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A psicologia falado apresenta terapia cognitivo-comportamental: teoria e prática. E para uma melhor experiência de imersão, ou seja, audiolivro, em um local silencioso e, de preferência, tenha o texto original em mãos. Boa leitura.
A conceitualização cognitiva. Uma conceitualização cognitiva é o fundamento da terapia cognitivo-comportamental. Você aprenderá mais a respeito dos vários elementos e do processo de conceitualização ao longo deste livro.
Introdução à conceitualização cognitiva. A sua conceitualização fornece uma estrutura para o tratamento. Ela o ajuda a:
1. Entender os clientes, seus pontos fortes e pontos fracos, suas aspirações e desafios.
2. Reconhecer como os clientes desenvolveram um transtorno psicológico com pensamento disfuncional e comportamento mal-adaptativo.
3. Fortalecer a relação terapêutica.
4. Planejar o tratamento dentro e entre as seções.
5. Escolher intervenções apropriadas e adaptar o tratamento quando necessário.
6. Superar pontos de bloqueio.
Uma formulação orgânica e em desenvolvimento o ajuda a planejar uma terapia eficiente e efetiva. Você começa a construir a conceitualização durante o seu primeiro contato com o cliente e a aprimora a cada contato. É importante entender a formulação cognitiva para o diagnóstico do cliente, as cognições tÃpicas, as estratégias comportamentais e os fatores de manutenção. Mas depois, você precisa ver se a formulação se ajusta ao seu cliente especÃfico. Você continuamente coleta dados, resume o que ouviu, checa suas hipóteses com o cliente e modifica a sua conceitualização quando necessário.
Por exemplo, eu não sabia nas primeiras sessões, é sim, uma criança de 2 valor, somente quando ela teve uma discussão aos berros com sua mãe, irmã, e que isso veio à tona. Você confirma, rejeita ou modifica suas hipóteses à medida que os clientes apresentam novas informações. Você continuamente se pergunta: os novos dados que acabei de obter partem de um padrão que já identifiquei, ou esse algo novo? Caso sejam dados novos, faça uma anotação para chegar em seções. Se esses dados fazem parte de outro padrão, você compartilha sua conceitualização e pergunta ao cliente se ela soa verdadeira ou parece correta. Se a sua conceitualização for curada, o cliente invariavelmente diz algo como: "Sim, acho que está certo." Se você estiver errado, o cliente costuma dizer: "Não, não é bem assim, é mais como tal coisa." Pedir um feedback do cliente fortalece a aliança e permite que você conceitualize mais acuradamente e realize um tratamento efetivo.
Compartilhar sua conceitualização pode, por si só, ser terapêutico. E se sentiu melhor quando sugere que ele, na verdade, tinha somente um problema: ver a si mesmo como incompetente ou fracasso. "Eu acho que você acredita nisso tão fortemente que evita fazer coisas que parecem difÃceis, e quando está deprimido, quase tudo parece difÃcil. Você acha que possa estar certa?" E é importante que você se coloque no lugar de seus clientes, desenvolvam empatia pelo que estão experimentando. Entenda como estão se sentindo e perceba o mundo pelos olhos deles.
As percepções, os pensamentos, as emoções e o comportamento dos clientes devem fazer sentido, considerando a interpretação das experiências passadas e atuais, seus pontos fortes e vulnerabilidades, seus valores e atributos pessoais, sua biologia e sua genética e epigenética. Sua conceitualização também o ajuda a entender e se basear nos atributos positivos e habilidades dos seus clientes. Ajudá-los a tomar conhecimento dos seus pontos fortes e recursos pode levar ao melhor funcionamento e a uma melhora no humor e na resiliência. Também o ajuda a entender como e por que os obstáculos para atingir os objetivos surgiram e foram mantidos.
Iniciando o processo de conceitualização. Há muitas perguntas que você deve ter em mente durante o tratamento para desenvolver e refinar sua com. Sei que o capÃtulo 5 traz uma descrição da sessão de avaliação em que você começará a coletar uma grande quantidade de informações: identificação do cliente, queixa principal, sintomas principais, estado mental e diagnóstico, medicações psiquiátricas atuais e tratamento atual, relações significativas, melhor funcionamento ao longo da vida e vários aspectos da sua história. Você continuará a reunir dados ao longo do tratamento.
Os pensamentos automáticos ajudam a explicar as reações dos clientes. Até cat6 está baseada no modelo cognitivo que levanta a hipótese de que as emoções, os comportamentos e a fisiologia das pessoas são influenciadas pela sua percepção dos acontecimentos. Imagine, por exemplo, uma situação em que várias pessoas estão lendo um texto básico sobre TC. Elas têm respostas emocionais e comportamentais bem diferentes à mesma situação. Com base no que está se passando em suas mentes enquanto lêem.
Exemplos:
E o leitor A pensa: "Isso realmente faz sentido, até que enfim apareceu um livro que vai me ensinar a ser um bom terapeuta." O leitor A se sente animado e continua a leitura.
Já o leitor B pensa: "Esta abordagem é muito simplista, não vai funcionar nunca." O leitor B se sente desapontado e fecha o livro.
O leitor C tem os seguintes pensamentos: "Este livro não é o que eu esperava, que desperdÃcio de dinheiro." O leitor C se está insatisfeito e descarta completamente o livro.
O leitor D pensa: "Eu realmente preciso aprender tudo isso, e se eu não conseguir entender?" O leitor D se sente ansioso e continua lendo repetidamente as mesmas poucas páginas.
O leitor E tem pensamentos diferentes: "Isso é muito difÃcil. Olá, eu sou tão burro, jamais vou entender isso, nunca vou conseguir ser um terapeuta." O leitor E sente-se triste. Liga a televisão.
