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CASO MEL MACHADO: ÚLTIMAS IMAGENS MOSTRAM ELA ENTRANDO NA ÁREA PIER! BUSCAS SE ITENSIFICAM!

MARCONDI MARQUES - CANAL OFICIAL40:20

Transcription

[Música] [Música] Olá, família. Boa noite a todos. Boa noite a todos os presentes. Como é que vocês estão? Espero que o som esteja bom. Espero que a imagem esteja boa para darmos início a mais uma atualização de um caso que de um caso que começamos ontem, né?

O caso da jovem Mel Machado, de apenas 19 anos, que está desaparecida. Desaparecida desde domingo, por volta de 9:30 da noite, tá? Ontem fizemos uma entrevista com a sua mãe, com a Daniela. Depois fizemos mais uma atualização e hoje continuamos. Digo a vocês que as buscas continuam. Continuaram durante o dia de hoje sem dar resultado positivo, tá? Então, a Mel Machado continua desaparecida até o presente momento. Infelizmente, as notícias não são muito boas, mas como não se tem confirmação do que aconteceu, vamos aguardar.

Mel Machado, na sexta-feira, teria saído com a mãe para comprar roupas para uma festa. Uma festa de Halloween que aconteceria no sábado. Ela estava muito, até aquele aquele horário, sábado, estava muito alegre, feliz. Almoçou com a mãe, contente. Estava num dia, final de semana para mãe normal e também para Mel. Apesar da jovem ter problemas psicológicos e lutar com a depressão severa, fazendo tratamento com remédios controlados e afins, estava eh, estável, vamos dizer assim, estava em estado estável.

Ela então, ela vai nessa festa, nessa bendita festa, no sábado, e ela, ao chegar na festa, ela tem uma decepção, tá? Qual a decepção? Ela encontra o seu namorado com outra menina. Exatamente isso. Ela então encontra, vê em flagrante o seu namorado com outra menina e cai no desespero. Naquele dia mesmo, ela é consolada pelos amigos, pessoas que estavam na festa. Eh, ela se entrega à bebida naquele dia, tenta esquecer o namorado. Na saída da festa, vai para sua casa e lá fica passando o dia de domingo. Durante o dia, ela teoricamente escreve uma carta, deixa uma carta lá. Vai na casa desse namorado, pede para ele, deixa outro bilhete, pede para ele cuidar do gato dela e das coisas e sai. Ele, quando encontra a carta, vai na casa da Mel, vê a casa vazia e avisa a Daniela, a mãe da adolescente.

A mãe então fica desesperada, começa a tentar achar a menina durante a madrugada de domingo para segunda, sem qualquer confirmação, sem qualquer notícia. Ela então decide procurar ajuda policial, faz o boletim de ocorrência, vai nas redes sociais, começa a pedir ajuda. Algumas pessoas mandam o contato dela aqui pro canal. Nós decidimos entrar para fazer a divulgação dessa adolescente para tentar saber o que verdadeiramente ocorreu com ela e o que aconteceu, se ela estava desaparecida, se ela teria fugido por vontade própria, o que teria acontecido.

A entrevista com a mãe está aqui no canal, vocês podem ver a entrevista. É uma entrevista forte, uma entrevista em que a mãe não para de chorar, vê que ela está visivelmente abalada. E nós falamos um pouco sobre a rotina da Mel, sobre como ela é, sobre o namorado, sobre a falta de responsabilidade emocional do namorado com relação a uma à menina, a menina que já tinha alguns problemas psicológicos e que a mãe, inclusive, já tinha pedido algumas vezes para ele se afastar, porque não era, era perceptível que ele não tinha nenhum desejo, nenhum desejo de ter qualquer tipo de responsabilidade com ela. Tanto que fez esse ato de traição, né, de infidelidade, que foi presenciado pela jovem.

