temos que saber topograficamente aonde fica esse furame, essa saída do duplo parotídeo, para futuramente de uma cirurgia chamada bichectomia, não lesionar, não fazer uma incisão, porque eu já tive um caso de lesão do duto, porque a bonitona da dentista pisou um pouco alto e que funcionou para cima, lesionando do paciente, ou seja, entupindo a saída de saliva, né? E o paciente começou, parou de dites, até chegaram a nossa morte. [Música] Que é chamada de caxumba, e não era, era, mas não era, entendeu? Era para um outro, outra causa, não por esse que o paciente dele, tudo bem, tá? Então, assim, vocês que fazem bichectomia também fazem bastante e tal, muito cuidado nesse tipo de técnica de incisão, evitando ali, lógico, que tem uma estrutura anatômica que você tem ter noção, até vocês têm noção para fazer a incisão correta ou não, tá bom? Beleza. E aí, tá aqui, ó. Olha que eu falei para vocês, dentro da cavidade oral, o músculo bucinador, ele tá localizado aqui, ó. [Música] Mandibular, uma [ __ ] de uma referência anatômica para a gente fazer a pitérico, a técnica estética, tá bom? Beleza. A inserção que ele tem junto aos alveolares, né? A origem, a origem dele, beleza. Olha aqui, as artérias e veias palatinas maiores e menores que a gente tem dentro do palato, tá? Que é uma estrutura topográfica muito fina. Não sei se alguém já abriu um palato, já descolou um palato, viu que é uma estrutura fina e fácil de laceração, se fizer isso. Tá? Minha pergunta é que músculo é esse que vem interligado que a gente pode acontecer algum dano quando você faz a pintura da agulha, tá? E busca é esse que vem posterior a rápido e vem por posterior ao músculo bucinador, ele está localizado aqui, ó, localizado aqui, tem posterior esse morto sem dicas. [Música] Que quando você às vezes faz a técnica mandibular, dependendo do ano, entrar com agulha aqui, o seleciona um pouco dessas fibras musculares. Não grita, aí tem que ajudar, mas tá certo. Laércio chutou, mas esse que eu quero, quero chocolate. [Música] As Gabrielas, nenhuma das três sabem. Bom, o músculo posterior, essa região, ninguém acertou, né? Ninguém chutou também, né? O músculo importantíssimo e na técnica pitéria do mandibular, você pode afetar, inflamar essa fibra muscular, é o músculo constritor superior da faringe, turma. [Música] Olha aqui, ó, o tendão que tá aqui no bucinador, o tendão dessa fibra, e posterior a ele, você tem a fibra do músculo como se torno superior da faringe. E aí você já tá na hora faringe, oro faringe, tem o superior, tem o médio e tenho inferior, já entra na parte involuntária da deglutição, tá bom? Beleza. O que que é um sinal e sintoma do meu paciente vai me delimitar quando o trabalho essa esse tipo de inflamação? Dor de garganta, tudo. Professor, eu fiz a cirurgia do siso, tal, mas olha, já tem dois, três dias, eu tô engolindo. Agora, depois de dois, três dias, depois de garganta normal, porque quando você fez a cultura da agulha, junto a sua técnica anestésica, provavelmente você lesionou uma das fibras do constritor superior da faringe, e aí o paciente, pós medicação, tudo trauma, ele vai perceber essa inflamação só depois, quando às vezes ele não tá nem mais inflamatório, tudo bem? E aí vai relatar isso para você. Então, o conhecimento anatômico que você tem no procedimento técnico anestésica, tá? Isso eu falo bastante em técnica. Você pode ter lesionado isso. Ah, e não é uma infecção de garganta, e sim um trauma ocasionado pela cultura da agulha na hora da minha anestesia, tá, ok, turma? Beleza. Vamos mais ou menos é isso que vocês vão pegar quando vocês tiverem, né, tiverem fazendo a técnica nextel, só como fator de conhecimento para vocês, beleza, tá bom?

Aqui, mostrando o nosso platisma, essa imagem tridimensional com sua parte da sua inserção na base da mandíbula, na parte mais inferior mandibular, né? Entendeu, né? Mostrando isso bonitinho para vocês, porque isso é importantíssimo, porque normalmente muitos divisões dentistas não sabe que o batismo, parte das suas fibras fazem parte da expressão facial. Agora vocês diferenciados, já sabe. Isso faz parte e isso faz parte da sua cirurgia traumatológica, dentro do romantismo, quando de uma fratura de mandíbula de qualquer porte que seja, posterior, seja posterior, seja corpo, seja ângulo, seja parassis, tá? Vocês vão dar e olhar e visualizar o platisma, tudo bem, tá? Então, vocês vão ter essa visão que é o subcutâneo, cutâneo, músculo do platisma. Não tem nenhum fato ismo, tanto é que a origem dele é essa face aqui, ó, da porção que peitoral e deu torrent, tá bom? Beleza. E também parte dele, junto com os outros nervos, tá? Ele é ramificado com o sétimo par craniano, que é o mesmo parcial, como os outros que nós vimos falado lá na frente, tudo bem, tá?

Beleza, aqui mostrando mais uma vez, olha lá. Olha o músculo que vem sendo na base da mandíbula, olha para ti. [Música] Então, parcialmente esse monstro elevado por esse meio parcial, mas aonde ele vai trabalhar o resto, a gente não trabalha em cima disso, tá bom? Tá. Aí vende nevalicular posterior, ramos deles transverso, né? Então, não entra mais no médico da cabeça, mas o importante que eu quero que vocês entendam essa parte dessa fibra muscular aqui, tá inserida nessa base, certo? Que ela faz parte dos músculos da expressão facial, tá bom?