A forma como as pessoas se sentem emocionalmente e a forma como se comportam estão associadas a como elas interpretam e pensam a respeito de uma situação. A situação em si não determina diretamente como elas se sentem ou que fazem. As reações das pessoas sempre fazem sentido depois que sabemos o que elas estão pensando.
Você ficará particularmente interessado no nÃvel de pensamento que pode operar de forma simultânea com o nÃvel de pensamento mais óbvio e superficial. Enquanto está lendo este texto, poderá notar esses dois nÃveis. Parte da sua mente está se concentrando nas informações do texto, ou seja, você está tentando entender e integrar as informações factuais. Em outro nÃvel, no entanto, pode estar tendo alguns pensamentos rápidos e avaliativos sobre a situação. Essas cognições são chamadas de pensamentos automáticos e não são resultantes de deliberação ou raciocÃnio. Ao contrário, esses pensamentos parecem brotar de forma espontânea. Frequentemente, eles são e rápidos. Em breve, você pode quase nem perceber esses pensamentos. É muito mais provável que esteja consciente da emoção ou do comportamento que se segue. Mesmo que você esteja consciente dos seus pensamentos, provavelmente irá aceitá-los sem crÃticas, acreditando que eles são verdadeiros. Você nem mesmo pensa em questioná-los.
No entanto, poderá aprender a identificar seus pensamentos automáticos prestando atenção às mudanças no seu afeto, comportamento e fisiologia. Pergunte-se: "O que estava passando pela minha mente quando comecei a me sentir disfórico?" Você se sente inclinado a se comportar de uma maneira disfuncional ou evitar se comportar de uma maneira adaptativa? E você observa mudanças angustiantes em seu corpo ou mente?
E tendo identificado os seus pensamentos automáticos, você pode, e provavelmente já o faz em certa medida, avaliar a validade do seu pensamento. Por exemplo, quando tenho muitas coisas para fazer, algumas vezes tenho o pensamento automático: "Eu nunca vou conseguir terminar tudo." Mas faço uma checagem automática da realidade, relembrando experiências passadas e lembrando a mim mesmo: "Está tudo bem. Você sabe que sempre consegue fazer o que precisa."
Quando as pessoas acham que a interpretação delas a respeito de uma situação é errônea e a corrigem, elas provavelmente descobrem que seu humor melhora, que se comportam de maneira mais funcional e ou sua reação fisiológica diminui. Em termos cognitivos, quando pensamentos disfuncionais são sujeitos a reflexão objetiva, nossas emoções, comportamento e reação fisiológica costumam melhorar.
Onde surgem os pensamentos automáticos? O que faz uma pessoa interpretar uma situação de forma diferente de outra? Porque a mesma pessoa interpreta um acontecimento idêntico de forma diferente em momentos diferentes? A resposta tem a ver com fenômenos cognitivos mais permanentes: as crianças. Os temas dos pensamentos automáticos das pessoas sempre fazem sentido depois que entendemos suas crianças.
Crianças desde a infância, as pessoas desenvolvem determinadas ideias sobre si mesmo, sobre as outras pessoas, sobre seu mundo. Suas crenças mais centrais ou crenças nucleares são compreensões duradouras, tão fundamentais e profundas que muitas vezes não são articuladas nem para elas mesmas. Os indivÃduos consideram essas ideias como verdades absolutas, é como as coisas são. IndivÃduos bem adaptados possuem, de modo preponderante, crenças realisticamente positivas na maior parte do tempo. Mas todos nós temos crenças negativas latentes que podem ser parcial ou completamente ativadas na presença de vulnerabilidades ou estressores tematicamente relacionados.
Crianças adaptativas. Muitos clientes, como A.B., eram de maneira predominante psicologicamente sadios antes do inÃcio do transtorno. Eram razoavelmente efetivos, tinham basicamente boas relações, se viviam em ambientes que eram preponderantemente seguros. Sendo assim, é provável que a maioria deles tenha desenvolvido crenças flexÃveis, úteis e baseadas na realidade sobre si mesmos, sobre seu mundo, sobre as outras pessoas e sobre o futuro. É provável que eles se vissem como razoavelmente eficientes, agradáveis e que possuÃam visões acuradas e matizadas sobre as outras pessoas, considerando muitas delas como basicamente boas ou neutras e apenas algumas como potencialmente nocivas. Eles também enxergavam seu mundo realisticamente como a composição de um misto de previsibilidade e imprevisibilidade, segurança e perigo. Eles percebiam seu futuro como experiências positivas, neutras e negativas.
Os equivalentes negativos latentes dessas crenças podem temporariamente vir à tona quando esses clientes interpretam, de da Silva, uma dificuldade relacionada à sua eficiência, um problema interpessoal, uma atitude que tomaram que foi contrária ao seu código moral. Mas provavelmente revertem para as suas crenças nucleares mais baseadas na realidade depois de um curto perÃodo de tempo. Isto é, a não ser que tenham desenvolvido um transtorno agudo. Quando isso acontece, eles podem precisar de tratamento para ajudá-los a restabelecer suas crianças primariamente adaptativa.
Entretanto, a situação é diferente para outros clientes, sobretudo aqueles com transtorno da personalidade, como Maria. Suas crenças positivas adaptativas podem ter sido relativamente fracas ou até inexistentes quando estavam em perÃodo de desenvolvimento e entrando na idade adulta. E, em geral, precisam de tratamento para ajudá-los a desenvolver e fortalecer crenças adaptativas. Note que alguns clientes possuem crenças excessivamente adaptativas, sobremaneira. Se forem mania, acusados, hipomanÃacos, eles podem ver a si mesmo e os outros, o mundo e o futuro de forma irrealisticamente positiva. Quando essas crianças são disfuncionais, eles podem precisar de ajuda para encarar suas experiências de forma mais realÃstica, o que vai em uma direção negativa.