A Mel, ela sai da casa do namorado, vai para o centro de Cachoeirinha, no Rio Grande do Sul, perto ali da divisa da grande Porto Alegre, né? Divisa de Porto Alegre com Cachoeirinha. Ali ela passa numa farmácia, compra dois vidros, dois frascos de Rivotril, tá? Um medicamento que é utilizado para controle de ansiedade. A pessoa vê o estado, vende o vende o medicamento e ela sai. Dali seria o último contato com ela. A a família começa a procurar câmeras de segurança, imagens e tem um vídeo dela que é ela chegando.

[Música] Estranho. Olá, família. Boa tarde. Boa tarde a todos. Uma matéria urgente agora que precisamos realizar. O o desaparecimento nossa, voltou a imagem. Então eu vejo de dar o problema que parece que corrompeu. Existe uma, existe imagens que estão aqui dela indo para um local de um pier ali próximo ao rio Gravataí. Esse pier já era frequentado por ela durante muitas vezes, tá? Durante muitas vezes. E era um local que ela escolhia para meditar, para ficar o tempo, para descansar. E nesse local é a última imagem de câmera que se tem da jovem Mel Machado. As imagens são por volta de 10 horas da noite. Essa é a última imagem que se tem. De lá para cá, durante muito tempo foi procurado as imagens, foi procurado os locais que lá poderia se encontrar pessoas e nenhuma nenhuma resposta positiva.

As buscas começam a ser concentradas ali no pier do rio de Cachoeirinha, né, em direção ao rio Gravataí. Então, bombeiros, voluntários, família estão nesse momento, nesse momento não, até um pouco mais cedo, fazendo busca no rio, no rio Gravataí, só que sem sucesso. Como todos sabem, o rio Gravataí é um rio caudaloso, um rio de grande quantidade de águas, de correnteza e não sabemos até o presente momento se ela realmente entrou no rio ou não, tá? Existe essa possibilidade como existem outras. Eh, chegou um pouco mais cedo para mim, através de uma seguidora, uma informação que eu fiquei muito feliz em falar, tá, que ela teria sido vista na companhia de dois dois dois rapazes na segunda-feira, por volta de 8 horas da manhã em um local próximo ali. Só que eu liguei para o tio dela e ele não conseguiu confirmar essa informação, dizendo que a última imagem realmente seria ela no pier de de Cachoeirinha ali no rio Gravataí. Mas essa informação chegou aqui pro canal de que ela teria sido vista por volta de 8 horas da manhã de segunda-feira, próximo ao local ali, esqueci o nome de um parcão. Só que a situação que essa seguidora passou me chamou atenção que ela recebeu a informação de que uma jovem com as características físicas, tá, da Mel, estava sendo levada por dois jovens, mas levada no sentido de ser carregada. tá? Como se não tivesse conseguindo ficar em pé e estava sendo levada para um determinado local que que essa pessoa não viu. Ela só viu sendo carregada durante um ponto, depois eles somem ali próximo.