Aqui uma revisãozinha, orbicular dos olhos, músculos. [Música] E do lábio superior, do levantador do lábio, zigomático menor, maior, risório, os depressões de ângulos, tá bom? Tá. Então, o frontal, cortei aqui a imagem, ficou boa. Nasal, beleza, tá bom? E mostrando para vocês dentro dessa parte muscular, tá? Dentro dessa parte muscular, minha facial, da mímica ou da expressão facial, quem é eles? A enervale, ele é o quê? O nervo facial, se aquilo par craniano, que emerge aonde? No forno estilo ao estiloide mastoide, ou seja, do processo mastoide, entre o processo mastólico. Então, agora vocês ouvindo falar, lê, você já vão entender mais ou menos aonde vocês estão anatomicamente. Ele vai medir altura ali, próximo da glândula parótida, foram estiloide, é um temporal, é uma torrent, tá bom? Tá. Mandando nervos facial e posterior a ele, o vento posterior do músculo de ente, vai conversar lá na frente. E aí, quando inerigir da glândula parótida, ele emite ramos temporais, zigomáticos, zigomático, bucais, o marginal mandibular, o marginal mandibular, o ramo, né? E vamos cervical, que é um plano mais profundo. Esse eu não quero que você pegue pobre, se chegar, não tem problema, afasta e deixa quieto, nada de lesionar esse rosto, porque ele tem uma fibra na cidade, é difícil de você conseguir destruir ou qualquer lesão que você pode acarretar em cima desse mundo, mas entenda só de vocês afastarem de vocês de bolsonaro e sim mesmo pode dar uma parafunção fisioterapia, porque são nervos, este nervo 75, dele é morto, ou seja, olha, acarretar uma paralisia, gente, primeiro. [Música] Tudo bem, tá? Alguma dúvida por aqui? Quer perguntar alguma coisa? Pera aí, deixa eu só dar uma. [Música] Vou mostrar o vídeozinho simpático aí, só para ver as faces todas da parte muscular, tá bom? Tá. Qualquer dúvida, a gente vai se falando, vai perguntando aí, tá bom? Eu acho interessante. Bom, pessoal, tudo bem, então? Mandei uma filmagem para vocês, quer que eu mande de novo? Produziram ou travou alguma coisa no celular de alguém? Manda o retorno que foi, ok? Beleza, tudo certo, pessoal? Beleza, Fernandinho, então todos viram, tá bom? Se vocês quiserem que mande de novo, mais uma vez para estudo, vocês me fala, tá? Que aí a gente finaliza então aqui essa parte de musculatura, tá bom? Tá. Revisado toda parte óssea, toda parte muscular, tá bom? E aí, depois, agora, a gente vai dar o intervalinho, beleza? Uns 10 minutinhos, aí eu vou começar já a introduzir a parte arterial, pessoal, tudo bem ou não? Ok, beleza. Tá, então, assim, porque a gente vai ter mais um módulo de anatomia, são três, tá? Então, aí eu quero fazer isso, já começar a introduzir artéria, falar com calma, vamos ver o tempo de aula, é para ficar pesado, depois falar de veia, então, porque aí quando eu for falar no próximo modo de veia, é mais rápido, mais tranquilo, revisa um pouquinho artéria, e aí a gente entra na parte de dinheiro, que é mais longa, então fica muito para não ficar muito massante a água, tudo bem? Assim pode ser? Depois de ter dado uma pastilha aqui e analgésica, [Música] com a garganta, um pouquinho de hidratação, vamos dar uma finalizada então agora. Bom, depois de toda a nossa revisada, né? Eu acho importante eu começar já falar um pouquinho de artéria, para que no último módulo, a gente conversor anteriormente, vou ficar tão pesado, tá, pessoal? E a gente tem possibilidade de mostrar alguma coisa, um corte, uma incisão, né? Algum músculo, alguma coisa aí na frente, tá bom? Beleza. Todos estão ouvindo, espertinho? Então, tá bom. Obrigado aí pelo retorno. Então, vamos que vamos. Bom, nosso conhecimento anatômico de dividir em partes, a gente falar um pouco de artéria. O plexo arterial é um dos mais complexos que nós temos a face, tá? [Música] Mas o dito por muitos anatomistas e que a gente estuda, a gente visualiza isso, mas para a gente falar de cavidade oral, cabeça e pescoço, de vascular, a gente não pode deixar de pensar primeiramente do arco da hora, né? Aonde tudo aqui se inicia a nossa vascularização arterial, certo? É o arco da horta, onde sai aquele sangue do coração e passa apreciarco da ordem. A gente não vai ficar interpretado, mas alguns pontos importantes que eu acho legal a gente conversar antes de nós entrarmos junto lá a nossa carótida como um depois e interna e externa, tá bom? Primeiramente, o que que a gente tem que falar, entender do lado direito? Vamos lá, lado direito, né? Exame de imagem de espelho, tá? Nós temos aqui o tronco braquiocefálico, lado direito, aonde vem primeiramente essa vascularização. O tronco braquiocefálico esquerdo, ele já sai subdividido entre carótida comum e até a subclávia esquerdo, nessa peça, tá bom? Tá. [Música] E pode ficar tranquilo aí, fica de boa. A gente terminando aqui, a gente põe algumas imagens aqui mostrando para ele algumas partes, tá bom? Obrigado, Doutor, já vou, fica tranquilo. Agradeço. E aí, então, nós temos um lado direito, o nosso tronco branco. Isso é para todos. E aí, sim, lá em cima, ele vai assistir o vídeo no seu primeiro texto sobre placa direita e carótida aqui, subindo os dois. Nessa altura, mais ou menos, aí da carótida comum, tá bom? Então, para vocês entenderem muito bem, muito bem. E a artéria vertebral, e aí vai lá para trás. Eu vou mostrar no outro corte para vocês aqui, ó. Não dá para ver na parte anteroposterior, mas médio lateral, tá mostrando de novo corte o arco aqui, mostrando, tá? A carótida comum subindo aqui, artéria vertebral, entendeu? Entre as vértebras cervicais, entrando por olho, é o canal carioca, né? Isso é muito importante, é