Crenças negativas disfuncionais. Pessoas que têm uma história de ser menos sadias psicologicamente, o que vivem em ambientes fÃsicos ou interpessoais mais perigosos, tendem a ter um funcionamento mais deficiente. Elas podem ter relacionamentos perturbados e possuir crenças nucleares mais negativas. Essas crianças podem ou não ter sido realistas ou úteis quando se desenvolveram inicialmente. Na presença de um episódio agudo, no entanto, essas crianças tendem a ser extremas, irrealistas e altamente mal-adaptativas.
As crianças nucleares negativas sobre si mesmo recaem em três categorias:
1. **Desamparo:** por exemplo, ser ineficiente ao fazer as coisas, na autoproteção e o auto-sacrifÃcio para outras pessoas.
2. **Desamor:** por exemplo, ter o que resultam em uma incapacidade de receber e manter amor e intimidade dos outros.
3. **Ponto de valor:** por exemplo, ser um pecador, imoral ou perigoso para os outros.
Os clientes podem ter crenças em uma, duas ou todas as três categorias e podem ter mais de uma criança em uma determinada categoria.
Exemplo de caso. O leitor E, que se achava pouco inteligente para dominar o conteúdo deste texto, muitas vezes tinha uma preocupação semelhante quando precisava se envolver em uma tarefa nova: alugar um carro, montar uma estante ou pedir um empréstimo no banco. Ele parece pela criança nuclear: "Sou incompetente." Essa crença pode operar somente quando ele está em um estado depressivo, pode estar ativa algumas vezes ou em boa parte do tempo, ou pode estar latente. Quando essa crença nuclear está ativa, o leitor interpreta as situações através das lentes dessa crença, mesmo que a interpretação possa, em uma base racional, ser para atendimento invalida. O leitor E tende a focar seletivamente as ações que confirmam sua crença nuclear, negligenciando ou ignorando informações contrárias. Por exemplo, ele não considerava que outras pessoas inteligentes e competentes poderiam não entender plenamente o material em sua primeira leitura, nem considerava a possibilidade de que o autor não tivesse apresentado bem o material. Ele não reconhecia que sua dificuldade de compreensão poderia se dever a uma falta de concentração em vez de a uma falta de inteligência. Ele esquecia que com frequência tinha dificuldades iniciais quando era apresentado a um conjunto de informações novas, mas que mais tarde tinha um bom histórico de compreensão do tema. Como sua crença de incompetência estava ativada, ele automaticamente interpretava a situação de forma altamente negativa e autocrÃtica. Assim, sua crença é mantida, mesmo que seja imprecisa e disfuncional. É importante observar que ele não está tentando processar as informações dessa maneira intencionalmente; isso ocorre de forma automática.
A figura 3.3 no livro ilustra esse modo distorcido de processar a informação. O cÃrculo com uma abertura retangular representa o esquema do leitor. Em termos piagetianos, o esquema é uma estrutura mental hipotética que organiza a informação. Dentro dessa encontra a crença nuclear do leitor: "Sou incompetente." Quando o leitor E se depara com uma experiência relevante, esse esquema se ativa e os dados contidos no sertão (ambos negativos) são imediatamente processados como confirmação da sua crença, o que deixa a crença mais forte. Porém, ocorre um processo diferente quando o leitor E se depara com uma experiência em que se sai bem. Os dados positivos são inseridos nos triângulos positivos equivalentes que não podem se encaixar no esquema. Sua mente automaticamente ignora os dados. Essas interpretações, em essência, mudam a forma dos dados dos triângulos positivos para os certames negativos. Agora os dados se encaixam no esquema e, em consequência, fortalecem a criança. No entanto, ativa também dados positivos que o leitor E não percebe. Ele não nega algumas evidências de competência, como pagar suas contas em dia ou ajudar um amigo com um problema, mas caso não tivesse tomado essas atitudes, ele provavelmente teria interpretado sua ação como uma confirmação da sua crença nuclear disfuncional. Embora não ignore os dados positivos, ele não parece notar ou processar os dados positivos como relevantes para sua crença. Esse tipo de dado se choca com o esquema. Com o tempo, a criança nuclear de incompetência do leitor E fica cada vez mais forte. A.B. também tem uma criança nuclear de incompetência. Felizmente, quando A.B. não está deprimido, o esquema diferente está ativo a maior parte do tempo e sua crença "Sou incompetente" está latente. Mas quando ele está definido, o esquema de incompetência predomina. Um objetivo importante do tratamento é ajudar a encarar suas experiências de forma mais realista e adaptativa.
Crenças intermediárias: atitudes, regras e pressupostos. Crenças nucleares são o nÃvel mais fundamental de crença. Quando os clientes estão deprimidos, essas crianças tendem a ser negativas, extremas, globais, rÃgidas e generalizadas. Pensamentos automáticos: as palavras ou imagens reais que passam pela mente de uma pessoa são especÃficos para a situação e podem ser considerados como o nÃvel mais superficial de cognição. As crenças intermediárias existem entre os dois. As crianças nucleares influenciam o desenvolvimento dessa classe intermediária de crianças, que consiste em atitudes, regras e pressupostos. Observe que muitas atitudes indicam os valores dos clientes. O leitor E, por exemplo, tinha as seguintes crenças intermediárias:
* **Atitude:** É terrÃvel ser um palhaço.
* **Regra:** Devo desistir se um desafio parecer muito grande.
* **Pressupostos:** Se eu tentar fazer alguma coisa difÃcil, vou fracassar. Se eu evitar fazê-la, vai ficar tudo bem.