Então, como o tio disse que todas as câmeras dali desse local foram vistas e não tem não tem essa imagem, eu fiquei meio incrédulo, mas é uma das uma possibilidade mesmo que ínfima, e é bom ser averiguada, né? Eu pelo menos acho que deveria ser averiguada, até porque enquanto não for encontrada, enquanto não tivermos uma resposta precisa do que aconteceu com ela, todas as possibilidades devem ser colocadas. Porque imagine o seguinte, vamos aqui imaginar se por um acaso, se por um acaso ela entrou no rio Gravataí, tá? Vamos passar por esse princípio. Ela entrou. Imaginem que ela desça a correnteza e pare numa margem e alguma pessoa tenha visto ou ela tenha conseguido sair e tenha ficado sem forças e dormido próximo à margem. É uma possibilidade. É uma possibilidade. E duas pessoas que talvez a conhecessem, tivessem próximas ali, a viram, levaram para algum para algum local. Eu acho que essa informação não deveria ter sido descartada antes de ser totalmente averiguada. É lógico que o local tem muitas câmeras, mas como essa pessoa disse que era próximo ao parcão, não disse que era no parcão, pode ser ali numa rua, numa local próximo, não sei se foi levada para uma casa, para uma residência, não sei o que foi feito, se realmente era ela, se realmente era ela, né? Tem isso também, mas como não se tem nenhuma notícia, eu acho que pelo menos essas deveriam ser averiguadas. Não sei se vocês concordam comigo, porque não se sabe o que aconteceu, né? Essa é a verdade. Não sabemos o que aconteceu. Ela sai, sai de casa, vai pro pro local e simplesmente desaparece. Desaparece como sinal de fumaça. Vê a informação que ela é vista por volta de 8 horas da manhã da segunda-feira, quer dizer, mau horário depois, posterior ao que foi falado. Se ela desceu, se ela foi levada, se ela se perdeu. Eu acho que são várias informações que precisam ser vistas e revisadas no local onde ela foi, onde as câmeras a viram, em que ela entra, mas não sai. Esse pier é um local ermo, um local mais complicado que dá acesso direto ao rio Gravataí, mas hum, não se sabe se ela realmente entrou. E se entrou, será que ela não conseguiu sair? E mesmo que ela tenha sido levada pelas águas, será que ela não pode ter sido jogada pela correnteza, pelas margens e ficou desacordada ali? São pontos que eu penso. Eu acho que não desse momento para tentar, como posso dizer, desqualificar qualquer informação. E se ela foi levada, né? E se ela chinga na casa de alguém? E se ela não sei, não sei realmente o que que vocês acham. Me digam, por favor, o que que vocês acham. Hoje meu computador tá travando, gente. Tá travando aqui firme. Não sei o que tá acontecendo. Parece que a live caiu. Não caiu não. Uma vez tomei sem querer dois comprimidos. Dormi dois dias no hospital sendo monitorada. Eram dois comprimidos parecidos e como isso não dava, não estava bem, me confundi. Eu digo, Cilda, porque eu tomo há muitos anos, sabe? E um dia resolvi tomar um vidro de uma vez porque gotas não fazia efeito para mim e eu apaguei por dois dias. Todo mundo falando, nada pode ser descartado. Hoje não tomo mais gotas. Estou me comprando meio de 2 mg. Já não fazem efeito também. É porque eu votei conforme o passado do tempo, você tem que aumentar a dose. Nada pode ser descartado. Se encontrou boas pessoas, pode ser que tenham socorrido. Sim. E a Iônia acha que ela está no rio. Tá mesmo. Uma possibilidade, infelizmente, né? Meu filho, acredita que ela tenha entrado no rio e não tenha saído. A mãe recebeu várias informações de muitas pessoas dizendo que a viram em determinado local e ela acha que a filha pode estar com vergonha de voltar para casa. Então é muito complicado. Agora, a carta que ela deixou foi a que chamou mais atenção, né? Essa carta foi o que chamou mais atenção de todos. Uma carta despedida essa carta aqui. Então, quem não viu, vou colocar aqui, tentar dar um zoom