só prática, forma de conhecimento para vocês. É passou o arco, passa o arco, aí você vê a artéria vertebral, te dá comum, se subdivide externa, interna e externa, tá? E aí você vai mais ou menos, o professor apenas como um seio, o que que é isso daí? É o nosso septores que vão mais ou menos entender o quanto que eu vou bobear de sangue para aquela carga de cerebral facial, tá? Então, nada mais, nada menos que dentro do seu canal, que nós setores que vão ali mostrar para nós o quanto vai ser bombeado de sangue ali, tá? Então, isso é muito importante, queria colocar só para vocês saberem mesmo, tá? E outra coisa importante, dentro da artéria vertebral, ele vai regar o terço posterior do crânio, tá, beleza? E até a carótida comum interna, ele é um ramo importantíssimo para nós da face, porque ele vai emitir ramos, ramos que vai importar para nós depois lá na parte orbitária, onde vão acontecer anastomose, tá? Para vocês, pessoal, vocês entendem o que que quando eu falar anastomose, o que que significa isso? Sim, então, o que que você acha que significa anastomose de vasos artérias? [Música] A ligação das artérias. [Risadas] É a junção de artérias e veias ou até nervos que vão suprir aquela região anatômica na falta de. Então, por exemplo, quando você vai abrir o facial, que eu mostrei na foto anterior, no começo da nossa aula, aí eu vou ligar, você não vai ligar, você não vai deixar aquela artéria exposta para você romper e depois ter um sangramento importante nessa cirurgia, por água abaixo, ou seja, o sangue abaixo, né? Ou seja, o sangue abaixo, né? Então, você vai ligar as artérias para ligar veia. Aí, professor, e aí, como que vai ficar a ligação lá? As artérias e as veias vão se anastas suprindo ali a falta de sangramento que tiver lá. Então, essa anastomose é muito importante, dentre a estruturas anatômicas que você for trabalhar, tá bom? Ou a união, então, artéria angular com artéria oftálmica, então, eles vão se unir ali, fazendo plexo de irrigação terminal, ali também a gente chama de anastomose, tá bom, pessoal? Beleza. Outra pergunta, característica importante anatômica em cima disso, existe uma cartilagem tireoide aqui, ó. Então, no livro, eu acho que é um pouco diferente, mas normalmente, o cabeça e pescoço, eu conversei bastante coisas, eles têm a noção da onde vai abrir externa, na altura da cartilagem tireoide, ele sabe que ali ele está lidando com uma artéria comum, não, ela bifurcada entre artéria externa, interna e externa, tudo bem, tá? Então, é uma referência anatômica apenas para didática técnica de cirurgia. E eu vou falar uma coisa para vocês, hein? Não sei se alguém já entrou de uma anatomia de uma dissecação, mas de uma cirurgia de cabeça, galera, é quase o tamanho desse dedo aqui, ó, no dedão, tá? É muito grande, é muito grande, dá até medo de mexer nela, tá bom? Então, isso eu vi, só que infelizmente, como eu estava sozinho auxiliando cabeça e pescoço junto com eles, eu tirei foto, né? Então, infelizmente, eu vou viver essa foto aí para vocês, a carótida comum, externa, interna, mas é uma imagem maravilhosa, tá bom? Então, é isso aí. Então, a gente não pode esquecer de toda essa vascularização, de onde surge tudo isso daí, de onde que vem lá do arco. E aí, então, dentro do arco, nós temos a carótida comum. Dentro dessa carótida comum, nós vamos abrir a bifurcação, mas parte desta vascularização, tá? Ela vai no anterior do estômago, ela vai emitir ramos oftálmicos, parede medial do oftalmo, e ela vai mandar ramos o quê? Supra orbital, supradorclear, nasal e palpebral. Ela vai mandar um leque. Então, essas artérias é típico de pergunta de residência. Qual é o ramo que artéria oftalmo que apresenta na sociedade interna quando ela entra nos seus dois terços anteriores do século? Quando ela entra aqui no encéfalo, tá? Ela emite esse ramo da artéria oftalmo, entendeu? Então, isso é muito importante saber. Eu sempre gosto de mostrar esses slides para não ficar logo direto com o carro externa, para que vocês entendam que uma vem de outra. Isso é pegadinha, pega legal e a ester, né? Aquela que nós vamos ver ao longo dos nossos slides no decorrer da terra aqui, ó. Olha o buquê que ela manda. Ela vem pelo pela fissura vital aqui superior. [Música] Beleza, tudo bem, tá bom? Então, esse é o que que ela manda dentro da carótida interna. Então, e aqui, já vou de ante mão já falar com vocês, ela vai fazer uma mastomose junto com uma outra artéria que vem da externa. Olha que legal. Ah, então, isso é muito bacana e vocês entenderem. E quem passa isso em aula é muito importante que apresentar isso para os alunos, para os alunos entenderem, porque às vezes o Paulo não, ou profissional que está lendo, estudando, acha que até o hospital tá vindo da carote da externa, mas não tá vindo da interna. Aí me tira os ramos terminais, beleza? Então, tá aqui, ó, a artéria oftálmica, auxiliares, etmoidais. [Música] Anteriores e até te mandar posteriormente, que são Raimundo do que são ramos da artéria oftálmico, que vem daqui da parte medial do corpo da carótida interna, beleza, tá bom? E aí manda para as meninges, a parte interna do crânio, os menininhas anteriores, nasal para cá, medial, entendeu? Então, vai inervando todo o complexo oftálmico nessa região, ou seja, na parte inferior, a parte interna, aí tudo bem, tá? Aqui super vital, as artérias suplemental, as artérias, já viu lá no desenho anterior, né? Ela chegando aqui, elas chegando aqui, ó, pronuclear e a supra orbitária, elas divisão entre as duas aqui dentro da artéria oftalmo, mandando ramos para etmoidal, tá bom? Beleza.