Essas crenças influenciam a visão de uma situação, a qual, por sua vez, influencia como ele pensa, sente e age. É como se originam as crenças nucleares que as crianças intermediárias. As pessoas tentam entender seu ambiente a partir do seu estágio no desenvolvimento. Elas precisam organizar sua experiência de forma coerente para funcionar adaptativamente. Suas interações com o mundo e as outras pessoas, influenciadas pela sua predisposição genética, levam a determinados entendimentos. Suas crianças, que podem variar quanto à sua precisão e funcionalidade. De particular importância para o terapeuta que trabalha com a TCC é que as crianças disfuncionais podem ser desaprendidas e novas crenças mais funcionais e baseadas na realidade podem ser desenvolvidas e fortalecidas durante o tratamento. A forma mais rápida de ajudar os clientes a se sentirem melhor e agirem de maneira mais adaptativa é auxiliá-los a identificarem e fortalecerem suas crenças adaptativas mais positivas e a modificarem suas crenças e pressupostos. Depois que se consegue, os clientes tendem a interpretar há mais ou problemas atuais e futuros de forma mais construtiva. Na maioria dos casos, podemos trabalhar tanto direta quanto indiretamente nas crenças positivas desde o começo do tratamento, mas em geral precisamos primeiro trabalhar diretamente as crenças nucleares negativas e mais diretamente depois. Mesmo a identificação de crenças nucleares negativas pode desencadear afeto negativo significativo que pode levar os clientes a se sentirem inseguros.
O modelo cognitivo mais complexo: a hierarquia da cognição. Conforme explicado até aqui, pode ser ilustrada como a seguir: crenças nucleares são as mais profundas. Depois vêm as crianças intermediárias. Depois da situação que evoca pensamentos automáticos, causando a reação que pode ser comportamental, emocional, fisiológica. É importante notar que a sequência da percepção de situações que levam a pensamentos automáticos, que então influenciam as reações das pessoas, é à s vezes uma super. O pensamento, humor, comportamento e fisiologia podem afetar uns aos outros. Também há muitos tipos diferentes de situações desencadeantes internas e externas sobre as quais os clientes têm pensamentos automáticos, como acontecimentos pontuais (como não receber uma oferta de emprego), um fluxo de pensamentos (como pensar sobre estar desempregado), pode ser também uma lembrança (como ser demitido do trabalho) ou também uma imagem (com um olhar de desaprovação do chefe), uma emoção (como notar o quanto sua disforia é intensa), um comportamento (como ficar na cama), até mesmo uma experiência fisiológica ou mental (como notar a própria taquicardia ou pensamento lento). Os indivÃduos podem experimentar uma sequência complexa de acontecimentos com muitas situações desencadeantes, pensamentos automáticos e reações diferentes.
Conceitualização de A.B. na admissão. Fica claro que A.B. está sofrendo de tristeza persistente, idade, solidão. É o diagnóstico com depressão maior severa com ansiedade. Faça algumas perguntas especÃficas para me ajudar a desenvolver uma conceitualização inicial. Por exemplo, pergunte a A.B. quando ele costuma se sentir pior, em que situações ou horas do dia. Ele me diz que se sente da mesma maneira durante todo o dia, mas talvez um pouco pior à noite. Então, pergunto como se sentiu na noite anterior, quando A.B. confirma que estava deprimido como de costume. Pergunto o que estava passando pela sua mente. Desde o começo, obtém uma amostra de pensamentos automáticos importantes. A.B. relata que frequentemente pensa: "Tanta coisa que eu deveria estar fazendo, mas estou tão cansado. Mesmo que eu tente fazer coisas, como limpar o apartamento, vou fazer um trabalho ruim e eu me sinto tão deprimido, nada vai fazer com que eu me sinta melhor." Ele também relata uma imagem, um quadro mental que surge em flechas na sua mente: ele se via em algum momento em um futuro indeterminado, sentado no escuro, sentindo-se completamente sem esperança e desamparado.
Também procura os fatores que mantêm a depressão de A.B. Evitação é um problema importante. Ele evita limpar seu apartamento, tratar dos seus, socializar com amigos, procurar um novo emprego e pedir ajuda a outras pessoas. Portanto, ele carece de experiências que poderiam ter lhe dado uma sensação de controle, prazer ou conexão. Seu pensamento negativo deixa-o inativo e passivo. Sua inatividade, passividade reforçam seu sentimento de estar desamparado e sem controle da situação.
Quando criança, A.B. tentava compreender a si mesmo, aos outros e ao seu mundo, aprendendo, por exemplo, com suas experiências, interações com outras pessoas, se pela observação direta. Suas percepções também eram indubitavelmente influenciadas por sua herança genética. As experiências precoces dentro da famÃlia prepararam o terreno para sua criança nuclear de competência e incompetência. A vieram mais. E os meninos quando tinha 11 anos, seu pai abandonou a famÃlia e nunca mais voltou. Sua mãe, sozinha, trabalhava em dois empregos e se apoiavam fortemente nele. Depois que seu pai foi embora, ela costumava pedir que A.B. fizesse coisas que eram muito difÃceis, por exemplo, manter a casa limpa, lavar roupa e cuidar de seus irmãos mais novos. Hábitos e o valor sólido de ser um bom filho, fazendo que ele era solicitado e ajudando os outros. A expectativa que tinha de si mesmo era de que deveria ser capaz de fazer tudo o que sua mãe disse, mas muitas vezes ele não conseguia realizar a tarefa. Tinha pensamentos como: "Eu deveria fazer isso melhor, eu deveria ajudar mais a minha mãe, e eu deveria ser capaz de fazê-lo." Se comportar nas poucas ocasiões em que perguntava a sua mãe o que deveria fazer para controlar melhor o comportamento de seus irmãos, ela dizia irritada: "Descubra você mesmo." Nem todo jovem nesse tipo de situação se percebe como incapaz. Alguns jovens, porém, culpam suas mães por esperarem demais deles. A mãe de A.B. de fato esperava demais para sua idade e nÃvel de desenvolvimento. Ela criticava quando chegava em casa e via seus irmãos correndo pela casa ou encontrava a cozinha desarrumada. Nesses momentos, ela ficava incomodada e dizia: "A.B., você não consegue fazer nada direito, você está me decepcionando." A.B. achava que o que ela dizia era verdade e se sentia angustiado. Então, com frequência se retirava para seu quarto e ruminava sobre suas imperfeições.