para melhorar um pouquinho a escrita. Depois vocês podem ler. Eu vou ler novamente essa carta. Vamos ver se eu acho ela aqui, se está fácil. Quando travando hoje, eu não sei se eu vou conseguir, mas vamos tentar achar. Vamos tentar achar essa carta aqui. Hum. Acho que vai ser difícil achar. Procurando aqui. Acho que eu já achei espaço, graças a Deus. Aí quando eu falo uma coisa, acontece outra, né? Fica mais fácil de achar. Essa foi a carta que ela deixou, ó, na casa que foi encontrada. A carta está escrita o seguinte: "Queria começar dizendo que ninguém tem culpa. Eu amo todos vocês e sou eternamente grata por tudo. Queria agradecer um por um, mas tenho medo de esquecer alguém agora." Aí bota um risinho, bota kk. Mas obrigado, família, amigos. Eu amo infinitamente vocês. Desculpa não ter conseguido aguentar. Eu não me sinto mais viva, sabe? Sinto que nenhum lugar é meu lar. Mesmo rodeada de pessoas, me sinto sozinha. Estar viva me corrói todo dia. Eu não tenho mais força e nem mais saúde. Se cuidem. Saibam que isso é melhor para mim. Eu juro que me esforcei mais do que nunca. Orei todos os dias. Eu fiz o meu melhor. Quero que, se possível, doem meus órgãos ou me cremem e me joguem em um mato ou uma praia linda. E vivam. Sobrevivam bem sem mim. Amo todos vocês demais. Mel." É uma carta forte demais. Uma carta forte demais. Eh, esse tipo de despedida que a gente vê nesse sentido, nessa carta, parece uma pessoa decidida. Muito embora eu tenha falado, eu não vejo um olhar de uma pessoa que quer tirar a vida, talvez pela idade dela, talvez por eu não querer me enganar, mas eu vejo uma menina com sorriso ainda, com brilho no olhar. É isso que eu vejo. E talvez por uma decepção num gatilho de momento, talvez possa ter tomado uma decisão ruim, mas é complicado, né? Para quem sofre de depressão, para quem sofre desse tipo de doença, sabe o peso que é quando lutar contra uma doença silenciosa, que não deixa marcas, que não aparente, que os sintomas são na alma, não no corpo. Quem sofre de depressão sabe a dor que é estar vivo. Quem não faz tratamento, pior ainda. E muitas vezes a pessoa que tem depressão, ela não quer realmente tirar a vida. Ela só quer que a dor passe. E às vezes, no entendimento da pessoa que está com depressão, a dor só vai embora se ela se tirar sua própria vida. Depressão é uma doença silenciosa, curável, mas difícil de ser curada muitas vezes, que exige um tratamento contínuo, força, que atinge não somente a pessoa, mas toda a família, toda pessoa do entorno que sofre junto com aquela pessoa, que sofre junto com o doente, que vê muitas vezes o sofrimento e que vê para as pessoas que não sabem o que é um julgamento errado. Para quem não tem depressão, ver uma pessoa depressiva, acha que é frescura? Acha que é um, como é se posso dizer? Uma coisa boba. Quantas vezes? Quantas vezes conversando com pessoas que têm depressão e elas se queixam: "Ah, eu não recebo apoio de ninguém". A única coisa que falam é: "Sai da cama, levanta daí, vai correr, sai desse quarto escuro, vai pra praia". Frescura, coisa, coisa da sua cabeça. É isso que muitas vezes pessoas com depressão ganham. Eu acho que pessoas que têm aqui depressão podem falar com propriedade sobre isso. Muitas vezes é visto como algo banal. Muitas vezes por pessoas que não sabem o que é. Porque família e familiares que entendem o que é uma depressão, o que é ter uma pessoa com depressão em casa, sabe que não é tão fácil, que a pessoa muitas vezes não quer nada, ninguém às vezes só quer, não quer nem ficar sozinha, mas é difícil, né? Uma doença da alma. É uma doença que corrói o corpo através do cérebro. Uma doença que as marcas são muitas vezes mascaradas. Coloca-se uma máscara social e um sorriso falso e ninguém sabe. E do nada aquela pessoa se vai. Todo mundo pergunta: "Como assim? Eu estava com ela ontem, ela estava rindo, estava feliz". Mas