E agora falaremos então rapidinho, que é o nosso objetivo da aula, onde nós aí trabalhamos bem pesado em cima dessas aulas, ou em toda ela, que vocês vão trabalhar tanto a parte de estudo para harmonização facial quanto para a parte odontológica do clínico geral, tem que ter conhecimento desses vasos e muito mais aí como parte de traumatologia, saber plano do plano, onde você tá se metendo, se aquilo é matéria, se aquilo é uma veia, e qual é o isolar e fazer o caminho meu trabalho direitinho, tá bom? Eu vou falar ramos anteriores, anteriores à artéria facial, tá? E aqui posterior, que a gente vê aqui a falange ascendente, tá bom? Então, esse é padrão livro de você saberem que é todas elas, primeiros ramos a serem emitidos, anteriores é a tireoide, a lingual e a facial, até chegar ali a maxilar, tudo bem, tá? Então, aí vem temporal superficial, aí vem auricular posterior, leve ao hospital, essa auricular posterior, ou seja, então, agora vocês visualizando isso no seu, no slide, você consegue ver, pô, essa aqui é o que? Porque nós estamos enganando o terço posterior do crânio, quem que é aquilo que tal? Ah, isso aqui é auricular posterior, por quê? Porque tá vendo a parte auricular, a conduta auditiva externa, entendeu? Então, tá ligando, entendeu? [Música] É aquela que a gente viu na imagem da cirurgia do professor posterior, tá bom? Então, tudo isso agora fica muito mais fácil de vocês destrinchar, tá, beleza? Então, aí vamos falando aí de cada uma, de descrever no bonitinho. Então, aqui, ó, tira a ideia superior, igual a artéria facial. Essa facial, quando ela emerge no ângulo da mandíbula, que aquela foto que eu mostrei para vocês, para mostrar de novo, tá? Ela emite um caminho que a submentoniana, tá? Que essa porcaria, quando você faz um acesso de região anterior da mandíbula, sangra demais, pessoal, sempre é demais essa peça, tá? Então, muito cuidado com essa terra, quando você vai fazer o acesso na base ou na parte anterior da mandíbula, essa terra sangra muito, tá? Aqui o ramo mentoriano, ou a artéria mentoriana, ela já vem de outro ramo, né? Ela vem do alveolar exterior, vendo do que ramo da maxilar, tá bom? Olha aqui, aparência, aí vocês vão observando que tudo vai ficando fácil quando do conhecimento da osteorologia, cabeça e pescoço, tá? Os nomes vão ficando muito semelhantes. E artéria parcial, ela emite esses ramos labial inferior, mandando essa rugosidade angular, tá? Estava curiosidade angular, muito importante para nós, tá? Porque abrir e fechar na hora de cortar a comissura, porque a matéria é muito especial, tá? A artéria é muito superficial, a labial superior.

É inferior, eu não sei quem hoje já teve alguma intercorrência. Eu já peguei de harmonizador e teve uma intercorrência numa artéria labial superior, numa aplicação que ele fez. Não me pergunte, mas houve. O que? Uma hemorragia. E o dentista, né, não conseguiu estabilizar o sangramento que aconteceu. Você fala para vocês, procure um pouco o maxilo do hospital da sua referência. Aqui a gente não consegue fazer mais nada. Garantir essa grande sangrando, sangrando, entendeu, pessoal? Fora outros problemas que vocês podem ter dentro da harmonização, tá? Que são o que? Os hematomas, né? Eu acho que quanto menos hematoma para vocês pós-operatório, melhor é a recuperação para o seu paciente. E nesse caso, se você pegar o vazio, romper, não saber onde você tá ligando superficialmente, profundamente, com a sua agulha, com a sua aplicação da toxina, tá? Você pode causar lesões irreversíveis importantes aí para o seu paciente, tá bom?