Crenças nucleares de A.B. Com o tempo, a criança de A.B. de que era razoavelmente competente começou a se desgastar. No contexto especÃfico da sua vida familiar, ele começou a notar o que considerava como suas falhas. Mesmo quando via que estava fazendo um bom trabalho, ele tende a ignorar suas realizações: "Limpei a cozinha, mas a sala de estar ainda está desarrumada. Consegui que eles fizessem o dever de casa, mas não consegui fazer com que parassem de brigar." Não é de admirar que A.B. começasse a se sentir incompetente. O resultado de dar muito peso à sua fraqueza percebida, ignorar ou não notar seus pontos fortes, levou ao desenvolvimento da sua crença nuclear: "Sou incompetente."
A criança negativa de A.B. estava relativamente circunscrita às falhas em casa. Na escola, suas notas estavam na média, como as de seus amigos. Seus professores e mãe, de um modo geral, pareciam satisfeitos com seu desempenho. Portanto, ele também estava satisfeito. Ele era um atleta acima da média e recebia elogios e apoio dos seus treinadores. Sendo assim, A.B. se via como relativamente amado e valorizado. As crianças de A.B. sobre seu mundo e as outras pessoas eram, em sua maior parte, realisticamente positivas e adaptativas. Em geral, acreditava que muitas pessoas eram boas ou seriam boas, desde que ele se portasse bem. Ele via seu mundo como relativamente seguro, influenciado pelo abandono do pai, ele via o mundo como potencialmente perigoso, mas também achava que seria capaz de lidar com a maioria das circunstâncias. Ele via seu futuro como desconhecido, mas potencialmente muito bom.
A.B. estava em suas melhores condições quando terminou o ensino médio, encontrou um emprego e se mudou para um apartamento com um amigo. Durante esse perÃodo, suas crenças nucleares adaptativas estavam sobretudo ativas. Ele se saiu bem no trabalho, socializava frequentemente com bons amigos, fazia exercÃcios e se mantinha em boa forma e começou a economizar dinheiro para o futuro. Era honesto, franco, responsável e trabalhador. Era uma pessoa de agradável convivência, muitas vezes ajudando familiares e amigos sem que precisassem pedir. Casou-se aos vinte e três anos, um ano depois de conhecer sua esposa. Embora ela tivesse uma tendência a criticá-lo, mesmo assim ele se via como basicamente competente, valorizado e amado. Mas ele tinha uma vulnerabilidade subjacente de se ver como incompetente quando não correspondia à s suas aulas da Silva. Salto impostas. Essa vulnerabilidade se desenvolveu principalmente como resultado de interações negativas com sua mãe quando jovem. A.B. ficou mais estressado depois que seus filhos nasceram e algumas vezes se criticava por não passar tempo suficiente com eles. Sua esposa também era estressada e ficou mais crÃtica em relação a ele, mas ele não ficou deprimido a ponto de continuar bem enquanto percebia que estava tendo um desempenho de alto nÃvel no trabalho e em casa. Sua crença relacionada à era: "Se eu tiver alto desempenho, isso significa que estou bem." Um problema surgiu quando ele se percebeu como funcionando em um nÃvel inferior, associado à sua: "Se eu não tiver alto desempenho, isso mostra que sou incompetente."
Somente quando atribuiu um significado muito negativo às suas dificuldades no trabalho e à dissolução do seu casamento, que suas crenças nucleares antes do atendentes foram fortemente ativadas. Além disso, ele se via como desamparado e sem controle da situação, o que descreveu é nada é incompetência, fracasso.
Crenças intermediárias e valores de A.B. As crenças intermediárias de A.B. eram um pouco mais suscetÃveis a modificação do que suas crenças nucleares. Essas atitudes, como "é importante trabalhar duro", "ser produtivo", "ser responsável", "ser confiável", "ser atencioso com os outros", "honrar os compromissos", "fazer a coisa certa" e "retribuir aos outros", refletiam os seus valores e seu comportamento e ditavam suas regras. Por exemplo, crenças como "eu devo trabalhar duro" ela se desenvolveram da mesma maneira que as crianças nucleares. À medida que A.B. tentava compreender seu mundo, os outros e a si mesmo, principalmente por meio de interações com sua famÃlia e, em menor grau, com outras pessoas. Ele desenvolveu os seguintes pressupostos: "Se eu trabalhar duro, estarei bem. Se não, serei um fracasso." "Se eu descobrir as coisas por mim mesmo, estarei bem, mas se pedir ajuda, isso vai mostrar que sou incompetente."
As estratégias comportamentais de A.B. Iniciando na adolescência, A.B. desenvolveu determinados padrões de comportamentos, os quais eram em sua maior parte funcionais para corresponder aos seus valores e evitar a ativação da sua crença. Ele trabalhava duro quando estava em casa, quando praticava esportes e quando conseguiu seu primeiro emprego. Estabeleceu altos padrões para si mesmo no trabalho e não poupava esforços para ajudar outras pessoas. Por outro lado, A.B. raramente pedia ajuda, mesmo quando era razoável fazê-lo, e temia que as outras pessoas o criticassem e o vissem como incompetente. Sentia-se vulnerável. Algumas vezes tentava compensar o que via como suas fraquezas. Embora os pressupostos de A.B. fossem bastante inflexÃveis, ele se sairia bem na vida até que se percebeu como incompetente e não correspondendo aos seus valores.