um sintoma da doença. Talvez essa jovem, ela tenha tido um gatilho. Ela já já fazia o tratamento para depressão severa, já tinha essa doença já constatada. Então, saber o que pode ter acontecido com ela depende do que nós podemos fazer. Tomara que não. Tomara que as pessoas possam ter a esperança de encontrá-la e que ela não tenha realmente entrado. Tomara que ela esteja num local, tomara que ela possa voltar para os braços da mãe. Mas se ela tomou essa decisão e fez o pior, não é passível de julgamento, não. Porque é cada vez mais comum, infelizmente, pessoas fazerem isso, desistirem. Mas não é questão de desistir pelo simples fato de desistir. É desistir de viver, porque é a melhor opção para ela. Olha a situação. Cada vez mais vemos casos de jovens, adolescentes, crianças. Advinhas desse mundo, cada vez mais frenético, cada vez mais rápido, cada vez mais banal, em que a vida é vivida através de telas, através de vídeo, de vídeos de um minuto, da dopamina rápida, naquele vídeo de 40 segundos que não agrega nada, vai passando, passando, passando, passando, passando, passando, né? A vida em 1 minuto, 30 segundos. Eu escutei de um adolescente falando o seguinte: "Ah, se o vídeo tiver mais de um minuto, não me interessa, é muito longo, porque ele só quer aquele negócio rápido". Vamos passar vivendo a vida através da tela, através da vida dos outros, dos influenciadores e das pessoas que influenciam, são influenciáveis. Muitas pessoas hoje adquirem depressão por conta disso, outras por vários outros motivos. Mas é nítido e notório que cada vez mais temos pessoas depressivas no mundo. É nítido e notório que a depressão aumentou em níveis absurdos. É nítido e notório que daqui a 20, 30 anos, se nossa se nossa saúde pública não mudar, teremos uma epidemia de pessoas tirando a vida, porque não se tem mais prazer em viver. Antigamente a vida era outra. Hoje cada vez mais vemos situações como a Mel. Eu não me arrisco a dizer que esse ano eu devo ter feito aqui uns 50 casos de pessoas que tiraram sua vida. Não gosto de fazer essas matérias. Não gosto. Eu gosto de casos de desaparecimento que são encontrados e às vezes que não são encontrados são crimes. Mas é um alerta. É um alerta para todos aqui, quem tem depressão e quem convive com pessoas de depressão. Eu pergunto aqui, eu pergunto aqui, faço uma pergunta para todo mundo que está aqui. Você tem depressão ou convive com alguém que tenha depressão? Só me respondam aqui. Eu eu me diz, me diz, por favor, se você tem depressão ou você convive com alguém que tenha depressão. Só pra gente saber aqui. Eu vou botar aqui, vou botar aqui uma enquete que até melhor para mensurarmos aqui. Vamos botar uma enquete aqui. Você tem ou convive com alguém que tenha. Pronto. Vem aqui a enquete para você para responder para ficar para ficar marcado aqui melhor. Hã, vamos ver aqui as votos. que a gente vai ver aqui agora. Vamos ver aqui o índice que a gente vai poder dizer que eu acho que vai ser bem alto. Você a pergunta é a seguinte: você tem ou convive com alguém que tem na sua casa, tá? Uma mãe, uma filha, uma tia, um irmão? Vamos ver aqui só por curiosidade. Vamos ver. Tenho uma síndrome chamada Marfan, que afeta o tecido conjuntivo, uma doença hereditária. Meu filho mais velho também nasceu como Nossa, Arlete. Arnaldo, meu amigo, minha esposa depois só. Ô, meu amigo, complicado demais. Eu tenho uma irmã e um sobrinho. Pra gente ver aqui, olha só, 71% do nosso público é alto demais. Meu Deus do céu. Isso é alto demais. É absurdo isso. Para nós vermos a força que essa doença, infelizmente, tem e que não temos um programa de saúde pública para o enfrentamento dessa doença. Não temos. A depressão hoje eu digo que é uma epidemia. Epidemia. Eu acho que daqui a pouco ela vai tirar mais vida do que eu quero outra doença. Quando nós vemos uma adolescente, uma jovem como a Mel, que pode