A minha pergunta é: algum de vocês? Eu quero que você sinta vontade. Aqui nós somos colegas. Já teve algum tipo de intercorrência vascular arterial? Overdose? [Música] Alguém já teve, Fernanda, numa lipo de papada, hematoma? Ou foi uma, um sangramento agudo atípico? Foi no fim do procedimento. Professor, aquela última passadinha de cânula, paciente começou a entrar bastante e ficar roxo na hora, né? E aí detectei que estava tendo um extravasamento sanguíneo, mas não sei da onde, né? Não consegui identificar qual, qual o vaso, na realidade. E aí estava finalizando. E aí inventei de colocar a última vez na cama, é bem assim. [Música] Foi bem isso mesmo. Estava ótimo, só tipo, o paciente é um querido, foi assim, bem, foi tranquilo, na verdade. Aí a gente começou a inchar bastante, a gente fez compressa de gelo, drenagem, medicação, já estava ok, né? Inglês. Então, na época, eu não sabia dessa manobra, né? Eu sei hoje que a gente infiltra mais clara e faz a sucção, enfim, tem outras formas de fazer hoje em dia, né? Mas na época, isso. Mas como foi assim, bem, bem imediato, né? Finalizei o procedimento, eu ainda estava fazendo, eu ia fazer, começar a drenagem, assim do Klein, foi quando eu já detectei. Então foi muito rápido. E aí não deu tempo de formar coágulo, nada. Então ele estava ainda saindo, né? Saindo líquido. Consegui fazer drenar e foi isso. Compressão, gelo, laser, calma. O paciente nem ficou sabendo, na verdade, que que está acontecendo. Ele achou que foi parte do procedimento mesmo, né? E aí ficou, ficou tudo bem. No meu armário novinho, mas depois não foi, formou assim. Depois eu mostro foto para vocês no presencial. Eu não vou, não vou enviar no grupo, mas depois eu me presencial. Eu moro que eu tenho tudo registrado. Ficou bem inchado assim, bem, bem assustador, sabe? Bem começou a ficar preto assim de roxo, mas o paciente não estava sabendo, estava acontecendo, né? Estava anestesiado. Eu falei para ele que a gente ia colocar, onde ele ia fazer um laser, pororó. Coloquei o aclinho do laser nele, ele não estava vendo nada. E aí na hora que eu fui apertar para fazer uma drenagem, assim, para ver se sair aquele sangue, voou assim, espirrou um jato de sangue que sujou a sala. Veio auxiliar limpar, foi aquela beleza. Mas respiramos, seguimos e controlou, graças a Deus, né? Normalmente, um profissional, eu não tenho essa destreza, né? E você está trabalhando num plano, você vê as fotos. Se você vê nesse dia, nossas é aberta e visualizar plano, pleno, faz uma limpo, né? Você está num plano ali, tipo, você está com olho fechado, como se fosse assim, né? Vai, você acha que é conhecimento, mas a gente sabe que a gente tem algumas alterações anatômicas do paciente, é diferente do outro, nunca é igual, né? O que a gente tem que saber é tratar essas intercorrências, como você fez brilhantemente. Onde tem outros produtos que podem fazer isso, tá? E ter conhecimento da onde você foi. Não devia ter um. Vai numa próxima que coletou todo esse sangue arterial que provavelmente pode ter sido o quê? Um ramo ali terminal do nervo da artéria parcial, tá? E é aquilo que eu te falei, não no começo da aula de artéria, é uma artéria é chata. Quando mais o acesso aqui são aquelas fotos que vocês viram no começo ou no mês passado, meu [ __ ]. Você pega aquele medo. Se você não vê aquela artéria, o bichinho fica saindo e você não consegue achá-lo para pensar ligar, sabe? É muito complicado isso. Já dentro do centro cirúrgico, né? Hospitalar, alternador com fio para ligar, já é chato. Imagina dentro do consultório, né? Passando por isso. Mas é isso aí, vamos tentar resolver ocorrências inteiro conhecimento, então de nós estamos, né? Para depois fazer o tratamento corretamente, como você fez. Me paciente ficou tudo bem. Normalmente, não é isso que acontece. A medicação convênio não cumpriu. E o outro foi a matéria do bichectomia, tá? Uma bichectomia, a [ __ ], não sei o que que ela pegou ali, o ramo do da palatina descendente da bucal, acho que era bucal, mas sangrava o bichinho que eu tive que botar esse. Eu tive que botar no centro cirúrgico, tá? Mal paciente para estabilizar o tratamento contração. Então, assim, foi bem complicado, porque é uma zona da noite, isso. E aí que acontece? Eu perguntei aí a dentista, cadê ela? Deus fez assistência, acompanhou o senhor? Não, nosso mundo procurar pronto, como mais próximo do meu convênio. E eu nem conheci, não deu assistência junto ao paciente. Isso não gosto. Nós temos que saber tratar as intercorrências, não são todos, óbvio, né? Mas também dar assistência aquele paciente. Nestes dois casos que eu tive sangramento arterial importante, ou por tecido venoso, o outro mais material economia, isso não cuidar, tá bom? Uma dica que eu dou como profissional é isso, pessoal. Nunca deixe seu paciente, seja pelo WhatsApp, mas esse é muito importante. A gente nunca sabe que o paciente está fazendo, entendeu? Tá bom? Beleza, então é isso aí, pessoal. Esses tipos de artérias são superficiais, como a Peppa falou muito bem. E nós sempre cirurgias que está lá no consultório que você falou que meia hora resolve. Olha aí, de meia hora já passou de uma hora e meia, duas horas, nervosismo, tudo, você entendeu, tá? Então, muito importante aonde nós estamos mexendo, parte vascular do paciente, tá bom? [Música]