Sequência que originou a depressão de A.B. Ao longo de sua vida, A.B. regularmente tinha alguns pensamentos negativos acerca de si mesmo sobre em ações em que percebia seu desempenho como abaixo da média. "Eu devia ter feito isso melhor" era um pensamento comum que tinha durante seu crescimento e posteriormente no trabalho e em casa, em especial depois que se casou e teve filhos. Os pensamentos em geral ocasionavam disforia leve, mas quando ele resolveu se esforçar mais, costumava se sentir melhor. Esses tipos de pensamentos automáticos ficaram mais frequentes e intensos antes do inÃcio do episódio depressivo de A.B.
No contexto do casamento e vida familiar, ele tinha um novo chefe, Joseph, um homem 15 anos mais moço que ele. Joseph mudou as responsabilidades de A.B. no trabalho. A.B. era responsável pelo atendimento ao cliente em uma empresa de iluminação. Ele gostava de trabalhar com os clientes, de interagir com os dois funcionários que supervisionava, mas Joseph o transferiu para a administração do estoque, o que envolve pouca interação com outras pessoas e exigia que ele usasse um programa de computador com o qual não era familiarizado. A.B. começou a cometer erros e se tornou altamente autocrÃtico. Tinha pensamentos como: "Qual é o problema comigo? Isso não deveria ser tão difÃcil." Ele interpretava que as dificuldades com suas novas responsabilidades se deviam à sua incompetência. Ele ficou disfórico e ansioso, mas não deprimido. Ainda não. A.B. por fim pediu ajuda, mas Joseph rosnou para ele, dizendo que A.B. deveria ser capaz de descobrir o que fazer em vez de continuar a pedir ajuda. A.B. se esforçou ainda mais, porém, mesmo assim não conseguiu entender como cumprir algumas das suas novas responsabilidades. Quando chegava a considerar pedir ajuda novamente, ele pensava: "Joseph vai menosprezar se ele disser que eu sou incompetente. Posso ser demitido." Suas crianças de incompetência e vulnerabilidade ficaram mais fortes. Logo, suas emoções negativas começaram a repercutir em casa. Quando ele ruminava cerca de suas falhas percebidas, quando desenvolveu os sintomas de depressão, e ele alterou suas atividades. Começou a se afastar das outras pessoas, incluindo sua esposa. No jantar, sentava-se quase em silêncio, apesar dos esforços de sua esposa para fazer com que ele se abrisse. Depois do jantar, em vez de fazer as tarefas domésticas, em geral se sentava na sua poltrona, combinando sobre suas falhas percebidas. Nos fins de semana, ficava sentado no sofá por horas, assistindo à televisão. Sua esposa ficava muito impaciente quando ele relutava em fazer planos sociais, quando ajudava muito menos nas tarefas de casa e quando falava pouco com ela. Ela começou a resmungar e a criticá-lo muito mais do que antes. Seus próprios pensamentos autocrÃticos foram ficando cada vez mais intensos. Também sua evitação resultava em menos oportunidade para que se sentisse competente, no controle, produtivo e conectado com os outros, valores cruciais para ele. Em uma escassez de atividades prazerosas e agradáveis que poderiam ter melhorado. À medida que desenvolve e umas mais fortes de depressão, começou a evitar tarefas adicionais que achava que não realizaria bem, como pagar as contas e cuidar do jardim. Ele tinha muitos pensamentos automáticos em várias situações sobre a probabilidade de fracassar. Esses pensamentos o levaram a se sentir triste, ansioso e desesperançado. Ele considerava as suas dificuldades como devidas a um defeito inato e não como resultado da interferência da depressão. Desenvolver um senso generalizado de incompetência e impotência e restringiu ainda mais suas atividades. O relacionamento com a sua esposa ficou tenso e eles começaram a ter conflitos significativos. Sua interpretação era de que o conflito significava que ele estava fracassando no casamento, que era incompetente como marido. No curso de vários meses, os problemas de A.B. no trabalho foram piorando. Joseph ficou muito crÃtico e desvalorizou A.B. na sua avaliação de desempenho anual. A depressão de A.B. intensificou significativamente. Quando sua esposa pediu de, e ele ficou preocupado com pensamentos de como havia decepcionado sua esposa, seus filhos e seu chefe. Sentia-se como um fracassado, incompetente, sentia-se a mercê seus sentimentos de tristeza e desesperança e achava que não havia nada que pudesse fazer para se sentir melhor. Então, perdeu o emprego.
Essa sequência de acontecimentos ilustra o modelo de diátese-estresse. A A.B. tinha certas vulnerabilidades: valores muito fortes e rÃgidos de produtividade e responsabilidade, processamento da informação enviesado, uma tendência a se ver como incompetente, fatores de risco genéticos. Quando essas vulnerabilidades foram expostas a estressores relevantes, ele ficou deprimido. A depressão de A.B. e foi mantida pelos seguintes fatores ou mecanismos: uma constante interpretação negativa de suas experiências, viés atencional, evitação, inatividade, afastamento social, autocrÃtica aumentada, deterioração das habilidades para a solução de problemas e negativas combinação sobre falhas percebidas, preocupação sobre o futuro. Esses fatores afetavam negativamente a autoimagem de A.B. e ajudavam a manter a sua depressão.