ter sido vítima dessa doença, nada mais vai assustar a gente, né? Nada mais. Vamos ver aqui, Rose, o humor permanece deprimido praticamente o tempo todo, por dias e dias seguidos. Desaparece o interesse pelas atividades que antes dão satisfação e prazer e a pessoa não tem perspectiva de que era algo assim que algo possa ser feito para que seu quadro melhore. Sim. O Arnaldo toma remédio controlado até hoje, provavelmente vai tomar a vida toda. Énaldo? Complicado demais. Eu tenho depressão, ansiedade e síndrome do pânico. Olha, eu tenho depressão, ansiedade e fibromialgia que estão interligados. Faço tratamento desde 2017, que não é fácil. É complicado. Para você ter uma ideia, não tem nem 500 pessoas na live. Meu Deus, é muita gente. Sim, é absurda. É verdade. Ela está sendo rotulada como doença do século. É horrível, pouco compreendida. Muito se manter vivo para quem é depressivo. Um desafio diário. Olha só, eu já fiquei vários dias sem banho. Me alimentava mal e não dormia. Passei por psiquiatra, ia lá no hospital, servidor de estado do Rio. Nossa. É que é muito complicado. Nossa, realmente não tem tratamento público, não acertam a minha medicação há 30 anos, só dão clonazep. Que isso? Absurdo isso. Absurdo, absurdo, absurdo. Essas, essa jovem, depois de ver essa carta, depois de ver tudo que aconteceu, as câmeras que estão ali falando que ela não saiu do pier, não saiu do cis, a chance dela realmente ter atentado contra a vida é maior do que ter acontecido outra coisa, estatisticamente falando. Mas eu eu me recuso nesse caso. Eu quero me agarrar na esperança de que ela ainda vai voltar para casa. Embora essa essa esperança seja menor que 5%. Mas é uma esperança que eu tenho. É uma esperança que saber bem que uma pessoa fez isso, gente, é é sem palavras, né? 7 76% das pessoas aqui ou tem depressão ou vive com alguém que tem depressão. Marconde pode falar nome de medicamento? Pode, pode sim, não tem problema não. Independente do medicamento. Deus abençoe e cure e liberte todos vocês que sofrem com essa doença. Tenham fé em Deus. A fé, por incrível que pareça, é comprovado, tá? As pessoas vão falar a fé, muit que a pessoa mais pessoas da ciência, mas a fé é comprovadamente um dos pontos que ajudam na na no controle da depressão, a fé. Porque a fé ela altera o estado emocional e estado químico do cérebro. Como diz o ditado, a fé move montanhas. Medicamento que nem está me servindo mais. Eu tomo fluoxetina. Cada pessoa age como uma medicação diferente, né? Eu quando tive minhas crises, eu tomei vários tipos e não me dei bem com nenhum. Até que tomei um que era antiguinho e me dei bem. Hoje hoje eu tô de pé, graças a Deus. Se alguém quer entender como depressivo se sente, leio a Metamorfose de Kafka. Verdade, Juliana. Nenhuma medicação resolveu meu problema. Hoje eu lido com a depressão, sem medicamentos, mas com a palavra de Deus, pela fé. Hoje eu vi no jornal uma moça depressiva. Ela e a mãe saiu e não voltou. Os familiares estão desesperados como a jovem Mel, né, que está aqui. É como eu digo, eu fui curada pela fé. Tá vendo? Move montanhas. Pessoal, quem tem depressão também procurem fazer dosagem de vitaminas, com toda certeza, faz toda a diferença, tá? Marcondes, sou cega total do olho direito e enxergo 20% do olho esquerdo devido à síndrome de Marfan. Essa doença é rara. Foi um baque quando fui dormir enxergando e acordei cega do olho direito. Nossa, Arlete, que complicação que ter sido, meu Deus do céu. Nossa, não consegui imaginar uma situação dessa. Coloquei meus filhos na terapia assim que passaram para o ensino médio. É muito importante pensar na saúde mental junto com a física. Leda, parabéns. Parabéns. Muito bom. Muito bom mesmo. Parabéns. Parabéns mesmo. Vocês vocês que estão aqui na live, a gente para para pensar nesses casos que de depressão de sumissos desse tipo. Alguém sabe, só por curiosidade, quantas pessoas hoje estão desaparecidas no Brasil? Eu pergunto para vocês. Alguém sabe? Alguém por na casa sabe? Eu digo para vocês, só nesse ano, só nesse ano foram 60.000 desaparecimentos. Dos 60.000, 1000 desaparecidos. 