Começando primeiramente a falar ideias superiores, superior na tireoide bilateral, tá? Mandando a sua irrigação importante, né? Mostrando aí para nós a parte de faringe, tá? Ou seja, as musculaturas que eu falei lá no contexto, contratou superior e inferior, em média da parede, quem vai ser em gás daí é artéria para engenharia ascendente, tudo bem, tá? Então, isso é muito importante vocês terem essa noção. Mas só como está e vendo a artéria lingual, a nossa pele, nossa, muito feliz da vida. [Música] [Música] [Música]

Quando ele é muito vascularizado e como ele é muito inervado, então quando nós trabalhamos o alho bucal, sempre tomando muito cuidado, pessoal, tá? Porque pode haver intercorrência de sangramentos importantes aí. Então, quando você tiver operando, visualiza a sua cirurgia para não ter nenhum tipo de intercorrência depois, tá? E aí você tem os dois sai da língua. [Música] Nos ramos suprayoides, ou seja, que vão suprir aqueles músculos, eles são ramos no supremoides, ramos da artéria lingual, ok? Beleza, tá bom? Então, isso é muito importante a gente estar atento quanto a isso daí, certo? Tá? Aí vamos entrar no próximo nervo anterior, a artéria facial. Ah, essa artéria facial maravilhosa que a gente mexe bastante, visualiza isso direto, tá? Sempre tem que estar atento porque ela trabalha no ângulo na mandíbula, que ela vem da parte interna, né? Ela manda primeiro ramo que ela manda normalmente a glandular, não. Ela emite ramos de palatina ascendente, ramos que vão lá para palatina, lá para região para natal, a gente vai ver depois, tá? Mas o primeiro ramo que a facial emite é a palatina ascendente. Depois ela vai emitindo os ramos glandulares, tá? Glândula parótida, glândulas submandibular e fazer aquele ângulo na mandíbula. Arterial mais ou menos da altura do corpo mandibular, ou seja, quando eu intervir nessa região, aonde nós estamos lidando em região de corpo de mandíbula, fratura, tumores, nós vamos ter que ficar atento nesse plano mais próximo do osso e vamos dar de cara com quem? Com artéria facial, que a partir dali ela vai emitir ramos submentual que às vezes no livro de papada pode causar sangramentos, tá? E depois emitir o ramo labial inferior, labial superior com sua angulação, promissura labial, tá? Um pouquinho dessa ramificação do labial superior. [Música] Vai subindo até chegar na cara angular. Olha aqui que a gente comentou a sua anastomose, pessoal, tá? Então, aqui ela começa nas promoções com quem? Com artéria portal, tá? Então, aqui a artéria angular, que é um ramo terminal da artéria facial, ela tem anastomose com artéria oftálmica, supratrofiar, isso para orbitário, ela se anatomose ali, tá bom? Nesse ângulo aqui, tudo bem? Então, isso é muito importante para vocês ficarem atento e sempre ficar atento com artéria facial e a sua localização anatômica, beleza? Localização anatômica, olha aqui, ó. Eita, coisa linda! Olha aqui, tu mora aqui mesmo, paciente, tá mostrando para vocês, dá uma blastoma, Nossa Senhora de 71 noites. E aqui, ó, dissecou a artéria facial, tá vendo aqui o ângulo da mandíbula e o corpo da mandíbula, como a gente fez um tumor e um tumor grande, então, consequentemente, no nosso planejamento, nós imaginaríamos que ia dar de cara com a artéria facial e foi o que deu. Olha a profundidade do plano, a gente temos um conosco. Olha a musculatura, platismo, entendeu? Então, olha quanta coisa até ela chegar aqui, ó, nesse plano mais profundo e você dar de cara com ela aqui, tá bom? Tá? Então, você tem a pele, né? Você tem a subcutâneo, tem o músculo platina, você tem a pasta, aí você passa do músculo do músculo mandibular, tá? Aí você cai no músculo superficial masseter. E aí você já começa aqui, cai no linfonodo, tá? Quando você começa a estrutura, fazendo, realizando, acompanhando o nosso cirurgias, indo para nossa cirurgias de traumas, inclusive, entendeu? Tá bom? Isso é muito importante. É ele que você vai aprender e visualizar onde normalmente ele fica aí, tá bom? Beleza.