Pontos fortes, recursos e qualidades pessoais de A.B. Embora A.B. estivesse severamente deprimido quando veio me ver pela primeira vez, sua vida não era negativa o tempo todo. Seus filhos e os respectivos cônjuges lhe davam apoio. Seu humor melhorava um pouco quando interagia com seus netos, sobretudo quando se tratava de esportes. Ele ainda mantinha seus cuidados básicos, embora seus recursos financeiros estivessem minguando. Ainda tinha algumas economias. Ele conseguia realizar minimamente os cuidados com a casa e preparava suas refeições. Historicamente, tinha sido o marido, pai e empregado altamente responsável e trabalhador. Havia aprendido muitas habilidades no trabalho que eram potencialmente transferÃveis para outros empregos. Ele tinha bom senso e eram bom solucionadores de problemas. Que a criança A.B. de que era incompetente provinha de acontecimentos na infância, especialmente pela interação com sua mãe crÃtica, que sempre dizia que ele estava fazendo um trabalho ruim e que a estava decepcionando. No entanto, teve experiências escolares neutras ou relativamente positivas e sua crença nuclear dominante era de que ele estava bem. Anos mais tarde, o estresse significativo no trabalho e em casa contribuiu para a ativação de sua crença nuclear de incompetência e seu uso de estratégias de enfrentamento mal-adaptativos, mais notadamente habitação. Que desencadearão sua crença de impotência. Ele evitava pedir ajuda, afastou-se de sua esposa e amigos, ficava sentado no sofá por horas em vez de ser produtivo. Além disso, tornou-se altamente autocrÃtico. Por fim, A.B. ficou deprimido e suas crenças nucleares mal-adaptativas se tornaram plenamente ativas. As crianças de A.B. o deixaram vulnerável a interpretar os acontecimentos de forma negativa. Ele não questionava seus e ao contrário os aceitava sem crÃticas. Os pensamentos e crenças por si só não causaram a depressão. É possÃvel que A.B. tivesse uma pré-disposição genética para a depressão. Entretanto, sua percepção das circunstâncias e comportamento na época, sem dúvida, facilitaram a expressão de uma vulnerabilidade biológica e psicológica. Depois que sua depressão se manifestou, essas cognições negativas influenciaram fortemente seu humor e ajudaram a manter o transtorno.
Diagramas de conceitualização cognitiva. É importante desenvolver conceitualizações baseadas nos pontos fortes, também baseadas no problema. Os diagramas de conceitualização cognitiva o ajudam a organizar a quantidade considerável de dados que você obtém dos clientes. Você pode começar a preencher esses diagramas tão logo identifica informações relevantes durante a avaliação e a primeira sessão. Você continuará a procurar dados pertinentes durante todo o tratamento. A maioria dos clientes, como A.B., a cidade oeste negativos no começo do tratamento, portanto, é importante fazer perguntas para obter informações positivas. Também é importante estar continuamente atento aos dados positivos que os clientes ignoram ou desconsideram.
O diagrama de conceitualização cognitiva baseado nos pontos fortes. O diagrama de conceitualização cognitiva baseado nos pontos fortes o ajuda a prestar atenção e a organizar os padrões de cognições úteis e de comportamento do cliente. Ele retrata, entre outras coisas, a relação entre acontecimentos importantes da vida e crenças nucleares adaptativas, crenças nucleares adaptativas e o significado dos pensamentos automáticos do cliente, crenças nucleares adaptativas, crenças intermediárias relacionadas e estratégias de enfrentamento adaptativa e situações, pensamentos automáticos adaptativos e comportamentos adaptativos. A figura 3.5 mostrada no livro contém as perguntas que você deve e para preenchê-lo. Você irá obter dados relevantes na avaliação para a parte superior do diagrama e dados adicionais para todo o diagrama durante todo o tratamento. A lista na figura 3.16 pode ajudar a especificar suas qualidades positivas. O DCTF é muito complexo para ser apresentado aos clientes. Se você fizer isso, mostra eles uma cópia em branco, vocês podem preencher o juntos, escolhendo situações históricas em que eles tiveram pensamentos automáticos e comportamentos adaptativos, ou você pode esperar até que os clientes estejam atualmente percebendo a si mesmo e as suas experiências de forma mais realista e estejam sim viajando em estratégias de enfrentamento úteis. No livro, você pode ver uma lista de qualidades positivas que podem ser inseridas.
O diagrama de conceitualização cognitiva ou de ser tradicional organiza a informação mal-adaptativa que você coleta sobre seus clientes. Você irá reunir dados na avaliação e durante todo o tratamento e se preenchendo assim que começar a ver padrões nos temas dos pensamentos automáticos são comportamentos inúteis dos clientes. Este DCD representa, entre outras coisas, a relação entre acontecimentos importantes na vida e crenças nucleares, crenças nucleares e o significado dos pensamentos automáticos dos clientes, crenças nucleares, crenças intermediárias e estratégias de enfrentamento disfuncionais e situações desencadeantes, pensamentos automáticos e reações. A figura 3.8 apresenta perguntas para ajudá-lo a preencher o DCD. Quando começar, considere seus primeiros esforços como provisórios. Você ainda não coletou informações suficientes para determinar em que medida os pensamentos automáticos que os clientes expressaram são tÃpicos e importantes. O diagrama completado irá desorientá-los se você escolher situações em que os temas dos pensamentos automáticos dos clientes não fizerem parte de um padrão global. A figura 3.8 apresenta a a ajudá-lo a preencher o DCD. Quando começar, considere seus primeiros esforços como provisórios. Você ainda não coletou informações suficientes para determinar em que medida os pensamentos automáticos que os clientes expressaram são tÃpicos e importantes. O diagrama completado irá desorientá-los se você escolher situações em que os temas dos pensamentos automáticos dos clientes não fizerem parte de um padrão global.
Quando apropriado, em geral um pouco mais tarde no tratamento, você perguntará diretamente aos clientes sobre o significado de seus pensamentos usando a técnica da seta descendente. O significado dos pensamentos automáticos para cada situação deve estar logicamente conectado a uma das crenças nucleares do cliente. Note que você não tem que indagar sobre o significado de um pensamento automático quando a cognição for disseminada e generalizada. O pensamento automático de A.B. "é fracasso" também era uma crença, pois ele não acreditava que era um fracasso em apenas uma e, por exemplo, quando via correspondência empilhada sobre a mesa. Quando tinha esse pensamento, ele pretendia dizer que era um fracasso geral como pessoa. Para completar o quadro no alto do Diagrama, pergunte-se: "Como a crença nuclear se originou e foi mantida? Que acontecimentos o cliente experimentou na vida, frequentemente incluindo infância e adolescência, se forem relevantes, que poderiam estar relacionados ao desenvolvimento e à manutenção das crianças?"