40.000 foram encontrados com vida. 20.000 não foram encontrados. Quer dizer, 40.000 foram encontrados, tá? 30.000 foram encontrados com vida, 10.000 sem vida, 20.000 1 não foram encontrados. Para mim é assustador ver isso. Ano passado foram quase 100.000 pessoas desaparecidas. Se você pegar 2024, 2025, nós temos 30 com 37, 67.000 pessoas desaparecidas sem ninguém ter encontrado entre 2024 e 2025. Acho que é um número bem alto, né? E sabe qual? Sabe o que mais assusta desses 60.000? 25% eram meninas de zero de 1 ao 17 anos, ou seja, em torno de 16.000. Aí eu pergunto, onde é que essas pessoas param? Vou vou parafrasear a pergunta da Sara. Onde essas pessoas vão parar? Também queria saber. Só vamos ver aqui mais uns dados aqui, só por curiosidade. Is é dados estatísticos, tá gente? Números. 70 66.000. Nossa, 100.000 pessoas. Sabe que que é 100.000 pessoas que nem sabem onde se encontra. Nós paramos aqui de uma um caso por dia, dois no máximo, né? Então aqui no meu canal, se eu fizer duas lives por dia todos os dias, duas lives, eu vou falar de 700 desaparecidos. 700 em torno de 100.000. 10.000 é 10%, 1000 é 1%. Então, 0,7%. Se eu fizer, se eu fizer duas lives por dia, todos os dias, eu vou cobrir apenas 0,7% das pessoas desaparecidas. Graças a Deus, a gente tem uma taxa de retorno boa, né? Eu fiz as contas aqui no ano, 40% dos desaparecidos aqui foram encontrados. 60%. Ou foram encontrados sem vida ou não foram encontrados. Nós temos uma boa taxa de retorno. População de rua é cerca de 358.000. É, muitas pessoas que desaparecidas ficam na rua, né? Também tem isso. Fico imaginando as de mães com a do BF mais de 20 anos sem saber o que aconteceu. Não daria conta. Senhor, me liberte dessa dor. Então, que ninguém passe por isso, que ninguém nessa live passe por isso aqui, né? Quem merece. Mas é isso. É o sofrimento de mamãe, de 100 mães, de 1000 mães, de 100.000 mães, 100.000 1 famílias, 100.000 filhos, pesado, bem pesado. Mas é isso, né? Eu acho que falamos demais por hoje. Falamos bastante, cobrimos a o caso e vamos continuar passando a foto da Mel. Se alguém tiver alguma informação e não quiser passar para a polícia por qualquer motivo, pode mandar aqui pro canal. Tem aqui o o e-mail passando aqui que é a nossa chave Pix. Tem os grupos aqui que as pessoas colocam e a Pat coloca aqui os grupos todo mundo. Então, por favor, façam isso. Eh, com ajudem da melhor forma possível. E se você tem algum caso de aparecimento, manda aqui pro canal. Muitos casos aqui são enviados por vocês. Na verdade, a grande maioria, né? Acho que 90% dos casos. E quem puder, por favor, apoiar o canal pela chave Pix aqui, se tornar membro ou compartilhar, se inscrever e fazer um comentário também ajuda muito, muito mesmo. Mas era isso, muito, deixa eu ver aqui. Tomo Velofaxina e ao peso lã para ansiedade. Minha depressão piorou quando fui diagnosticada com doença de Parkinson. Nossa, não sai de casa. Meu Deus, querido. Anice, que a Mel possa retornar bem em nome de Jesus. Que a Mel possa retornar bem em nome de Jesus. Amém. Que ela volte e que ninguém aqui dessa live passe por uma dor dessa. Que ninguém passe por uma dor dessa. Ninguém merece, né? Ah, vamos ajudar o canal pelo Pix Marcone. Marcos. Obrigado, Pat. Obrigado mesmo. E ontem que vocês quem viu a live de ontem, eu digo que hoje nós fomos à delegacia fazer o que deve ser feito e estamos devidamente acompanhados, tá? Então é isso que nós tínhamos para hoje. Muito, muito obrigado a todos pela participação de hoje. Muito obrigado mesmo, tá? Fiquem com Deus e até amanhã, se assim permitido e quiser.

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