Dando continuidade à subida na nossa artéria carótida externa, nós falamos a partir dessa superior, nós falamos da forma de ascendente, vamos falar, né? Mas ainda não falamos. Nós falamos da lingual, que vai lá dor de língua, sublingual, profunda da língua, tá? Então, tudo isso é importante na sua área. Igual falamos da artéria facial, tá? Que vai emitir ramos labial inferior, labial superior e aí finalizando anastomose com artéria oftálmica da Carol, aqui da interna, artéria angular, aqui, beleza, tá bom? E próximo a suprir nessa terra que da externa é a artéria occipital. Ele vai ligar os músculos da região e do couro cabeludo, tá? Então, isso é óbvio, dentro de tudo que nós não vendo, seja o que tal, vai ficar couro cabeludo, vai ligar toda a parte muscular dessa região, que é o próximo dentro da nossas é a artéria auricular posterior, tá? Que vai e é muito importante para nós cirurgiões, inclusive quando nós é trabalhamos em cima de cirurgias da PM, é a terra auricular posterior junto com a artéria maxilar, tá? Porque porque ela vai enricar a orelha interna, as células masculinas. [Música] E esse ramo quando você não visualiza no plano, o bichinho sangra demais, principal dela maxilar e o ramo dela da auricular poço superior, tá bom? Ela está bem aqui junto ao pavilhão auditivo externo. O sétimo nosso, antes de entrar, olha lá o nosso temporal superficial, galera, tá? Aquilo que a gente foi mostrando para vocês bonitinho, tá? Uma incisão aí bonitinha, um acanhar, mostrando no livro temporal superficial, ele me tira muito transversais, mas aqui, ó, a gente está no começo dela, olha emitindo no ramo aqui, ó. Então, provavelmente isso aqui é o ramo frontal e esse está correndo para evitar. Olha que maravilha! Então, assim, vocês estão tendo esse tipo de visão na aula teórica online, óbvio, né? Mas tentando, tô tentando mostrar para você e da prática como que isso é visualizar, tá bom, turma? Beleza, certo? Aqui mostrado na prática de uma decisão para uma diáconomático, mais uma vez mostrando aqui, ó, olha que coisa mais linda, artéria temporal superficial correndo para cá, região frontal e região parietal. Olha que complexo de vasculação maravilhosa. Então, isso aqui, mas você vê para você entender. Olha o polerose do músculo aqui, ó, como é bem superficial, a artéria já está logo ali de cara, tá? Aqui mexendo no arco deumático, aquela fratura que a gente pegou, né, de arco e expondo tudo isso. Por isso que quando a gente vai intervir no arco de gomático, nessa estrutura que é essa que vocês estão vendo com a placa, nós temos que fazer o quê? Ter como referência anatômica o arco. Gira aqui, porque nós temos a parcial transversa que passa aqui, nós temos o temporal superficial, frontal e paretal. Então, olha o que nós temos de ramificação aqui importante que sangra muito. Então, a gente palpa e vai para cima do arco, fica em cima do arco, porque ó, que aqui a gente não tem uma vascularização importante, tá bom? Precisamos terminar aqui na Carolina. Então, isso é importante vocês entenderem junto à nossa navegação e no decorrer da nossa próxima aula terminal, a gente vai toda vez sempre estar falando o mesmo nome, só que vou falar de elevações que forma de inovações, quer dizer. Então, essas coisas vão te tornar repetitivas e de conhecimentos anatômicos de vocês pelo nome da sua estrutura, onde era vascularizar, tá bom? E aí vem dentro dessa artéria a maxilar, o nosso beabá, nossa artéria mais importante que nós entendemos aí dentro da odontologia também, né? Além de toda ela cirúrgica dentro da odontologia, nós temos artéria maxilar junto com a temporal superficial, é ela artéria terminal, tá bom? Então, aí até as terminais, nós vamos ver primeiramente emitindo ramo meningeia média, a parte mediana. Então, é simples, é só você entender aonde está indo essa artéria que você normalmente vocês vão entender o que que ela está ligando. Depois ela manda uma ovelha inferior, usar um belo de uma mandíbula, terminando e muito alto e incisivo, entendeu? Ou seja, mental, aonde ela se exterioriza o incisivos, ou seja, ramo incisivo é aonde normalmente essa atleta na região intramedular mandibular, ainda anterior, tá? Seguido desses, nós vamos emitir vários ramos musculares, ou seja, muscular que eu vou falar, depende do músculo, eu vou falar artéria, mas seccionada aqui, entendeu? Mas dá para ver, vai lá primeiro temporal profunda posterior, entendeu? Era profunda temporal, artéria temporal mesmo, lateral lá, está indo lá para para o músculo pterigoideira lateral, entendeu? Ela vai ligar o quê? O músculo buccinatório, entendeu? Então, são coisas, são coisas que isso vão acontecendo e vocês já vão identificando mais ou menos a estrutura que nós estamos utilizando. Ao regular posterior superior, ou seja, [Música] que ali dentro delas é um dos ramos que vai se terminar em um buquê em para temporal, né? Depois ele manda emitir o ramo palatina descendente, que aqui não aparece a para a Tina, que eu vou mostrar para vocês. Ele vai emitir se estamos aqui mostrando mais uma vez. Então, agora a gente vai mostrar bastante isso daí da terra maxilar, né? As artérias temporais profundas posterior, anterior, a que espero entrando colatina, tá? Olha aqui a terra abraçando muito numa certa [Música] mandibular, diferente da artéria alveolar superior posterior, nós temos artéria bucal, ela vem mais lateral, ou seja, mais para o músculo do senador, liga mais a bochecha. E aí, aprofundando mais, penetrando mais junto à Terra maxilar, nós vamos fazer a