Os dados relevantes tÃpicos da infância inclui eventos significativos como conflito continuou periódico entre os pais ou outros familiares, divórcio dos pais, interações negativas com os pais, irmãos, professores, colegas ou outros em que a criança se sente acusada, criticada ou desvalorizada de alguma outra maneira, condições médicas ou deficiências graves, mortes de pessoas significativas, bullying, abuso fÃsico ou sexual, trauma emocional e outras condições de vida adversas, como mudanças frequentes a benção de trauma, crescer na cor ou enfrentar discriminação crônica, para citar algumas. Os dados relevantes podem, no entanto, ser mais sutis, por exemplo, percepções dos jovens e que não estavam à altura de seus irmãos em aspectos importantes, de que eram diferentes ou humilhadas pelos colegas, de que não correspondiam à s expectativas dos pais, professores ou outros, onde que seus pais favoreceram outro irmão e não a eles.
A seguir, pergunte-se: "Quais são as crenças intermediárias mais importantes do cliente? Regras, atitudes e pressupostos condicionais." Regras inúteis frequentemente começam com "eu deveria", "eu não deveria", e atitudes inúteis costumam começar com "é ruim fazer". Essas regras e atitudes estão muitas vezes conectadas aos valores do cliente ou podem servir para proteger o cliente da ativação da crença. Os pressupostos amplos dos clientes em geral refletem suas regras e atitudes e associam suas estratégias de enfrentamento mal-adaptativas. E eles geralmente são expressos assim: "Se eu engajar na estratégia de enfrentamento, então minha crença nuclear pode não se tornar a verdade imediatamente. Vou ficar bem no momento. No entanto, se eu não me engajar na minha estratégia de enfrentamento, então minha crença nuclear provavelmente vai se tornar realidade."
A figura 3.10 mostra as crenças intermediárias e estratégias de enfrentamento do leitor E e os padrões de comportamentos disfuncionais que estão associados à s crenças intermediárias dos clientes. Note que a maioria das estratégias de enfrentamento são padrões de comportamentos normais que todos nós temos. Às vezes, a dificuldade que os clientes experimentam está no uso excessivo, inflexÃvel dessas estratégias à custa de estratégias mais adaptativas em determinadas situações.
Em algum momento, em geral na parte intermediária do tratamento, você irá compartilhar as informações do alto e da parte inferior do DCD. Quando seu objetivo para uma sessão for Oi gente a entender o quadro mais amplo que visa a conceitualização, verbalmente desenhe um diagrama simplificado para seu cliente, solicite feedback. Ocasionalmente, os clientes se beneficiam com o preenchimento de um DCD em branco com você. Porém, muitos clientes o acharem um confuso ou humilhantes, interpretarem o diagrama como sua tentativa de encaixá-los nos quadros. Faça perguntas para obter os dados necessários ao preenchimento do diagrama. Se você apresentar uma hipótese, certifique-se de fazê-lo com cautela e pergunte ao cliente se sua verdadeiro. Corrigir as hipóteses em geral repercute bem com cliente. Para resumir, os DCDs são baseados em dados que os clientes apresentam em suas próprias palavras. Você deve considerar suas hipóteses como provisórias até que sejam confirmadas pelo cliente. Você irá reavaliar e refinar continuamente os diagramas à medida que coletar dados adicionais e sua conceitualização não estará completa até que o cliente termine o tratamento. E embora você possa não mostrar o diagrama real aos clientes, verbalmente irá conceitualizar sua experiência desde a primeira sessão para ajudá-los a encontrar um sentido em suas reações atuais a situações. Em algum. Você apresentará o quadro mais amplo aos clientes para que eles possam entender como suas experiências anteriores contribuÃram para o desenvolvimento de suas crenças, como eles desenvolveram determinados pressupostos ou regras para viver.
E como esses pressupostos levaram ao desenvolvimento de determinadas estratégias de enfrentamento ou padrões de comportamento. Alguns clientes estão intelectual e emocionalmente prontos para ver o quadro mais amplo no começo da terapia. Você deve esperar para apresentá-lo aos demais, sobretudo aqueles com quem você não tem uma relação terapêutica sólida ou que não compreendem plenamente o modelo cognitivo ou aceitam como verdadeiro.
Conforme mencionado antes, sempre que apresentarem a sua conceitualização, peça ao cliente a confirmação, negação ou modificar. O rapaz resumo. Conceitualizar os clientes em termos cognitivos é crucial para determinar o curso de tratamento mais efetivo e eficiente. Também auxilia no desenvolvimento de empatia, o ingrediente que é essencial no estabelecimento de uma boa relação terapêutica.
A conceitualização começa no primeiro contato e é um processo contÃnuo, sempre sujeito a modificações quando novos dados foram revelados, hipóteses prévias forem confirmadas ou rejeitadas. Você baseia as suas hipóteses das informações que coleta, usando as explicações mais fáceis, furiosas e evitando interpretações, inferências que não estão claramente baseadas em dados reais.
Você continuamente checa a conceitualização com os clientes por várias razões: para se assegurar de que ela é curada, para demonstrar e sua compreensão acurada e ajudá-los entenderem assim mesmo suas experiências e os significados que eles atribuem as suas experiências. O processo contÃnuo de conceitualização é enfatizado ao longo deste livro, assim como as técnicas para apresentar a sua conceitualização aos.