artéria esfenopalatina, seu ramo terminal aqui, indo para infraorbitário e alveolar superior, ou seja, alveolar superior posterior, era a matéria é de ramo maxilar, já alveolar superior que penetra aqui dentro do osso maxilar médio superior, médio superior anterior, ele é o ramo da artéria infraorbitária. Quando tem, não são todos que têm artéria alveolar superior média, mais ou menos, alguns trabalhos mostram que são mais ou menos 75% dos pacientes, tá? Mas professor, então, como vai suprir essa região anatômica? Vai suprir o quê? Anastomose da região superior posterior, como anatomose da região onde eu acho superior anterior, ela vai, ela usar e vai penetrar direitinho, tudo bem? E me dando ramos pros dentes, mucosa alveolar, maxim, tá bom? Tá entendendo direitinho? Ela está entrando solitária e aqui na fossa na mistura temporal, vai entrar artérias tem no palatina e vai fazer o quê aqui, ó? Vai emitir esses ramos aqui, ó. Um tênis, um deles, e vai descer pelo palato. [Música] Entra pela palatina anterior, olha aqui, ó, o forno que a gente começou lá para me falar aqui no anterior e falamos comparativo posterior, ou seja, falar que tinha maior comparativo menor, eles vem da onde? Vem do ramo da maxilar da artéria palatina descendente, beleza, tá? E aí outra, a esfeno palatina entrando aqui no processo esfenoide e a infraorbital aqui, mandando assim o plexo arterial venoso nas áreas laterais e vamos septais, ou seja, você recebe ramos vascular dessa região do nariz da artérias. Então, você recebe plexo vascular arterial de vários ramos, não só da maxilar, entendeu, turma? Então, esse plexo que eu gosto sempre de falar é um congremorado de vasos nessa região anterior, aonde normalmente muitas crianças quando batem o nariz, batem essa cartilagem nasal, apresentam-se com muito sangramento. A gente chama de área de que seu bar, ou seja, sangramento de que seu bar. Quando a gente fala isso, que foi o descobridor dessa dessa região desse precoce anterior, né? A gente chama de seu bar, essa área, esse sangramento mais anterior do nariz, tá bom? É apenas como didático para vocês saberem. Eu já ouvi falar sobre esse tipo de beleza, então tudo bem. Então, aqui depois a gente vai falar, então, numa próxima aula, tá? A parte que tem nove drenagem venosa da face, tá bom? Então, é isso mais ou menos que eu queria falar com vocês. Depois eu quero revisar tudo com vocês a parte de arterial, só tá bom? A gente revisa isso tudo de novo, mostrando novas imagens, tudo bonitinho, numa próxima aula para a gente finalizar. Aí sim, falar da drenagem venosa, parte venosa do plexo pterigoideira, plexo que vai ser falado, tá? Junto com a parte da inervação, ou seja, duplexo nervoso e vai demandar mais aula para nós aí de bastante tempo, a gente ficar batendo papo, que é o próximo e último módulo, tudo bem, turma? Alguma dúvida fora essa voz? A única que quase não saindo. Então, nós temos aí uns 15, 20 minutinhos para tirar dúvida, bater um papinho, dei algumas intercorrências, algo que vocês queiram falar, a gente pode discutir num grupo ou alguma coisa aí. É, obrigado, Gabi, pela aula, mas assim, é complicado, né? Fazer uma coisa mais prática, tudo, mas eu acho que é, eu falei com a professora, sua importância esse conhecimento para atômico e essa forma de ficar repetindo, repetindo, revisando, revisando anatomia, porque no decorrer do culto de vocês lá na frente, quando vocês tiverem um laboratório, no ambulatório, fazendo o procedimento cirúrgico, tudo, eu não quero que você tenha dúvida ou quando aconteceu uma decorrência no consultório de vocês, vocês vão ter uma terra, um vaso, uma veia, alguma coisa, saberem que vocês romperam, sabendo de vocês estão e como e correr tudo bem com seu paciente, não precisando como alguns dentistas fazem de mandar tudo procurando socorro. Aconteceu alguma coisa no protocolo, aí fica fácil. Eu acho que não é bem assim. Nós temos que saber lidar com as intercorrências e tratar essas intercorrências a partir do que os nossos conhecimentos, conhecimentos e cursos essas curriculares, conhecimentos de especialização, né? Todas elas que a gente precisar em cima disso daí, tudo bem? Tá bom? Então, eu tenho que fazer uma aula mais prática e dentro da anatomia, você sabe alguma coisa e está à disposição. Tendo alguma coisa de cirurgia, morreu no grupo aí, qualquer coisa, aguardo vocês. Eu acho que para começo de dezembro, dia quatro, cinco, eu não sei, numa segunda-feira, eu vou ter cirurgia no hospital, tá? Então, eu vou colocar no grupo como atualizar o convênio e aí a gente está disponível aguardando vocês lá para fazermos a cirurgia juntos. Se tiver alguma dúvida, a gente conversar, tá bom? Obrigado por tudo aí, pessoal. Acho que você pode por tudo de bom para bacana aula de hoje, cansativa, mas a gente conseguiu finalizar aí com chave de ouro para a gente no terceiro módulo, a gente passar e fechar a regra com relação anatomia, tá bom? Um abraço a todos aí, qualquer coisa, precisa perguntar, manda perguntinha aí. Obrigado, professor. Eu agradeço a atenção de todos vocês aí. Uma boa tarde aí, bom dia, uma boa semana aí para nós aí, tá bom? Abraço. Obrigado. Tá? Vou descer. Oi, Doutor, desculpa, pode repetir, por favor? Resolvemos algumas dúvidas e no próximo módulo, mês que vem, na parte 3 da anatomia, a gente finaliza a parte de nervos e drenagem venosa, tá bom? Fechado. Obrigada, Doutor. Eu ia ficar mudo, mas acho que deu tudo certo. Já está pronto para outra, Doutor. Tá bom. Valeu. Obrigada, viu? Obrigada. Tchau.